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	<title>Garra Seguros BH &#187; Seguro no Mundo</title>
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		<title>Seguradora abre escritórios no Sumbe</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 18:39:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Empresa Nacional de Seguros e Resseguros de Angola (Ensa) inaugurou recentemente uma agência no Sumbe, num investimento global de 700 mil dólares, aplicados em obras de construção, aquisição de equipamento e formação do pessoal. O presidente do Conselho de Administração (PCA) da Ensa, Manuel Gonçalves, que se deslocou ao Kwanza-Sul para o acto de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Empresa Nacional de Seguros e Resseguros de Angola (Ensa) inaugurou recentemente uma agência no Sumbe, num investimento global de 700 mil dólares, aplicados em obras de construção, aquisição de equipamento e formação do pessoal.<br />
O presidente do Conselho de Administração (PCA) da Ensa, Manuel Gonçalves, que se deslocou ao Kwanza-Sul para o acto de inauguração, reconheceu o empenho da empresa executora da obra, bem como do apoio prestado pelo governo da província do Kwanza-Sul.<br />
Manuel Gonçalves anunciou, no acto de inauguração, que à semelhança de outras agências espalhadas pelo país, a do Sumbe vai disponibilizar 38 produtos de seguros patrimoniais e não patrimoniais, entre os quais se contam o seguro automóvel obrigatório de responsabilidade civil, de saúde, para empresas e outros, que protegem contra os riscos pessoais ou colectivos.<br />
Quanto aos desafios, resultantes da obrigatoriedade do seguro automóvel de responsabilidade civil, Manuel Gonçalves assegurou que a disponibilidade manifestada pelas 54 estações postais ao nível do país vai permitir que a empresa seguradora assuma a liderança do mercado no contexto nacional.<br />
“A Ensa continua apostada na melhoria dos seus serviços e, por isso, a nossa média de prestação situa-se na ordem dos 100 por cento. Vamos continuar a aumentar o nosso nível de organização, do ponto de vista das infra-estruturas e da contínua formação da componente humana, para que a sociedade sinta o impacto da nossa presença lá onde estivermos”, frisou.  O presidente do Conselho de Administração da Ensa declarou que os equipamentos modernos instalados na agência do Sumbe impulsionam a eficiência e proporcionam comunicação em tempo real entre a agência local e a estrutura central. Presente na cerimónia, o governador da província, Serafim do Prado, considerou a abertura da agência uma conquista, posto que dispõe de equipamentos modernos, estando, por isso, habilitada para responder aos desafios que o contexto actual da economia angolana impõe. Na oportunidade, o governador da província solicitou que a Ensa promova seminários sobre as vantagens do seguro junto das instituições públicas, privadas e pessoas singulares para uma  percepção mais clara sobre os vários produtos e a evolução desse mercado. A Ensa tem a nível do país 30 agências a funcionar em instalações próprias.</p>
<p>Fonte: Sapo.oo</p>
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		<title>Procura por seguros deve aumentar entre as famílias norte-americanas</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguro no Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa realizada pela MetLife revela que, embora o “sonho americano” esteja vivo em várias gerações, os norte-americanos estão substituindo a sua definição tradicional com um modelo menos projetado no coletivo e mais baseado em valores pessoais. A conclusão do estudo é que a procura por seguros deve aumentar na proporção em que a responsabilidade pela [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa realizada pela MetLife revela que, embora o “sonho americano” esteja vivo em várias gerações, os norte-americanos estão substituindo a sua definição tradicional com um modelo menos projetado no coletivo e mais baseado em valores pessoais. A conclusão do estudo é que a procura por seguros deve aumentar na proporção em que a responsabilidade pela segurança financeira da família passa a ser prioridade.</p>
<p>Para mais de 87% da população, as turbulências econômicas levaram a esta reavaliação das prioridades e provocaram a mudança de comportamento nos Estados Unidos. Eles estão menos materialistas e privilegiam seus vínculos pessoais em detrimento aos bens materiais.</p>
<p>Para conquistar o sonho americano, o dinheiro se tornou algo menos importante. Em 2011, a pesquisa mostrou que 74% dos entrevistados disseram ter tudo o que precisavam. Há dois anos este número era 53%.</p>
<p>Entre os nascidos entre 1965 e 1977, mais de 50% demonstraram preocupação com o modelo de vida sendo alcançado por todos os membros da sociedade e não por eles próprios. Já os integrantes da Geração Y (nascidos entre 1978 e 1993) têm se mostrado mais individualistas: 52% acreditam que o alcance do sonho americano é individual, contra 48% que concordam que alcançar esse mesmo sonho é uma oportunidade para todos os membros da sociedade.</p>
<p>Apenas a Geração X acredita que ter um teto é mais importante do que uma boa relação com a família e amigos. Já na Geração Y, 33% acreditam que bons amigos e família são essenciais e mais importantes do que ter uma casa.</p>
<p>Os americanos tentam superar o estilo de vida que tem, alcançarem maiores conquistas na vida e, por isso, acreditam trabalhar mais do que seus pais. Entre os Baby Boomers e a Geração X, 45% acreditam trabalhar mais do que os pais.</p>
<p>Com os entrevistados da Geração Y, o número sobe para 50%. Mesmo as novas tecnologias e “facilidades” do mundo moderno não tiram a carga de maiores jornadas de trabalho. Os entrevistados apontaram que os notebooks e smartphones fazem com que se prolongue a ligação do profissional com seu ambiente de trabalho.</p>
<p>Além disso, os americanos estão menos confiantes no gerenciamento da crise financeira por parte dos governos. E a população está assumindo para si a responsabilidade de garantir um futuro financeiro sem contar com a ajuda do governo.</p>
<p>De novembro de 2006 a outubro de 2011 o número de pessoas da Geração Y que não confiam tanto no governo subiu de 57% para 66%. Entre os Baby Boomers também houve aumento na busca pela independência e estabilidade financeira: saíram de 68% em 2006 para 72% este ano.</p>
<p>De setembro a outubro 2011, 2.420 pessoas responderam o Estudo MetLife 2011 do sonho americano. Esta é a quinta edição anual e está disponível para download no site da empresa.</p>
<p>Fonte: Segs.</p>
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		<title>Campanha da RSA Seguros anuncia vencedores do quarto trimestre</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro no Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Campanha de Incentivo Transporte Premiado 2011, criada pela RSA Seguros, uma das maiores em seguros para embarcadores(transporte nacional e internancional), já tem os ganhadores de outubro, novembro e dezembro. A Acrol Corretora de Seguros, a Corretora Exportsul e a Corretora Promove, respectivamente. A campanha concede um voucher para ser trocado por experiências incomuns, como, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Campanha de Incentivo Transporte Premiado 2011, criada pela RSA Seguros, uma das maiores em seguros para embarcadores(transporte nacional e internancional), já tem os ganhadores de outubro, novembro e dezembro. A Acrol Corretora de Seguros, a Corretora Exportsul e a Corretora Promove, respectivamente.</p>
<p>A campanha concede um voucher para ser trocado por experiências incomuns, como, por exemplo, voo de balão, mergulho e day SPA. A campanha, encerrada em dezembro, oferecerá às três corretoras com melhor desempenho em vendas uma viagem exclusiva ao Canadá. Até março serão anunciados os ganhadores que assistirão ao Grande Prêmio de Fórmula 1 de Montreal e que poderão visitar as Cataratas do Niágara, um dos principais pontos turísticos do país.</p>
<p>A campanha planeja incentivar as vendas de novos seguros de Transporte Nacional e Internacional, faz parte da estratégia de relacionamento com os parceiros da RSA Seguros e é direcionada exclusivamente a corretoras com foco em transportes de todo o Brasil, previamente cadastradas pela seguradora. Um hotsite disponível no site da RSA Seguros (http://www.rsaseguros.com.br/) disponibiliza informações adicionais sobre a campanha, como o regulamento e o ranking das corretoras.[3]</p>
<p>A RSA Seguros está entre os maiores grupos seguradores do mundo, com negócios em mais de 130 localidades e operações em 28 países.</p>
<p>Fonte: Segs</p>
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		<title>Crise provoca quebra de 28,7% na produção seguradora em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguro no Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta diminuição &#8220;deveu-se essencialmente&#8221; à quebra verificada no ramo Vida que foi penalizado pela actual crise económica. Em comunicado, o Instituto de Seguros de Portugal, sublinha que, em 2011, o volume da produção de seguro directo em Portugal atingiu os 11,6 mil milhões de euros, dos quais cerca de 92,3% diz respeito às empresas sob [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Esta diminuição &#8220;deveu-se essencialmente&#8221; à quebra verificada no ramo Vida que foi penalizado pela actual crise económica.<br />
Em comunicado, o Instituto de Seguros de Portugal, sublinha que, em 2011, o volume da produção de seguro directo em Portugal atingiu os 11,6 mil milhões de euros, dos quais cerca de 92,3% diz respeito às empresas sob supervisão deste Instituto, o que traduz um decréscimo de 28,7% face ao valor verificado em 2010.</p>
<p>Esta diminuição “deveu-se essencialmente à quebra verificada no ramo Vida (-38,1%), resultante em grande medida da actual crise económica e da influência negativa nesta área de negócio da redução dos incentivos fiscais à contratação de PPR, cuja produção decresceu 60% face a 2010”, explica a mesma fonte.</p>
<p>No que respeita à estrutura do mercado, verificou-se uma ligeira diminuição do número de empresas e, por ramos, “conclui-se que a evolução negativa que se registou no mercado segurador deveu-se essencialmente à quebra verificada no ramo Vida (38,1%), apesar da produção dos ramos Não Vida também ter registado uma variação negativa (1,6%), factos que contrariaram a evolução do último ano”.</p>
<p>Em 2011, o ramo Vida atingiu valores próximos dos verificados em 2004. “Este facto não só espelha a actual crise económica como também é justificado pelo esforço comercial de captação de poupanças pelo sector bancário por via de depósitos a prazo”, explica o comunicado.</p>
<p>A mesma fonte salienta ainda a” grande” redução do peso dos planos de poupança reforma (PPR), que em 2011 representaram cerca de 17% da produção do ramo Vida (26% em 2010), uma vez que a sua produção decresceu 60%, “fruto não só do anteriormente referido mas também da influência negativa neste sector da redução dos incentivos fiscais”.</p>
<p>CGD lidera no ramos Vida e Não Vida</p>
<p>Efectuando a análise das quotas de mercado do ramo Vida, por grupo económico, verifica-se, nos últimos três anos, o domínio dos grupos CGD e Millenniumbcp Ageas. O ISP salienta o facto de o grupo Santander ter apresentado um aumento da sua quota de mercado (mais de 5 pontos percentuais), em detrimento das quebras verificadas nos grupos Espírito Santo e BPI (8 e 5 pontos percentuais, respectivamente).</p>
<p>Relativamente aos ramos Não Vida, o Grupo CGD continua a assumir a liderança, “embora apresentando diminuições sucessivas na respectiva quota de mercado nos últimos anos. Os restantes grupos económicos mantiveram sensivelmente as mesmas quotas de mercado.</p>
<p>Fonte: Negóciosoline</p>
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		<title>Barclays lança primeiro seguro que paga a luz, a água e a escola dos seus filhos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 11:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguro no Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegou a Portugal o primeiro seguro de protecção de despesas pessoais. A partir de 9,76 euros por mês, esta apólice assegura o pagamento de parte das suas despesas correntes, como a água, a luz ou a escola dos seus filhos, em caso de desemprego ou doença. O Barclays anuncia o pagamento de montantes mensais de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou a Portugal o primeiro seguro de protecção de despesas pessoais. A partir de 9,76 euros por mês, esta apólice assegura o pagamento de parte das suas despesas correntes, como a água, a luz ou a escola dos seus filhos, em caso de desemprego ou doença. O Barclays anuncia o pagamento de montantes mensais de 250, 500 ou 750 euros consoante a cobertura contratada. No entanto estes valores não são líquidos: antes representam os montantes máximos que o seguro paga de modo a cobrir a diferença entre o subsídio de desemprego ou doença e o valor médio dos três últimos salários líquidos do tomador de seguro. Ou seja, se tiver um salário líquido de 1.000 euros e o subsídio de desemprego pagar 800 euros receberá a diferença, de 200 euros. Já se o subsídio de desemprego, ou doença, pagar 700 euros o seguro pagar-lhe-á 250 euros, já que este é o limite máximo de cobertura para um nível salarial de 1.000 euros.</p>
<p>A cobertura de 250 euros pode ser contratada independentemente do salário auferido, e tem um prémio correspondente de 9,76 euros mensais. Já a cobertura de 500 euros pode ser contratada por quem tenha um salário líquido igual ou acima de 1.250 euros, por 19,52 euros mensais. A cobertura máxima é de 750 euros, apenas disponível para rendimentos líquidos superiores a 3.000 euros, mediante o pagamento de um prémio mensal de 29,28 euros. Este seguro pode ser contratado por pessoas até 64 anos de idade, já que a idade limite de cobertura da apólice é de 65 anos, inclusive.</p>
<p>O seguro de protecção de despesas pessoais oferece uma garantia adicional em caso de ficar temporariamente impossibilitado de trabalhar. Pode ser activado em caso de incapacidade temporária, desemprego involuntário ou hospitalização e não requere a apresentação de facturas ou comprovativos de despesa. No entanto, poderá ter que esperar alguns meses até receber os primeiros pagamentos efectuados pela seguradora. Em caso de incapacidade temporária por doença ou desemprego involuntário terá de aguardar dois meses até receber o primeiro pagamento do seguro, o qual é realizado ao terceiro mês com retroactivos. Ou seja, ao terceiro mês recebe o montante total dos três primeiros meses. Trata-se da franquia do produto que, neste caso, é dada por um período temporal. Isto porque, de acordo com fonte do Barclays: &#8220;A situação de desemprego ou o estado de doença pode ser apenas algo temporário, de 15 dias ou um mês&#8221; e, portanto, nesse caso, não haverá lugar à activação do seguro. Já se a incapacidade do tomador do seguro se dever a uma situação de hospitalização, o período de franquia será de sete dias, não havendo lugar a franquia em caso de incapacidade temporária por acidente.</p>
<p>Além disso, este seguro tem ainda um período de carência de três meses &#8211; um mês em caso de doença, e sem carência em caso de acidente &#8211; o que significa que só poderá activá-lo três meses após a sua subscrição. O período máximo de pagamentos por sinistro é de cinco meses &#8211; um mês em caso de hospitalização &#8211; findos os quais, só poderá voltar a activar o seguro passados 12 meses, ou seis meses em caso de hospitalização. Segundo o Barclays, este é o primeiro seguro do género a ser comercializado em Portugal e surge precisamente numa altura em que aumentam os casos de desemprego em Portugal.</p>
<p>Fonte: Ecônomico.sapo.pt</p>
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		<title>Apólices mais caras</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 23:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguro no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[A destruição causada pelo tsunani no Japão e as enchentes no Sul e Sudeste do Brasil estão alterando riscos e planos ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial, Helvetica; font-size: x-small;"> A catástrofe que atingiu o Japão no último dia 11 poderá elevar os  preços das apólices de seguros que cobrem os grandes riscos, como obras  de aeroportos, rodovias, ferrovias e propriedades industriais. Essa é a  avaliação de alguns analistas de mercados que atuam nesse segmento.  Segundo eles, o aumento teria por objetivo recompor as perdas que as  grandes seguradoras e resseguradoras terão no Japão e, também,  precificar eventos semelhantes no futuro. Estima-se que os aumentos nos  preços de seguros em nível mundial poderão ficar, em média, entre 8% e  10%. Porém, quem está renovando as apólices neste início de ano já  sentiu que o plano ficou mais caro, pelo menos para alguns modelos e  marcas.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica; font-size: x-small;"><br />
E a recomposição de receita das companhias, todas ligadas às  multinacionais, irá atingir até o mato-grossense que tem como hábito  fazer o seguro do seu automóvel. Outro fator negativo, que o segmento  utiliza para justificar a alta, são as seguidas enchentes registradas no  Sul e Sudeste do Brasil. Todos vão pagar essa conta.</p>
<p>O gerente do Sindicato dos Corretores de Seguro de Mato Grosso (Sincor),  Edson Trombini, diz que ainda é cedo para falar em aumento nos preços  das apólices. “Por enquanto, o que há neste momento são especulações em  torno de um possível aumento devido à tragédia no Japão. Vamos esperar  para ver como o mercado se comportará nos próximos dias”. Apesar da  cautela de Trombini, pelos menos as perdas geradas com as enchentes já  encarecem as apólices para cobertura dos automóveis. Alguns planos  ficaram entre R$ 150 a R$ 200 mais caros em relação aos valores  calculados no ano passado.</p>
<p>Em Mato Grosso, são 15 empresas atuando no mercado de seguros e cerca de  650 corretores, entre pessoas físicas e jurídicas. “O que poderá  ocorrer é a inclusão de novos itens de sinistros nas apólices. Neste  caso, o aumento teria que ser compatível com as novas coberturas e o  pagamento de um prêmio maior”, afirmou Trombini. O seguro de automóvel é  o mais vendido no Estado.</p>
<p>Trombini lembrou que se vier a ocorrer um aumento nos preços do seguro  será para cobrir as indenizações às usinas, refinarias, estradas, casas e  carros destruídos pelo terremoto, seguido do tsunami. As estimativas  iniciais apontam que os prejuízos às segurados e resseguradoras podem  ter chegado a US$ 35 bilhões.</p>
<p>&#8220;Com os prejuízos, grandes seguradoras e resseguradoras terão impacto  negativo nos resultados, e o preço das apólices vai subir para as  empresas recuperarem essas perdas&#8221;, diz Antônio Trindade, diretor  executivo de seguros pessoas jurídicas da Itaú Seguros. O aumento dos  preços, segundo ele, ficará mais claro dentro de três meses, quando os  prejuízos no Japão estiverem melhor calculados pelas seguradoras.</p>
<p>O repasse para os preços terá influência também nas coberturas de  grandes riscos no Brasil. Em geral, são as mesmas resseguradoras que  garantem os riscos em todo o mundo. E são elas que terão perdas com a  catástrofe japonesa. Quando uma seguradora faz uma apólice de grande  risco e alto valor, a maior parte do risco é repassado às  resseguradoras. As maiores resseguradoras do mundo já sentiram os  efeitos da catástrofe.</p>
<p>SUSEP – A Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão vinculado  ao Ministério da Fazenda, não vê, em princípio, impacto imediato da  tragédia ocorrida no Japão sobre os mercados segurador e ressegurador  brasileiros. O diretor técnico da superintendência,  Alexandre Penner,  disse que, do mesmo modo, não vislumbra em curto prazo um movimento de  recálculo dos riscos pelas seguradoras em todo o mundo.</p>
<p>“Eles vão avaliar o risco e ver se o prêmio que se cobra hoje é  suficiente para fazer frente, por exemplo, a um risco nuclear”. Ele  explicou que cada sinistro de grandes proporções leva seguradoras e  resseguradoras a verificar quais são os efeitos do evento e se existe  alguma consequência que não tenha sido levada em conta anteriormente. De  uma forma geral, a maioria dos contratos de seguros exclui eventos  catastróficos ou desastres naturais. Mas existe atualmente uma demanda  dos segurados, em termos mundiais, para que se inclua esse tipo de  cobertura nas apólices.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica; font-size: x-small;">Fonte: Diário de Caiba. </span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O preço de fazer um seguro contra o incumprimento da dívida portuguesa está perto do máximo histórico fixado a 10 de Janeiro.</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/o-preco-de-fazer-um-seguro-contra-o-incumprimento-da-divida-portuguesa-esta-perto-do-maximo-historico-fixado-a-10-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 22:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguro no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.garraseguros.com.br/?p=1139</guid>
		<description><![CDATA[Ontem, o PEC IV apresentado pelo Executivo de José Sócrates foi chumbado no Parlamento pelos partidos da oposição, o que levou o primeiro-ministro a pedir a demissão ao Presidente da República, Cavaco Silva. Estes acontecimentos estão a acentuar a especulação de que Portugal acabará por precisar de uma intervenção da União Europeia e do Fundo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Ontem, o PEC IV apresentado pelo Executivo de José Sócrates foi chumbado no Parlamento pelos partidos da oposição, o que levou o primeiro-ministro a pedir a demissão ao Presidente da República, Cavaco Silva.</div>
<div id="_mcePaste">Estes acontecimentos estão a acentuar a especulação de que Portugal acabará por precisar de uma intervenção da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Um sentimento que leva os juros da dívida pública portuguesa a subirem novamente em todos os prazos.</div>
<div id="_mcePaste">A “yield” das Obrigações do Tesouro a cinco anos já renovou máximos desde a entrada de Portugal no Euro e situa-se nos 8,366%. Já os juros exigidos pelos investidores para comprarem dívida pública portuguesa a dez anos estão nos 7,711%.</div>
<div id="_mcePaste">Toda esta envolvente está também a fazer subir o preço de fazer um seguro contra incumprimento em dívida portuguesa. Os &#8220;credit default swaps&#8221; a cinco anos estão a subir 17,5 pontos para os 552 pontos, aproximando-se do máximo histórico de 555 pontos base, fixado em Janeiro, de acordo com os dados da CMA e citados pela Bloomberg.</div>
<p>Ontem, o PEC IV apresentado pelo Executivo de José Sócrates foi chumbado no Parlamento pelos partidos da oposição, o que levou o primeiro-ministro a pedir a demissão ao Presidente da República, Cavaco Silva.<br />
Estes acontecimentos estão a acentuar a especulação de que Portugal acabará por precisar de uma intervenção da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Um sentimento que leva os juros da dívida pública portuguesa a subirem novamente em todos os prazos.<br />
A “yield” das Obrigações do Tesouro a cinco anos já renovou máximos desde a entrada de Portugal no Euro e situa-se nos 8,366%. Já os juros exigidos pelos investidores para comprarem dívida pública portuguesa a dez anos estão nos 7,711%.<br />
Toda esta envolvente está também a fazer subir o preço de fazer um seguro contra incumprimento em dívida portuguesa. Os &#8220;credit default swaps&#8221; a cinco anos estão a subir 17,5 pontos para os 552 pontos, aproximando-se do máximo histórico de 555 pontos base, fixado em Janeiro, de acordo com os dados da CMA e citados pela Bloomberg.</p>
<p>Fonte: NEGOCIOS ONLINE</p>
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		<title>O custo de fazer um seguro contra incumprimento em dívida nacional está muito próximo do máximo histórico, e nunca foi tão superior o risco atribuído a Portugal em relação a Espanha.</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:41:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo a consultora Markit, o custo dos “credit default swaps” (CDS) sobre dívida portuguesa a cinco anos disparou esta sexta-feira para os 550 pontos base, um resultado dos cortes de “rating” e das notícias de que a LCH Clearnet, uma câmara de compensação e liquidação, vai deixar de aceitar dívida portuguesa como colateral na negociação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a consultora Markit, o custo dos “credit default swaps” (CDS) sobre dívida portuguesa a cinco anos disparou esta sexta-feira para os 550 pontos base, um resultado dos cortes de “rating” e das notícias de que a LCH Clearnet, uma câmara de compensação e liquidação, vai deixar de aceitar dívida portuguesa como colateral na negociação de alguns cabazes de produtos financeiros.</p>
<p>Os CDS de Portugal estavam ontem nos 530 pontos base. Há pouco, tinham subido para os 550 pontos base, muito pouco abaixo dos 556 pontos base, tocado em 10 de Janeiro.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os CDS de Espanha sobem apenas cinco pontos base, para 225 pontos base. Ou seja, há um “spread” de risco de 325 pontos base, um recorde.</p>
<p>Entretanto, as taxas de juro da dívida portuguesa continuam a subir em todas as maturidades e já atingiram um novo máximo na taxa a cinco anos, que superou os 8,5%. As “yields” das Obrigações do Tesouro a cinco anos tocaram nos 8,506% mas seguem agora nos 8,471% a subir 26 pontos base, de acordo com os preços genéricos da Bloomberg.</p>
<p>Os investidores estão a pedir mais juros no mercado secundário para deterem dívida portuguesa em vez de obrigações de outras nações. Na maturidade a dez anos, a taxa atingiu os 7,799%, a apenas 0,1 ponto base dos 7,8%, embora agora estejam a ser pedidos 7,77%, uma valorização de 11 pontos base.</p>
<p>Fonte: NEGOCIOS  ONLINE</p>
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		<title>Diretores de escolas fazem seguros contra eventuais processos judiciais</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguro no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Os diretores das escolas estão a fazer seguros de responsabilidade civil para se precaverem contra processos judiciais. Como a lei prevê que respondam com os seus bens por todas as decisões que tomam, muitos não querem correr riscos. «Vamos pagar 250 euros por ano, para ficarmos com uma cobertura até 50 mil euros», explica Adalmiro [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os diretores das escolas estão a fazer seguros de responsabilidade civil para se precaverem contra processos judiciais. Como a lei prevê que respondam com os seus bens por todas as decisões que tomam, muitos não querem correr riscos.</p>
<p>«Vamos pagar 250 euros por ano, para ficarmos com uma cobertura até 50 mil euros», explica Adalmiro Fonseca, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), que garante ter já «dezenas de directores interessados em aderir» ao acordo que fez com uma seguradora.</p>
<p>Mas foi preciso ir a Espanha para conseguir este seguro. «Ninguém em Portugal aceita fazer um seguro de responsabilidade civil a funcionários públicos», garante Adalmiro Fonseca, que diz ter corrido todas as empresas nacionais.</p>
<p>Pedido de indemnização de 20 mil euros</p>
<p>A ideia surgiu depois de uma reunião da ANDAEP há duas semanas, quando os directores começaram a reflectir sobre os riscos a que estão sujeitos.</p>
<p>Mas Adalmiro Fonseca já passou na sua escola por uma situação que o fez perceber a importância de um seguro. «Fiz um concurso para pôr uma máquina de venda de água na escola, mas tive de a mandar tirar porque a empresa estava a usá-la para vender gomas e batatas fritas». Descontente, a dona da empresa interpôs um processo para reclamar uma indemnização de vinte mil euros. «O tribunal acabou por acusá-la de litigância de má-fé, mas entretanto tive de arranjar advogado e perder dias em audiências», conta o director da Escola Secundária de Oliveira do Douro, em Gaia.</p>
<p>Adalmiro Fonseca teme, contudo, que os processos contra directores possam multiplicar-se graças às exigências geradas pelo regime de contratação aplicado às escolas. «Durante algum tempo, não usámos a Central de Compras do Estado, porque ainda não havia empresas indicadas para fornecer certos produtos. E podemos ter cometido ilegalidades», admite o dirigente da ANDAEP, que diz estar a pedir pareceres jurídicos antes de tomar decisões sobre compras.</p>
<p>«Não tenho dinheiro para uma fotocopiadora, nem posso fazer leasing, mas também não sei se posso fazer um acordo com uma empresa para pagar por fotocópia», diz o director que já pediu um parecer sobre o caso.</p>
<p>Mais chairman que docente</p>
<p>«Não tivemos formação e não somos juristas», afirma a directora do Agrupamento de Escolas do Monte de Caparica, Inês de Castro, que se queixa da complexidade das regras a que tem de obedecer para comprar papel, lápis e mercearias para a cantina. «Dirijo a escola há 22 anos e nunca foi tão difícil. Sou quase chairman de uma empresa», desabafa.</p>
<p>Com 1.230 alunos para gerir, o seu orçamento está, porém, longe de ser o de uma grande empresa. «No ano passado, recebemos 90 mil euros. Mas muitas das despesas têm de ser pagas com as receitas do bar ou com ofertas de empresas», conta Inês de Castro, lembrando que cerca de «60 a 70% do dinheiro que vem do Estado é para pagar água, luz, gás, telefones e manutenção dos edifícios».</p>
<p>Na Escola Secundária de Mogadouro, Trás-os-Montes, José Maria Preto fala sobre as dificuldades do novo sistema de compras, que obriga as empresas onde as escolas se fornecem a estarem registadas num site oficial: «Em Mogadouro só há um padeiro. Foi preciso andar atrás dele meses, para o convencer a pagar 300 euros para se registar». Enquanto isso, teve de comprar pão «de forma ilegal, porque a escola não pode parar».</p>
<p>No caso dos produtos para a cantina, os fornecedores locais continuam a poder ser contratados para abastecer as escolas, mas papel, material de escritório e produtos de limpeza, por exemplo, têm de ser adquiridos através da Central de Compras. O resultado é, nas palavras de Inês de Castro, «um duro golpe para o comércio local». Adalmiro Fonseca acrescenta outros problemas: «Nem sempre os produtos são mais baratos do que aqueles que comprávamos directamente. E muitas vezes a qualidade é fraca».</p>
<p>Pagar 800 euros por formação</p>
<p>Paula Sinde, directora da Escola Secundária de Valongo, também tem razões de queixa da Central de Compras do Estado. «Os produtos de higiene e limpeza vieram com grandes atrasos e é complicado estar à espera de coisas de que precisamos muito».</p>
<p>Mas a maior reclamação de Paula Sinde vem da dificuldade em perceber como funciona o sistema: «Nem nós nem os nossos funcionários tivemos formação para usar as plataformas informáticas ou para fazer um caderno de encargos».</p>
<p>José Maria Preto conta mesmo que a única possibilidade de formação de que teve conhecimento foi a oferecida pela Construlink, a empresa que gere o site onde têm de ser registados os convites a empresas e ajustes directos. «E o curso custava 800 euros». Desencantado com as dificuldades de gerir uma escola, José Maria Preto diz que no final do seu mandato vai ter de «pensar se vale a pena continuar». E Adalmiro Fonseca deixa um desabafo: «Devo ser muito parvo para me sujeitar a isto tudo por mais cem euros por mês e depois de me terem tirado os adjuntos que me davam algum apoio».</p>
<p>margarida.davim@sol.pt</p>
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		<title>Allianz na Formula 1</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 15:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Assistencia 24 Horas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Outros Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Automovel]]></category>
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		<description><![CDATA[Entrevista de Ariane Landim, executiva de marketing da Allianz no Brasi, à  Revista Voce S/A A Fórmula 1 e o seguro O circo já está todo pronto para o Grande Prêmio de Fórmula 1 no Brasil. Dia 6 temos treinos e dia 7 a grande corrida. Tantas emoções. A prova poderá definir o campeão mundial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista de Ariane Landim, executiva de marketing da Allianz no Brasi, à  Revista Voce S/A</p>
<div>
<h2>A Fórmula 1 e o seguro</h2>
</div>
<p>O circo já está todo pronto para o Grande Prêmio de Fórmula 1 no  Brasil. Dia 6 temos treinos e dia 7 a grande corrida. Tantas emoções. A  prova poderá definir o campeão mundial de Fórmula 1 de 2010. E tantos  riscos. São 150 mil pessoas entre sexta-feira e domingo. Pilotos a uma  velocidade próxima a 300 quilômetros por hora. Mais de 850 toneladas de  equipamentos 3 mil toneladas de arquibancadas. E tudo tem de estar  desmontado logo após o fim da corrida para seguir para os Emirados  Árabes, onde acontecerá a próxima disputa.</p>
<p>Por isso, o principal evento automobilístico é um ambiente propício  para as seguradoras aprenderem e ensinarem sobre gerenciamento de risco  para que tudo dê certo nesse grande show. A alemã Allianz tem o seu nome  estampado em várias partes do circuito. “Desde 2000 patrocinamos a F-1,  quando começou a parceria com a  AT&amp;T Williams F1 e em 2007, a  Allianz  tornou-se parceira mundial oficial da Fórmula 1, com maior foco  em segurança”, diz Ariane Landim, executiva de marketing do grupo no  Brasil. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao  blog SEGURO SA.</p>
<p><em>Blog Seguro S/A</em>: Qual a relação entre seguro e Fórmula-1?<br />
<em>Ariana Landim</em>: A Fórmula 1 é a categoria máxima do  automobilismo mundial. É uma categoria de alta performance e ao mesmo  tempo, muito segura. Os carros chegam a mais de 300 km por hora e mesmo  assim a taxa de acidentes é baixa e quando eles acontecem, os pilotos  quase sempre não sofrem ferimento graves. A F1 é uma grande pista de  teste para equipamentos de segurança que depois são adotados pela  indústria automobilística em geral. Ou seja, tem tudo a ver com o  seguro, pois o conhecimento gerado nas pistas é de alguma forma  incorporado nas ruas, e ajuda a prevenir e minimizar sinistros, ou  acidentes. Vejamos o exemplo dos cintos de segurança, o uso de áreas de  escape nos traçados, etc.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Por que a Allianz apoia a Fórmula-1?<br />
<em>A.L.</em>: Acreditamos que esse esporte seja uma das maneiras mais  efetivas de atrair atenção para o assunto da segurança nas estradas e no  trânsito, e contribuir para modificar o comportamento dos motoristas em  escala global. A F1 acontece em 20 países e tem uma audiência global.  Ou seja, é uma grande vitrine pra esse tema. Afinal, temos 50 milhões de  motoristas segurados em todo o mundo e consideramos a Fórmula 1 a  plataforma ideal para comunicarmos a importância da segurança  automotiva.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Mas a proposta vai além do marketing, acredito.<br />
<em>A.L.: </em>Sim. Para se ter uma idéia, nas estradas brasileiras, a  cada 25 acidentes uma pessoa morre, segundo dados da Polícia Rodoviária  Federal. – Mas esse não é um problema do país. Por dia, mais de 3 mil  pessoas morrem no mundo em acidentes automotivos e, para especialistas  no assunto, as estatísticas tendem a se agravar se não houver uma  conscientização do quanto é necessário priorizar a segurança nas  estradas e nas vias públicas. Como somos do mercado segurador,  convivemos diariamente com os índices de acidentes automobilísticos. Por  este motivo, não é possível adotar uma postura passiva e a maneira como  a F1 gerencia o risco traduz perfeitamente a proposta da Allianz.</p>
<p><em>S.S/A</em>: Há quanto tempo a Allianz se dedica a prevenir riscos?<br />
<em>A.L.</em>: A Allianz faz pesquisa de prevenção de riscos há mais de  70 anos, no seu Centro de Tecnologia Allianz. Ao criar a Divisão  Automotiva do Centro em 1971, o Grupo Allianz passou a ter um foco ainda  maior na parte de acidentes automotivos. Essas pesquisas e testes visam  a auxiliar a indústria automobilística a detectar possíveis falhas a  fim de aprimorar os itens de segurança dos veículos.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Mas este centro está ligado a F-1?<br />
<em> A.L.</em>: Há compartilhamento de informações entre a F1 e o nosso  Centro de Tecnologia. As pesquisas desse Centro são compartilhadas  também com as subsidiárias como o Brasil e nosso próximo passo será  intensificar essa relação a fim de contribuir de forma mais efetiva com a  segurança dos mais de 750 mil segurados Allianz Auto em todo o  território nacional e com a sociedade brasileira em geral.</p>
<p><em>S. S/A</em>: O que temos de novo em 2010?<br />
<em>A.L.</em>: Em 2010, mais uma ação de visibilidade voltada para o  tema da segurança foi implementada. A partir do GP de Cingapura, O  safety car e os veículos de socorro médico passam a ter a marca da  Allianz, reforçando ainda mais a nossa relação com a prevenção de  riscos.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Que tipo de seguros são contratados?<br />
<em>A.L.</em>: Uma das coberturas mais comuns na área de grandes eventos  é a de Responsabilidade Civil (RC) que, em geral, cobre danos materiais  e corporais. No caso da Fórmula 1 há os seguros diretos: as coberturas  incluem o “no show”, essa apólice cobre os custos, despesas e a perda de  lucro caso um evento seja cancelado ou adiado por conta de uma  ocorrência que fuja do controle dos organizadores. Além de danos  causados aos equipamentos da corrida, responsabilidade civil,  danos a  terceiros e acidentes pessoais.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Quem contrata os seguros?<br />
<em>A.L.</em>: Os seguros são contratados pelos agentes organizadores e  participantes dos eventos: organizações esportivas globais (como a  Federação Internacional de Automobilismo), comitês organizadores locais,  emissoras de TV, patrocinadores, contratantes de merchadising,  companhias de viagens, hotéis, entre outros. Também estão disponíveis os  seguros indiretos: além das coberturas de cancelamento e  responsabilidade civil, são contratadas várias outras apólices, como de  responsabilidade civil de administradores (D&amp;O), patrimonial, seguro  de equipamentos e de transportes.</p>
<p><em>S. S/A</em>: Se um piloto morrer tem seguro?<br />
<em>A.L.</em>: Sim, há o seguro de vida do piloto.</p>
<p><em>S. S/A</em>: E se um pneu da Ferrari voar na arquibancada e machucar alguém?<br />
<em>A.L.</em>: É acionado o seguro de responsabilidade civil contratado pelo próprio evento.</p>
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