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	<title>Garra Seguros BH &#187; Garra Seguros</title>
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		<title>Reservas funcionam como seguro nas crises internacionais, afirma Tombini</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 22:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de ser questionado pelos senadores, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, respondeu a uma crítica constante à decisão brasileira de supostamente manter elevadas reservas internacionais. Ele observou que, em momentos de crise, predominam “a aversão ao risco e a fuga para a segurança”. Nesses casos, acrescentou, as reservas internacionais funcionam como um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de ser questionado pelos senadores, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, respondeu a uma crítica constante à decisão brasileira de supostamente manter elevadas reservas internacionais. Ele observou que, em momentos de crise, predominam “a aversão ao risco e a fuga para a segurança”. Nesses casos, acrescentou, as reservas internacionais funcionam como um seguro.</p>
<p>Na crise financeira internacional de 2008, o Brasil detinha US$ 205 bilhões, montante que o presidente do Banco Central considerou suficiente para evitar o contágio. O dinheiro foi usado para assegurar aos exportadores brasileiros a liquidez que havia sido interrompida bruscamente em âmbito internacional.</p>
<p>Tombini comparou as reservas brasileiras – de US$ 310 bilhões, ou 15% do produto interno bruto (PIB) – com as de outras economias emergentes. Veja os números citados:</p>
<p>Reservas internacionais (% do PIB)</p>
<p>China</p>
<p>49%</p>
<p>Coreia do Sul</p>
<p>32%</p>
<p>Rússia</p>
<p>33%</p>
<p>Índia</p>
<p>21%</p>
<p>Hong Kong</p>
<p>116%</p>
<p>Cingapura</p>
<p>105%</p>
<p>Djalba Lima / Agência Senado</p>
<p>Fonte : Por <a href="http://www.senado.gov.br/">Agencia Senado</a></p>
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		<title>Consumidor recorre menos a serviço da Susep para reclamar</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 13:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Seguro Automovel]]></category>
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		<description><![CDATA[Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) indicam que 25.904 consumidores recorreram ao órgão para reclamar ou obter esclarecimentos sobre alguma modalidade de seguro, de janeiro a novembro. O número foi 17,5% menor que o contabilizado em igual período de 2009, quando foram atendidas 31.421 pessoas. O seguro obrigatório de veículos automotores (Dpvat) esteve envolvido [&#8230;]]]></description>
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</tr>
<tr>
<td colspan="2">Dados da Superintendência de Seguros  Privados (Susep) indicam que 25.904 consumidores recorreram ao órgão  para reclamar ou obter esclarecimentos sobre alguma modalidade de  seguro, de janeiro a novembro. O número foi 17,5% menor que o  contabilizado em igual período de 2009, quando foram atendidas 31.421  pessoas.</p>
<p>O seguro obrigatório de veículos automotores (Dpvat)  esteve envolvido em 56,3% do total dos atendimentos feitos pelos  técnicos da autarquia no período de 11 meses de 2010. Apesar da  expressiva participação, a demanda diminuiu de 18.035 notificações, em  novembro de 2009, para 14.595, em outubro último. A queda foi de 19,1%. O  Dpvat, contudo, foi responsável por 151dos 671 processos  administrativos abertos pela Susep no período, 22,5% do total.</p>
<p>Sobre novembro de 2009, os processos contra esse seguro subiram 37,3%.</p>
<p>Entre  as grandes carteiras de seguros, a de veículos foi a única a seguir  direção oposta à queda generalizada no atendimento ao consumidor  observada até novembro último. O seguro de automóvel apareceu na  vice-liderança em queixas, com total de 4.664, o que implicou no avanço  de 18,7% sobre janeiro a novembro de 2009. Entretanto, os processos  administrativos abertos entre os períodos comparados, na faixa de 80  (12,5% do total), permaneceram estáveis.</p>
<p>Em outra grande  carteira, a de vida, as contestações caíram 11,3% em 11 meses, para  3.054 registros. Em contrapartida, continuou sendo o ramo com mais  processos abertos: 198 (29,5% do total), número que na verdade diminuiu  significativamente sobre ao cumulado até novembro de 2009. A queda foi  de 42,3%. A busca de informações sobre as seguradoras do mercado, por  sua vez, caiu 33,5%, diminuindo de 1.745 para 1.149 atendimentos.</p>
<p>Em  meio à queda das reclamações dos consumidores, o segmento da corretagem  de seguros foi outro que andou na contramão. Os dados da Susep apontam  aumento de 19,4% até novembro último, para 1.697 atendimentos, contra  1.421 em igual período de 2009. Os planos de previdência complementar  aberta estiveram igualmente fora da mão, com as queixas passando de  1.482 para 1.865 entre os períodos comparados. O aumento foi de 25,8%.</p>
<p>Já  o setor de títulos de capitalização seguiu a tendência de queda  verificada nos ramos de seguros de janeiro a novembro. As reclamações  dos consumidores contra as empresas recuaram de 349 para 305. Foram  12,6% menos ocorrências.</p>
<p>Fonte: Jornal do Commercio</p>
<p>Data: 03.01.2011 -</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Ocupação do Complexo do Alemão diminui roubo de carros e deixa seguro mais barato</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 13:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Motoristas cariocas podem chegar a economizar 20% em 2011 O sucesso da operação da polícia e do Exército no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, no final de novembro, não inibiu somente o tráfico de drogas naquela região. O local, que também funcionava como base para todos os tipos de crime, [&#8230;]]]></description>
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<tr>
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</tr>
<tr>
<td colspan="2">Motoristas cariocas podem chegar a economizar 20% em 2011</p>
<p>O  sucesso da operação da polícia e do Exército no Complexo do Alemão, na  zona norte do Rio de Janeiro, no final de novembro, não inibiu somente o  tráfico de drogas naquela região. O local, que também funcionava como  base para todos os tipos de crime, hoje atravessa momentos de  transformação, com projetos de cidadania e qualidade de vida. As  consequências da expulsão dos criminosos do complexo poderão ser  sentidas, inclusive, no bolso. Com a redução de 60% do índice de roubo  de veículos em toda cidade do Rio de Janeiro, segundo dados da Polícia  Civil, as seguradoras anunciam já para o ano que vem uma queda no valor  dos seguros de carros. De acordo com Neival Rodrigues Freitas, diretor  executivo da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), essa redução  pode chegar a 20%.</p>
<p>O alto índice de roubo e o intenso tráfego de  veículos nas ruas da cidade têm estimulado a procura por seguros pelos  motoristas. Segundo dados da FenSeg, entre janeiro e agosto de 2010,  houve um crescimento de 15% na arrecadação de seguros em todo o país,  referente ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>E apesar do índice de  roubo de veículos no Rio de Janeiro apresentar uma queda de 60%, ter o  carro segurado é uma necessidade de proteção que não custa pouco e os  cuidados devem começar antes mesmo de adquirir um carro novo, uma vez  que o tipo do veículo é um forte determinante para definir o preço de um  seguro.</p>
<p>Segundo Freitas, os modelos mais visados pelos bandidos,  assim como veículos pertencentes às regiões onde o índice de assalto é  maior, costumam ter o seguro mais caro.</p>
<p>- Existem, no entanto,  outros fatores analisados pelas seguradoras que determinam o valor da  indenização, como por exemplo, o perfil do segurado. Jovens entre 18 e  25 anos pagam um valor maior, pois são considerados menos experientes no  trânsito do que as demais categorias. Da mesma forma, mulheres pagam  menos do que homens, por serem consideradas mais cuidadosas.</p>
<p>Mas  para chegar ao valor final, deve-se ainda levar em conta as despesas de  comercialização e os gastos administrativos da própria seguradora.</p>
<p>Desta  forma os valores dos seguros podem variar tanto de seguradora para  seguradora, como de região para região e dependem do cruzamento de todos  os fatores citados. Um segurado com a apólice totalmente paga, por  exemplo, pode ter uma grande surpresa caso ele precise mudar de  endereço. Dependendo da situação, a seguradora contratada pode exigir  reajustes consideráveis, como afirma o corretor de seguros Cláudio  Côrtes.</p>
<p>- Uma apólice feita em uma cidade do interior de São  Paulo, por exemplo, provavelmente sofrerá um forte reajuste, caso o  segurado mude para a capital.</p>
<p>Para se ter uma ideia desta  análise, um carro popular, modelo 2005, teve o seguro avaliado em R$  1.800 em Sorocaba, município do interior de São Paulo. Esse mesmo carro,  avaliado posteriormente na cidade do Rio de Janeiro, onde os índices de  assaltos e acidentes são maiores, teve o valor da apólice avaliada em  R$ 3.800, um reajuste de mais de 110%.</p>
<p>Orientações</p>
<p>Para  proteger o veículo o cliente deve, inicialmente, procurar por um  corretor de seguros, que irá fazer a primeira coleta de informações.  Mas, de acordo com Freitas, essa escolha deve ser cautelosa, uma vez que  existem empresas que não são regularizadas junto ao órgão competente.  Se um cliente contratar uma destas empresas, o segurado corre o risco de  não ter o patrimônio indenizado, em caso de sinistro.</p>
<p>Ainda  segundo Freitas, o interessado deve responder ao questionário de risco  de forma genuína, pois se for necessário acionar o seguro, a empresa irá  investigar as condições do roubo ou do acidente. Caso seja identificada  qualquer irregularidade, provavelmente o prejuízo não será coberto. Um  exemplo disso é a troca de papéis entre vítima e culpado durante um  acidente. Se a fraude for descoberta, a seguradora não irá se  responsabilizar pelas despesas.</p>
<p>Após responder ao questionário de  risco, o corretor irá consultar diversas seguradoras e repassar as  propostas ao cliente. Cabe então ao futuro segurado fazer a escolha que  melhor atende às suas necessidades e ficar atento no momento de assinar a  proposta.</p>
<p>Uma resposta do Estado</p>
<p>A operação no Complexo  do Alemão faz parte da reação da polícia à onda de violência que tomou  conta do Rio de Janeiro em novembro, quando dezenas de carros foram  incendiados em vários pontos da cidade e houve ataques a policiais.</p>
<p>A  ação dos criminosos foi vista pelo governo estadual como uma resposta  às UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) instaladas nos dois últimos  anos em comunidades antes dominadas pelo tráfico.</p>
<p>Para conter os  ataques, a polícia, com apoio das Forças Armadas, realizou uma grande  ofensiva no dia 25 de novembro na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha,  forçando a fuga de centenas de traficantes para o vizinho Complexo do  Alemão, onde foram cercados nos dois dias seguintes.</p>
<p>Na manhã de  28 de novembro, as polícias Civil e Militar, com ajuda da Marinha e do  Exército, fizeram a ocupação do Complexo do Alemão e, simbolicamente,  fincaram a bandeira nacional no alto do morro, devolvendo à população o  território antes ocupado pelo tráfico.</p>
<p>As buscas por armas e  drogas continuam desde então. De acordo com registros da Polícia Civil,  foram apreendidos ao menos 36,6 toneladas de drogas, 496 armas de  diversos tipos e 58 explosivos. O levantamento indica ainda 133  suspeitos presos e 440 carros recuperados.</p>
<p>Fonte: R7</p>
<p>Data: 03.01.2011 -</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>Lucro da Porto Seguro sobe para R$ 203 milhões</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 15:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bom desempenho é atribuído, principalmente, ao crescimento de 45,9% dos prêmios auferidos (valor pago pelo segurado), para R$ 2 bi]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Seguro registrou lucro líquido de R$ 203 milhões no terceiro  trimestre, o que corresponde a um salto de 177% em relação aos R$ 73,3  milhões reportados de julho a setembro do ano passado, mostrou o balanço  divulgado hoje pela seguradora, que inclui os números do Itaú Seguros  Auto e Residência.</p>
<p>O bom desempenho é atribuído, principalmente, ao crescimento de 45,9%  dos prêmios auferidos (valor pago pelo segurado), que somaram R$ 2  bilhões. Na análise por segmento, 68% correspondem a seguros de autos;  9% ficam com saúde e 7,6% referem-se à área patrimonial.  Também  contribuiu para o forte desempenho a queda de 2,2 pontos percentuais do  índice de sinistralidade.</p>
<p>As despesas administrativas e tributos e as de comercialização de  seguros também recuaram, respectivamente, 1,7 ponto percentual e 0,9  ponto percentual.</p>
<p>Sem considerar o Itaú Seguros Auto e Residência, o lucro líquido da  empresa foi de R$ 139,1 milhões e os prêmios auferidos alcançaram R$  1,57 bilhão, crescimento de 90% e 12%, respectivamente, na mesma base de  comparação.</p>
<p>De acordo com o balanço, a rentabilidade sobre o patrimônio (ROAE)  correspondeu a 23,3% no segundo trimestre, o que representa um  incremento de 9,6 pontos percentuais sobre o índice de um ano antes.</p>
<p>Fonte : IG</p>
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		<title>Allianz na Formula 1</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 15:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista de Ariane Landim, executiva de marketing da Allianz no Brasi, à  Revista Voce S/A A Fórmula 1 e o seguro O circo já está todo pronto para o Grande Prêmio de Fórmula 1 no Brasil. Dia 6 temos treinos e dia 7 a grande corrida. Tantas emoções. A prova poderá definir o campeão mundial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista de Ariane Landim, executiva de marketing da Allianz no Brasi, à  Revista Voce S/A</p>
<div>
<h2>A Fórmula 1 e o seguro</h2>
</div>
<p>O circo já está todo pronto para o Grande Prêmio de Fórmula 1 no  Brasil. Dia 6 temos treinos e dia 7 a grande corrida. Tantas emoções. A  prova poderá definir o campeão mundial de Fórmula 1 de 2010. E tantos  riscos. São 150 mil pessoas entre sexta-feira e domingo. Pilotos a uma  velocidade próxima a 300 quilômetros por hora. Mais de 850 toneladas de  equipamentos 3 mil toneladas de arquibancadas. E tudo tem de estar  desmontado logo após o fim da corrida para seguir para os Emirados  Árabes, onde acontecerá a próxima disputa.</p>
<p>Por isso, o principal evento automobilístico é um ambiente propício  para as seguradoras aprenderem e ensinarem sobre gerenciamento de risco  para que tudo dê certo nesse grande show. A alemã Allianz tem o seu nome  estampado em várias partes do circuito. “Desde 2000 patrocinamos a F-1,  quando começou a parceria com a  AT&amp;T Williams F1 e em 2007, a  Allianz  tornou-se parceira mundial oficial da Fórmula 1, com maior foco  em segurança”, diz Ariane Landim, executiva de marketing do grupo no  Brasil. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao  blog SEGURO SA.</p>
<p><em>Blog Seguro S/A</em>: Qual a relação entre seguro e Fórmula-1?<br />
<em>Ariana Landim</em>: A Fórmula 1 é a categoria máxima do  automobilismo mundial. É uma categoria de alta performance e ao mesmo  tempo, muito segura. Os carros chegam a mais de 300 km por hora e mesmo  assim a taxa de acidentes é baixa e quando eles acontecem, os pilotos  quase sempre não sofrem ferimento graves. A F1 é uma grande pista de  teste para equipamentos de segurança que depois são adotados pela  indústria automobilística em geral. Ou seja, tem tudo a ver com o  seguro, pois o conhecimento gerado nas pistas é de alguma forma  incorporado nas ruas, e ajuda a prevenir e minimizar sinistros, ou  acidentes. Vejamos o exemplo dos cintos de segurança, o uso de áreas de  escape nos traçados, etc.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Por que a Allianz apoia a Fórmula-1?<br />
<em>A.L.</em>: Acreditamos que esse esporte seja uma das maneiras mais  efetivas de atrair atenção para o assunto da segurança nas estradas e no  trânsito, e contribuir para modificar o comportamento dos motoristas em  escala global. A F1 acontece em 20 países e tem uma audiência global.  Ou seja, é uma grande vitrine pra esse tema. Afinal, temos 50 milhões de  motoristas segurados em todo o mundo e consideramos a Fórmula 1 a  plataforma ideal para comunicarmos a importância da segurança  automotiva.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Mas a proposta vai além do marketing, acredito.<br />
<em>A.L.: </em>Sim. Para se ter uma idéia, nas estradas brasileiras, a  cada 25 acidentes uma pessoa morre, segundo dados da Polícia Rodoviária  Federal. – Mas esse não é um problema do país. Por dia, mais de 3 mil  pessoas morrem no mundo em acidentes automotivos e, para especialistas  no assunto, as estatísticas tendem a se agravar se não houver uma  conscientização do quanto é necessário priorizar a segurança nas  estradas e nas vias públicas. Como somos do mercado segurador,  convivemos diariamente com os índices de acidentes automobilísticos. Por  este motivo, não é possível adotar uma postura passiva e a maneira como  a F1 gerencia o risco traduz perfeitamente a proposta da Allianz.</p>
<p><em>S.S/A</em>: Há quanto tempo a Allianz se dedica a prevenir riscos?<br />
<em>A.L.</em>: A Allianz faz pesquisa de prevenção de riscos há mais de  70 anos, no seu Centro de Tecnologia Allianz. Ao criar a Divisão  Automotiva do Centro em 1971, o Grupo Allianz passou a ter um foco ainda  maior na parte de acidentes automotivos. Essas pesquisas e testes visam  a auxiliar a indústria automobilística a detectar possíveis falhas a  fim de aprimorar os itens de segurança dos veículos.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Mas este centro está ligado a F-1?<br />
<em> A.L.</em>: Há compartilhamento de informações entre a F1 e o nosso  Centro de Tecnologia. As pesquisas desse Centro são compartilhadas  também com as subsidiárias como o Brasil e nosso próximo passo será  intensificar essa relação a fim de contribuir de forma mais efetiva com a  segurança dos mais de 750 mil segurados Allianz Auto em todo o  território nacional e com a sociedade brasileira em geral.</p>
<p><em>S. S/A</em>: O que temos de novo em 2010?<br />
<em>A.L.</em>: Em 2010, mais uma ação de visibilidade voltada para o  tema da segurança foi implementada. A partir do GP de Cingapura, O  safety car e os veículos de socorro médico passam a ter a marca da  Allianz, reforçando ainda mais a nossa relação com a prevenção de  riscos.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Que tipo de seguros são contratados?<br />
<em>A.L.</em>: Uma das coberturas mais comuns na área de grandes eventos  é a de Responsabilidade Civil (RC) que, em geral, cobre danos materiais  e corporais. No caso da Fórmula 1 há os seguros diretos: as coberturas  incluem o “no show”, essa apólice cobre os custos, despesas e a perda de  lucro caso um evento seja cancelado ou adiado por conta de uma  ocorrência que fuja do controle dos organizadores. Além de danos  causados aos equipamentos da corrida, responsabilidade civil,  danos a  terceiros e acidentes pessoais.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Quem contrata os seguros?<br />
<em>A.L.</em>: Os seguros são contratados pelos agentes organizadores e  participantes dos eventos: organizações esportivas globais (como a  Federação Internacional de Automobilismo), comitês organizadores locais,  emissoras de TV, patrocinadores, contratantes de merchadising,  companhias de viagens, hotéis, entre outros. Também estão disponíveis os  seguros indiretos: além das coberturas de cancelamento e  responsabilidade civil, são contratadas várias outras apólices, como de  responsabilidade civil de administradores (D&amp;O), patrimonial, seguro  de equipamentos e de transportes.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Se um piloto morrer tem seguro?<br />
<em>A.L.</em>: Sim, há o seguro de vida do piloto.</p>
<p><em>S. S/A</em>: E se um pneu da Ferrari voar na arquibancada e machucar alguém?<br />
<em>A.L.</em>: É acionado o seguro de responsabilidade civil contratado pelo próprio evento.</p>
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		<title>Palmeiras promete oficializar seguro da Arena na terça</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 14:44:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após reunião com diretores e advogados da WTorre nesta sexta-feira, a diretoria do Palmeiras prometeu oficializar a apólice do seguro de performance da Arena Palestra Itália na terça-feira. O documento será apresentado a oposicionistas. – Demos uma boa caminhada. Os advogados conversaram e isso deve sair na terça – afirmou o diretor administrativo, José Cyrillo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após reunião com diretores e advogados da WTorre nesta sexta-feira, a  diretoria do Palmeiras prometeu oficializar a apólice do seguro de  performance da Arena Palestra Itália na terça-feira. O documento será  apresentado a oposicionistas.</p>
<p>– Demos uma boa caminhada. Os  advogados conversaram e isso deve sair na terça – afirmou o diretor  administrativo, José Cyrillo Jr.</p>
<p>A oposição cobrou explicações e protocolou carta no Conselho Deliberativo ameaçando interromper as obras.</p>
<p>Antônio  Augusto Pompeu de Toledo, presidente do COF (Conselho de Orientação e  Fiscalização) do clube, também participou da reunião. O prazo para a  oficialização vai até o dia 15.</p>
<p>A UBF é a empresa que está fazendo  o seguro de performance. A oposição questiona que o nome do clube não  aparece no contrato como beneficiário, mas sim o Banco do Brasil, que  financia parte da obra. A WTorre foi acionada para dar todas as  respostas pedidas.</p>
<p>– Não tenho a menor preocupação com isso – afirmou Cyrillo.</p>
<p>Com  o seguro oficializado, parte da arquibancada será demolida. As obras  seguem em andamento dentro do clube. A oposição questiona até que a  responsável pelas demolições não seria a WTorre, e sim o Palmeiras.</p>
<p>– É um absurdo – disse o diretor administrativo.</p>
<p>A Desmontec é a demolidora contratada pela construtora na obra.</p>
<p>Fonte :Thiago Salata , Lance Net</p>
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		<title>Porto Seguro será oferecido em todas agências do Itaú</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 14:36:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; Até o final do ano, todas as agências do Itaú Unibanco devem vender seguros de automóveis da Porto Seguro. A venda de apólices na rede de agências está sendo testada há alguns meses, mas por conta da integração com o Unibanco a operação teve de esperar, disse hoje o vice-presidente executivo da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO  PAULO &#8211; Até o final do ano, todas as agências do Itaú Unibanco  devem vender seguros de automóveis da Porto Seguro. A venda de apólices  na rede de agências está sendo testada há alguns meses, mas por conta da  integração com o Unibanco a operação teve de esperar, disse hoje o  vice-presidente executivo da Porto, Fabio Luchetti, em teleconferência  com analistas e jornalistas para comentar os resultados trimestrais da  seguradora.</p>
<p>Em 24 de outubro, o Itaú concluiu a integração e a reforma de mais de  1,2 mil agências da Unibanco. Com isso, a seguradora recebeu sinal  verde para colocar seus produtos na rede. Segundo Luchetti, a estratégia  é começar 2011 com os produtos em 100% dos pontos. &#8220;Aproveitamos o  período da integração das agências para fazer alguns pilotos&#8221;, diz o  executivo.</p>
<p>Hoje, 90% dos seguros da Porto Seguro são vendidos por meio de  corretores. O executivo prevê que esse porcentual vai cair nos próximos  trimestres, por conta da venda nas agências bancárias. Para não provocar  a fúria dos corretores, a Porto Seguro criou a estratégia de colocar  esses profissionais para participar do pós-venda. Assim, após  comercializar o seguro na agência, a seguradora escolhe um corretor para  acompanhar o cliente durante o prazo do seguro e cuidar de eventuais  sinistros. &#8220;Queremos que as agências captem novos clientes e não agridam  o corretor&#8221;, disse Luchetti. Segundo ele, esses profissionais queriam  garantias de que não haveria diferença de preços e de produtos entre os  dois canais de venda.</p>
<p>Na venda do produto foi criado um único sistema. O cliente do Itaú  preenche o questionário para avaliar seu perfil de risco e, em uma única  tela, recebe as cotações de três seguros, o da Porto Seguro, o do Itaú e  o da Azul. O primeiro é mais caro, por conta dos tradicionais serviços  extras da seguradora. O do banco tem preço intermediário. Já o da Azul é  o mais barato, pois tem poucas opções de serviços.</p>
<p>Em agosto do ano passado, a Porto Seguro e o Itaú anunciaram a fusão  das carteiras de automóveis e de residências. Os resultados passaram a  ser consolidados no balanço da Porto Seguro. No terceiro trimestre deste  ano, o total de prêmios ficou em R$ 2,059 bilhões, alta de 46% em  relação ao mesmo período do ano passado. Sem considerar a carteira do  Itaú, o crescimento teria sido de 11,8%, com prêmios de R$ 1,577 bilhão.</p>
<p>Fonte : ALTAMIRO SILVA JÚNIOR &#8211; Agencia Estado</p>
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		<title>Seguradora americana compra 43% da JMalucelli</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 14:35:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; A Travelers, segunda maior seguradora dos Estados Unidos em prêmios, está entrando no mercado brasileiro para disputar seguros de grandes obras de infraestrutura, concessões, energia e ramos elementares (que incluem seguros de automóveis e residenciais). A entrada no Brasil se deu por meio da aquisição, anunciada ontem, por R$ 625 milhões, de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; A Travelers, segunda maior seguradora dos Estados Unidos  em prêmios, está entrando no mercado brasileiro para disputar seguros de  grandes obras de infraestrutura, concessões, energia e ramos  elementares (que incluem seguros de automóveis e residenciais). A  entrada no Brasil se deu por meio da aquisição, anunciada ontem, por R$  625 milhões, de 43,4% da JMalucelli Participações em Seguros e  Resseguros, grupo com sede no Paraná e líder no mercado de seguro  garantia na América Latina.</p>
<p>Pelo contrato, a Travelers tem ainda a opção de aumentar nos próximos  18 meses a fatia em 6,5%, pagando mais R$ 180 milhões, chegando com  isso a uma participação de 49,9% na empresa brasileira. O anúncio da  operação mexeu com as ações do Paraná Banco, controlador da seguradora.  Os papéis da empresa na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fecharam  ontem em alta de 16,45%.</p>
<p>Alexandre Malucelli, diretor-vice-presidente da JMalucelli  Seguradora, afirmou que, com o aporte de capital, o grupo conseguirá se  capitalizar e entrar em novos ramos no setor de seguros, como seguros  residenciais e de automóveis, além de expandir a atuação para outros  países da América Latina, especialmente em resseguros (espécie de seguro  do seguro, usado em grandes contratos para diluir o risco entre os  participantes). Para isso, a JMalucelli criou sua própria resseguradora.</p>
<p>Dentro da estratégia de expansão, o grupo paranaense contratou o BTG  Pactual para buscar um sócio estratégico. Chegou a analisar outros  parceiros, mas acabou optando pela Travelers. O acordo com a JMalucelli  prevê o uso conjunto das duas marcas no Brasil e a criação de novos  cargos de diretoria para os executivos da seguradora americana. Nos  Estados Unidos, o grupo opera em 22 segmentos, com destaque para  automóveis, e tem até seguro para festas de casamento.</p>
<p>Fonte : ALTAMIRO SILVA JÚNIOR &#8211; Agencia Estado</p>
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		<title>Seguro de responsabilidade civil produtos</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 13:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela complexidade deste tipo de apólice, a contratação deve ser feita com o auxílio de um bom corretor de seguros]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos seguros mais importantes em termos de proteção para a indústria e  o comércio é o seguro de responsabilidade civil produtos. O objetivo  deste seguro é ressarcir o segurado dos valores que ele for condenado a  pagar em função de danos a terceiros, causados por produtos fabricados  ou distribuídos por ele.</p>
<p>É uma garantia complexa. Dadas suas  características, a contratação não deve ser feita sem o auxílio de um  bom corretor de seguros. Ao contrário do seguro de responsabilidade  civil para estabelecimentos comerciais e industriais, que é a garantia  básica da apólice e tem contratação relativamente simples, a garantia de  produtos exige uma série de informações que devem ser criteriosamente  levantadas para que a seguradora possa taxar o risco de forma exata.</p>
<p>A  garantia de responsabilidade civil produtos é uma cobertura acessória.  Quer dizer, ela não é contratada diretamente. Para que seja concedida é  necessário que o segurado contrate um seguro de responsabilidade civil  para estabelecimentos comerciais e/ou industriais e peça a inclusão da  cobertura para produtos.</p>
<p>Independentemente disto, o clausulado  para a garantia de produtos é específico para ela e altera as condições  gerais da apólice, desenhadas para garantir ao segurado o reembolso das  despesas que vier a ter com danos causados a terceiros pela existência e  funcionamento da empresa.</p>
<p>A importância do corretor de seguros  aparece exatamente aqui. Como a garantia básica do seguro exclui os  danos causados por produtos, o clausulado específico da garantia  produtos modifica as condições gerais, introduzindo novas coberturas  para indenizar este tipo de dano.</p>
<p>Isso faz essencial a presença  de alguém que domine a linguagem técnica da atividade e entenda como  funcionam as cláusulas de uma apólice de responsabilidade civil para o  correto assessoramento do segurado, não apenas na contratação do seguro,  mas, principalmente, no caso da ocorrência de um sinistro.</p>
<p>Este  tipo de cobertura não indeniza apenas os danos óbvios causados a  terceiros por um determinado produto acabado, como seria um eventual  acidente automobilístico em função de uma falha, por culpa do  fabricante, no sistema de freios.</p>
<p>Ele vai muito além e garante  cobertura para o fabricante do parafuso que fez falhar o sistema de  freios e por isso causou o acidente.</p>
<p>Um sinistro acontecido  alguns anos atrás mostra a complexidade deste seguro. Um determinado  criador de peixes comprou ração de um determinado fabricante. Passado  algum tempo, ele concluiu que os peixes não estavam se desenvolvendo  dentro dos padrões normais e chegou à conclusão de que o problema estava  na ração que ele havia comprado, o que o levou a notificar o fabricante  da ração sobre o ocorrido e pedir indenização pelos peixes ficarem  abaixo do tamanho esperado.</p>
<p>Durante o processo de regulação do  sinistro, chegou-se à conclusão de que um lote do produto havia sido  fabricado com uma falha causada por um ingrediente fornecido por outra  empresa, que era misturado na produção da ração.</p>
<p>Nos casos de  responsabilidade civil, o terceiro atingido tem sempre o direito de  cobrar do causador do dano os prejuízos sofridos. Como o fabricante da  ração tinha seguro de responsabilidade civil produtos, sua seguradora o  indenizou. Mas, ao fazer isso, ela se sub-rogou nos direitos do  segurado, podendo processar o real causador do dano para reaver a  quantia paga.</p>
<p>O fornecedor do produto defeituoso, que alterou as  propriedades da ração, também tinha seguro de responsabilidade civil  para produtos e sua seguradora ressarciu a seguradora do fabricante da  ração.[2]</p>
<p>Mas, e se ele não tivesse esta garantia, como ficaria  sua situação? Apesar do sinistro envolver ração para peixes, os danos se  deram em escala industrial e não num aquário. Quer dizer, os valores  envolvidos eram significativos e capazes de comprometer a saúde  financeira do fabricante ou do distribuidor do produto defeituoso.</p>
<p>Fonte:  O Estado de São Paulo</p>
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		<title>Seguro de pessoas acumula R$ 10,1 bilhões e cresce 13,40% até agosto</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 13:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado de seguros voltados para pessoas- leia-se prestamistas, educacionais, vida individual e grupo, entre outros- acumulou 10,1 bilhões de janeiro a agosto, registrando expansão de 13,40% sobre o mesmo período do ano anterior, quando movimentou R$ 8,9 bilhões em prêmios.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No acumulado do ano, o seguro de vida individual atingiu R$ 706,7  milhões, alta de 37,97%, na comparação aos R$ 512,2 milhões registrados  no mesmo período do ano passado. O maior volume de vendas de seguros de  vida individual deve-se ao aumento de renda e à oferta de crédito,  principalmente para as classes C e D, que ascenderam e estão tendo mais  acesso ao consumo. Os dados são da Federação Nacional de Previdência  Privada e Vida (FenaPrevi), associação que representa empresas de vida e  previdência. Os números consolidados têm como base as informações  coletadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). O  levantamento não inclui o VGBL, considerado para esse fim como plano de  caráter previdenciário, por possuir cobertura por sobrevivência. Segundo  a FenaPrevi, os seguros prestamistas cresceram 20,56% no acumulado e  movimentaram R$ 2,1 bilhões, enquanto no mesmo período do ano anterior  fora de R$ 1,7 bilhão. Outro seguro que também expandiu foi o de  acidentes pessoais coletivo. Tal modalidade de seguro acumulou R$ 1,6  bilhão e cresceu 20,45% na comparação aos R$ 1,3 bilhão do ano passado.  Em relação a sinistros retidos (equivalente ao sinistro pago na  integralidade, menos descontos de cosseguro cedido, resseguro cedido e  outros descontos, mais retrocessão aceita), o volume desembolsado pelas  seguradoras no acumulado de janeiro a agosto de 2010 foi de R$ 3,1  bilhões, alta 7,38%.</p>
<p>Quanto ao ranking das seguradoras no  acumulado de janeiro a julho no segmento de seguros de pessoas, a  Bradesco ocupa o primeiro lugar, com 17,00%; seguida pela Itaú (15,64%);  Companhia de Seguros Aliança do Brasil (10,25%); Santander (9,30%);  Mapfre (7,50%); HSBC (4,35%); Metropolitan Life Seguros e Previdência  (4,03%); Caixa Seguros (3,82%), Sul América (2,87%); Tokio Marine  (2,84%). As demais seguradoras representaram 22,40% dos prêmios de  seguros. Foram considerados, para este ranking, as holdings, informa a  FenaPrevi.[3]</p>
<p>Na avaliação mensal, o mercado de seguros voltado  para pessoas movimentou R$ 1,3 bilhão, crescimento 15,29% em relação a  agosto de 2009. O seguro de vida individual registrou R$ 101,6 milhões  no mês, com crescimento de 63,69% na comparação aos R$ 62,1 milhões  registrados no mesmo período do ano anterior. Na avaliação mensal, o  seguro de acidentes pessoais coletivo expandiu 22,98% e movimentou R$  213,9 milhões. Já os seguros prestamistas e turístico registraram R$  292,1 milhões e R$ 3,5 milhões, respectivamente.</p>
<p>Fonte: Fenaseg</p>
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