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	<title>Garra Seguros BH &#187; Seguro Residencial</title>
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	<description>Seguros é o nosso forte</description>
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		<title>Apenas 10% das casas têm seguro</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Bradesco Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Residencial]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando um consumidor compra um carro zero quilômetro, uma das primeiras providências adotadas é contratar um seguro para o novo bem. Quando adquire uma casa, entretanto, raramente procura proteger seu patrimônio. Trata-se de uma cultura que leva, atualmente, a apenas 10% das residências brasileiras serem cobertas por seguros, uma estatística que também corresponde à realidade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um consumidor compra um carro zero quilômetro, uma das primeiras providências adotadas é contratar um seguro para o novo bem. Quando adquire uma casa, entretanto, raramente procura proteger seu patrimônio. Trata-se de uma cultura que leva, atualmente, a apenas 10% das residências brasileiras serem cobertas por seguros, uma estatística que também corresponde à realidade de Bauru.</p>
<p>Em contrapartida, a proporção de veículos novos segurados chega a 80%, segundo informações do presidente do Grupo Bradesco Seguros e vice-presidente executivo do Banco Bradesco, Marco Antonio Rossi, e do presidente da Bradesco Auto/RE, Ricardo Saad, que estiveram ontem na cidade para inaugurar a nova sede da sucursal da Bradesco Auto/RE (automóvel e ramos elementares), especializada na operação de seguros de veículos, residências e empresas.</p>
<p>Este pequeno percentual de casas protegidas faz do mercado imobiliário um enorme nicho ainda a ser explorado pelo ramo de seguros, conforme avalia Rossi. “As pessoas estão comprando casas como nunca. Antes, sem ter o bem para proteger, obviamente não iriam contratar o seguro. Estamos vivenciando um novo momento e o ramo de seguros deverá ‘surfar’ nesta onda”, afirma.</p>
<p>Além da paixão do brasileiro por carro, Saad credita o volume muito maior de seguros veiculares &#8211; em detrimento do residencial &#8211; ao surgimento da chamada nova classe média e às facilidades de acesso ao crédito. “Hoje, é possível comprar um automóvel em 60 meses, a taxas de juros muito baixas. Quando conseguem comprar, as pessoas tem uma tendência a querer proteger aquele objeto de desejo”, pondera.</p>
<p>Esta mesma necessidade, avalia Saad, também deverá se desenvolver futuramente nas famílias destas classes econômicas em ascensão. “Daqui a cinco anos, esperamos que 20% das residências já tenham seguro. Quando a população passa a ter exemplos na comunidade de pessoas que foram beneficiadas pelo serviço, desperta a consciência sobre a importância de ter seus bens repostos em caso de uma catástrofe, por exemplo, e aquela garantia se torna uma prioridade”, detalha.</p>
<p>Fenômeno</p>
<p>Segundo Rossi, o Brasil &#8211; que já é a sexta economia mundial, segundo o instituto britânico CEBR (Centro de Pesquisas para Economia e Negócios, em inglês) &#8211; ainda ocupa a 22ª colocação em consumo de seguros. Esta distância, ele acredita, deverá ser corrigida nos próximos anos, quando o país deverá assistir a um fenômeno já verificado em outras localidades, como Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido.</p>
<p>“Primeiramente, a população adquire a capacidade de comprar bens. Depois, adquire capacidade para poupar e, em seguida, conscientiza-se sobre a necessidade de proteger seu patrimônio. O seguro acompanha este ciclo”, frisa, destacando que a estimativa de crescimento do setor é de 20% para este ano.</p>
<p>E o Interior do Estado, como segundo mercado consumidor do Brasil &#8211; atrás apenas da região metropolitana de São Paulo, deverá ter papel fundamental nesta transformação, segundo avalia Rossi. “O Estado de São Paulo tem uma consciência maior sobre a necessidade do seguro e responde, sozinho, por mais de 40% das receitas do Bradesco Seguros. E o Interior tem uma importância enorme neste resultado”, diz ele, com conhecimento de causa, já que começou sua carreira no ramo de seguros em Bariri (56 quilômetros de Bauru).</p>
<p>Diante do crescimento da demanda, ele frisa que a quantidade tanto de escritórios e sucursais de seguros foi ampliada significativamente nos últimos anos. Além de residências, empresas comerciais de todos os portes e indústrias podem usufruir do mesmo tipo de cobertura. Até mesmo mercadorias transportadas por empresas também contam com a garantia do seguro, um serviço importante para uma cidade como Bauru, privilegiada por sua localização geográfica estratégica dentro do Estado.</p>
<p>Mito</p>
<p>Segundo o presidente da Bradesco Auto/RE, Ricardo Saad, é um mito a crença de que o seguro residencial é um serviço caro. Para a cobertura contra incêndio, raio e explosão, ele explica que a apólice pode ser contratada a uma taxa básica de 0,10.</p>
<p>“Significa que o proprietário de uma casa no valor de R$ 100 mil pagará R$ 10,00 ao ano para proteger seu patrimônio. Depois, o segurado pode acrescentar outras coberturas, como incêndio e roubo, de acordo com sua necessidade”, observa.</p>
<p>O mito, segundo ele, existe porque as pessoas ainda associam o valor do seguro residencial ao quanto pagam para proteger seu automóvel. “Mas os critérios considerados para a formação do preço de um e de outro é totalmente diferente”, acrescenta. Microempresas, ele diz, desembolsam a partir de R$ 400,00 por ano para contratar o mesmo tipo de serviço.</p>
<p>Nova sucursal</p>
<p>Especializada na operação de seguros de automóveis, residências e empresas, a nova sede da sucursal de Bauru da Bradesco Auto/RE está localizada na avenida Duque de Caxias, 7-60. Com 430 metros quadrados de construção, conta com 10 funcionários e atende mais de 100 empresas corretoras da região. O prédio contempla os conceitos de acessibilidade e ergonomia e abriga mais vagas de estacionamento para clientes, auditório para reuniões ou cursos a serem ministrados aos corretores.</p>
<p>Fonte: Jornal Cidade.</p>
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		<title>Saiba tudo sobre seguro residencial</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/saiba-tudo-sobre-seguro-residencial/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 22:48:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguro Residencial]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Na esteira do crescimento econômico do País, o setor de seguros alcança importantes resultados, como o faturamento de R$8,479 bilhões em janeiro, 22,3% a mais do que no mesmo período de 2010. No mercado segurador, é unânime a percepção de que o equilíbrio da economia traça o cenário perfeito para a expansão dos negócios nos próximos anos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Neste contexto, os seguros residenciais estão entre os destaques. O desempenho deste segmento ano passado foi 22,65% superior ao de 2009, demonstrando que o brasileiro reconhece cada vez mais a importância do produto que se revela uma importante oportunidade de ganhos para os profissionais e empresas do setor.</div>
<div id="_mcePaste">Todo seguro residencial possui uma garantia básica, que cobre prejuízos provocados por incêndio, queda de raio e explosão. A partir daí, existem outros tipos de coberturas, que podem ser contratadas visando proteger o imóvel contra outros riscos. Dependendo da seguradora, os clientes também têm à disposição uma série de serviços que podem ser concedidos ou contratados.</div>
<div id="_mcePaste">Embora seja um produto de baixo custo, o preço deixou de ser o único fator de competição entre as empresas. Para vencer a concorrência e atrair o consumidor, as seguradoras se esmeram na oferta de serviços complementares como limpeza de caixas d´água, conserto de telhado, faxineira, bombeiro, entre outros. O mercado oferece produtos com características diferenciadas, que vão da variedade de coberturas até a exclusão de riscos, como o seguro para casas de madeira.[2]</div>
<div id="_mcePaste">Mas, quais são os tipos de apólice que existem? Quais são as principais coberturas? Como é calculado o valor do prêmio? Tire estas e outras dúvidas sobre seguro residencial no site www.tudosobreseguros.org.br.</div>
<p>Neste contexto, os seguros residenciais estão entre os destaques. O desempenho deste segmento ano passado foi 22,65% superior ao de 2009, demonstrando que o brasileiro reconhece cada vez mais a importância do produto que se revela uma importante oportunidade de ganhos para os profissionais e empresas do setor.<br />
Todo seguro residencial possui uma garantia básica, que cobre prejuízos provocados por incêndio, queda de raio e explosão. A partir daí, existem outros tipos de coberturas, que podem ser contratadas visando proteger o imóvel contra outros riscos. Dependendo da seguradora, os clientes também têm à disposição uma série de serviços que podem ser concedidos ou contratados.<br />
Embora seja um produto de baixo custo, o preço deixou de ser o único fator de competição entre as empresas. Para vencer a concorrência e atrair o consumidor, as seguradoras se esmeram na oferta de serviços complementares como limpeza de caixas d´água, conserto de telhado, faxineira, bombeiro, entre outros. O mercado oferece produtos com características diferenciadas, que vão da variedade de coberturas até a exclusão de riscos, como o seguro para casas de madeira.[2]<br />
Mas, quais são os tipos de apólice que existem? Quais são as principais coberturas? Como é calculado o valor do prêmio? Tire estas e outras dúvidas sobre seguro residencial no site www.tudosobreseguros.org.br.</p>
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		<title>Otimismo do mercado imobiliário reflete nos seguros residenciais</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/otimismo-do-mercado-imobiliario-reflete-nos-seguros-residenciais/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 13:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguro Residencial]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[O segmento de seguros residenciais no Brasil cresceu 19% até agosto deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O bom momento do setor imobiliário e a conscientização da necessidade da contratação deste serviço apontam para um cenário ainda]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O  seguro residencial, que ga­­­­ran­­­te ressarcimento financeiro em  casos de danos acidentais ao patrimônio, não é muito comum aos  brasileiros. O diretor da SulAmérica Seguros e Previdência, Alexandre  Vilardi, diz que o mercado vem apresentando uma performance  significativa de crescimento, mas ainda aquém de seu potencial. Segundo  dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão vinculado  ao Ministério da Fazenda responsável pelo controle e fiscalização dos  mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e  resseguro, o Brasil alcançou a marca de 699 milhões de seguros  residenciais até o mês de agosto deste ano, o que representa um  crescimento de 19% em relação ao mesmo período do ano passado. No  Paraná, o número passou de 41,2 milhões para 49,6 milhões, o que  corresponde a um crescimento superior a 20%.</p>
<p>“Daqui  a quatro ou cinco anos a porcentagem de crescimento deve dobrar de  tamanho, pela combinação de uma série de fatores, como investimentos no  setor imobiliário, preocupação da população em geral com as condições  climáticas e também por uma questão cultural do consumidor”, aponta  Vilardi. Segundo ele, um erro comum é fazer analogia do seguro  imobiliário com o seguro do automóvel, comparando o valor total de cada  bem, e por isso achar que pode custar até quatro vezes mais caro que o  do carro, quando na verdade obedece a outro patamar de valores e acaba  saindo bem mais barato.</p>
<p>Marcelo Santana, coordenador de ramos elementares da Porto Seguro,  acredita que essa é uma cultura que vem sendo construída aos poucos. “A  maioria das pessoas não se preocupa com isso, apenas de 10% a 15% das  residências estão seguradas.”</p>
<p>A principal preocupação da autônoma Vanessa Baldon, que tem o seguro  há três anos, é com relação à segurança contra roubo. “É uma garantia  até para poder viajar com mais tranquilidade. Há algumas semanas pensei  em cancelar o seguro, mas ainda bem que não cancelei, porque tentaram  entrar na minha casa. Se tivessem conseguido roubar alguma coisa, seria  um prejuízo, mas pelo menos teríamos um ressarcimento. Mas também me  preocupo com a possibilidade de incêndio e até vendaval. São situações  que não podem ser previstas ou controladas, e com o seguro me sinto mais  protegida. Não considero um valor alto, pelos benefícios que oferece.”</p>
<p>O proprietário do imóvel pode optar por um pacote ou apenas a  cobertura de um risco específico, como o roubo. “As seguradoras não  podem fazer o seguro diretamente, esse é o papel do corretor. Ele  conhece os produtos oferecidos no mercado, tem competência para  identificar as necessidades do contratante e pode esclarecer quais são  as coberturas mais indicadas. Assim o morador só contrata o que vai  utilizar. Pode até excluir uma indenização por alagamento, por exemplo,  se considera que a área em que reside não oferece esse risco”, explica o  advogado Adilson Neri Pereira, que atua na área de seguros há 35 anos.</p>
<p><strong>Tipos de cobertura</strong></p>
<p>Os planos podem mudar conforme a seguradora, mas o principal, chamado  de cobertura básica, abrange danos materiais causados por incêndio,  explosão e fumaça. Entre as coberturas opcionais estão a de danos  elétricos, que garante cobertura aos problemas causados às instalações e  aparelhos eletrônicos em função de variação anormal de eletricidade;  vendaval, ciclone, tornado, furacão e granizo; roubo ou furto  qualificado; quebra de vidros que integrem a construção, como box,  espelhos planos e tampos de mesa; e despesas com aluguel, caso o imóvel  não possa ser ocupado em decorrência de sinistros da cobertura básica.</p>
<p>Existe ainda a cobertura de Responsabilidade Civil Familiar, que  garante o reembolso das quantias pagas pelo segurado para a reparação de  danos involuntários corporais ou materiais causadas a terceiros por sua  família ou mesmo por animais domésticos, como quebrar a vidraça do  vizinho. “Algumas seguradoras oferecem cobertura até para impacto de  veículos. Outras, consideradas top de linha, incluem nos bens segurados  joias e objetos de arte, como quadros, mas isso não é comum”, adverte  Eder Carlos Tiepolo, corretor e sócio da E M Seg Tiepolo Corretora.</p>
<p>É importante que o consumidor procure conhecer todos os serviços  disponíveis no mercado e esteja atento ao que está contratando. A  professora Jusane Dalmonico mora em Curitiba há dez anos e sempre teve a  casa segurada. “Nunca usei, mas é uma garantia que nos dá certa  tranquilidade. Minha mãe, que mora em Santa Catarina, já teve a casa  arrombada seis vezes e tem seguro, por isso fizemos aqui também. No  começo não conhecia todos os benefícios, mas procurei ler atentamente a  apólice. Descobri diversas opções que estavam incluí­das e assim aprendi  a fazer bom uso do seguro. Já usei os serviços de assistência várias  vezes, principalmente a hidráulica”, conta a professora.</p>
<p><strong>Serviços adicionais</strong></p>
<p>A maioria das seguradoras oferece aos clientes um canal de  atendimento para questões corriqueiras do, como consertos de  eletrodomésticos, serviço de chaveiro, eletricista, reparos hidráulicos e  até assistência para animais de estimação. A vantagem, segundo João  Edison Al­­ves Camargo e Gomes, proprietário da J. Camargo Corre­­tora  de Seguros, é que esse adicional deixa o proprietário tranquilo não só  com relação a perda de patrimônio. “São mais de 30 produtos e serviços  que podem ser contratados. Quando as seguradoras incluíram a assistência  de 24 horas, o seguro ficou socialmente mais justo com relação às  tarifas pagas pelo segurado. Você pode até não precisar acionar a  indenização principal, mas utiliza os serviços pe­­los quais está  pagando.”</p>
<p>A comerciante Francis Becker Chamecki considera a assistência bem  útil e já utilizou vários desses serviços. Para ela, ter seguro é quase  como uma tradição na família, há pelo menos 50 anos, algo que aprendeu  com seus pais e que é passada de geração em geração. “Não faço nada sem  seguro, prefiro me garantir. É muito difícil ter as coisas e a única</p>
<p>prevenção que podemos ter é o seguro ou ninguém vai nos ressarcir  pelos possíveis danos.” O problema mais grave pelo qual a comerciante  precisou acionar o seguro foi por um incêndio ocorrido na cozinha de sua  casa, decorrente da explosão de uma torradeira elétrica. “Estava  dormindo e na hora nem percebi. Pegou fogo nos móveis e em alguns  eletrodomésticos e a seguradora cobriu tudo o que houve de perda no  incidente”, relembra Francis.</p>
<p><strong>Valores</strong></p>
<p>A quantia paga pelo segurado depende de variáveis como os tipos de  cobertura, valor contratado para cada uma, região e tipo de imóvel, se é  apartamento, casa na cidade ou na fazenda, e se é construído em madeira  ou alvenaria. O valor do bem, estipulado para a indenização, é definido  pelo cliente e deve levar em consideração a estrutura da construção e o  seu conteúdo. “É preciso estar atento a esses números, se correspondem  ao valor total real do bem. O valor segurado deve corresponder no mínimo  a 80% do valor real. É importante verificar se há cláusula de rateio,  porque se houver, em casos de sinistros o valor a ser recebido passa a  ser proporcional e menor que o valor esperado, o que acaba prejudicando o  segurado”, alerta João Camargo.</p>
<p>Fonte : Gazeta do Povo</p>
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		<title>Saiba escolher o seguro certo para sua casa ou seu apartamento</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/saiba-escolher-o-seguro-certo-para-sua-casa-ou-seu-apartamento/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 21:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguro Condominio]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Residencial]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[seguro para a casa ou apartamento que o consumidor adquire é aquele empurrado pelo gerente do banco quando concede um empréstimo, um produto pré-formatado que não leva em conta preferências e necessidades individuais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes, o seguro para a casa ou apartamento que o consumidor  adquire é aquele empurrado pelo gerente do banco quando concede um  empréstimo, um produto pré-formatado que não leva em conta preferências e  necessidades individuais.</p>
<p>Mas, à medida que o brasileiro compra mais imóveis e recheia o seu  lar com mobília e eletrodomésticos, cresce a vontade de proteger as suas  conquistas.</p>
<p>As companhias seguradoras compreenderam isso e têm aprimorado as  apólices, oferecendo produtos mais personalizados, adequados à realidade  de cada cliente, e com maior número de serviços agregados.</p>
<p>Para escolher o seguro mais adequado, é preciso:</p>
<p><strong>1 – Pensar em quais coberturas são necessárias<br />
</strong>As mais básicas pagam indenização somente para avarias do  imóvel em caso de incêndio, explosão e raio. Em regiões que sofrem com  enchentes, por exemplo, também é interessante contratar uma proteção  contra os alagamentos. Além de segurar a estrutura, o consumidor pode  solicitar a cobertura dos bens guardados na residência em caso de roubo  ou dano elétrico. Serviços extras prevêem o pagamento de um aluguel de  outra casa e apartamento enquanto o imóvel original é restaurado após um  sinistro e danos causados a terceiros. “O consumidor deve listar com  cuidado os riscos a que está sujeito e o que deseja resguardar”, explica  Guilherme Olivetti, gerente de produtos patrimoniais da Chubb Seguros. É  possível, ainda, cobrir itens específicos, como obras de arte e jardins  que tenham sido projetados por paisagistas.</p>
<p><strong>2 – Estabelecer os valores das coberturas<br />
</strong>Geralmente, não se segura o valor total do imóvel e dos bens.  Para fazer uma boa estimativa, o melhor é realizar uma pesquisa para  saber o valor de mercado da residência, o preço de móveis e  eletrodomésticos, e contratar uma apólice que preveja indenização de  entre 50% e 60% do montante. Essa é a referência utilizada no mercado  para a cobertura básica (da estrutura do imóvel). As adicionais –como  para os equipamentos e na eventualidade de fenômenos da natureza– devem  ser estimadas entre 5% e 20% da principal.</p>
<p><strong>3 – Analisar quais serviços extras se quer<br />
</strong>Da mesma maneira que os seguros para automóveis começaram a  brindar os motoristas com guincho e desconto em estacionamentos, as  apólices residenciais proporcionam diversas comodidades para os  usuários, como chaveiro e encanador para emergências, e instalação de  lâmpadas, cortinas e outros serviços que não sejam emergenciais. “Porém,  é essencial selecionar os benefícios que podem ser úteis de fato. O  proprietário de um apartamento jamais vai precisar de limpeza de caixa  d’água ou substituição de telhas. O cliente tem que pegar somente o que  lhe serve”, frisa Andrea Oliveira, superintendente de inovação e  processos da seguradora Mapfre. Obviamente, essas vantagens só valem a  pena se forem usadas. O que acontece freqüentemente é que o consumidor  acaba esquecendo que tem o plano quando precisa acionar o chaveiro.  Então, uma boa ideia é afixar o folder da seguradora em algum lugar à  vista da família para que sirva de lembrete.</p>
<p>Fonte :  Denise Godoy, IG</p>
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		</item>
		<item>
		<title>importância de contratar o seguro residencial</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/importancia-de-contratar-o-seguro-residencial/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 20:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Residencial]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Prevenir é melhor que remediar

Especialista fala da importância de contratar o seguro residencial e dá dicas de como escolher o contrato que melhor se adéqua à realidade do consumidor.
http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=124594]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Prevenir é melhor que remediar</p>
<p>Especialista fala da importância de contratar o seguro residencial e dá dicas de como escolher o contrato que melhor se adéqua à realidade do consumidor.</p>
<p>Brasília – O incêndio que destruiu o apartamento na quadra 309 da Asa Norte, no domingo, chamou a atenção dos brasilienses para a importância de contratar um seguro residencial. Nesse tipo de contrato, o consumidor paga um determinado valor e a seguradora se compromete a indenizar os prejuízos causados na residência, caso eles ocorram.</p>
<p>De modo geral, os seguros residenciais costumam cobrir danos causados por incêndio, explosão ou destruição acidental. Na maioria dos casos não estão inclusos ressarcimento de perdas de móveis, utensílios, jóias e vestuário.</p>
<p>O advogado especialista em contratos, Cristiano Fernandes, da Advocacia Fernandes Melo, afirma que as coberturas mais procuradas são as de incêndio, roubo e danos elétricos. “Todas as seguradores têm os planos básicos que cobrem perdas contra raios, incêndio ou explosão. Existem diversas outras opções que podem encarecer o valor final do seguro por aumentar a quantidade de bens segurados”, afirma.</p>
<p>“Alguns seguros oferecem, inclusive, assistência 24h. Com esse serviço, o consumidor tem direito a eletricista, encanador e outros profissionais, sem pagar pela mão de obra”, afirma Cristiano.</p>
<p>Cristiano Fernandes alerta que antes de contratar o serviço, o consumidor deve procurar no site da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) se a seguradora de sua escolha está credenciada, tal como exige o art.757, parágrafo único, do novo Código Civil. “É importante observar as exigências que as seguradoras fazem para o pagamento do valor a ser ressarcido. Algumas empresas pedem três orçamentos; outras obrigam a apresentação da nota fiscal de cada bem danificado. Quanto menos exigências, melhor para o consumidor, porque será mais fácil para receber a indenização”, afirma.</p>
<p>O advogado ressalta, ainda, a importância dos contratantes de seguros residenciais comunicarem às seguradoras sobre alterações significativas nas condições do imóvel. &#8220;O cliente tem obrigação de comunicar a seguradora o agravamento de risco, caso contrário ele pode perder o direito ao ressarcimento&#8221;.</p>
<p>Se houver a necessidade de acionar a seguradora, Cristiano lembra que é importante conservar todos os indícios e vestígios deixados no local e nos bens segurados porque a empresa fará a perícia.</p>
<p>Algumas dicas para contratar o Seguro Residencial: . Certifique-se que a empresa seguradora é credenciada na Superintendência de Seguros Privados | . Analise as exigências que a empresa faz para pagar a indenização |. Verifique quais danos o seguro cobre | . Confira o tempo estipulado para o ressarcimento | . Lembre-se de comunicar à seguradora sobre eventuais mudanças no imóvel que possam acarretar no aumento do risco de acidentes | . Não se esqueça de conservar todos os indícios e vestígios em caso de acidente.</p>
<p>Perfil da Advocacia Fernandes Melo S/S – Com treze anos de experiência, a Advocacia Fernandes Melo foi fundada em 1997 pelos advogados Cristiano de Freitas Fernandes e Jacques Veloso de Melo. O escritório, com sede em Brasília-DF, atua nas áreas do Direito Empresarial, Público, Tributário, Bancário, Econômico, Internacional, Imobiliário, Civil e Administrativo (licitações).</p>
<p>Fonte: Revista Fator</p>
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		<title>Seguradora deve comprovar vistoria em residência</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 18:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seguradora que deixa de fazer a vistoria antes de fechar o contrato assume implicitamente o risco do negócio. Por isso, deve pagar pela ocorrência de sinistro. Esse é o entendimento da Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que manteve, parcialmente, decisão proferida em Primeira Instância que determinara a Bradesco Auto/Re Companhia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Seguradora que deixa de fazer a vistoria antes de fechar o contrato  assume implicitamente o risco do negócio. Por isso, deve pagar pela  ocorrência de sinistro. Esse é o entendimento da Segunda Câmara Cível do  Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que manteve, parcialmente, decisão  proferida em Primeira Instância que determinara a Bradesco Auto/Re  Companhia de Seguros S.A. o pagamento de indenização por danos morais e  materiais decorrentes da não quitação de um contrato de seguro após a  ocorrência do sinistro.</p>
<p>A sentença original condenou a seguradora ao pagamento da quantia de  R$5.624,00 a título de danos materiais, corrigidos a partir da data do  sinistro, de R$ 3 mil a título de danos morais e das custas judiciais e  honorários advocatícios fixados em 15% sobre o montante total devido. O  recurso interposto pela seguradora foi provido apenas para alterar o  prazo de incidência de correção monetária devida pela seguradora, que  deve ser a data da recusa do pagamento, e os juros de mora, a partir da  citação válida.</p>
<p>Consta dos autos que o apelado seria beneficiário de seguro residencial  contra vendaval, entre outros infortúnios, no valor de R$3,5 mil,  originário de um contrato ajustado com a apelante. Com a incidência de  uma tempestade com vendaval em sua região, teve sua residência  danificada e precisou acionar a apelante para ser indenizado pelos  prejuízos sofridos. A seguradora negou-se a indenizar sob argumento de  que o seguro se aplicaria exclusivamente à cobertura de danos em imóvel  residencial e o imóvel seria destinado à atividade comercial. A  seguradora alegou que o imóvel residencial objeto do seguro seria  utilizado para fins comerciais, fato que teria sido omitido pelo apelado  e vedado pelo contrato. Disse não haver nos autos comprovação dos danos  materiais suportados pelo apelado, questionando o valor probatório dos  documentos trazidos aos autos. Aduziu inexistência de danos morais ante a  negativa do pagamento do seguro.</p>
<p>Considerou o relator, desembargador Antônio Bitar Filho, que o terreno  seria dividido em duas áreas: a da frente, onde funcionaria o comércio, e  a dos fundos, onde ficaria a moradia do apelado, fato que foi informado  pelo segurado e que deveria ter sido objeto de diligência e vistoria  por parte da seguradora. Avaliou que na ânsia de fechar o contrato, a  seguradora optou por dispensar a vistoria, implicitamente assumindo o  risco do negócio. O magistrado observou ainda que a seguradora não pode  alegar tais vícios sem ter procedido a uma averiguação da situação antes  da formalização do contrato, o que não foi provado (vistoria) nos  autos.</p>
<p>Quanto aos danos materiais e morais, o julgador destacou os documentos  que comprovaram a existência do seguro, o dano e a negativa da  indenização por parte da seguradora, além dos recibos de reparos  efetuados pelo apelado em decorrência da negativa de pagamento. Conforme  o desembargador Antônio Bitar Filho, a seguradora não logrou êxito em  demonstrar fatos modificativos, extintivos ou impeditivos do direito do  autor, por isso o valor fixado de indenização deve ser mantido.</p>
<div id="autorFonte">
<p><strong>Fonte:</strong> TJMT</p>
</div>
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		<title>Seguros Redidenciais: Seguradoras miram serviços agregados</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 13:53:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A assistência prevista nos planos de seguro residencial está cada vez mais abrangente e sofisticada, dada a competitividade entre as empresas", completa o diretor-gerente do Bradesco Auto/RE, Marco Antonio Gonçalves
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O boom atual de comprar um imóvel vem em geral acompanhado de uma fase de planos. Reforma, consertos, revisão elétrica e, claro, providências para a segurança da residência. É nesse momento que as seguradoras entram em cena com sua especialidade para atrair novos clientes, sobretudo agora, com o mercado imobiliário aquecido.</p>
<p>Neste cenário, não conta apenas o valor do prêmio, mas também uma série de serviços e &#8220;vantagens&#8221; oferecidos nas apólices, que vão desde limpeza de caixa d&#8217;água até banho e tosa de animais de estimação. &#8220;Mais do que o seguro, as pessoas querem comprar tranquilidade no dia a dia. Elas não pensam somente na possibilidade de ocorrer um acidente em casa&#8221;, afirma Gilberto Abreu, diretor de seguros, previdência e capitalização do Grupo Santander Brasil.</p>
<p>&#8220;A assistência prevista nos planos de seguro residencial está cada vez mais abrangente e sofisticada, dada a competitividade entre as empresas&#8221;, completa o diretor-gerente do Bradesco Auto/RE, Marco Antonio Gonçalves.&#8221;É uma forma de atrair clientes. Não captamos apenas consumidores preocupados com incêndio ou furto.&#8221;</p>
<p>Fonte: JRS Comunicação  Data: 07.07.2010 -</p>
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		<title>Fácil e acessível, novo seguro residencial cria condições favoráveis para a proteção de imóveis</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 02:59:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pacote pronto de soluções da Allianz Seguros oferece segurança, assistência 24 horas e custos reduzidos ao consumidor Estimativas revelam que, no país, 40 milhões de lares não possuem seguro residencial. Dessa forma, o número de domicílios segurados não chega a 10%, conforme cálculos do setor. Ao mapear os motivos que afastam o brasileiro desta proteção, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pacote pronto de soluções da Allianz Seguros oferece segurança, assistência 24 horas e custos reduzidos ao consumidor</p>
<p>Estimativas revelam que, no país, 40 milhões de lares não possuem seguro residencial. Dessa forma, o número de domicílios segurados não chega a 10%, conforme cálculos do setor. Ao mapear os motivos que afastam o brasileiro desta proteção, a Allianz Seguros desenvolveu pacotes fáceis de entender e acessíveis ao bolso do público. Trata-se do Residência Essencial, que cobre os principais riscos a que os imóveis estão expostos. Os corretores de seguros também encontrarão facilidades no ato da venda. &#8220;Posicionamos o produto de uma forma objetiva. É como se ele retirasse da prateleria e colocasse à disposição do seu cliente&#8221;, comenta Rafael Rodrigues, superintendente de seguros patrimoniais da Allianz.</p>
<p>Coberturas de primeira necessidade &#8211; Com a ideia de promover uma adesão gradativa daqueles consumidores que nunca tiveram o hábito de contratar a apólice para casas e apartamentos, a Allianz formatou seis diferentes tipos de pacotes de coberturas e assistência. O Residência Essencial é uma apólice de um ano de vigência que, como o próprio nome diz, traz coberturas de primeira necessidade do segurado, a um custo reduzido e com um bom pacote de assistência 24 horas. “Nossa intenção foi entregar um produto autoexplicativo ao mercado e desmistificar a ideia que o brasileiro faz do custo deste produto”, destaca Rodrigues.</p>
<p>Segundo ele, a importância de proteger o patrimônio ganha aos poucos mais atenção da população por conta dos vendavais e tremores, embora não reflita em um crescimento substancial na procura pelo produto. “Mas o ideal é que um maior número de pessoas faça a opção pela proteção ao bem de forma preventiva, entendendo a boa relação de custo e benefício apresentada”, acrescenta.</p>
<p>Um seguro para cada perfil – Com seis tipos de plano, variando apenas o preço, o seguro sai a partir de R$ 138 por ano, pagos em até quatro vezes sem juros. O produto, desenhado após pesquisa feita no mercado e dentro da própria carteira, oferece coberturas essenciais, tais como: despesa com aluguel, dano elétrico, vendaval, roubo e furto, responsabilidade civil familiar e quebra de vidros. O segurado conta também como uma gama de serviços oferecidos na Assistência 24 horas, com destaque para o check-up domiciliar, chaveiro, eletricista, hidráulico, entre outros.</p>
<p>Fonte: Joseph Dana   29 de Junho de 2010 15:43</p>
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		<title>Cresce a demanda de seguro residencial</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:02:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acostumado a proteger seu carro contratando um seguro auto, o brasileiro está lentamente reconhecendo a importância de investir para garantir a sua casa também.
http://www.infosegurosonline.com/seguros/seguro-casa/895/cresce-a-demanda-de-seguro-residencial/]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Acostumado a proteger seu carro contratando um seguro auto, o brasileiro está lentamente reconhecendo a importância de investir para garantir a sua casa também. Os prêmios diretos de seguro residencial – o montante total pago pelos consumidores – chegaram a R$ 378,4 milhões nos primeiros quatro meses de 2010, um aumento de 20,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento económico, uma maior variedade de produtos oferecidos pelo mercado e a expansão do crédito imobiliário estão entre as causas desse fenômeno.<br />
Apesar do aumento, a demanda ainda é muito menor do que no caso de seguro de veículos. Estimativa da Bradesco Seguros aponta que apenas cerca de 10% das 51 milhões de residências brasileiras tenham algum tipo de proteção. No caso de veículos, a percentagem de unidades seguradas chega a 30% da frota segurável (ou seja, carros que ainda podem ser segurados).<br />
- O custo é mais acessível do que as pessoas imaginam, porque, em proporção, o preço do seguro residencial é bem mais baixo que o do automóvel – afirma o diretor de Ramos Elementares da SulAmérica, Alexandre Vilardi.<br />
Para o executivo, a crescente popularidade do seguro residencial se deve à maior sofisticação dos produtos, ao aumento de eventos meteorológicos extremos, como chuvas fortes e tempestades, além da expansão do crédito imobiliário.<br />
- A estabilidade da economia ajuda o setor de seguros. E o crescimento do crédito imobiliário está aumentando a quantidade de pessoas interessadas em proteger a sua propriedade – diz Paulo dos Santos, à frente da Superintendência de Seguros Privados (Susep).<br />
Da tradicional cobertura básica contra incêndio, explosão e raios, o seguro residencial passou a incluir coberturas adicionais tais como serviços de emergência 24 horas de chaveiro, bombeiro hidráulico e eletricista, guarda de móveis, responsabilidade civil familiar e assistência funeral.</p>
<p>Fonte :Info Seguros</p>
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		<title>Seguro residencial da Tokio Marine passa a contar com assistência especial</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/seguro-residencial-da-tokio-marine-passa-a-contar-com-assistencia-especial/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 15:12:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quem nunca se viu diante da necessidade de fazer algum tipo de serviço simples em casa e ficou protelando por falta de tempo ou experiência? Realizar por conta própria trabalhos que parecem corriqueiros, como reparos no sistema elétrico ou hidráulico, exige alguns cuidados especiais e requerem uma série de medidas básicas de segurança.  http://www.segfoco.com.br/noticias/seguro-residencial-da-tokio-marine-passa-a-contar-com-assistencia-especial/]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Quem nunca se viu diante da necessidade de fazer algum tipo  de serviço simples em casa e ficou protelando por falta de tempo ou  experiência? Realizar por conta própria trabalhos que parecem  corriqueiros, como reparos no sistema elétrico ou hidráulico, exige  alguns cuidados especiais e requerem uma série de medidas básicas de  segurança.</p>
<p>Para atender a necessidade desse público, a <strong>Tokio Marine</strong> lança a  partir de 1º de julho um plano de assistência especial. Ao contratar o  seguro residencial ou renová-lo, o segurado tem a opção de incluir mais  este benefício no seu plano. O pacote de serviços voltados a reparos  elétricos, hidráulicos, oferece atendimento para trabalhos como limpeza  de calhas, limpeza de caixa d’água, instalação de chuveiros,  resistências, torneiras elétricas, além de consertos de eletrodomésticos  e eletroeletrônicos.</p>
<p>“Nosso foco com este plano é atender àqueles que não têm tempo nem  disposição para resolver pequenos problemas com instalação de chuveiros,  troca de lâmpadas, fixação de prateleiras, entre outros. Estamos de  olho no mercado e percebemos que há uma grande necessidade por parte  desse público”, explica <strong>Marcelo  Goldman</strong>, diretor de massificados da seguradora.</p>
<p>Geralmente, trabalhos essenciais à saúde, como limpeza de caixas e  calhas, e pequenos consertos são protelados por conta da correria do  dia-a-dia. De olho nas necessidades dos consumidores, a Tokio Marine  agrega valor ao seu produto residencial ao proporcionar maior conforto e  comodidade aos seus segurados ao disponibilizar assistência 24 horas.</p>
<p>..</p>
<p><strong>Fonte:</strong> GWA Comunicação</p>
</div>
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