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	<title>Garra Seguros BH &#187; Outros Ramos</title>
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		<title>Insurance Summit 2011 discute oportunidades de negócio geradas pela Copa do Mundo e Olimpíadas</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 22:58:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As principais tendências para o mercado de seguros serão discutidas no Insurance Summit 2011, evento inédito que a IBC promoverá nos dias 13 e 14 de abril, em São Paulo. O congresso reunirá presidentes e diretores das principais companhias de seguro, associações e corretoras para discutir assuntos como ascensão da classe C, microsseguros e oportunidades [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">As principais tendências para o mercado de seguros serão discutidas no Insurance Summit 2011, evento inédito que a IBC promoverá nos dias 13 e 14 de abril, em São Paulo. O congresso reunirá presidentes e diretores das principais companhias de seguro, associações e corretoras para discutir assuntos como ascensão da classe C, microsseguros e oportunidades de negócio geradas pela Copa do Mundo e Olimpíadas. Corretoras têm 50% de desconto nas inscrições.</div>
<div id="_mcePaste">De acordo com o gerente de projetos da IBC e responsável pelo encontro, Murilo Durigan, a área de seguros está em franco crescimento. “O crescimento econômico tem impulsionado diversas áreas e o mercado de seguros é favorecido por este cenário”, analisa. “Mas é necessário discutir o futuro e identificar as áreas mais promissoras. O Insurance Summit nasce com a proposta de reunir os principais players e debater os rumos do mercado de seguros no país, além de ser o ambiente ideal para novos negócios”, afirma Durigan.</div>
<div id="_mcePaste">O evento terá início com um painel sobre as condições atuais do mercado de seguros no Brasil. Participarão dos debates o diretor executivo de grandes riscos da Allianz Seguros, Ângelo Colombo, o diretor geral da Catlin Brasil, Cid Abdrade, e o CEO da Miller do Brasil, Márcio Corrêa. Na sequência, um talk show com especialistas da Ace Seguradora e JLT RE mostrará como a copa do mundo e as olimpíadas podem influenciar os negócios.</div>
<div id="_mcePaste">Outro destaque do programa é a presença do presidente da Liberty Seguros, Luis Maurette. O executivo analisará os impactos da internet, mídias sociais e redes de mobilidade para a indústria do seguro e o perfil da nova geração de segurados. Em nova apresentação, o presidente da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), Luis López Vasquez, e o sócio diretor da Xelcon Consultoria, Marcelo Azevedo, falarão sobre modelos de negócio para o segmento de microsseguros.</div>
<div id="_mcePaste">O Insurance Summit debaterá ainda a ascensão da classe C e a gestão da previdência privada. O superintendente técnico da Mapfre Seguros, Roberto Carlos do Lago, analisará as exigências de uma classe média emergente e as soluções baseadas nas peculiaridades desse público. Completam o programa palestras sobre riscos ambientais, redução de sinistros e prevenção de fraudes. Os temas serão abordados por especialistas da PWC, Cunningham Lindsey International e Chubb do Brasil.</div>
<div id="_mcePaste">Após a sessão principal, dois workshops simultâneos encerrarão os trabalhos. O primeiro enfocará o setor de resseguros e será ministrado pelo sócio fundador do escritório Pellon &amp; Associados, Sergio Ruy Barroso de Mello. Já o segundo workshop analisará o mercado de microsseguros e será ministrado pelos sócios da Demarest e Almeida Advogados, João Marcelos dos Santos e Juliane dos Santos.</div>
<div id="_mcePaste">O Insurance Summit 2011 é promovido pelo Informa Group com a marca IBC. A programação completa está disponível no site www.informagroup.com.br/seguros ou pode ser solicitada na Central de Atendimento da IBC pelo telefone 11-3017-6808 e pelo e-mail imprensa@informagroup.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Corretoras têm 50% de desconto nas inscrições.</div>
<div id="_mcePaste">AGENDA:</div>
<div id="_mcePaste">Insurance Summit 2011</div>
<div id="_mcePaste">Organização: Informa Group – IBC</div>
<div id="_mcePaste">Data: 13 e 14 abril de 2011</div>
<div id="_mcePaste">Local: Hotel Paulista Plaza – Alameda Santos, 85 &#8211; São Paulo – SP</div>
<div id="_mcePaste">Horário: das 08h30 às 18h30</div>
<div id="_mcePaste">Informações: 11-3017-6808 ou imprensa@informagroup.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.</div>
<div id="_mcePaste">Website: www.informagroup.com.br/seguros</div>
<div id="_mcePaste">SOBRE A IBC</div>
<div id="_mcePaste">A IBC – International Business Communications – está no Brasil há 12 anos, atuando como catalisadora de conhecimentos para o mercado empresarial, por meio de conferências, seminários e workshops para executivos em todos os setores da economia. Fundada em Londres em 1964, hoje a IBC integra o Informa Group (FTSE-250: INF), líder mundial em informação empresarial. www.informagroup.com.br</div>
<p>As principais tendências para o mercado de seguros serão discutidas no Insurance Summit 2011, evento inédito que a IBC promoverá nos dias 13 e 14 de abril, em São Paulo. O congresso reunirá presidentes e diretores das principais companhias de seguro, associações e corretoras para discutir assuntos como ascensão da classe C, microsseguros e oportunidades de negócio geradas pela Copa do Mundo e Olimpíadas. Corretoras têm 50% de desconto nas inscrições.<br />
De acordo com o gerente de projetos da IBC e responsável pelo encontro, Murilo Durigan, a área de seguros está em franco crescimento. “O crescimento econômico tem impulsionado diversas áreas e o mercado de seguros é favorecido por este cenário”, analisa. “Mas é necessário discutir o futuro e identificar as áreas mais promissoras. O Insurance Summit nasce com a proposta de reunir os principais players e debater os rumos do mercado de seguros no país, além de ser o ambiente ideal para novos negócios”, afirma Durigan.<br />
O evento terá início com um painel sobre as condições atuais do mercado de seguros no Brasil. Participarão dos debates o diretor executivo de grandes riscos da Allianz Seguros, Ângelo Colombo, o diretor geral da Catlin Brasil, Cid Abdrade, e o CEO da Miller do Brasil, Márcio Corrêa. Na sequência, um talk show com especialistas da Ace Seguradora e JLT RE mostrará como a copa do mundo e as olimpíadas podem influenciar os negócios.<br />
Outro destaque do programa é a presença do presidente da Liberty Seguros, Luis Maurette. O executivo analisará os impactos da internet, mídias sociais e redes de mobilidade para a indústria do seguro e o perfil da nova geração de segurados. Em nova apresentação, o presidente da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), Luis López Vasquez, e o sócio diretor da Xelcon Consultoria, Marcelo Azevedo, falarão sobre modelos de negócio para o segmento de microsseguros.<br />
O Insurance Summit debaterá ainda a ascensão da classe C e a gestão da previdência privada. O superintendente técnico da Mapfre Seguros, Roberto Carlos do Lago, analisará as exigências de uma classe média emergente e as soluções baseadas nas peculiaridades desse público. Completam o programa palestras sobre riscos ambientais, redução de sinistros e prevenção de fraudes. Os temas serão abordados por especialistas da PWC, Cunningham Lindsey International e Chubb do Brasil.<br />
Após a sessão principal, dois workshops simultâneos encerrarão os trabalhos. O primeiro enfocará o setor de resseguros e será ministrado pelo sócio fundador do escritório Pellon &amp; Associados, Sergio Ruy Barroso de Mello. Já o segundo workshop analisará o mercado de microsseguros e será ministrado pelos sócios da Demarest e Almeida Advogados, João Marcelos dos Santos e Juliane dos Santos.<br />
O Insurance Summit 2011 é promovido pelo Informa Group com a marca IBC. A programação completa está disponível no site www.informagroup.com.br/seguros ou pode ser solicitada na Central de Atendimento da IBC pelo telefone 11-3017-6808 e pelo e-mail imprensa@informagroup.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Corretoras têm 50% de desconto nas inscrições.<br />
AGENDA:<br />
Insurance Summit 2011<br />
Organização: Informa Group – IBC<br />
Data: 13 e 14 abril de 2011<br />
Local: Hotel Paulista Plaza – Alameda Santos, 85 &#8211; São Paulo – SP<br />
Horário: das 08h30 às 18h30<br />
Informações: 11-3017-6808 ou imprensa@informagroup.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.<br />
Website: www.informagroup.com.br/seguros<br />
SOBRE A IBC<br />
A IBC – International Business Communications – está no Brasil há 12 anos, atuando como catalisadora de conhecimentos para o mercado empresarial, por meio de conferências, seminários e workshops para executivos em todos os setores da economia. Fundada em Londres em 1964, hoje a IBC integra o Informa Group (FTSE-250: INF), líder mundial em informação empresarial. www.informagroup.com.br</p>
<p>Fonte: Group Latin America</p>
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		<title>Allianz na Formula 1</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 15:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista de Ariane Landim, executiva de marketing da Allianz no Brasi, à  Revista Voce S/A A Fórmula 1 e o seguro O circo já está todo pronto para o Grande Prêmio de Fórmula 1 no Brasil. Dia 6 temos treinos e dia 7 a grande corrida. Tantas emoções. A prova poderá definir o campeão mundial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista de Ariane Landim, executiva de marketing da Allianz no Brasi, à  Revista Voce S/A</p>
<div>
<h2>A Fórmula 1 e o seguro</h2>
</div>
<p>O circo já está todo pronto para o Grande Prêmio de Fórmula 1 no  Brasil. Dia 6 temos treinos e dia 7 a grande corrida. Tantas emoções. A  prova poderá definir o campeão mundial de Fórmula 1 de 2010. E tantos  riscos. São 150 mil pessoas entre sexta-feira e domingo. Pilotos a uma  velocidade próxima a 300 quilômetros por hora. Mais de 850 toneladas de  equipamentos 3 mil toneladas de arquibancadas. E tudo tem de estar  desmontado logo após o fim da corrida para seguir para os Emirados  Árabes, onde acontecerá a próxima disputa.</p>
<p>Por isso, o principal evento automobilístico é um ambiente propício  para as seguradoras aprenderem e ensinarem sobre gerenciamento de risco  para que tudo dê certo nesse grande show. A alemã Allianz tem o seu nome  estampado em várias partes do circuito. “Desde 2000 patrocinamos a F-1,  quando começou a parceria com a  AT&amp;T Williams F1 e em 2007, a  Allianz  tornou-se parceira mundial oficial da Fórmula 1, com maior foco  em segurança”, diz Ariane Landim, executiva de marketing do grupo no  Brasil. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao  blog SEGURO SA.</p>
<p><em>Blog Seguro S/A</em>: Qual a relação entre seguro e Fórmula-1?<br />
<em>Ariana Landim</em>: A Fórmula 1 é a categoria máxima do  automobilismo mundial. É uma categoria de alta performance e ao mesmo  tempo, muito segura. Os carros chegam a mais de 300 km por hora e mesmo  assim a taxa de acidentes é baixa e quando eles acontecem, os pilotos  quase sempre não sofrem ferimento graves. A F1 é uma grande pista de  teste para equipamentos de segurança que depois são adotados pela  indústria automobilística em geral. Ou seja, tem tudo a ver com o  seguro, pois o conhecimento gerado nas pistas é de alguma forma  incorporado nas ruas, e ajuda a prevenir e minimizar sinistros, ou  acidentes. Vejamos o exemplo dos cintos de segurança, o uso de áreas de  escape nos traçados, etc.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Por que a Allianz apoia a Fórmula-1?<br />
<em>A.L.</em>: Acreditamos que esse esporte seja uma das maneiras mais  efetivas de atrair atenção para o assunto da segurança nas estradas e no  trânsito, e contribuir para modificar o comportamento dos motoristas em  escala global. A F1 acontece em 20 países e tem uma audiência global.  Ou seja, é uma grande vitrine pra esse tema. Afinal, temos 50 milhões de  motoristas segurados em todo o mundo e consideramos a Fórmula 1 a  plataforma ideal para comunicarmos a importância da segurança  automotiva.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Mas a proposta vai além do marketing, acredito.<br />
<em>A.L.: </em>Sim. Para se ter uma idéia, nas estradas brasileiras, a  cada 25 acidentes uma pessoa morre, segundo dados da Polícia Rodoviária  Federal. – Mas esse não é um problema do país. Por dia, mais de 3 mil  pessoas morrem no mundo em acidentes automotivos e, para especialistas  no assunto, as estatísticas tendem a se agravar se não houver uma  conscientização do quanto é necessário priorizar a segurança nas  estradas e nas vias públicas. Como somos do mercado segurador,  convivemos diariamente com os índices de acidentes automobilísticos. Por  este motivo, não é possível adotar uma postura passiva e a maneira como  a F1 gerencia o risco traduz perfeitamente a proposta da Allianz.</p>
<p><em>S.S/A</em>: Há quanto tempo a Allianz se dedica a prevenir riscos?<br />
<em>A.L.</em>: A Allianz faz pesquisa de prevenção de riscos há mais de  70 anos, no seu Centro de Tecnologia Allianz. Ao criar a Divisão  Automotiva do Centro em 1971, o Grupo Allianz passou a ter um foco ainda  maior na parte de acidentes automotivos. Essas pesquisas e testes visam  a auxiliar a indústria automobilística a detectar possíveis falhas a  fim de aprimorar os itens de segurança dos veículos.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Mas este centro está ligado a F-1?<br />
<em> A.L.</em>: Há compartilhamento de informações entre a F1 e o nosso  Centro de Tecnologia. As pesquisas desse Centro são compartilhadas  também com as subsidiárias como o Brasil e nosso próximo passo será  intensificar essa relação a fim de contribuir de forma mais efetiva com a  segurança dos mais de 750 mil segurados Allianz Auto em todo o  território nacional e com a sociedade brasileira em geral.</p>
<p><em>S. S/A</em>: O que temos de novo em 2010?<br />
<em>A.L.</em>: Em 2010, mais uma ação de visibilidade voltada para o  tema da segurança foi implementada. A partir do GP de Cingapura, O  safety car e os veículos de socorro médico passam a ter a marca da  Allianz, reforçando ainda mais a nossa relação com a prevenção de  riscos.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Que tipo de seguros são contratados?<br />
<em>A.L.</em>: Uma das coberturas mais comuns na área de grandes eventos  é a de Responsabilidade Civil (RC) que, em geral, cobre danos materiais  e corporais. No caso da Fórmula 1 há os seguros diretos: as coberturas  incluem o “no show”, essa apólice cobre os custos, despesas e a perda de  lucro caso um evento seja cancelado ou adiado por conta de uma  ocorrência que fuja do controle dos organizadores. Além de danos  causados aos equipamentos da corrida, responsabilidade civil,  danos a  terceiros e acidentes pessoais.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Quem contrata os seguros?<br />
<em>A.L.</em>: Os seguros são contratados pelos agentes organizadores e  participantes dos eventos: organizações esportivas globais (como a  Federação Internacional de Automobilismo), comitês organizadores locais,  emissoras de TV, patrocinadores, contratantes de merchadising,  companhias de viagens, hotéis, entre outros. Também estão disponíveis os  seguros indiretos: além das coberturas de cancelamento e  responsabilidade civil, são contratadas várias outras apólices, como de  responsabilidade civil de administradores (D&amp;O), patrimonial, seguro  de equipamentos e de transportes.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Se um piloto morrer tem seguro?<br />
<em>A.L.</em>: Sim, há o seguro de vida do piloto.</p>
<p><em>S. S/A</em>: E se um pneu da Ferrari voar na arquibancada e machucar alguém?<br />
<em>A.L.</em>: É acionado o seguro de responsabilidade civil contratado pelo próprio evento.</p>
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		<title>Palmeiras promete oficializar seguro da Arena na terça</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/verdao-promete-oficializar-seguro-da-arena-na-terca/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 14:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Após reunião com diretores e advogados da WTorre nesta sexta-feira, a diretoria do Palmeiras prometeu oficializar a apólice do seguro de performance da Arena Palestra Itália na terça-feira. O documento será apresentado a oposicionistas. – Demos uma boa caminhada. Os advogados conversaram e isso deve sair na terça – afirmou o diretor administrativo, José Cyrillo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após reunião com diretores e advogados da WTorre nesta sexta-feira, a  diretoria do Palmeiras prometeu oficializar a apólice do seguro de  performance da Arena Palestra Itália na terça-feira. O documento será  apresentado a oposicionistas.</p>
<p>– Demos uma boa caminhada. Os  advogados conversaram e isso deve sair na terça – afirmou o diretor  administrativo, José Cyrillo Jr.</p>
<p>A oposição cobrou explicações e protocolou carta no Conselho Deliberativo ameaçando interromper as obras.</p>
<p>Antônio  Augusto Pompeu de Toledo, presidente do COF (Conselho de Orientação e  Fiscalização) do clube, também participou da reunião. O prazo para a  oficialização vai até o dia 15.</p>
<p>A UBF é a empresa que está fazendo  o seguro de performance. A oposição questiona que o nome do clube não  aparece no contrato como beneficiário, mas sim o Banco do Brasil, que  financia parte da obra. A WTorre foi acionada para dar todas as  respostas pedidas.</p>
<p>– Não tenho a menor preocupação com isso – afirmou Cyrillo.</p>
<p>Com  o seguro oficializado, parte da arquibancada será demolida. As obras  seguem em andamento dentro do clube. A oposição questiona até que a  responsável pelas demolições não seria a WTorre, e sim o Palmeiras.</p>
<p>– É um absurdo – disse o diretor administrativo.</p>
<p>A Desmontec é a demolidora contratada pela construtora na obra.</p>
<p>Fonte :Thiago Salata , Lance Net</p>
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		<title>Seguros para pequenas empresas indenizam até perda de lucros</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/seguros-para-pequenas-empresas-indenizam-ate-perda-de-lucros/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 20:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Outros Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresários podem recorrer a um pacote de coberturas adequado às suas atividades , visando a manutenção do negócio ao contratar proteção para diversos tipos de riscos. 
http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=124169]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Empresários podem recorrer a um pacote de coberturas adequado às suas atividades , visando a manutenção do negócio ao contratar proteção para diversos tipos de riscos.</p>
<p>Segundo o Sebrae-SP, as micro e pequenas empresas (MPEs) respondem por mais de 90% das empresas no Brasil, 67% dos postos de trabalho e 20% do PIB. Com uma previsão de alta do PIB de quase 7% em 2010 e de um cenário com inflação sob controle e taxa desemprego em queda (7,5% no início de maio), os empresários de pequenos negócios se deparam com um quadro amplamente favorável para ampliação do crescimento.</p>
<p>&#8220;É nesse contexto que os seguros se tornam instrumentos adequados para prevenção contra diversos tipos de riscos, visando garantir a manutenção das atividades com coberturas para incêndio e roubo e até para greves e perda de lucros por um determinado período, por exemplo&#8221;, explica o especialista Carlos Barros de Moura, da BarrosDeMoura &amp; Associados.</p>
<p>Ele acrescenta que &#8220;cada tipo de negócio recebe das seguradoras uma análise de riscos específica que vai impactar no preço dos seguros contratados, mas de maneira geral os valores cobrados compensam o investimento&#8221;.</p>
<p>Simulações &#8211; O especialista aponta que o pacote de seguros destinado a pequenas empresas pode ser composto com algumas coberturas que são indicadas para todo tipo de negócio, independente do setor de atuação ou perfil do público consumidor.</p>
<p>É o caso, por exemplo, da proteção para incêndio, raio e explosão, que para um valor máximo indenizável de R$ 500.000,00, custa em média R$ 433,50 por ano. A cobertura para danos elétricos e curto circuito fica em R$ 95,04, enquanto a prevenção para vendaval, granizo e impacto de veículos (ambos com indenizações máximas de R$ 15.000,00) sai por R$ 43,30 anuais.</p>
<p>&#8220;O importante é o empresário saber que ele deve consultar seu corretor de seguros para determinar as coberturas mais adequadas ao seu negócio e compor um pacote realmente alinhado com sua atividade&#8221;, complementa Barros de Moura.</p>
<p>Entre as coberturas disponíveis, os empresários podem acoplar proteção para vidros, anúncios e luminosos, equipamentos eletrônicos, responsabilidade civil decorrente das operações, entre outras.</p>
<p>No caso de um estabelecimento comercial, a responsabilidade civil pode ser acionada se algum cliente escorrega e cai, deixando a loja no alvo de uma eventual ação por danos morais. O seguro, nesse caso, arca com o pagamento das indenizações na Justiça se a empresa for condenada.</p>
<p>&#8220;Também na hipótese de a empresa sofrer algum tipo de bloqueio ou impedimento de acesso que interrompa suas operações por um período, o dono do negócio poderá ser indenizado pelo seguro de lucros cessantes até o valor máximo contratado&#8221;, lembra Barros de Moura.</p>
<p>Confira no quadro abaixo as coberturas indicadas com o custo equivalente para determinados limites de indenização. No total, para um pacote completo de soluções, o preço final é de aproximadamente R$ 5,4 mil, que para a maioria das seguradoras podem ser parcelados em quatro vezes sem juros e valem para um ano de vigência do contrato.</p>
<p>Seguros para pequenas empresas:</p>
<p>Cobertura &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..Valor Indenizável (R$) &#8230;&#8230;&#8230;Preço (R$)<br />
Incêndio, raio e explosão&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;500.000,00&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.433,50<br />
Danos elétricos e curto circuito&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..15.000,00&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;95,04<br />
Vendaval/granizo/impacto de veículos &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..15.000,00 &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..43,20<br />
Vidros/anúncios luminosos &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.10.000,00 &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..202,50<br />
Roubo/furto qualificado &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 100.000,00 &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;3.888,00<br />
Equipamentos eletrônicos &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..10.000,00&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..32,40<br />
Responsabilidade civil&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.100.000,00&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.315,00<br />
Perda/Pagamento de aluguel …&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.150.000,00 &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;130,05<br />
Lucros cessantes decorrentes da básica &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 250.000,00 &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;320,75<br />
Total …&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..5.460,44</p>
<p>*Estabelecimento comercial localizado no centro de São Paulo.</p>
<p>O especialista &#8211; Carlos Antônio Barros de Moura é consultor  sênior de BarrosDeMoura &amp; Associados e diretor da APTS (Associação  Paulista dos Técnicos de Seguro). Tem mais 35 anos de experiência na  indústria de seguros, como executivo de seguradoras ou corretoras, além  de ser professor e palestrante, e participa regularmente de encontros  nacionais e internacionais sobre seguros, resseguros, gerenciamento de  riscos e administração geral.</p>
<p>Fonte: Fator, 13.07.2010</p>
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		<title>Dano ambiental exige seguro apropriado</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 03:17:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Coberturas em geral são pequenas em relação ao potencial de prejuízo que as empresas podem causar O recente vazamento de petróleo no Golfo do México mostra a necessidade da contratação de apólices de seguros com coberturas para danos ambientais mais realistas, afirma o advogado James Clark. No Brasil, há alguma obrigação de contratação de cobertura [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Coberturas em geral são pequenas em relação ao potencial de prejuízo que as empresas podem causar</p>
<p>O recente vazamento de petróleo no Golfo do México mostra a necessidade da contratação de apólices de seguros com coberturas para danos ambientais mais realistas, afirma o advogado James Clark.</p>
<p>No Brasil, há alguma obrigação de contratação de cobertura para danos ambientais nas apólices contratadas pelas companhias?</p>
<p>No Brasil não há obrigatoriedade, fica a critério das empresas, tanto a contratação quanto o valor da cobertura. O que temos é o seguro de responsabilidade civil (RC). O problema é que ele acaba gerando litígios, pois num seguro de RC a culpa da empresa tem que ser comprovada para que a seguradora pague a indenização.</p>
<p>Acontece que a legislação brasileira diz que em qualquer acidente envolvendo a empresa, independentemente da culpa, ela é a responsável.</p>
<p>Qual é a lição que as empresas podem tirar do vazamento da British Petroleum?</p>
<p>A necessidade de as empresas contratarem coberturas mais apropriadas. Uma cobertura de R$ 100 milhões para uma plataforma de petróleo, por exemplo, não é nada perto dos danos ao meio ambiente que ela pode causar num acidente. Isso porque os prejuízos podem chegar na casa do bilhão.</p>
<p>Apólices com valores maiores aumentariam a vigilância sobre as operações das empresas</p>
<p>Seguradoras e resseguradoras estariam mais focadas em exigirem certificações, controle das operações e previsões de danos ambientais, que poderiam ajudar a evitar um acidente de grandes proporções.</p>
<p>&#8220;Coberturas maiores aumentariam a vigilância das seguradoras sobre as operações das empresas&#8221;<br />
Data: 18.06.2010 &#8211; Fonte: Brasil Econômico | Opinião | BR</p>
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		<title>Diferenciais do seguro da Bradesco para consultórios e escritórios</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 03:14:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Bradesco Seguro Consultórios e Escritórios foi desenvolvido para proteger o patrimônio de médicos, dentistas, profissionais liberais e empresas de prestação de serviços. O produto oferece diversas coberturas, tais como proteção contra incêndio, queda de raio e explosão de qualquer natureza, além de indenizar em caso perda ou pagamento do aluguel do imóvel, danos elétricos, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Bradesco Seguro Consultórios e Escritórios foi desenvolvido para proteger o patrimônio de médicos, dentistas, profissionais liberais e empresas de prestação de serviços.</p>
<p>O produto oferece diversas coberturas, tais como proteção contra incêndio, queda de raio e explosão de qualquer natureza, além de indenizar em caso perda ou pagamento do aluguel do imóvel, danos elétricos, roubo, despesas de recomposição de registro de documentos, entre outras.</p>
<p>De acordo com o superintendente Comercial R/E Massificado, Humberto de Mattos Carrilho, o diferencial é a contratação simplificada, dispensando a realização de inspeção prévia no local, tendo todas as coberturas a primeiro risco absoluto.</p>
<p>Ele destaca ainda a proteção contra perda de renda líquida diária, bem como os serviços de assistência 24 horas, que incluem chaveiro, eletricista, vidraceiro, encanador, transferência e guarda de móveis e até indicação de mão de obra especializada para manutenção geral e consulta orçamentária, entre outros benefícios.</p>
<p>“O segurado terá a proteção do seu patrimônio contra os principais riscos inerentes a sua atividade e a facilidade de obtenção de assistência em casos emergenciais. Na ocorrência de sinistros, além da reposição dos seus prejuízos, terá a continuidade das suas atividades acionando as coberturas de perda/pagamento de aluguel, despesas fixas e diárias de perda de renda líquida, dependendo do evento ocorrido”, reforça Carrilho.</p>
<p>Para os corretores que desejam trabalhar com o produto, o executivo indica que basta entrar em contato com a Sucursal da Bradesco Auto/RE em que estiver cadastrado para obtenção do material de venda.</p>
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		<title>Diminuem as reclamações ao setor de seguros</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 02:54:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Consumidor reclama menos 6,5% à Susep Exatos 10.398 consumidores recorreram à Superintendência de Seguros Privados (Susep) para reclamar ou fazer consultas sobre as diversas modalidades de seguros no primeiro quadrimestre do ano. O movimento foi 6,5% inferior ao contabilizado de janeiro a abril de 2009. Na previdência complementar aberta, houve alta de 4%, com 543 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Consumidor reclama menos 6,5% à Susep</p>
<p>Exatos 10.398 consumidores recorreram à Superintendência de Seguros Privados (Susep) para reclamar ou fazer consultas sobre as diversas modalidades de seguros no primeiro quadrimestre do ano.</p>
<p>O movimento foi 6,5% inferior ao contabilizado de janeiro a abril de 2009. Na previdência complementar aberta, houve alta de 4%, com 543 atendimentos. O mesmo foi verificado na área de títulos de capitalização, cuja procura pelos serviços da autarquia subiu 4,7%, para 134 casos. Já sobre as corretoras de seguros, houve queda de 9%, com 454 ocorrências.</p>
<p>No segmento de seguros, a preocupação dos consumidores voltou-se mais para a carteira de automóvel, contra a qual as reclamações cresceram 28,3% nos primeiros quatro meses do ano, para 1.888 registros, 18,2% do total. Em 2009, a participação fora de 13,2% de janeiro a abril. Sobre o seguro obrigatório de veículos (Dpvat), sempre o mais visado, a situação foi inversa. Entre os períodos comparados, a pressão diminuiu10,2%, com o número de consumidores passando de 6.532 (58,7% do total) para 5.865 (56,4% do total). No ramo vida, o recuo foi ainda maior, de 14,7%, para 1.066 atendimentos.</p>
<p>A Susep mostra números declinantes também nos golpes contra o seguro. A queda foi de 23,6%, de 601 denúncias no primeiro quadrimestre de 2009 para 459 comunicados em igual período deste ano.</p>
<p>As áreas em que os golpistas mais agem são a dos seguros de vida e a dos planos de previdência privada, tendo como vítimas preferenciais pessoas idosas.</p>
<p>O telefone continua sendo o meio mais utilizado pelo público para reclamar junto à Susep, embora tenha apresentado queda substancial de 19,5%, no primeiro quadrimestre. Foram 3 mil atendimentos a menos, com o universo caindo para 11.505 consumidores.</p>
<p>A internet também foi menos usada, com queda de 18,4%. A ida (física) às dependências do órgão caiu igualmente, no patamar de 20%. Já a carta como meio de comunicação foi a que registrou maior queda, de 56,2%.</p>
<p>Data: 22.06.2010 &#8211; Fonte: Negócios para Corretores</p>
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		<title>Seguro garantia cresce com grandes obras de infraestrutura</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 02:44:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As 22 seguradoras e 18 resseguradoras que atuam no setor têm condições de assegurar a realização das obras para a Copa e Olimpíada “As seguradoras brasileiras têm condições de garantir a realização de todas as grandes obras para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016”. É o que afirmou Edson Toguchi, superintendente de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As 22 seguradoras e 18 resseguradoras que atuam no setor têm<br />
condições de assegurar a realização das obras para a Copa e Olimpíada</p>
<p>“As seguradoras brasileiras têm condições de garantir a realização de todas as grandes obras para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016”. É o que afirmou Edson Toguchi, superintendente de Produtos Financeiros e Responsabilidades da Allianz Seguros, durante o 5º Fórum Internacional de Seguros para Jornalistas, organizado no dia 22 de junho pela Allianz Seguros no hotel Intercontinental, em São Paulo, SP, com a presença de quase 60 profissionais da imprensa de todo o País.</p>
<p>Segundo Toguchi, as 22 seguradoras e 18 resseguradoras que atuam no setor devem registrar um recorde no total de prêmios pagos em seguro garantia. A expectativa é que o mercado fature até R$ 900 milhões. No ano passado, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), as receitas foram de R$ 696 milhões.</p>
<p>Destinado aos órgãos públicos e às empresas privadas, sobretudo da construção civil, o seguro garantia tem como objetivo assegurar o cumprimento das obrigações contratuais estipuladas em um contrato, licitação ou concessão pública. Em licitações, é usado para garantir que a empresa vencedora da concorrência assine o contrato de execução ou de fornecimento previsto no edital ou convite.</p>
<p>Na opinião de Tânia Amaral, superintendente de Riscos Financeiros da Munich Re do Brasil e debatedora do Fórum, o seguro garantia ainda tem muito terreno para crescer no País. No Brasil, ele representa 0,03% do PIB. Em outros países da América Latina esse percentual é maior: o México é de 0,04% e no Panamá é de 0,28% “Alguns segmentos da economia ainda não conhecem bem esse mecanismo”, diz Tânia. “A principal função do seguro garantia é pré-qualificar uma empresa para participar de um projeto. Quando ela consegue o seguro para apresentar ao contratante já é um excelente sinal.”</p>
<p>Tânia disse, ainda, que um motivo de preocupações para o setor é a excessiva concentração de riscos em poucas empresas. “Hoje, todos os grandes projetos estão na mão de cinco construtoras, o que aumenta muito o risco”, diz ela. “Hoje, das 20 maiores exposições da Munich re no mundo, metade é de empresas brasileiras.</p>
<p>Já Toguchi destacou que o Brasil vive um dos melhores momentos econômicos de sua história, com elevados investimentos em infraestrutura, sobretudo graças ao PAC, aos grandes projetos de energia limpa, a construção civil e – agora – aos dois maiores eventos esportivos do mundo que acontecerão por aqui. “Já estamos negociando o seguro garantia para a reforma de estádios, ampliação e construção de aeroportos e projetos de transportes”, afirmou Toguchi. Segundo ele, também que a Allianz vem registrando crescimento acima da média. No ano passado, enquanto o mercado cresceu 40%, a seguradora obteve um aumento de 73%<br />
Data: 23.06.2010 &#8211; Fonte: Virta Comunicação</p>
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		<title>Allianz quer conquistar maior participação na baixa renda Seguradoras</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 02:41:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Executivo acredita que cidade de São Paulo deve ficar fora da abertura da Copa por falta de estádios adequados e tempo para construir nova arena A Allianz Seguros estuda vender seguros para a faixa da população que ganha entre R$ 700 e R$ 1.000,00 reais -ou rendimento médio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Executivo acredita que cidade de São Paulo deve ficar fora da abertura da Copa por falta de estádios adequados e tempo para construir nova arena</p>
<p>A Allianz Seguros estuda vender seguros para a faixa da população que ganha entre R$ 700 e R$ 1.000,00 reais -ou rendimento médio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 1 a 2 salários-. Os produtos teriam preços na faixa entre R$ 5 e R$ 10 mensais. A intenção do grupo é aumentar a faixa de crescimento anual, que gira entre 17% e 18%. Uma das estratégias para ampliar o market share seria atuar na faixa de menor renda, com produtos adaptados.</p>
<p>Um dado que motiva a seguradora a aumentar sua participação é que o volume de prêmios em 2010 no mercado brasileiro deve dobrar e pode até triplicar, segundo projeções da Superintendência de Seguros Privados (Susep).</p>
<p>O organismo aponta faturamento de R$ 696 milhões em prêmios em 2009. Nos quatro primeiros meses de 2010, o volume atinge R$ 226 milhões.</p>
<p>No Brasil, a faixa de renda almejada pela seguradora corresponde a um universo de 15,177 milhões de famílias -ou quase um quarto da população, segundo o IBGE-. Deste montante, 7,617 milhões residem no sudeste, 2, 991 milhões, no sul, e 2, 4 milhões, nos estados do nordeste.</p>
<p>&#8220;Grandes obras requerem alto nível de especialização, e poucas seguradoras contam com isso no Brasil&#8221;</p>
<p>O diretor de Operações da Allianz, Jesús Marin Rodríguez, revelou que já há estudos para lançar o produto com valor abaixo de US$ 5 mensais. &#8220;Seria um produto diferente do existente na Índia. Lá existem seguros de US$ 1 a US$ 4 por mês. Queremos oferecer um produto mais robusto e mais adequado ao brasileiro.&#8221;</p>
<p>Ele explicou que a população brasileira é mais heterogênea e apresenta outras necessidades. &#8220;Um seguro no valor de R$ 5 para quem ganha mil é muito atraente e parece ser um bom produto. Custa menos que dois cafés.&#8221;</p>
<p>Segundo ele, o brasileiro ainda não tem o hábito de pensar em guardar dinheiro para o futuro. &#8220;O País cresce rápido, mas demora para se ter esta consciência&#8221;, afirmou.</p>
<p>Rodríguez não revelou qual o potencial, os prazos e os locais de testes piloto. Contudo, confidenciou que os custos de implantação não seriam altos, mas faltaria regulação de sinistros. Na Câmara dos Deputados tramita projeto para regulamentar a modalidade de microsseguro.</p>
<p>Resseguro</p>
<p>O presidente da seguradora Allianz no Brasil, Max Thiermann, diz que a empresa almeja conquistar mais espaço no mercado de resseguros. Este tipo de negócio era monopólio do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB-Brasil Re), criado em 1939 pelo presidente Getúlio Vargas.</p>
<p>Thiermann disse que, com a abertura do mercado, o Brasil ganhou a atuação de mais 5 players. &#8220;Não é como o público gostaria porque estão se adaptando, mas a abertura caminha bem.&#8221;</p>
<p>Ele analisa que o País ganha com isto. &#8220;Temos uma licença, embora restritiva, para podermos atuar no mercado. Estamos utilizando esta capacidade.&#8221; Para ele, capacidade técnica e preço podem ser fatores determinantes para emitir a apólice.</p>
<p>Quanto a obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Copa e Olimpíadas, o executivo vê com bons olhos as oportunidades. &#8220;Seja em estádio, hidroelétrica, produção de energia eólica, temos grandes complexidades de planejamento e execução. Requer especialização e poucas companhias podem disputar isto no Brasil.&#8221;</p>
<p>O presidente da seguradora ressaltou que, além de aporte financeiro, é preciso ter capacidade técnica para acompanhar as obras. Segundo ele, a contratação é uma das prioridades da obra. &#8220;Antes de começar a obra, os editais pedem a contratação de seguros, seja de garantia, para a exequibilidade ou para mensurar viabilidade do projeto.&#8221;</p>
<p>Copa</p>
<p>O seguro de grandes eventos esportivos é um dos filões que a Allianz quer. Quando questionado sobre o fato de a abertura da Copa ser na cidade de São Paulo, o presidente da seguradora no Brasil, Max Thiermann, praticamente descartou a possibilidade. Segundo ele, o estádio do Morumbi está descartado por não se ter como construir estacionamentos no entorno. &#8220;Os estádios no Brasil, de modo geral, são ruins.&#8221;</p>
<p>Questionado se seria viável construir uma nova arena na capital paulista -no caso, em Pirituba, zona leste de São Paulo-, o executivo duvidou da possibilidade. &#8220;Teria que entregar a obra em dois anos por conta da Copa das Confederações. Acredito que São Paulo ficará fora da abertura da Copa.&#8221;</p>
<p>Em Munique, na Alemanha, a seguradora investiu 340 milhões de euros na Allianz Arena.</p>
<p>Índia</p>
<p>O executivo da Bajaj Allianz Índia, Kamesh Goyal, estima que o potencial mundial de microsseguros é de US$ 1,9 bilhão naquele país. Ao todo, a Allianz conta com 2, 097 milhões apólices em seguro de vida e 34 mil em saúde, com atendimento em 16 dos 28 estados da Índia, com produtos vendidos ao preço de US$ 2 a US$ 4.<br />
Data: 23.06.2010 &#8211; Fonte: DCI &#8211; Comércio, Indústria e Serviços |  Seguradoras</p>
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		<title>Governo e seguradora firmam contrato para seguro do trigo</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 02:37:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O governo do Paraná e a Companhia de Seguros Aliança do Brasil, do Banco do Brasil, assinaram novo contrato para o programa de subvenção ao prêmio do seguro rural para o trigo, válido para a safra 2010. Conforme o acordo, firmado nesta terça-feira (22), durante a Escola de Governo, estão assegurados R$ 3,5 milhões da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Paraná e a Companhia de Seguros Aliança do Brasil, do Banco do Brasil, assinaram novo contrato para o programa de subvenção ao prêmio do seguro rural para o trigo, válido para a safra 2010. Conforme o acordo, firmado nesta terça-feira (22), durante a Escola de Governo, estão assegurados R$ 3,5 milhões da Agência de Fomento do Paraná.</p>
<p>Assinaram o contrato o secretário chefe da Casa Civil, Ney Caldas, o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Erikson Camargo Chandoha, o superintendente estadual do Banco do Brasil, Paulo Roberto Meinerz, o diretor técnico da Companhia de Seguros Aliança do Brasil, Wady José Mourão Cury, e o presidente da Agência de Fomento do Paraná, Murilo Schimidt.</p>
<p>Chandoha destacou que o credenciamento está aberto para outras seguradoras interessadas em fazer essa parceria com o governo do Paraná. &#8220;Este contrato foi apenas o primeiro&#8221;, disse o secretário. Esta semana, também está sendo contratada a seguradora UBF Seguros. Já retiraram o editado de credenciamento também a Allianz Seguros e a Nobre Seguradora do Brasil, que estão em fase de apresentação de documentação para credenciamento e posterior contratação.</p>
<p>PRODUÇÃO &#8211; O Paraná é o maior produtor de trigo do País e estima para a safra deste ano 2,96 milhões de toneladas, volume equivalente a 57% da produção nacional do grão. Para o secretário, as lavouras de trigo estão entre as mais belas do Paraná, sendo de um verde intenso durante o desenvolvimento da cultura e de um amarelo brilhante, que transmite a riqueza, durante a colheita.</p>
<p>Chandoha falou da importância do trigo, lembrando que, em pleno século XXI, o trigo continua alimento primordial para a humanidade, representa 30% da produção mundial de grãos e oferece cerca de 20% das calorias que a população mundial consome todos os dias.</p>
<p>O Paraná é pioneiro em fazer a subvenção ao prêmio do seguro do trigo e é o único que mantém esse programa, que reduz custos da produção para melhorar a margem dos triticultores. O programa incentiva a produção de trigo de classe superior, contribuindo para o País reduzir gastos com importação e custos com renegociações de dívidas com perdas do trigo em decorrência de eventos climáticos como seca, geada, excesso de chuvas, granizo e ventos fortes.</p>
<p>INDENIZAÇÕES &#8211; Segundo o secretário da Agricultura, o Paraná pagou R$ 2,4 milhões em indenizações da lavoura plantada no ano passado, que beneficiaram 1.600 produtores. Com o dinheiro da subvenção ao prêmio, eles saldaram os financiamentos de custeio das lavouras. Chandoha salientou que terá acesso à subvenção estadual ao prêmio do trigo os triticultores que formalizarem os contratos de seguro também a nível federal.</p>
<p>Chandoha explicou que a subvenção ao prêmio do seguro do trigo do governo do Paraná complementa a subvenção do governo federal, que é de 70%. O governo estadual concede 15% e estende a subvenção para mais 15% para quem tem o trigo irrigado, totalizando 100% de subvenção ao prêmio do seguro para os produtores paranaenses. O produtor que já se beneficia do Programa de Irrigação Noturna (PIN) pode também se beneficiar da totalidade da subvenção, acrescentou.</p>
<p>Chandoha lamentou a dificuldade de comercialização e de armazenamento do trigo nacional. Segundo ele, ainda há trigo de safras passadas estocado em armazéns e ele pediu um esforço dos componentes da cadeia produtiva para que não ocorram condições desfavoráveis de armazenamento durante a colheita da safra deste ano.</p>
<p>O secretário tem a expectativa de que a safra de trigo de 2010 seja colhida com alta produtividade e qualidade para compensar o esforço dos produtores e, minimizar os impactos dos preços de mercado que estão aquém do esperado pelos triticultores.</p>
<p>Data: 23.06.2010 &#8211; Fonte: Seguro em Pauta</p>
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