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	<title>Garra Seguros BH &#187; Previdência Privada</title>
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		<title>VGBL Saúde é a grande aposta para este ano</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 17:56:48 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Previdência Privada]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O VGBL Saúde, plano de previdência destinado ao custeio de despesas com saúde, é a grande aposta do mercado de previdência privada para este ano. Em análise há mais de dois anos pelo governo e órgãos reguladores envolvidos no projeto &#8211; Superintendência de Seguros Privados (Susep), e Agência Nacional de Saúde (ANS) -, a expectativa da Federação Nacional da Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) é que seja aprovado ainda este ano. &#8220;O VGBL Saúde vai ampliar o alcance dos planos de benefício, tanto entre participantes quanto em seguradoras&#8221;, acredita Renato Russo, vice- presidente da Fenaprevi.</p>
<p>Enquanto a aprovação pelos órgãos reguladores não sai, especialistas acreditam que os planos individuais ainda serão o carro-chefe do setor. &#8220;O alcance dos planos de previdência privada, inclusive em estratos da população de maior poder aquisitivo, ainda é baixo. Aproximadamente 10%. Isso denota o potencial de crescimento do setor&#8221;, afirma Russo.</p>
<p>Sérgio Rosa, presidente da Brasilprev, também diz que os planos individuais têm fôlego para crescer por muitos anos, mas enxerga nos planos empresariais grande potencial de crescimento. &#8220;A empresas têm observado a necessidade de adicionar mecanismos de retenção de talentos à política de recursos humanos. E, nesse sentido, a demanda por planos empresariais deve expandir, não só este ano, mas também nos próximos anos&#8221;, aponta.</p>
<p>A Bradesco Vida e Previdência encerrou o ano passado com receita 50% maior quando comparado a 2010. &#8220;Mais pessoas consumindo demandam mais das empresas que, por sua vez, contratam mais funcionários.</p>
<p>Além disso, a taxa de mortalidade de micro e pequenas empresas é menor se comparada à media dos últimos anos, tendência que também favorece o setor&#8221;, pondera Lúcio Flávio de Oliveira, diretor-presidente da seguradora.</p>
<p>Além do VGBL Saúde e dos planos empresariais, Osvaldo Nascimento, diretor executivo de produtos de investimento e previdência do Itaú Unibanco, diz que o avanço de produtos para empresas que recolhem imposto de renda (IR) pelo sistema de lucro presumido, além dos planos voltados paramenores de idade, podem puxar o avanço do sistema. &#8220;Esses nichos ainda são pouco explorados pelas seguradoras. Os planos para jovens, por exemplo, crescem aquém do potencial: 6 milhões&#8221;, afirma o executivo, lembrando que atualmente, o número de planos de benefícios nesse segmento não chega a 3 milhões.</p>
<p>Fonte: Segs</p>
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		<title>Previdência privada capta R$ 46,4 bi até novembro, aponta Fenaprevi   Leia Mais: http://ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-seguros-previdencia/61654-previdencia-privada-capta-ate-novembro-aponta-fenaprevi.html#ixzz1jok05Gfj</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:46:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Previdência Privada]]></category>

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		<description><![CDATA[13 de janeiro de 2012 &#8211; O mercado de previdência privada encerrou os primeiros onze meses de 2011 com arrecadação de R$ 46,4 bilhões, consolidando crescimento de 18,21% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). No período, os planos para menores cresceram 26,06% [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>13 de janeiro de 2012 &#8211; O mercado de previdência privada encerrou os primeiros onze meses de 2011 com arrecadação de R$ 46,4 bilhões, consolidando crescimento de 18,21% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).</p>
<p>No período, os planos para menores cresceram 26,06% no acumulado do ano, com arrecadação de R$ 1,6 bilhão ante o mesmo período de 2010. Em seguida, vieram os planos empresariais, com arrecadação de US$ 5,8 bilhões, ganho de 25,40%.</p>
<p>Segundo a Fenaprevi, os planos individuais, por sua vez, fecharam o período com R$ 39 bilhões, alta de 16,91% frente aos R$ 33,3 bilhões de 2010.</p>
<p>Em análise por tipo de plano, o VGBL, que é utilizado para não-pagantes de imposto de renda, houve crescimento de 20,57%, com arrecadação total de R$ 38 bilhões. Já o PGBL, utilizado por declaradores anuais de ajustes do imposto de renda, arrecadou R$ 5,5 bilhões, crescimento de 13,31% comparado aos onze primeiros meses de 2010.</p>
<p>No quesito de carteira de investimento do sistema, em novembro, foram contabilizados R$ 265 bilhões, aumento de 22,19% ante R$ 216,9 bilhões contabilizados em outubro.</p>
<p>De acordo com a Fenaprevi, a carteira do VGBL registrou aumento de 29,09%, saindo de R$ 119,5 bilhões para R$ 154,3 bilhões. Já o PGBL elevou 16,55% passando de R$ 41,9 bilhões para R$ 46,2 bilhões.</p>
<p>Os recursos acumulados pelos participantes do sistema privado de previdência, as provisões, registraram aumento de 22,58% no período, comparado a 2010, saindo de R$ 208,7 bilhões para R$ 255,8 bilhões.</p>
<p>As provisões de VGBL apresentaram a maior alta, sendo esta de 29,10%, R$ 154,8 bilhões no mês. Já as provisões de VGBL avançaram 16,16% no período, para R$ 63,3 bilhões. As reservas de planos tradicionais cresceram 10,08%, para R$ 37 bilhões.</p>
<p>A Bradesco Vida e Previdência obteve maior arrecadação no acumulado de janeiro a novembro, com 32,01% do total. Em seguida estão Itaú Vida e Previdência (22,55%); BrasilPrev (22,31%), Caixa Vida &amp; Previdência (7,48%); Santander Seguros (5,83%); HSBC Vida e Previdência (4,17%); Icatu Seguros (0,91%) e Sul América Seguros e Previdência (0,79%). As demais entidades somaram, no total, 2,65% da arrecadação.</p>
<p>Resultado mensal</p>
<p>Segundo a Fenaprevi, em novembro, os aportes previdenciários cresceram 7,46%, para R$ 5 bilhões, volume superior ao apurado em outubro. No mês, os planos para menores avançaram 56,97%, com R$ 213,6 milhões em aportes, seguidos por planos empresariais (R$ 606,7 milhões, +49,83%) e os planos individuais (R$ 4,1 bilhões, +1,68%).</p>
<p>Fonte: Último Instante.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cada vez mais, brasileiros recorrem á previdência privada</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 14:24:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Previdência Privada]]></category>

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		<description><![CDATA[A fisioterapeuta Cilene de Oliveira, 62 anos, não quer saber de pendurar as chuteiras. “Aposentar agora? Nem pensar”, trata logo de dizer, sempre que questionada sobre o assunto. Para ela, há muito o que produzir. “Até quero curtir a velhice viajando e indo a festas com os amigos. Mas ainda não chegou a hora. Decidi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A fisioterapeuta Cilene de Oliveira, 62 anos, não quer saber de pendurar as chuteiras. “Aposentar agora? Nem pensar”, trata logo de dizer, sempre que questionada sobre o assunto. Para ela, há muito o que produzir. “Até quero curtir a velhice viajando e indo a festas com os amigos. Mas ainda não chegou a hora. Decidi que só vou parar aos 70”, afirma.</p>
<p>A convicção é tanta que Cilene procurou seu banco e estendeu, por mais 10 anos, o prazo de pagamento de seu plano de previdência complementar. Em vez de resgatar o que poupou aos 60 anos, só botará a mão no dinheiro mais à frente. Ela também acertou que pagará, por mais tempo, o seguro de vida que fez para não deixar seus familiares na mão. Acredita que, como será longeva, o resgate dos recursos após a sua morte ainda demorará um bocado.</p>
<p>Cilene sintetiza o quadro mais evidente das mudanças captadas por bancos e seguradoras: como estão vivendo mais e adiando ao máximo as aposentadorias, os brasileiros decidiram estender a vigência dos planos de previdência. Mas não é só: várias pessoas com mais de 60 anos estão fazendo os primeiros aportes para o sistema que complementará o benefício pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), cujo teto é de R$ 3,6 mil por mês. Há uma década, esse movimento era impensável. Poupar para a aposentadoria quando se estava na idade de sair do mercado de trabalho parecia uma blasfêmia. “Felizmente, estamos aprendendo a envelhecer com dignidade, ao não ficarmos reféns do INSS”, assinala a fisioterapeuta.</p>
<p>Para as empresas, clientes como Cilene fazem a diferença. Motivo: como os planos de previdência e os seguros de vida estão sendo resgatados além do prazo previsto inicialmente, elas podem aplicar os recursos e embolsar uma parte da rentabilidade. Também engordam os cofres com taxas de administração que chegam a 5% ao ano. “As pessoas estão mudando o conceito e passando a entender que o chamado idoso está acima dos 70”, observa Lúcio Flávio de Oliveira, presidente da Bradesco Vida e Previdência.</p>
<p>Dados da Brasilprev mostram que 15,6% dos clientes de planos de previdência têm entre 51 e 70 anos e outros 3,2%, mais de 70. O valor médio desembolsado atualmente no país por contribuinte é de R$ 250 por mês, 13,3% mais do que o observado um ano atrás. O maior número de participantes do sistema de aposentadoria complementar está na região Sudeste, onde o gasto médio atinge R$ 272 mensais. Para Gustavo Lendimuth, superintendente-executivo da HSBC Seguros, esses números mostram um Brasil mais preocupado com o futuro e, sobretudo, reforçam a visão de que não é mais possível esperar que o governo faça tudo. Que o INSS garanta, sozinho, um benefício que não represente uma queda do padrão de vida quando a aposentadoria for realidade.</p>
<p>Apesar dos avanços, Lendimuth admite que ainda há muito por fazer, pois o hábito de poupar no Brasil não é tão expressivo quanto em outras economias. Em uma pesquisa mundial realizada pelo HSBC, observou-se que os brasileiros, no quesito “guardar dinheiro”, ainda estão atrás de 16 nações. Enquanto cerca de 60% dos entrevistados declaram guardar algum capital para a aposentadoria, nos demais países, esse índice chega a 88%. “O país evoluiu muito, mas ainda é pouco frente às necessidades existentes”, alerta.</p>
<p>Leonardo Rolim, secretário nacional de Política de Previdência Social, endossa as palavras de Lendimuth. Segundo ele, há 28 milhões de brasileiros, o equivalente a um terço da população economicamente ativa, sem nenhum tipo de proteção social, seja pública ou privada. Esse contigente corre o risco de vir a se tornar dependente de familiares e de uma ajuda mínima do Estado quando superar os 60 anos. “A maior parte deles é de trabalhadores informais”, explica.</p>
<p>O ex-servidor público Francisco Pereira, 68 anos, aposentado desde os 48, está longe dessa realidade. Para ele, parar de trabalhar foi a oportunidade de realizar um sonho, a compra de um táxi. Desde então, ele incrementa a renda com as corridas diárias, sustenta a esposa e um neto e ainda poupa. “Guardo um dinheiro todo mês. Não é muito, mas é uma proteção, pois, algum dia, terei que parar totalmente de trabalhar”, ressalta. Enquanto esse momento não chega, mantém a rotina de viajar, principalmente para pescar, e de confraternizar com os amigos.</p>
<p>Com esse novo Brasil que se desenha, torna-se cada vez mais comum no mercado privado de previdência a presença de profissionais especializados em orientar os investimentos dos que têm mais de 60 anos. Sandro Bonfim, gerente de Inteligência de Mercado da Brasilprev explica que, quando um cliente se aproxima da data programada para a “conclusão do seu projeto de vida”, um trabalho consultivo é feito.</p>
<p>Alguns meses antes da data marcada para o resgate do benefício, faz-se uma avaliação de como a pessoa quer receber o prêmio, se em forma de um salário até o fim da vida, ou um resgate completo de todo o valor para reinvestir ou iniciar um empreendimento. “Tentamos entender o momento da vida da pessoa e os objetivos do pós-carreira. O que temos observado é que a maioria quer se aposentar aos 60, mas, quando chegam lá, acabam postergando, muitos com a vontade de empreender o próprio negócio. Então, temos que dar um suporte”, relata.</p>
<p>Três perguntas para &#8211; Lúcio Flávio de Oliveira</p>
<p>Presidente do Bradesco Vida e Previdência</p>
<p>A previdência privada no Brasil ainda sofre com o fantasma da falta de planejamento? Poupar e ter cultura de longo prazo no país ainda é incipiente, mas a situação melhorou. Estamos vivendo um momento em que as pessoas começam a ter visão de longo prazo e a falar em sustentabilidade, a pensar no futuro. Quando entramos nos anos 1980, fomos atropelados pela hiperinflação e ainda temos uma memória muito viva desse período, uma época que deixou um pouco turvo o conceito do que é longo prazo. Não havia como planejar, todos só se preocupavam em se proteger no presente. Com a estabilização da economia, as coisas mudaram.</p>
<p>E essa necessidade de planejamento começa a se fazer mais urgente? Sim. Do início dos anos 1990 para cá, as pessoas perceberam que o país está envelhecendo. A situação da previdência pública é bastante complexa. Se o Estado, por meio do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), não tem condições de atender as necessidades do cidadão, a iniciativa privada precisa aproveitar essa brecha para cumprir sua função social. Uma previdência complementar, um plano de saúde e saber envelhecer se fazem cada vez mais necessários.</p>
<p>O Brasil está vivendo o bônus demográfico (mais gente na idade produtiva). Este não é o momento de arrumar a casa e preparar o futuro? Temos uma oportunidade fantástica que, para ser aproveitada, exige esforço de mudança de cultura. Temos de aprender que não existe a possibilidade de o Brasil não dar certo. Esse período do bônus favorece mudanças que nos permitem repensar o passado para criar uma coisa que é a cultura de longo prazo, da poupança. O momento não é só de ganhar de dinheiro, mas de planejar. Há cinco anos, quem investia em previdência privada era a população próxima dos 40 anos. Hoje, o movimento está disseminado. Fazemos planos para os que têm menos de 30 e para os que estão com mais de 60.</p>
<p>Fonte: PB Agora.</p>
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		<title>Seguro e previdência ajudam a reduzir taxa de desemprego</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 14:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Previdência Privada]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo estudo do Dieese, o emprego no setor bancário seguirá em crescimento. O motivo é a expansão do setor com a ampliação do crédito, principalmente para consumo e compra de imóveis, além das vendas dos demais produtos ofertados, tais como os seguros e planos de previdência privada aberta.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2010, o setor bancário do País contratou 57,4 mil pessoas e demitiu outras 33,4 mil. De acordo com o Dieese, o emprego formal nos bancos cresceu de forma robusta.[7]</p>
<p>As mulheres ocuparam 53% das vagas criadas em 2010 no setor bancário, com 12.735 postos de trabalho, enquanto os homens foram responsáveis por 11.297 das vagas. No entanto, os salários delas continuam, em média, mais baixos.</p>
<p>Fonte: Jornal de Brasilia.</p>
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		<title>Aumentam os gastos com previdência</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 23:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Previdência Privada]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Melhora na renda e acesso ao consumo despertam a preocupação com o futuro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">A mudança mais marcante no padrão de consumo do brasileiro entre 2009 e 2010 é a preocupação como futuro. No período, os gastos médios com a previdência privada avançaram 86,36%.</div>
<div id="_mcePaste">Quando se analisam os seguros, o avanço foi do mesmo patamar: 86,29%, segundo a Pesquisa O Observador, apresentada pela Cetelem BNG.</div>
<div id="_mcePaste">Para o professor do laboratório de finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), Ricardo Humberto Rocha, o maior acesso ao consumo possibilitou a mudança de perspectiva no brasileiro. &#8220;O consumo torna o cidadão protagonista do mercado. Então ele passa a atuar como o verdadeiro interessado em garantir seu futuro e sua melhora de renda&#8221;, pontua.</div>
<div id="_mcePaste">Mais que isso, a maior aquisição de veículos e imóveis também impulsiona o consumo de seguros. &#8220;O indivíduo compra o carro, a moto e a casa própria.</div>
<div id="_mcePaste">Até o empréstimo vem com o seguro-desemprego, ou seja, é natural que esse número de gasto com seguros salte&#8221;, explica.</div>
<div id="_mcePaste">&#8220;Hoje o seguro faz parte do planejamento familiar.&#8221; No entanto, Rocha acha precoce a comemoração de uma melhora significativa na conscientização do consumidor nacional em seus gastos. &#8220;É um processo em curso, mas dizer que o brasileiro é consciente é um exagero.&#8221; Prova disso é que outro item com variação significativa foi o pagamento de crédito bancário, que representa um gasto 46,67% maior no bolso do brasileiro.</div>
<div id="_mcePaste">&#8220;Esse é o retrato do endividamento do brasileiro&#8221;, sinaliza Rocha. &#8220;Em longo prazo, isso pode ser um problema significativo para a economia.&#8221; Também destacam-se os gastos com a casa própria. O gasto com a prestação da moradia, após sofrer uma redução de 21,86% entre 2008 e 2009 &#8211; durante o ápice da crise financeira internacional &#8211; volta a mostrar avanços significativos.</div>
<div id="_mcePaste">Entre 2009 e 2010, o gasto do brasileiro com a parcela da casa própria cresceu 28,32%.</div>
<div id="_mcePaste">Classe C A questão do endividamento permeia todas as classes sociais.</div>
<div id="_mcePaste">No entanto, é na classe C que o pagamento de crédito bancário representa a maior parte do gasto médio mensal das famílias, somando R$ 313. &#8220;Isso é um risco importante, pois o ambiente de economia estável, onde o endividamento 00-</div>
<div id="_mcePaste">000é seguro, ainda é uma realidade distante&#8221;, alerta o professor da FIA.</div>
<div id="_mcePaste">O segundo maior gasto viria da prestação de da casa própria, que custa, em média R$ 256 para as famílias da classe C. Na classe AB, essa é a maior fonte de despesa familiar, representado em média R$ 517.</div>
<div id="_mcePaste">A educação é o item de terceira prioridade, totalizando um gasto mensal médio de R$ 193.</div>
<div id="_mcePaste">Gastos médios do brasileiro com seguros e previdência avançaram mais de 86% entre 2009 e 2010</div>
<p>A mudança mais marcante no padrão de consumo do brasileiro entre 2009 e 2010 é a preocupação como futuro. No período, os gastos médios com a previdência privada avançaram 86,36%.<br />
Quando se analisam os seguros, o avanço foi do mesmo patamar: 86,29%, segundo a Pesquisa O Observador, apresentada pela Cetelem BNG.<br />
Para o professor do laboratório de finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), Ricardo Humberto Rocha, o maior acesso ao consumo possibilitou a mudança de perspectiva no brasileiro. &#8220;O consumo torna o cidadão protagonista do mercado. Então ele passa a atuar como o verdadeiro interessado em garantir seu futuro e sua melhora de renda&#8221;, pontua.<br />
Mais que isso, a maior aquisição de veículos e imóveis também impulsiona o consumo de seguros. &#8220;O indivíduo compra o carro, a moto e a casa própria.<br />
Até o empréstimo vem com o seguro-desemprego, ou seja, é natural que esse número de gasto com seguros salte&#8221;, explica.<br />
&#8220;Hoje o seguro faz parte do planejamento familiar.&#8221; No entanto, Rocha acha precoce a comemoração de uma melhora significativa na conscientização do consumidor nacional em seus gastos. &#8220;É um processo em curso, mas dizer que o brasileiro é consciente é um exagero.&#8221; Prova disso é que outro item com variação significativa foi o pagamento de crédito bancário, que representa um gasto 46,67% maior no bolso do brasileiro.<br />
&#8220;Esse é o retrato do endividamento do brasileiro&#8221;, sinaliza Rocha. &#8220;Em longo prazo, isso pode ser um problema significativo para a economia.&#8221; Também destacam-se os gastos com a casa própria. O gasto com a prestação da moradia, após sofrer uma redução de 21,86% entre 2008 e 2009 &#8211; durante o ápice da crise financeira internacional &#8211; volta a mostrar avanços significativos.<br />
Entre 2009 e 2010, o gasto do brasileiro com a parcela da casa própria cresceu 28,32%.<br />
Classe C A questão do endividamento permeia todas as classes sociais.<br />
No entanto, é na classe C que o pagamento de crédito bancário representa a maior parte do gasto médio mensal das famílias, somando R$ 313. &#8220;Isso é um risco importante, pois o ambiente de economia estável, onde o endividamento 00-000é seguro, ainda é uma realidade distante&#8221;, alerta o professor da FIA.<br />
O segundo maior gasto viria da prestação de da casa própria, que custa, em média R$ 256 para as famílias da classe C. Na classe AB, essa é a maior fonte de despesa familiar, representado em média R$ 517.<br />
A educação é o item de terceira prioridade, totalizando um gasto mensal médio de R$ 193.<br />
Gastos médios do brasileiro com seguros e previdência avançaram mais de 86% entre 2009 e 2010</p>
<p>Fonte: Brasil Econômico</p>
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		<title>Previdência privada capta R$ 3,6 bilhões em abril</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 17:22:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mercado de previdência privada aberta registrou captação de R$ 3,6 bilhões em abril de 2010. A arrecadação expandiu 34,61% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, quando o volume de depósitos no sistema foi de R$ 2,7 bilhões.
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				<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO, 28 de junho de 2010 &#8211; O mercado de previdência privada aberta registrou captação de R$ 3,6 bilhões em abril de 2010. A arrecadação expandiu 34,61% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, quando o volume de depósitos no sistema foi de R$ 2,7 bilhões.</p>
<p>No mês, o VGBL &#8211; produto indicado para quem não declara imposto de renda ou o faz pelo formulário simplificado &#8211; apresentou captação de R$ 2,9 bilhões no mês, evolução de 34,36% em comparação aos R$ 2,2 bilhões arrecadados no mesmo período de 2009. O VGBL é um seguro de vida com caráter previdenciário por possuir cobertura por sobrevivência. O PGBL &#8211; produto de previdência adequado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda &#8211; por sua vez obteve arrecadação de R$ 430,8 milhões no período, alta de 87,79% na comparação com o mesmo mês de 2009 quando a captação foi de R$ 229,3 milhões.</p>
<p>Os Planos Tradicionais &#8211; que garantem atualização monetária, taxa de juros mais até 6% ao ano &#8211; apresentaram queda de 7,13% no período com captação de R$ 259,4 bilhões. Os demais produtos de previdência (FAPI, PRGP e VGRP) responderam pela arrecadação de R$ 1,1 milhão, queda de 14,49% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quanto foi captado R$ 1,3 milhão.</p>
<p>Os dados são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), entidade que reúne 65 seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar no país.</p>
<p>Fonte : (Redação &#8211; Agência IN)<br />
10:23 &#8211; 28/06/2010</p>
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		<title>Bradesco Vida e Previdência aumenta sua participação em Planos Empresariais no Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 02:16:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A receita dos planos empresariais da Bradesco Vida e Previdência no Estado do Amazonas registrou nos cinco primeiros meses deste ano um crescimento de 85%, atingindo R$ 10 milhões, segundo levantamento da empresa. Para se ter uma idéia do que isso representa, a receita total do mercado brasileiro de planos empresariais teve uma evolução de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>A receita dos planos empresariais da  Bradesco Vida e Previdência no Estado do Amazonas registrou nos cinco  primeiros meses deste ano um crescimento de 85%, atingindo R$ 10  milhões, segundo levantamento da empresa. Para se ter uma idéia do que  isso representa, a receita total do mercado brasileiro de planos  empresariais teve uma evolução de 29%, no mesmo período.</div>
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<div>
O crescimento é reflexo da forte  atuação da Bradesco Vida e Previdência no Estado junto às empresas de  pequeno, médio e grande porte.</p>
<p>Adriano Martins afirma que, em  termos de planos empresariais, a Bradesco Vida e Previdência contabiliza  atualmente em todo o Brasil cerca de 47,5 mil empresas participantes,  que representam cerca de 20% do faturamento da empresa.</p>
<p>No  Amazonas, são cerca de 800 empresas conveniadas. “Para ter e manter  profissionais de bom nível é preciso oferecer além de bons salários,  proteção à suas famílias”, esclarece, ressaltando que os planos de  previdência têm se tornado cada vez mais uma opção das empresas na  retenção de talentos, para enfrentarem um mercado altamente competitivo.</p>
<p>Segundo  ele, a cada concorrência de planos previdenciários, a Bradesco Vida e  Previdência aloca a sua equipe de especialistas com sólida experiência  na área para desenvolver uma proposta sob medida, atendendo a  características e especificidades de cada um, de acordo com suas  políticas de recursos humanos. &#8220;As empresas que têm planos de  previdência privada e seguros de vida no Amazonas, deve crescer  aceleradamente nos próximos anos&#8221;, revela. &#8220;O Amazonas tem crescido  muito acima da média nacional e a tendência é que empresas de todos os  setores passem a oferecer mais benefícios para seus colaboradores&#8221;,  afirma.</p>
<p>A Bradesco Vida e Previdência -</p>
<p>A Bradesco Vida e  Previdência é líder no mercado nacional, com carteira de investimentos  em previdência privada de R$ 69,3 bilhões em Abril/2010, correspondendo a  35,7% do de participação no mercado.</p>
<p>De janeiro a abril de 2010,  a arrecadação em planos de previdência privada em todo o Brasil superou  a marca de R$ 4,37 bilhões, sendo R$ 868 milhões referentes a planos  empresariais e R$ R$ 3,5 bilhões a planos individuais. Atualmente, há  mais de 2 milhões de participantes nos planos de Previdência Privada da  Bradesco Vida e Previdência, contingente que representa aproximadamente  27% dos participantes de todo o mercado.[2]</p>
<p>No segmento de  Seguros de Vida a empresa detém 16,75% de participação de mercado, tendo  arrecadado R$ 830 milhões de prêmios de Seguros de Vida e Acidentes  Pessoais de janeiro a abril de 2010. O mercado como um todo registrou R$  4,96 bilhões de prêmios no segmento, no mesmo período.</p></div>
<div>Fonte:Revista Fator</div>
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		<title>Aumento aos aposentados representará R$ 700 milhões a mais no País</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 02:13:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O aumento de 7,72% concedido aos aposentados  que recebem mais de um salário mínimo representará R$ 700 milhões a mais na economia brasileira. A afirmação é do ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, que ainda revela que o volume de recursos não deve influir na inflação nem provocar aumento do déficit da Previdência, já [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>O aumento de 7,72% concedido aos  aposentados  que recebem mais de um salário mínimo representará R$ 700  milhões a mais na economia brasileira.</div>
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<div>
A afirmação é do ministro da  Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, que ainda revela que o volume  de recursos não deve influir na inflação nem provocar aumento do déficit  da Previdência, já que a arrecadação está crescendo. “Isso vai ajudar  os aposentados e aposentadas. Não vai gerar inflação. Esses R$ 700  milhões não têm poder de gerar inflação, vai ajudar os aposentados no  seu dia a dia”.</p>
<p>Segundo informações da Agência Brasil, o ministro  disse que os aposentados que têm direito ao reajuste poderão sacar o  valor com o aumento em agosto.</p>
<p>O reajuste não será pago em junho,  reiterou Gabas, uma vez que o aumento foi aprovado no Congresso  Nacional quando a folha de pagamento já havia fechado.</p>
<p>Reajuste</p>
<p>O  reajuste de 7,72% para as aposentadorias acima de um salário mínimo foi  sancionado no 15 de junho pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De  acordo com a equipe do governo, a medida trará um impacto adicional de  R$ 1,6 bilhão aos cofres públicos em 2010.</p>
<p>Entretanto, o  presidente garantiu que não haverá redução em investimentos, mas em  custeio e em emendas parlamentares.</p></div>
<div>Fonte:Infomoney</div>
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		<title>Deficit da Previdência Social atinge R$ 2,589 bilhões em maio</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 02:07:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Previdência Social  registrou um deficit de R$ 2,5 bilhões em maio deste ano, puxado pelas contas no setor rural, que fecharam em R$ 3,327 bilhões negativos. O setor urbano, por sua vez, teve um resultado positivo de R$ 1,170 bilhão (sem considerar despesas com pagamento de sentenças judiciais e comprovação judiciária &#8211; Comprev). Na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>A Previdência Social  registrou um  deficit de R$ 2,5 bilhões em maio deste ano, puxado pelas contas no  setor rural, que fecharam em R$ 3,327 bilhões negativos. O setor urbano,  por sua vez, teve um resultado positivo de R$ 1,170 bilhão (sem  considerar despesas com pagamento de sentenças judiciais e comprovação  judiciária &#8211; Comprev).</div>
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<div>Na área urbana, a arrecadação   atingiu R$ 16,1 bilhões no quinto mês do ano &#8211; segundo maior valor da  serie histórica &#8211; ao apresentar crescimento de 1,1% frente a abril e de  10,1% frente a maio de 2009.</p>
<p>Os benefícios pagos na área urbana,  por sua vez, atingiram R$ 14,984  bilhões, valor 1% inferior ao de abril  e 6,1% maior que o do mesmo mês do ano passado, devido ao aumento do  salário mínimo de R$ 465 para R$ 510.</p>
<p>Área rural</p>
<p>A  arrecadação na área rural cresceu 6,9% na comparação com abril,  atingindo R$ 426,8 milhões. Frente a maio do ano passado, houve queda de  14,5%.</p>
<p>O pagamento de benefícios na área rural apresentou queda  de 1% frente ao quarto mês do ano e ficou em R$ 3,75 bilhões. Em maio do  ano passado, o valor havia sido de R$ 3,537 bilhões, o que remete a uma  alta de 6,1%.</p>
<p>A necessidade de financiamento na área rural ficou  2% abaixo da registrada em abril deste ano, de acordo com os dados do  RGPS (Regime Geral da Previdência Social).</p>
</div>
<div>Fonte:Infomoney</div>
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		<title>Previdência Social paga mais de 23 milhões de benefícios em maio</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 02:05:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Previdência Social pagou 23,797 milhões de benefícios em maio deste ano, incluindo os previdenciários e acidentários. Na comparação com o quinto mês de 2009, houve um crescimento de 3,2% no número de benefícios pagos, informou o ministério em balanço sobre o sistema divulgado nesta quarta-feira (23). Somente as aposentadorias somaram 15,271 milhões de benefícios, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Previdência Social  pagou 23,797 milhões de benefícios em maio deste ano, incluindo os previdenciários e acidentários. Na comparação com o quinto mês de 2009, houve um crescimento de 3,2% no número de benefícios pagos, informou o ministério em balanço sobre o sistema divulgado nesta quarta-feira (23).  Somente as aposentadorias somaram 15,271 milhões de benefícios, número 3,9% superior ao registrado em maio do ano passado.  Valores  O valor médio dos benefícios pagos pela Previdência nos cinco primeiros meses do ano foi de R$ 719,20, registrando crescimento de 32,9% em relação ao mesmo período de 2003.  Dos benefícios pagos em maio deste ano, 69,5% tinham valor de até um salário mínimo, o que representa 19 milhões de beneficiários diretos.  Na área urbana, 47,4% dos benefícios tinham valor de até um salário mínimo e foram pagos a 7,5 milhões de beneficiários diretos. Já na área rural, 99,3% dos benefícios pagos são de até um mínimo, número que corresponde a 8 milhões de beneficiários.</p>
<p>Fonte:Infomoney</p>
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