Seguros é o nosso forte

Barclays lança primeiro seguro que paga a luz, a água e a escola dos seus filhos

18 jan

Chegou a Portugal o primeiro seguro de protecção de despesas pessoais. A partir de 9,76 euros por mês, esta apólice assegura o pagamento de parte das suas despesas correntes, como a água, a luz ou a escola dos seus filhos, em caso de desemprego ou doença. O Barclays anuncia o pagamento de montantes mensais de 250, 500 ou 750 euros consoante a cobertura contratada. No entanto estes valores não são líquidos: antes representam os montantes máximos que o seguro paga de modo a cobrir a diferença entre o subsídio de desemprego ou doença e o valor médio dos três últimos salários líquidos do tomador de seguro. Ou seja, se tiver um salário líquido de 1.000 euros e o subsídio de desemprego pagar 800 euros receberá a diferença, de 200 euros. Já se o subsídio de desemprego, ou doença, pagar 700 euros o seguro pagar-lhe-á 250 euros, já que este é o limite máximo de cobertura para um nível salarial de 1.000 euros.

A cobertura de 250 euros pode ser contratada independentemente do salário auferido, e tem um prémio correspondente de 9,76 euros mensais. Já a cobertura de 500 euros pode ser contratada por quem tenha um salário líquido igual ou acima de 1.250 euros, por 19,52 euros mensais. A cobertura máxima é de 750 euros, apenas disponível para rendimentos líquidos superiores a 3.000 euros, mediante o pagamento de um prémio mensal de 29,28 euros. Este seguro pode ser contratado por pessoas até 64 anos de idade, já que a idade limite de cobertura da apólice é de 65 anos, inclusive.

O seguro de protecção de despesas pessoais oferece uma garantia adicional em caso de ficar temporariamente impossibilitado de trabalhar. Pode ser activado em caso de incapacidade temporária, desemprego involuntário ou hospitalização e não requere a apresentação de facturas ou comprovativos de despesa. No entanto, poderá ter que esperar alguns meses até receber os primeiros pagamentos efectuados pela seguradora. Em caso de incapacidade temporária por doença ou desemprego involuntário terá de aguardar dois meses até receber o primeiro pagamento do seguro, o qual é realizado ao terceiro mês com retroactivos. Ou seja, ao terceiro mês recebe o montante total dos três primeiros meses. Trata-se da franquia do produto que, neste caso, é dada por um período temporal. Isto porque, de acordo com fonte do Barclays: “A situação de desemprego ou o estado de doença pode ser apenas algo temporário, de 15 dias ou um mês” e, portanto, nesse caso, não haverá lugar à activação do seguro. Já se a incapacidade do tomador do seguro se dever a uma situação de hospitalização, o período de franquia será de sete dias, não havendo lugar a franquia em caso de incapacidade temporária por acidente.

Além disso, este seguro tem ainda um período de carência de três meses – um mês em caso de doença, e sem carência em caso de acidente – o que significa que só poderá activá-lo três meses após a sua subscrição. O período máximo de pagamentos por sinistro é de cinco meses – um mês em caso de hospitalização – findos os quais, só poderá voltar a activar o seguro passados 12 meses, ou seis meses em caso de hospitalização. Segundo o Barclays, este é o primeiro seguro do género a ser comercializado em Portugal e surge precisamente numa altura em que aumentam os casos de desemprego em Portugal.

Fonte: Ecônomico.sapo.pt

Popularity: 1% [?]



About the Author: renato




Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>