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	<title>Garra Seguros BH &#187; Seguro Condominio</title>
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		<title>Assembleia reduz em 44% valor do seguro predial</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 15:12:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A revisão de contratos administrativos da Assembleia Legislativa, coordenada pelo 1º secretário, deputado Plauto Miró (DEM), garantiu a redução de 44,67% no valor do seguro dos três prédios que abrigam o Poder Legislativo, em Curitiba. No pregão eletrônico n.° 003/2011, realizado no último dia 17, a Assembleia contratou o serviço por 12 meses a um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A revisão de contratos administrativos da Assembleia Legislativa, coordenada pelo 1º secretário, deputado Plauto Miró (DEM), garantiu a redução de 44,67% no valor do seguro dos três prédios que abrigam o Poder Legislativo, em Curitiba. No pregão eletrônico n.° 003/2011, realizado no último dia 17, a Assembleia contratou o serviço por 12 meses a um preço de R$ 43 mil, totalizando uma parcela mensal de R$ 3.583,33. Na contratação anterior, ocorrida em 4 de dezembro do ano passado, a Casa pagou R$ 19.425,62 por três meses de cobertura, o que resultou no valor mensal de R$ 6.475,21.<br />
Plauto Miró explica que a redução de gastos têm sido uma das prioridades da atual Mesa Executiva, que assumiu o comando da Assembleia no último dia 1º de fevereiro. “Estamos revisando todos os contratos mantidos pela Casa com fornecedores e prestadores de serviços. Os contratos vencidos estão sendo licitados e todos aqueles que ainda estão em vigor estão sendo renegociados.”<br />
Ordenador de despesas e responsável por um orçamento de R$ 324,4 milhões da Assembleia Legislativa, o deputado lembra que dos 36 contratos existentes na Casa, 18 estão vencidos, sendo que destes, dois foram extintos (prestação de serviços e materiais fotográficos). A Assembleia também economizará com o fim do pagamento de dois contratos que existiam para a remoção de lixo orgânico e que passa agora a ser feita pela Prefeitura de Curitiba.<br />
Entre os contratos ainda vigentes, que foram renegociados e resultaram em mais economia para a Assembleia, há ainda o da Copy-Fax Soluções. Pelo contrato, que ainda vencerá no próximo mês de setembro, a Casa pagava R$ 17.625,00 por mês para uma franquia de 375 mil fotocópias. Como a Assembleia não chega a utilizar tal quantidade, Plauto Miró negociou a redução da franquia, que passou para R$ 7.050,00, com limite de 150 mil cópias mensais.<br />
A abertura de um edital, no último dia 18, também garantirá a redução de custos com a compra de passagens aéreas e terrestres. O serviço passará a ser oferecido pela empresa Web Trip, com desconto de 6,55% sobre as tarifas. O contrato anterior, vencido no último mês de janeiro, era firmado com a empresa Trípoli, que oferecia um desconto de 1% sobre as tarifas e acabou sendo desclassificada no novo processo de licitação, por não atender exigências do edital.<br />
Segundo o 1º secretário, a Assembleia gastou em 2010, R$ 14 milhões com a contratação de serviços, valor que deve ser reduzido este ano . “Essa redução de valores ajudará na economia que a Assembleia pretende atingir. Nossa meta é devolver ao Poder Executivo todo o dinheiro que sobrar nos cofres da Casa. Esses recursos serão mais úteis ao Governo do Estado que poderá usá-los em projetos que atendam a população, principalmente nas áreas da saúde, educação e segurança”, diz.</p>
<p>Fonte: O Portal. PR</p>
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		<title>Seguro contra incêndio é obrigatório</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 21:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Secovi alerta que a medida prevista no Código Civil para condomínios é válida para sinistros e moradores devem aprovar contratação ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo 1.346, do novo Código Civil, estabelece a obrigatoriedade do  seguro em toda edificação (prédios e condomínios) contra o risco de  incêndio ou destruição, total ou parcial. A medida, mais que uma  determinação prevista em lei, é uma proteção para os moradores, uma vez  que a seguradora se responsabiliza financeiramente pelos danos  patrimoniais causados por algum imprevisto. Como a contratação do seguro  abrange toda a edificação, ela é válida também para partes comuns e  privativas. Assim, segundo o Secovi-SP (Sindicato da Habitação), outras  modalidades de seguro existentes na praça são facultativas.</p>
<p>O  Secovi esclarece também que, na apólice deve constar com clareza em que  condições será indenizado o condomínio ou o condômino em caso de  incêndio. O assessor jurídico do Secovi-SP, João Paulo Rossi Paschoal,  esclarece que o seguro cobre também a reconstrução das unidades  autônomas e, somente se o condômino quiser, poderá fazer um seguro  complementar para a sua unidade.</p>
<p>&#8220;O seguro é feito de forma  global e inclui as áreas comuns e os apartamentos&#8221;, reforça Paschoal.  Ele afirma que o artigo do Código Civil que trata deste tema entrou em  vigor em 2003 e veio disciplinar o assunto, de forma simples e objetiva.<br />
Caso o condomínio esteja em desacordo com a lei, o síndico irá  responder pelo não cumprimento da medida. Para Paschoal, isso  dificilmente acontece, pois nas assembleias feitas no início do ano,  quando são discutidos o orçamento e demais temas de importância, o  seguro contra incêndio é sempre colocado em pauta. &#8220;A medida deve passar  pela assembleia e, para aprová-la, basta maioria simples. Cabe aos  moradores fiscalizar se a medida está sendo cumprida sob pena de  destituir o síndico, se ela não estiver em vigor&#8221;, explica.</p>
<p>O  advogado Alexandre Rachkorsky lembra que, como a contratação do seguro é  responsabilidade do síndico, ele poderá responder civil e criminalmente  caso não o faça: &#8220;Sem o seguro contra incêndio, os próprios moradores  podem entrar na Justiça contra o síndico diante de uma incidência.&#8221;  Segundo Paschoal, uma dúvida frequente em relação ao rateio desta  despesa é se ela deve ser paga pelo proprietário ou inquilino. &#8220;Trata-se  de um gasto ordinário e deve ser pago pelo inquilino&#8221;, orienta.</p>
<p>Muitas  seguradoras acabam se aproveitando desta obrigatoriedade para vender  outros tipos de seguro. O alerta do Secovi é para que os condomínios  fiquem alertas, pois o seguro contra incêndio é o único obrigatório. &#8220;Os  demais são facultativos. O condomínio contrata se quiser&#8221;.</p>
<p>Rachkorsky  adverte para a necessidade e facilidade do serviço de proteção: &#8220;É um  investimento indispensável e relativamente barato considerando a  possibilidade de um sinistro&#8221;. Caso os moradores não queiram contratar o  seguro contra incêndio, o síndico deve se proteger legalmente  registrando em ata de assembleia a opção da maioria em favor da não  contratação.</p>
<p><strong>Segurança</strong><br />
No condomínio Parque  Residencial João XXIII, em César de Souza, em Mogi, além da  obrigatoriedade prevista no Código Civil, a medida faz parte da  Convenção do Regulamento Interno, na qual constam várias regras e normas  que devem ser cumpridas tanto pelos moradores quanto pelo síndico. Com  base nesta convenção, a contratação do seguro contra incêndio é aprovada  automaticamente.<br />
O administrador condominial do João XXIII, Marcio  Roberto da Silva, lembra que, além do seguro, o condomínio também possui  para-raios e faz a manutenção regular dos extintores de incêndio:  &#8220;Antes de tudo, está a segurança do condômino&#8221;. O condomínio João XXIII  possui 624 apartamentos e abriga quase 3.000 pessoas.</p>
<p>Fonte : <a href="http://www.moginews.com.br/materias/?ided=995&amp;idedito=36&amp;idmat=75674">MOGI NEWS</a></p>
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		<title>Síndico profissional ganha o mercado</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/sindico-profissional-ganha-o-mercado/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 18:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[O gerenciamento de todos os detalhes de prédios habitacionais ou comerciais passa a ter um novo perfil na capital federal. As exigências são tantas que há curso de graduação para o exercício da atividade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O síndico do prédio onde você mora ou trabalha é aquela pessoa conhecida  de todos, com paciência infinita e que sempre arranja tempo para mediar  conflitos e resolver pepinos? Pois saiba que essa figura deve deixar de  existir em um futuro não muito distante. Empresas que cuidam de  absolutamente todos os detalhes que envolvem o funcionamento de um  condomínio, da limpeza ao pagamento de contas, estão tomando conta do  mercado em todo o país. Em Brasília, existem pelo menos algumas dezenas  delas. Além disso, é cada vez mais comum a figura do síndico  profissional. Trata-se de alguém que não tem, necessariamente, um  vínculo com o prédio a ser gerenciado e assume a tarefa de cuidar de  toda a logística dele mediante uma comissão.</p>
<p>A profissionalização e a delegação da administração condominial são  coisas tão sérias que, este ano, o Centro Universitário do Distrito  Federal (UDF) criou a primeira graduação em gestão de condomínios de que  se tem notícia. Com duração de dois anos, o curso nasceu a pedido do  Sindicato dos Condomínios Comerciais e Residenciais do Distrito Federal  (Sindicondomínio-DF). Delegar a empresas alguns aspectos do  gerenciamento da vida condominial não é novidade. A existência de  empreendimentos especializados em cuidar da contabilidade, da vigilância  ou da limpeza de conjuntos habitacionais ou comerciais data de pelo  menos 30 anos.</p>
<p>No DF, há administradoras que estão há 20 anos no  mercado. A diferença do passado para hoje é que a atividade de  administrar um prédio ou conjunto de edificações, comerciais ou  residenciais, vem tornando-se cada vez mais complexa. Outro aspecto é  que o ritmo acelerado da vida moderna diminuiu o tempo disponível dos  condôminos para se dedicarem com afinco aos interesses dos vizinhos.  Tudo isso deu às empresas especializadas a oportunidade de ampliar o  leque de serviços oferecidos. Se antes cuidavam apenas das contas ou  somente da limpeza e manutenção, hoje vendem pacotes completos de  gerenciamento.</p>
<p>A nova situação também abriu caminho para o  entendimento de que o síndico precisa ser uma pessoa qualificada. “Hoje a  gente tem empreendimentos residenciais de dimensões gigantescas. No  Distrito Federal, por exemplo, Samambaia e Ceilândia têm complexos de  prédios com parque aquático, espaço gourmet, academia. A manutenção de  tudo isso por aquela pessoa leiga que tem um tempinho disponível é  impensável. E essa pessoa existe cada vez menos nos dias de hoje. Muitos  condomínios têm de lidar com o problema de que ninguém quer ser  síndico”, pondera o administrador de empresas Carlos Aguiar, contratado  para assumir as funções de síndico no centro de edifícios comerciais  Vital Brasil, na 910 Sul.</p>
<p>Aguiar ingressou por acaso no mercado  de síndicos profissionais. O administrador, que é dono de uma agência de  turismo, era locatário de um espaço no Vital Brasil há alguns anos.  Estava insatisfeito com o funcionamento das coisas e envolveu-se com a  administração do lugar. Fez cursos de capacitação oferecidos pelo  Sindicondomínio -DF e, por fim, já com seu negócio funcionando em outro  espaço, começou a desenvolver a atividade paralela de gestor predial  autônomo. Agora, planeja investir cada vez mais na nova carreira. Está  interessado em uma pós-graduação lato sensu em Facilities Management  (Gerenciamento de Facilidades, em tradução livre) oferecida pela  Universidade de São Paulo. “É um curso voltado para coisas mais amplas  do que a gestão de condomínios. Engloba a logística de hotéis, estádios  de futebol e até autoestradas”, explica.</p>
<p>Custos</p>
<p>Por seus serviços como gestor do Vital Brasil, Carlos Aguiar cobra R$  2,5 mil mensais. A taxa é o pro-labore do gestor condominial. “Faço  gerenciamento de contratos com empresa de limpeza, de manutenção, de  auditoria contábil. Estou sempre por perto e o trabalho é preventivo.  Tem manutenção periódica de tudo. É diferente do condomínio tradicional,  onde chama-se alguém para consertar depois que algo estraga. Uma das  minhas atribuições é manter o empreendimento valorizado”, afirma. O  administrador garante que, com a terceirização, a tendência é baratear e  não encarecer a taxa de condomínio. “Há otimização de recursos,  economia máxima e desperdício mínimo”, comenta.</p>
<p>Paulo César  Guimarães, diretor-geral da Elite Service Administradora de Condomínios,  confirma o que diz o gestor. A empresa de Guimarães gerencia 60  condomínios no DF, 90% deles residenciais.</p>
<p>Como Carlos Aguiar, a  empresa faz uma ponte entre os condôminos e empresas prestadoras de  serviço. De acordo com ele, o pacote via administradora sai cerca de 15%  mais barato do que se o síndico fechasse os contratos um a um. “A gente  faz todo o trabalho administrativo, o síndico acaba fazendo só a parte  social e de atendimento aos condôminos”, explica. A empresa cobra um  pro-labore que fica entre R$ 600 e R$ 2,5 mil dependendo do número de  unidades habitacionais e tamanho do edifício a ser administrado.</p>
<p>Fonte :<a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/07/17/cidades,i=202930/SINDICO+PROFISSIONAL+GANHA+O+MERCADO.shtml"> Correio Braziliense</a>, 17/07/2010</p>
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		<title>SAIBA MAIS SOBRE O SEGURO CONDOMÍNIO.</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/saiba-mais-sobre-o-seguro-condominio-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 20:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de motos]]></category>
		<category><![CDATA[seguros]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado de seguros se beneficia com o crescimento do setor imobiliário. Com a alta no número de apartamentos e casas vendidos, aumenta também a procura pelo seguro condomínio. Ele funciona de maneira simples: protege contra alguns incidentes, mediante cobrança normalmente dividida entre os moradores. De acordo com o Bradesco, que oferece o tipo de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de seguros se beneficia com o crescimento do setor   imobiliário. Com a alta no número de apartamentos e casas vendidos,   aumenta também a procura pelo seguro condomínio. Ele funciona de maneira   simples: protege contra alguns incidentes, mediante cobrança   normalmente dividida entre os moradores.</p>
<p>De acordo com o Bradesco, que oferece o tipo de produto, as  contratações  subiram 20,3% em 2007. No caso do HSBC, o crescimento gira  em torno de  6% ao ano. A demanda pelo tipo de seguro, no entanto,  tende a aumentar,  devido ao maior acesso da população à casa própria,  incentivada pela  concessão de crédito.</p>
<p>Por outro lado, o seguro não cresce a taxas tão altas porque  tornou-se  obrigatório desde 1964. &#8220;O síndico pode ser responsabilizado  civilmente,  se não o fizer&#8221;, explicou o diretor de ramos elementares e  transportes  da Porto Seguro, Adilson Neri Pereira.</p>
<p>Como funciona?</p>
<p>No caso do Bradesco, o seguro pode ser contratado por condomínios   residenciais, comerciais ou mistos e cobre desastres naturais, danos   elétricos, roubos, ruptura de tubulações, responsabilidade civil de   síndico e outros.</p>
<p>Já no HSBC, as principais coberturas são para roubo de valores,   desastres naturais (vendaval, raio e outros), quebra de vidros, etc.   Além das coberturas para o condomínio, existem as que protegem os   moradores: incêndio, furto qualificado, pagamento de aluguel e   responsabilidade social.</p>
<p>Quanto custa?</p>
<p>As variáveis que podem influenciar o valor do seguro condomínio são a   idade do conjunto de casas/apartamentos, o tipo de seguro (renovação  ou  novo) e de condomínio: residencial, escritórios ou consultório, além  de  comercial.</p>
<p>Para que o cliente tenha noção de preços, o Bradesco fez simulação  com  as seguintes coberturas: incêndio, queda de raio, explosões (de  unidades  autônomas ou não), responsabilidade civil do condomínio, danos   elétricos, desastres naturais (vendaval, granizo etc) e roubo de bens.  O  valor para o condomínio vertical é de R$ 1.954,86 e sobe para R$   2.384,38 para o condomínio horizontal.</p>
<p>No HSBC, a cobertura básica &#8211; danos elétricos, vidros/anúncios,   responsabilidade civil de portões automáticos, condomínio, síndico e   roubos &#8211; tem valor à vista de R$ 3.649,95 para condomínios horizontais   de 20 casas. Para os verticais, no mesmo padrão, o custo é de R$   2.986,45.</p>
<p>Os valores são diferenciados, mas é preciso analisar quais são as   coberturas, garantias e franquias de cada seguro, bem como as   necessidades do próprio condomínio. O valor pode parecer alto, mas é   dividido entre os moradores, o que faz com que o total pago caia   consideravelmente. O pagamento, normalmente, já é incluso no valor do   condomínio.</p>
<p>Contratação Para quem tem seguro de condomínio, dependendo do caso,  ainda é  interessante ter o residencial. De uma maneira geral, como a  cobertura  condominial se refere apenas à parte externa do conjunto  habitacional, é  importante contratar uma apólice para garantir proteção  aos bens que  ficam dentro da casa. Por exemplo: danos em  eletrodomésticos em caso de  descarga elétrica, ou de roubo.</p>
<p>Dessa maneira, a parte externa fica protegida pelo seguro coletivo e a   interna, por um próprio.</p>
<p>Fonte: InfoMoney</p>
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