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	<title>Garra Seguros BH &#187; Economia</title>
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	<description>Seguros é o nosso forte</description>
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		<title>Banestes Seguros lucra R$ 10 milhões em 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:55:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[A Banestes Seguros divulgou os resultados colhidos em 2010. Empresa do Sistema Financeiro Banestes (SFB), a seguradora lucrou R$ 10,537 milhões no ano passado, valor que representa uma rentabilidade de 15,42% sobre seu Patrimônio Líquido (PL).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2010, a empresa registrou o montante de R$ 110, 112 milhões em prêmios emitidos, o que representou expansão de 8% em comparação ao ano anterior. A seguradora também devolveu à sociedade, sob a forma de pagamento de sinistros, um total de R$ 70,168 milhões. Seu Patrimônio Líquido (PL) fechou 2010 em R$ 75.986 milhões.[2]</p>
<p>&#8220;Uma existência de 40 anos é motivo de comemoração, ainda mais diante da elevada participação que a seguradora tem no mercado capixaba. Enfrentamos uma concorrência em um mercado altamente competitivo, mas a credibilidade da marca Banestes e a dedicação de nossos empregados fazem com que disputemos nosso espaço com determinação&#8221;, afirma o diretor-presidente da Banestes Seguros, José Carlos Lyrio Rocha. A empresa completou 40 anos este mês.</p>
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		<title>Reservas funcionam como seguro nas crises internacionais, afirma Tombini</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 22:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de ser questionado pelos senadores, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, respondeu a uma crítica constante à decisão brasileira de supostamente manter elevadas reservas internacionais. Ele observou que, em momentos de crise, predominam “a aversão ao risco e a fuga para a segurança”. Nesses casos, acrescentou, as reservas internacionais funcionam como um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de ser questionado pelos senadores, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, respondeu a uma crítica constante à decisão brasileira de supostamente manter elevadas reservas internacionais. Ele observou que, em momentos de crise, predominam “a aversão ao risco e a fuga para a segurança”. Nesses casos, acrescentou, as reservas internacionais funcionam como um seguro.</p>
<p>Na crise financeira internacional de 2008, o Brasil detinha US$ 205 bilhões, montante que o presidente do Banco Central considerou suficiente para evitar o contágio. O dinheiro foi usado para assegurar aos exportadores brasileiros a liquidez que havia sido interrompida bruscamente em âmbito internacional.</p>
<p>Tombini comparou as reservas brasileiras – de US$ 310 bilhões, ou 15% do produto interno bruto (PIB) – com as de outras economias emergentes. Veja os números citados:</p>
<p>Reservas internacionais (% do PIB)</p>
<p>China</p>
<p>49%</p>
<p>Coreia do Sul</p>
<p>32%</p>
<p>Rússia</p>
<p>33%</p>
<p>Índia</p>
<p>21%</p>
<p>Hong Kong</p>
<p>116%</p>
<p>Cingapura</p>
<p>105%</p>
<p>Djalba Lima / Agência Senado</p>
<p>Fonte : Por <a href="http://www.senado.gov.br/">Agencia Senado</a></p>
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		<title>Lucro da Porto Seguro sobe para R$ 203 milhões</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 15:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom desempenho é atribuído, principalmente, ao crescimento de 45,9% dos prêmios auferidos (valor pago pelo segurado), para R$ 2 bi]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Seguro registrou lucro líquido de R$ 203 milhões no terceiro  trimestre, o que corresponde a um salto de 177% em relação aos R$ 73,3  milhões reportados de julho a setembro do ano passado, mostrou o balanço  divulgado hoje pela seguradora, que inclui os números do Itaú Seguros  Auto e Residência.</p>
<p>O bom desempenho é atribuído, principalmente, ao crescimento de 45,9%  dos prêmios auferidos (valor pago pelo segurado), que somaram R$ 2  bilhões. Na análise por segmento, 68% correspondem a seguros de autos;  9% ficam com saúde e 7,6% referem-se à área patrimonial.  Também  contribuiu para o forte desempenho a queda de 2,2 pontos percentuais do  índice de sinistralidade.</p>
<p>As despesas administrativas e tributos e as de comercialização de  seguros também recuaram, respectivamente, 1,7 ponto percentual e 0,9  ponto percentual.</p>
<p>Sem considerar o Itaú Seguros Auto e Residência, o lucro líquido da  empresa foi de R$ 139,1 milhões e os prêmios auferidos alcançaram R$  1,57 bilhão, crescimento de 90% e 12%, respectivamente, na mesma base de  comparação.</p>
<p>De acordo com o balanço, a rentabilidade sobre o patrimônio (ROAE)  correspondeu a 23,3% no segundo trimestre, o que representa um  incremento de 9,6 pontos percentuais sobre o índice de um ano antes.</p>
<p>Fonte : IG</p>
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		<title>Allianz na Formula 1</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 15:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Assistencia 24 Horas]]></category>
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		<description><![CDATA[Entrevista de Ariane Landim, executiva de marketing da Allianz no Brasi, à  Revista Voce S/A A Fórmula 1 e o seguro O circo já está todo pronto para o Grande Prêmio de Fórmula 1 no Brasil. Dia 6 temos treinos e dia 7 a grande corrida. Tantas emoções. A prova poderá definir o campeão mundial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista de Ariane Landim, executiva de marketing da Allianz no Brasi, à  Revista Voce S/A</p>
<div>
<h2>A Fórmula 1 e o seguro</h2>
</div>
<p>O circo já está todo pronto para o Grande Prêmio de Fórmula 1 no  Brasil. Dia 6 temos treinos e dia 7 a grande corrida. Tantas emoções. A  prova poderá definir o campeão mundial de Fórmula 1 de 2010. E tantos  riscos. São 150 mil pessoas entre sexta-feira e domingo. Pilotos a uma  velocidade próxima a 300 quilômetros por hora. Mais de 850 toneladas de  equipamentos 3 mil toneladas de arquibancadas. E tudo tem de estar  desmontado logo após o fim da corrida para seguir para os Emirados  Árabes, onde acontecerá a próxima disputa.</p>
<p>Por isso, o principal evento automobilístico é um ambiente propício  para as seguradoras aprenderem e ensinarem sobre gerenciamento de risco  para que tudo dê certo nesse grande show. A alemã Allianz tem o seu nome  estampado em várias partes do circuito. “Desde 2000 patrocinamos a F-1,  quando começou a parceria com a  AT&amp;T Williams F1 e em 2007, a  Allianz  tornou-se parceira mundial oficial da Fórmula 1, com maior foco  em segurança”, diz Ariane Landim, executiva de marketing do grupo no  Brasil. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao  blog SEGURO SA.</p>
<p><em>Blog Seguro S/A</em>: Qual a relação entre seguro e Fórmula-1?<br />
<em>Ariana Landim</em>: A Fórmula 1 é a categoria máxima do  automobilismo mundial. É uma categoria de alta performance e ao mesmo  tempo, muito segura. Os carros chegam a mais de 300 km por hora e mesmo  assim a taxa de acidentes é baixa e quando eles acontecem, os pilotos  quase sempre não sofrem ferimento graves. A F1 é uma grande pista de  teste para equipamentos de segurança que depois são adotados pela  indústria automobilística em geral. Ou seja, tem tudo a ver com o  seguro, pois o conhecimento gerado nas pistas é de alguma forma  incorporado nas ruas, e ajuda a prevenir e minimizar sinistros, ou  acidentes. Vejamos o exemplo dos cintos de segurança, o uso de áreas de  escape nos traçados, etc.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Por que a Allianz apoia a Fórmula-1?<br />
<em>A.L.</em>: Acreditamos que esse esporte seja uma das maneiras mais  efetivas de atrair atenção para o assunto da segurança nas estradas e no  trânsito, e contribuir para modificar o comportamento dos motoristas em  escala global. A F1 acontece em 20 países e tem uma audiência global.  Ou seja, é uma grande vitrine pra esse tema. Afinal, temos 50 milhões de  motoristas segurados em todo o mundo e consideramos a Fórmula 1 a  plataforma ideal para comunicarmos a importância da segurança  automotiva.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Mas a proposta vai além do marketing, acredito.<br />
<em>A.L.: </em>Sim. Para se ter uma idéia, nas estradas brasileiras, a  cada 25 acidentes uma pessoa morre, segundo dados da Polícia Rodoviária  Federal. – Mas esse não é um problema do país. Por dia, mais de 3 mil  pessoas morrem no mundo em acidentes automotivos e, para especialistas  no assunto, as estatísticas tendem a se agravar se não houver uma  conscientização do quanto é necessário priorizar a segurança nas  estradas e nas vias públicas. Como somos do mercado segurador,  convivemos diariamente com os índices de acidentes automobilísticos. Por  este motivo, não é possível adotar uma postura passiva e a maneira como  a F1 gerencia o risco traduz perfeitamente a proposta da Allianz.</p>
<p><em>S.S/A</em>: Há quanto tempo a Allianz se dedica a prevenir riscos?<br />
<em>A.L.</em>: A Allianz faz pesquisa de prevenção de riscos há mais de  70 anos, no seu Centro de Tecnologia Allianz. Ao criar a Divisão  Automotiva do Centro em 1971, o Grupo Allianz passou a ter um foco ainda  maior na parte de acidentes automotivos. Essas pesquisas e testes visam  a auxiliar a indústria automobilística a detectar possíveis falhas a  fim de aprimorar os itens de segurança dos veículos.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Mas este centro está ligado a F-1?<br />
<em> A.L.</em>: Há compartilhamento de informações entre a F1 e o nosso  Centro de Tecnologia. As pesquisas desse Centro são compartilhadas  também com as subsidiárias como o Brasil e nosso próximo passo será  intensificar essa relação a fim de contribuir de forma mais efetiva com a  segurança dos mais de 750 mil segurados Allianz Auto em todo o  território nacional e com a sociedade brasileira em geral.</p>
<p><em>S. S/A</em>: O que temos de novo em 2010?<br />
<em>A.L.</em>: Em 2010, mais uma ação de visibilidade voltada para o  tema da segurança foi implementada. A partir do GP de Cingapura, O  safety car e os veículos de socorro médico passam a ter a marca da  Allianz, reforçando ainda mais a nossa relação com a prevenção de  riscos.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Que tipo de seguros são contratados?<br />
<em>A.L.</em>: Uma das coberturas mais comuns na área de grandes eventos  é a de Responsabilidade Civil (RC) que, em geral, cobre danos materiais  e corporais. No caso da Fórmula 1 há os seguros diretos: as coberturas  incluem o “no show”, essa apólice cobre os custos, despesas e a perda de  lucro caso um evento seja cancelado ou adiado por conta de uma  ocorrência que fuja do controle dos organizadores. Além de danos  causados aos equipamentos da corrida, responsabilidade civil,  danos a  terceiros e acidentes pessoais.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Quem contrata os seguros?<br />
<em>A.L.</em>: Os seguros são contratados pelos agentes organizadores e  participantes dos eventos: organizações esportivas globais (como a  Federação Internacional de Automobilismo), comitês organizadores locais,  emissoras de TV, patrocinadores, contratantes de merchadising,  companhias de viagens, hotéis, entre outros. Também estão disponíveis os  seguros indiretos: além das coberturas de cancelamento e  responsabilidade civil, são contratadas várias outras apólices, como de  responsabilidade civil de administradores (D&amp;O), patrimonial, seguro  de equipamentos e de transportes.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Se um piloto morrer tem seguro?<br />
<em>A.L.</em>: Sim, há o seguro de vida do piloto.</p>
<p><em>S. S/A</em>: E se um pneu da Ferrari voar na arquibancada e machucar alguém?<br />
<em>A.L.</em>: É acionado o seguro de responsabilidade civil contratado pelo próprio evento.</p>
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		<title>Unidade asiática da AIG consegue US$ 17,8 bilhões em IPO</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/unidade-asiatica-da-aig-consegue-us-178-bilhoes-em-ipo/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Oct 2010 15:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; O American International Assurance Group (AIA), unidade asiática de seguro de vida da AIG, conseguiu levantar US$ 17,8 bilhões por meio de oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) em Hong Kong, considerada a maior para a região e a terceira maior do mundo. Vale notar que a AIA administra mais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="node-326581">
<div>
<div>
<p><strong>SÃO PAULO</strong> &#8211; O American International Assurance  Group (AIA), unidade asiática de seguro de vida da AIG, conseguiu  levantar US$ 17,8 bilhões por meio de oferta pública inicial (IPO, na  sigla em inglês) em Hong Kong, considerada a maior para a região e a  terceira maior do mundo.</p>
<p>Vale notar que a AIA administra mais de US$ 60 bilhões em ativos e atende a mais de 20 milhões de clientes em Hong Kong.</p>
<p>A  oferta pública faz parte dos esforços da AIG para devolver o socorro  financeiro do governo americano para evitar seu colapso durante a crise  de 2008. Em troca dos recursos, o governo dos EUA ficou com uma  participação de 80% na seguradora.</p>
<p><em>(Juliana Cardoso | ValorEconomico, com agências internacionais)</em></p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Seguros de pessoas crescem 13% e giram R$ 10 bi em 2010 até agosto</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 22:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; Os seguros de pessoas, que incluem apólices de vida, acidentes pessoais, viagens e proteção contra inadimplência em empréstimos, movimentaram R$ 10,1 bilhões no acumulado do ano, até agosto, expansão de 13,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 22, pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; Os seguros de pessoas, que incluem apólices de vida, acidentes pessoais, viagens e proteção contra inadimplência em empréstimos, movimentaram R$ 10,1 bilhões no acumulado do ano, até agosto, expansão de 13,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 22, pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).</p>
<p>O seguro de vida individual acumulou R$ 706,7 milhões em prêmios, alta de 38%. Na avaliação da Fenaprevi, o maior volume de vendas de seguros de vida individual deve-se ao aumento de renda e oferta de crédito, principalmente para as classes C e D, que ascenderam e estão tendo mais acesso ao consumo.</p>
<p>O maior crescimento ficou com o seguro para viagens, com expansão de 150% e prêmios de R$ 24 milhões. Os seguros prestamistas (que protegem contra inadimplência em empréstimos e financiamentos) cresceram 20,56% no acumulado e movimentaram R$ 2,1 bilhões.</p>
<p>Considerando somente os dados de agosto, os seguros de pessoas movimentaram R$ 1,3 bilhão, crescimento 15,29% na comparação com o mesmo mês de 2009.</p>
<p>Fonte : Estadao</p>
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		<title>Saiba como negociar a compra de um carro e não entrar em armadilhas</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 13:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Desconfie das parcelas menores no início do plano de financiamento.
Ideal é dar uma entrada de, pelo menos, 40% do valor do veículo.

http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/07/saiba-como-negociar-compra-de-um-carro-e-nao-entrar-em-armadilhas.html]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado é o dia mais movimentado nas concessionárias de automóveis em  todo o país. Os lojistas fazem promoções e oferecem brindes e  facilidades no pagamento. Não é nada difícil ficar perdido nas contas.  Com a ajuda de um especialista no assunto, o Jornal Hoje orienta o  consumidor a não entrar em uma armadilha.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/jornal-hoje/">Veja o site do Jornal Hoje<br />
</a></p>
<p>O primeiro alerta do educador financeiro Mauro Calil é não se render  aos longos prazos. Isso porque quanto mais estica o prazo do  financiamento, mais juros o consumidor paga. “Vamos pegar uma taxa de  1%. O carro de R$ 27.500 em parcelas de 60 meses iria para R$ 49.959”,  exemplifica o especialista.</p>
<p>Também desconfie das parcelas menores no início do plano de  financiamento. Elas podem significar juros maiores nas demais  prestações. E se a compra for feita a prazo, o ideal é dar uma entrada  de, pelo menos, 40% do valor do veículo. O restante deve ser financiado  em no máximo 24 meses.</p>
<p>“Financie só o carro, não financie o seguro, não financie o  licenciamento e não financie o emplacamento, porque isso vai aumentar a  conta dos juros”, ressalta Calil.</p>
<p>O ideal mesmo, de acordo com o educador financeiro, é pagar o carro à  vista. Mesmo que isso signifique vender o carro antigo, juntar as  economias e o dinheiro das férias. “Esse é o melhor negócio que existe,  porque ele não vai pagar juros. Ele vai andar de carro e vai pagar pelo  carro, ponto final”, afirma Calil.</p>
<p>Fonte:Auto Esporte,</p>
<div>
<p><abbr>24/07/2010 14h49</abbr> &#8211; Atualizado em                   <abbr>24/07/2010 14h49</abbr></p>
</div>
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		<title>Seguro de Vida A base do Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 19:57:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando falamos sobre a importância do Seguro Vida muitos de nós não queremos nem pensar no assunto por se tratar de um tema desconfortável, ou por achar que alguma coisa nunca irá nos acontecer. No entanto, duas certezas podemos ter em nossa vida: a primeira é de que pagaremos impostos e a segunda de que um dia partiremos desse mundo, correto?

http://economiacomportamental.com.br/artigos_financeiros_seguro_de_vida_a_base_do_planejamento_financeiro_pessoal_e_familiar.asp]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos sobre a importância do Seguro Vida muitos de nós  não  queremos nem pensar no assunto por se tratar de um tema desconfortável,  ou  por achar que alguma coisa nunca irá nos acontecer. No entanto, duas  certezas podemos  ter em nossa vida: a primeira é de que pagaremos  impostos e a segunda de que um dia  partiremos desse mundo, correto?</p>
<p>Bem, se ainda isso não é suficiente para fazê-lo pensar a   respeito vamos elencar alguns dos benefícios sobre a importância do  Seguro de  Vida no Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar:</p>
<ul>
<li>A primeira delas e que muitos não sabem: o Seguro de Vida é a   base do Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar e, como não  construímos uma  residência pelo telhado, precisamos de uma estrutura  para que a mesma possa ser  erguida. Uma forma de termos uma vida  financeira sólida começa na escolha de um  adequado seguro para a  proteção de nossa família;</li>
</ul>
<ul>
<li>O Seguro de Vida é fundamental, pois até você acumular os   recursos que necessita para a sua aposentadoria é necessário que tenha  algo que  lhe garanta o hoje caso algo lhe aconteça;</li>
</ul>
<ul>
<li>Mitos descabidos como: deixar dinheiro para o “Ricardão” ou   frases como: “eles que se resolvam após minha partida”; estão longe de  serem atitudes  responsáveis de pessoas que, as vezes, esquecem de que  outras nem pediram para  vir para esse mundo, mas que estão aqui por  alguma razão;</li>
</ul>
<ul>
<li>Muitas pessoas valorizam mais seus bens materiais investindo   alguns milhares de reais para o seguro de seu automóvel e deixam de  proteger o  bem mais precioso que está dentro do carro que é a própria  pessoa e sua família  achando ainda um absurdo pagar algumas dezenas de  reais em algo que elas dizem:  “não será utilizado!”.</li>
</ul>
<p><strong>Reflita e  questione-se:</strong> Caso lhe aconteça  algo  amanhã como seria a vida financeira das pessoas que tanto ama e  que dependiam  única e exclusivamente de sua fonte de renda? Será que as  mesmas viveriam  dependentes da ajuda de parentes e amigos ou de  caridade? Será que teriam que  voltar ao mercado de trabalho para poder  manter suas necessidades financeiras  básicas ou assumir um negócio  próprio que mal conhecem?</p>
<p>O Seguro de Vida é lembrado somente quando a pessoa ou a  família  precisa do mesmo, mas como assim a pessoa? Sim, <strong>a  pessoa pode usufruir do mesmo em vida</strong>, pois no caso de uma   invalidez por acidente ou doença em que o indivíduo não falece, mas está   incapacitado para desenvolver suas atividades profissionais que lhe   proporcionavam renda ele também pode contar com esse serviço financeiro,  além  de outros benefícios adicionais como a Assistência Viagem que  cobre, por  exemplo: situações de assistência médica, odontológica e até  farmacêutica no  exterior em viagem ou remoções inter-hospitalares,  hospedagem de acompanhantes  em caso de acompanhamento do beneficiário,  dentre outras vantagens oferecidas  como complemento do seguro.</p>
<p>O que muitos não percebem é que além de ser uma forma de   garantir o hoje, o seguro de vida é também uma poupança antecipada e que  no  futuro essa relação de dependência pelo mesmo pode ser substituída  através de  um bom plano de investimento que lhe garanta renda para  atender suas  necessidades financeiras e cujo seus compromissos  financeiros já não são tão  grandes como eram em sua fase ativa onde  tinha cônjuge e filhos pequenos que  necessitavam de alimentação,  educação, saúde e vestuário somando-se a isso os  financiamentos a serem  pagos como os da residência ou do carro, ou seja, com os  descendentes  encaminhados e as contas mais pesadas quitadas a necessidade de   recursos será somente para a manutenção do patrimônio adquirido ao longo  de  décadas de trabalho.</p>
<p>Portanto, essa historia de valorizarmos somente o patrimônio  material  e negligenciarmos nós mesmos; em dias em que se está cada vez  mais difícil  conseguir renda para suprir nossas necessidades&#8230; é coisa  do passado! Se não  cuidarmos de nós mesmos quem cuidará? Pergunte-se: “<em>junto  com meu Deus e minha família, quem é a pessoa mais importante  desse  mundo?</em>” Se a resposta for: <strong>eu  mesmo!</strong> Então vale a  pena proteger esse bem tão precioso!</p>
<p><em>*Rogério  Nakata é Planejador Financeiro  Pessoal e Familiar, Analista Independente de  Necessidades e Soluções  Financeiras, Consultor Financeiro e Palestrante de  Grandes  Organizações.</em></p>
<p><em>*Rogério  Nakata é Planejador Financeiro Pessoal e Familiar,  Analista Independente de  Necessidades e Soluções Financeiras, Consultor  Financeiro e Palestrante de  Grandes Organizações.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
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		<title>Síndico profissional ganha o mercado</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 18:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[O gerenciamento de todos os detalhes de prédios habitacionais ou comerciais passa a ter um novo perfil na capital federal. As exigências são tantas que há curso de graduação para o exercício da atividade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O síndico do prédio onde você mora ou trabalha é aquela pessoa conhecida  de todos, com paciência infinita e que sempre arranja tempo para mediar  conflitos e resolver pepinos? Pois saiba que essa figura deve deixar de  existir em um futuro não muito distante. Empresas que cuidam de  absolutamente todos os detalhes que envolvem o funcionamento de um  condomínio, da limpeza ao pagamento de contas, estão tomando conta do  mercado em todo o país. Em Brasília, existem pelo menos algumas dezenas  delas. Além disso, é cada vez mais comum a figura do síndico  profissional. Trata-se de alguém que não tem, necessariamente, um  vínculo com o prédio a ser gerenciado e assume a tarefa de cuidar de  toda a logística dele mediante uma comissão.</p>
<p>A profissionalização e a delegação da administração condominial são  coisas tão sérias que, este ano, o Centro Universitário do Distrito  Federal (UDF) criou a primeira graduação em gestão de condomínios de que  se tem notícia. Com duração de dois anos, o curso nasceu a pedido do  Sindicato dos Condomínios Comerciais e Residenciais do Distrito Federal  (Sindicondomínio-DF). Delegar a empresas alguns aspectos do  gerenciamento da vida condominial não é novidade. A existência de  empreendimentos especializados em cuidar da contabilidade, da vigilância  ou da limpeza de conjuntos habitacionais ou comerciais data de pelo  menos 30 anos.</p>
<p>No DF, há administradoras que estão há 20 anos no  mercado. A diferença do passado para hoje é que a atividade de  administrar um prédio ou conjunto de edificações, comerciais ou  residenciais, vem tornando-se cada vez mais complexa. Outro aspecto é  que o ritmo acelerado da vida moderna diminuiu o tempo disponível dos  condôminos para se dedicarem com afinco aos interesses dos vizinhos.  Tudo isso deu às empresas especializadas a oportunidade de ampliar o  leque de serviços oferecidos. Se antes cuidavam apenas das contas ou  somente da limpeza e manutenção, hoje vendem pacotes completos de  gerenciamento.</p>
<p>A nova situação também abriu caminho para o  entendimento de que o síndico precisa ser uma pessoa qualificada. “Hoje a  gente tem empreendimentos residenciais de dimensões gigantescas. No  Distrito Federal, por exemplo, Samambaia e Ceilândia têm complexos de  prédios com parque aquático, espaço gourmet, academia. A manutenção de  tudo isso por aquela pessoa leiga que tem um tempinho disponível é  impensável. E essa pessoa existe cada vez menos nos dias de hoje. Muitos  condomínios têm de lidar com o problema de que ninguém quer ser  síndico”, pondera o administrador de empresas Carlos Aguiar, contratado  para assumir as funções de síndico no centro de edifícios comerciais  Vital Brasil, na 910 Sul.</p>
<p>Aguiar ingressou por acaso no mercado  de síndicos profissionais. O administrador, que é dono de uma agência de  turismo, era locatário de um espaço no Vital Brasil há alguns anos.  Estava insatisfeito com o funcionamento das coisas e envolveu-se com a  administração do lugar. Fez cursos de capacitação oferecidos pelo  Sindicondomínio -DF e, por fim, já com seu negócio funcionando em outro  espaço, começou a desenvolver a atividade paralela de gestor predial  autônomo. Agora, planeja investir cada vez mais na nova carreira. Está  interessado em uma pós-graduação lato sensu em Facilities Management  (Gerenciamento de Facilidades, em tradução livre) oferecida pela  Universidade de São Paulo. “É um curso voltado para coisas mais amplas  do que a gestão de condomínios. Engloba a logística de hotéis, estádios  de futebol e até autoestradas”, explica.</p>
<p>Custos</p>
<p>Por seus serviços como gestor do Vital Brasil, Carlos Aguiar cobra R$  2,5 mil mensais. A taxa é o pro-labore do gestor condominial. “Faço  gerenciamento de contratos com empresa de limpeza, de manutenção, de  auditoria contábil. Estou sempre por perto e o trabalho é preventivo.  Tem manutenção periódica de tudo. É diferente do condomínio tradicional,  onde chama-se alguém para consertar depois que algo estraga. Uma das  minhas atribuições é manter o empreendimento valorizado”, afirma. O  administrador garante que, com a terceirização, a tendência é baratear e  não encarecer a taxa de condomínio. “Há otimização de recursos,  economia máxima e desperdício mínimo”, comenta.</p>
<p>Paulo César  Guimarães, diretor-geral da Elite Service Administradora de Condomínios,  confirma o que diz o gestor. A empresa de Guimarães gerencia 60  condomínios no DF, 90% deles residenciais.</p>
<p>Como Carlos Aguiar, a  empresa faz uma ponte entre os condôminos e empresas prestadoras de  serviço. De acordo com ele, o pacote via administradora sai cerca de 15%  mais barato do que se o síndico fechasse os contratos um a um. “A gente  faz todo o trabalho administrativo, o síndico acaba fazendo só a parte  social e de atendimento aos condôminos”, explica. A empresa cobra um  pro-labore que fica entre R$ 600 e R$ 2,5 mil dependendo do número de  unidades habitacionais e tamanho do edifício a ser administrado.</p>
<p>Fonte :<a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/07/17/cidades,i=202930/SINDICO+PROFISSIONAL+GANHA+O+MERCADO.shtml"> Correio Braziliense</a>, 17/07/2010</p>
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		<title>Um carro foi vendido a cada 5 minutos no primeiro semestre de 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 18:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo sem incentivo fiscal, as concessionárias brasilienses estão eufóricas. No primeiro semestre, 53,9 mil veículos foram emplacados. O fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (1) (IPI) não conteve a euforia nas concessionárias do Distrito Federal. O balanço referente às vendas do primeiro semestre deixa os empresários em êxtase e com esperança de, até [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo sem incentivo fiscal, as concessionárias brasilienses estão  eufóricas. No primeiro semestre, 53,9 mil veículos foram emplacados.<br />
O fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (1)  (IPI) não conteve a euforia nas concessionárias do Distrito Federal. O  balanço referente às vendas do primeiro semestre deixa os empresários em  êxtase e com esperança de, até dezembro, verem o número de unidades  comercializadas ultrapassar o de 2009, o melhor ano da história para o  setor em todo o país. Entre janeiro e junho, 53,9 mil veículos novos  ganharam as ruas da capital federal. Significa dizer que um carro foi  vendido a cada cinco minutos — isso se as lojas funcionassem 24 horas,  de segunda a segunda.    Dados do Sindicato dos Concessionários e  Distribuidores de Veículos Autorizados do DF (Sincodiv-DF) mostram que,  na comparação com o mesmo período do ano passado, houve um recuo de 1,2%  nos primeiros seis meses. Em 2009, 113.686 veículos deixaram as  concessionárias, sendo 54.548 entre janeiro e junho. &#8221;Mesmo depois de  um ano de recorde, nossa previsão é vender ainda mais. A redução do IPI  terminou, mas o cliente continua comprando&#8221;, diz o presidente do  sindicato, Ricardo Lima. Ele tem a expectativa de aumentar o faturamento  em um dígito.    O setor começou o ano animado, mas, em janeiro, o  discurso era mais tímido. Sustentar o número de unidades vendidas em  2009 seria o suficiente. No mês seguinte, as vendas aumentaram 12% e os  empresários falaram em retomada. Em março, quando os clientes tiveram a  última oportunidade para comprar com IPI reduzido, 12.378 carros saíram  das lojas — o melhor mês para as concessionárias desde o início da série  histórica do Sincodiv-DF, em 2003. Até então, o desempenho mais  comemorado pelo setor havia sido a comercialização de 11.222 unidades,  em outubro do ano passado.    Abril foi um período de teste para o  mercado. O IPI voltou ao normal, as vendas recuaram 15%, mas mesmo assim  quase 10,5 mil veículos ganharam as ruas. Em maio e junho, os  lançamentos de novos modelos garantiram movimento nas concessionárias.  Nos dois meses, o número de carros vendidos ficou na faixa dos 8 mil.  &#8221;O mercado está maduro e aquecido. E o governo ajudou muito para isso.  Os números são resultado de uma política econômica que precisa ser  aplaudida. Mas agora é a hora de andarmos com as nossas próprias  pernas&#8221;, avalia o presidente do Sincodiv-DF.Facilidades    Cerca de 75%  dos carros vendidos em Brasília são financiados, com juros entre 0,79% e  1,49%. A burocracia de anos atrás não existe mais. Em meia hora, o  cadastro é aprovado e o cliente pode levar o veículo para casa. Há opção  de parcelar em até 72 vezes, ou seja, seis anos, sem entrada. &#8221;É muito  fácil comprar carro hoje em dia&#8221;, afirma o segurança Genilson Pereira,  35 anos. Ontem, ele percorreu concessionárias no Setor de Indústria e  Abastecimento (SIA) em busca de um carro zero. &#8221;Quero um veículo 1.6 e  com um pouco mais de conforto&#8221;, diz ele, que tem um automóvel usado.     Na entrada das lojas, vendedores se acumulam para fisgar clientes como  Genilson. &#8221;O IPI acabou, mas temos crédito. As financeiras estão  aprovando cadastros sem burocracia e as montadoras estão dando  descontos. Vamos vender mais do que em 2009&#8221;, aposta Ricardo Braga,  gerente comercial de uma concessionária da Fiat. &#8221;Os bancos estão  brigando para ter cliente. E não faltam carros no pátio. Antigamente,  tinha que esperar até três meses para levar o carro. Hoje a maioria das  vendas é pronta entrega&#8221;, acrescenta Alexandre Hoffmann, gerente de uma  loja da General Motors.    Os sucessos de venda em Brasília são o Gol, o  Fiat Siena, o Uno Mile, o Fox e o Palio, carro que a professora Renata  Ramires, 32 anos, comprou na tarde de ontem. Ela vai pagar 60 parcelas  de R$ 700. No fim das contas, serão R$ 42 mil por um carro popular.  &#8221;Sei que estou pagando o preço de dois carros, mas, se não for assim,  não tenho condições de levar&#8221;, comenta ela, que mora em Taguatinga,  trabalha em Brazlândia e vai deixar de pegar ônibus. &#8221;Se o transporte  público funcionasse direito, não precisaria fazer esse esforço. Não dá é  para continuar esperando duas horas por uma condução&#8221;, completa.     Cada vez mais pessoas pensam como Renata e decidem comprar o primeiro  carro. De acordo com o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF), a  frota da capital do país já ultrapassou 1,1 milhão de veículos. Para  Ricardo Lima, do Sindicodiv-DF(1), o problema dos congestionamentos não  são os carros novos. Ele defende que para atenuar o caos no trânsito uma  das soluções é tirar de circulação os automóveis antigos. &#8221;Carro novo é  uma questão de cidadania, principalmente nos centros modernos. O que  precisamos é de uma política de renovação da frota&#8221;, acredita.1 &#8211;  Estímulo    Com a crise econômica mundial no fim de 2008, o governo  federal decidiu reduzir o IPI para estimular a venda de carros novos. A  desoneração deveria ter acabado em dezembro passado, mas foi prorrogada  até março deste na intenção de manter o mercado aquecido. Montadoras  pressionam o governo para que a redução seja definitiva para modelos  flex.2 &#8211; Representatividade    O Sincodiv-DF é filiado à Federação  Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e conta com  47 associados. A entidade é responsável pela pesquisa mensal sobre  emplacamentos de veículos no DF. Entre as atribuições do sindicato está a  realização do Festival das Autorizadas do DF (AutoFest), que ocorre  duas vezes ao ano.</p>
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<dt class="wp-caption-dt"></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Sincodiv_DF</dd>
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</div>
<p>Fonte : <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/07/15/cidades,i=202514/UM+CARRO+FOI+VENDIDO+A+CADA+CINCO+MINUTOS+NO+PRIMEIRO+SEMESTRE+DESTE+ANO.shtml">Correio Braziliense</a></p>
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