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	<title>Garra Seguros BH &#187; Seguros de Motos</title>
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		<title>Deputados aprovam proposta na qual motoboys passam a ter seguro contra acidentes</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 14:53:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cobertura terá valor mínimo de R$ 50 mil por profissional]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Será enviada ao governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, a proposta que obriga empresas que tenham serviço de entrega com motoboys a contratarem apólice de seguro contra acidentes pessoais, seguro de vida e contra terceiros para os entregadores.</p>
<p>A cobertura, que terá valor mínimo de R$ 50 mil por motoboy, foi concebida pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio, deputado Paulo Melo (PMDB), e aprovada em segunda discussão na terça-feira (29).</p>
<p>- A segurança do motoboy, como a de qualquer trabalhador em serviço, precisa ser garantida pelo empregador. E nesse caso o seguro se justifica pelo elevado número de acidentes ocorridos nesta profissão.</p>
<p>O governador terá 15 dias úteis para sancionar ou vetar o texto, que estabelece que as penalidades pelo descumprimento da norma serão os previstos pelo Código de Defesa do Consumidor, que vão de multa à imposição de contrapropaganda. A fiscalização da norma ficará a cargo dos órgãos estaduais de trânsito.</p>
<p>Fonte: R7 Noticias.</p>
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		<title>Motos aparecem em metade dos acidentes no Paraná</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Motos são 21,7% da frota de veículos, mas aparecem em 49% das indenizações pagas pelo DPVAT.
http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/458698/?noticia=MOTOS+APARECEM+EM+METADE+DOS+ACIDENTES+NO+PARANA]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar das motocicletas representarem 21,7% da frota de veículos do Paraná, esses veículos foram responsáveis, em 2009, por 49% de todas as indenizações pagas pelo Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). No mesmo ano, foram registradas 1.089 mortes e outros 7.395 casos de invalidez permanente. Para essas indenizações, o DPVAT destinou R$ 73,8 milhões ao Estado. O mais preocupante para especialistas é que de janeiro a junho de 2010, o valor pago já ultrapassa a metade do ano anterior. Nos seis primeiros meses de 2010, segundo o DPVAT, já foram pagos R$ 49,7 milhões em indenizações, registradas 535 mortes e 5.149 casos de invalidez permanente entre os motoqueiros no Paraná.</p>
<p>De acordo com o diretor de relações institucionais da Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT, José Márcio Norton, o verificado no Paraná segue a linha nacional. &#8220;Sabemos que 26% de toda frota nacional de veículos corresponde às motocicletas, índice semelhante no Paraná. No Brasil temos uma média de 17 milhões de motocicletas que, em 2009, foram responsáveis por 56% das indenizações&#8221;, diz.<br />
Para Norton, falta cuidado dos motociclistas no trânsito. &#8220;Esse grande número de mortes e casos de invalidez é um grande absurdo. Vemos por trás desses números jovens que, em sua maioria, que utilizam esses veículos para trabalhar e até mesmo como principal fonte de renda da família. É preciso ter uma direção defensiva. Todos devemos estar imbuídos nisso, uma vez que começamos a conviver anualmente com o crescimento dessa categoria&#8221;, avaliou.</p>
<p>Para o jornalista J. Pedro Corrêa, autor do livro 20 Anos de Lições de Trânsito, o aumento excessivo de motocicletas em todo o País está diretamente ligado ao veto do artigo 56 do Código de Trânsito Brasileiro, que previa, em 1998, a proibição dos motociclistas circularem entre os carros, nos chamados corredores. &#8220;O veto desse artigo possibilitou o nascimento do fenômeno dos motociclistas no Brasil. A possibilidade de costurar o trânsito gerou uma maneira de sobrevivência no meio da barbaridade do trânsito brasileiro. O governo, no entanto, não conseguiu prever esse tipo de problema e as montadoras, por sua vez, viram uma boa oportunidade de crescimento&#8221;, afirma.</p>
<p>Além desse problema, Corrêa alia esse crescimento às características nacionais. &#8220;Somos um País sem educação, cultura e costumes de segurança no trânsito. A solução está num código que proíba tais comportamentos, aliado às fiscalizações mais intensas, treinamento e capacitação de todos os envolvidos no trânsito, não apenas os motociclistas. De um lado temos os motociclistas, sem cultura de segurança e capacitação, do outro o governo, que deixou de coibir excessos, bem como criar maneiras de evitar o que presenciamos atualmente&#8221;, afirma.</p>
<p>Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Condutores de Veículos Motonetas, Motocicletas e Similares de Curitiba e Região (Sintramotos), Tito Mori, a falta de cuidado no trânsito existe em ambas as partes, tanto dos motofretistas quanto dos motoristas. &#8220;Porém, como a moto é a parte mais parte frágil, temos esse grande número de acidentes. As manobras de risco são feitas por impulso, na maioria das vezes motivadas pela pressa cobrada pelo serviço&#8221;, diz. Para evitar os acidentes, Mori explica que o Sintramotos está elaborando dois cursos para os profissionais. &#8220;Estamos trabalhando para oferecer, pelo menos até setembro, curso de qualificação de entregas e de prevenção de acidentes de trabalho no trânsito&#8221;, adianta.<br />
Jovens são os que mais morrem</p>
<p>A proporção de mortes por acidentes com moto saltou de 11% para 23,8% de 2001 para 2008, em Curitiba, segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS).<br />
A informação está presente no estudo Perfil dos Acidentes de Transporte no Município de Curitiba, que apontou ainda que jovens entre 15 e 24 anos são os que mais morrem em acidentes de moto. &#8220;Em seguida está o grupo de 25 a 34 anos, que compreende uma faixa etária de jovens e adultos em idade produtiva&#8221;, ressaltou Karin Luhm, diretora do Centro de Epidemiologia da (SMS).</p>
<p>Apenas entre janeiro e maio deste ano, o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) já registrou 1.296 acidentes envolvendo condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores em Curitiba. Esses acidentes ocasionaram ao menos 13 mortes (óbito no local) e deixaram outros 1.024 condutores com ferimentos. Segundo o soldado Gerson Teixeira, do BPTran, um Comitê de Trânsito formado por uma parceria entre o BPTran e a Diretoria de Trânsito de Curitiba (Diretran) já está trazendo soluções para evitar acidentes, principalmente envolvendo motociclistas. &#8220;O cruzamento entre a Marechal Floriano Peixoto com a Bley Zorning é um dos que mais ocorrem acidentes envolvendo motociclistas. Já estudamos a possibilidade de mudar aquela região, com o objetivo de tornar mais segura a passagem desses profissionais por ali&#8221;, diz. Teixeira afirma ainda que qualquer mudança, no entanto, &#8220;não será válida caso os motoristas e motociclistas não se respeitem no trânsito. É preciso ser prudente&#8221;, ressalta. (LC)<br />
Detran-PR emitiu 55,9 mil carteiras</p>
<p>Ao longo de 2009, o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) emitiu 55,9 mil carteiras de habilitação para motociclistas para todo o Estado. De janeiro a maio deste ano, esse número já ultrapassa 55,5 mil, sendo que 6,8 mil dessas carteiras foram emitidas apenas em Curitiba. A preocupação com a entrada desses motoristas nas ruas fez com que o sistema Sest/Senat (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte), criasse um curso específico para motociclistas, denominado Qualificação para Motofretistas.</p>
<p>De acordo com Iraci Bilek Bara, coordenadora do Sest/Senat, o profissional que frequenta o curso volta com outra postura às ruas. &#8220;Conseguimos preparar um conteúdo que atende todas as necessidades do motofretista. Envolvemos relacionamento profissional, ética, postura no trânsito, pilotagem defensiva e até mesmo manutenção preventiva dos veículos&#8221;, explica Iraci.</p>
<p>Segundo ela, o curso pode ser feito em diferentes horários. São 20 horas aula com turmas à noite e fins de semana. &#8220;Sabemos que os motofretistas trabalham em diferentes horários. Por isso, estamos oferecendo esse curso à noite e durante o final de semana&#8221;, diz. Até então, três mil motofretistas já participaram do curso.<br />
Serviço: As aulas são ministradas na sede do Sest/Senat, na Rua Salvador Ferrante, 1.440, no bairro Boqueirão. No próximo dia 27, o Sest/Senat terá o 1.º Seminário de Saúde, Segurança e Qualificação Profissional do Motofretista de Curitiba. Informações sobre o curso e o seminário através do telefone (41) 3022-7000. (LC)</p>
<p>Fonte:  Paraná On Line</p>
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		<title>MAPFRE Duas Rodas é destinado a motos com mais 500 cilindradas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 12:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O MAPFRE Duas Rodas se baseia no conceito de que ter uma moto é muito mais do que uma forma de fugir do trânsito. Na visão da seguradora, trata-se de um estilo de vida, que não combina com a preocupação com a proteção do bem. Destinado a motos com mais de 500 cilindradas, o seguro [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O MAPFRE Duas Rodas se baseia no conceito de que ter uma moto é muito mais do que uma forma de fugir do trânsito. Na visão da seguradora, trata-se de um estilo de vida, que não combina com a preocupação com a proteção do bem.</p>
<p>Destinado a motos com mais de 500 cilindradas, o seguro tem como coberturas básicas a proteção para colisão, incêndio, furto e roubo, além de danos materiais, corporais e morais.</p>
<p>Entre as coberturas adicionais, o segurado pode contratar o reembolso para perdas no vestuário de proteção (capacete, macacão e jaqueta) em caso de sinistro coberto de colisão parcial ou total da motocicleta.</p>
<p>Há também diferentes limites de contratação &#8211; R$ 3 mil, R$ 4 mil e R$ 5 mil – bem como duas modalidades de extensão de garantia: reposição pelo valor de novo para veículo 0Km, por 180 dias, em caso de roubo, furto ou incêndio,  além de reposição pelo valor de novo para veículo 0Km por 12 meses, em caso de colisão.</p>
<p>A companhia também disponibiliza a Assistência MAPFRE Duas Rodas, com 250 km de reboque a partir do local e serviço gratuito de despachante, entre outros benefícios.</p>
<p>Para completar, a seguradora ressalta o compromisso de indenização MAPFRE, que garante o pagamento em até 5 dias úteis (a partir da entrega completa dos documentos) no caso de indenização total do veículo. Caso contrário, o segurado recebe o valor total do prêmio pago.</p>
<p>Data: 25.06.2010 &#8211; Fonte: CQCS | Pedro Duarte</p>
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		<title>Motos com seguro são uma raridade</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 02:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empresas precisam de mais clientes para reduzir o custo, mas poucos donos de motos conseguem arcar com o valor cobrado O eletricista de automóveis Antonio Rodrigues de Oliveira comprou uma moto Suzuki Intruder 125 zero quilômetro há pouco mais de um mês. Ela vale quase R$ 5 mil e ele está pagando mais R$ 636 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>Empresas precisam de mais clientes para reduzir o custo, mas poucos  donos de motos conseguem arcar com o valor cobrado</div>
<div>
O eletricista de automóveis  Antonio Rodrigues de Oliveira comprou uma moto Suzuki Intruder 125 zero  quilômetro há pouco mais de um mês. Ela vale quase R$ 5 mil e ele está  pagando mais R$ 636 de seguro, o que equivale a aproximadamente 13% do  valor do bem. No caso do seguro de automóvel, o proprietário paga um  porcentual que varia de 5% a 8%.</p>
<p>Esse custo maior para o  motociclista faz com que Oliveira seja uma exceção entre os  proprietários de motos. Mesmo estando mais sujeitas a acidentes e roubos  do que os carros, apenas 2% das motocicletas que circulam no país estão  cobertas por seguro. Ramiro Fernandes Dias, diretor executivo do  Sindicato das Seguradoras do Paraná e Mato Grosso do Sul, arrisca dizer  que por aqui o índice pode ser até menor, cerca de 1,5%.</p>
<p>Oliveira  conta que teve outras motos antes, mas como eram mais velhas, nunca  havia feito seguro. Porém desta vez, mesmo usando a sua Suzuki Intruder  só para lazer, ele decidiu não arriscar. “O seguro não pesa no bolso. O  que pesa muito mais é o prejuízo que vou ter se o ladrão levar”,  completa.</p>
<p>Restrição</p>
<p>Segundo Ramiro Dias, muitas empresas  nem aceitam fazer o seguro de motos com menos de 250 cc por causa da  política de aceitação de risco. E se o veículo for usa­­do para  trabalho, então, é praticamente impossível encontrar uma seguradora que  aceite esse cliente. “O motoqueiro que tem a moto para lazer conduz de  forma diferente da­­quele que trabalha com o veículo. Esse pratica uma  direção mais agressiva”.</p>
<p>E o impasse parece sem solução. O custo  do seguro é alto porque tem poucos veículos segurados e as seguradoras  não veem possibilidade de aumentar o número de clientes porque o volume  de sinistros é muito grande. Dias cita um dado do Seguro DPVAT: as motos  são cerca de 25% da frota brasileira, mas estão envolvidas em 59% dos  acidentes.</p>
<p>A definição do custo de um seguro também leva em  consideração o perfil do condutor. E nesse ponto a motocicleta, mais uma  vez, não aparece em uma situação confortável. De acordo com a  Abraciclo, a entidade que reúne os fabricantes, o consumidor de mo­­tos  têm entre 21 e 35 anos (40%) e é homem (75%). E esse perfil, para as  seguradoras, é considerado de maior risco.</p>
<p>Susto</p>
<p>Proprietários  de motos maiores e que usam o veículo para lazer conseguem fazer o  seguro pagando uma quantia mais acessível em comparação com o valor do  bem. O major aposentado do Cor­­po de Bombeiros da Polícia Mi­­litar do  Pa­­raná Celso Acir Zarugner, 55 anos, tem uma Yamaha Drag Star XVS 650,  ano 2008, que vale R$ 20.338. O seguro sai para ele por R$ 830, cerca  de 4% do valor do bem.</p>
<p>Mas antes de se render a esse tipo de  proteção, Zarugner passou por uma experiência desagradável. Ele conta  que no fim do ano passado estava em sua Suzuki Burgman 400 quando foi  atingido por um carro, sem seguro, que avançou uma preferencial. A moto  também não estava segurada. “Motos com menos de 500 cc têm o seguro  muito caro, proporcionalmente ao valor”, diz ele.[2]</p>
<p>Depois do  acidente, o major aposentado vendeu aquela moto e comprou a Drag Star,  de maior cilindrada, e fez o seguro. Foi a primeira vez que ele decidiu  in­­vestir na proteção. Ele conta que usa sua Yamaha todos os dias  porque é mais econômica do que o carro e mais prática para enfrentar o  trânsito e também pa­­ra estacionar.</p>
<p>Zarugner garante que vale a  pena fazer o seguro, principalmente porque o conserto dessas motos  grandes é muito caro. “Com roubo, não me preocupo tanto porque não são  motos visadas. Também não me preocupo muito com acidentes porque não uso  a moto para o trabalho”, explica o major aposentado.</p></div>
<div></div>
<div>Fonte:Gazeta do Povo</div>
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		<title>Aprovada lei que obriga estacionamentos a possuírem seguros contra roubo de motos e bicicletas</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 20:51:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi publicada no último sábado, 19 de junho, no Diário Oficial do Município de São Paulo a sanção integral do Projeto de Lei 19/2009 do vereador Chico Macena, que obriga estacionamentos com mais de 50 vagas a possuírem seguros contra furto e roubo de veículos, sejam eles autos, motos ou bicicletas. A lei 15.200 determina [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicada no último  sábado, 19 de junho, no Diário Oficial do Município de São Paulo a  sanção integral do Projeto de Lei 19/2009 do vereador Chico Macena, que  obriga estacionamentos com mais de 50 vagas a possuírem seguros contra  furto e roubo de veículos, sejam eles autos, motos ou bicicletas.<br />
A  lei 15.200 determina que estabelecimentos enquadrados segundo o Plano  Diretor, em uso não residencial com mais de 50 vagas se adaptem em 60  dias, sob o risco de serem multados em R$ 1.000 por dia, e vale para o  estacionamento terceirizado destes locais.<br />
A lei aprovada não altera a  obrigação dos estabelecimentos de informarem ao cliente de forma  visível e antes de entrar no estacionamento que estão segurados e os  dados da apólice de seguros, sob pena da mesma multa diária, segundo a  Lei 14.440.<br />
O texto da nova lei revoga as anteriores 10.927 e 11.362,  que tratam do mesmo tema, mas abrangia a obrigatoriedade do seguro  apenas para automóveis. A lei atual acaba sendo uma atualização das  anteriores.</p>
<p><strong>O que muda na prática</strong><br />
Os estabelecimentos  seguiam a legislação vigente que os obrigavam a possuir seguro contra  furto e roubo apenas para automóveis. Veículos utilitários, motocicletas  e bicicletas ficavam de fora.<br />
Com a crescente utilização de motos, e  principalmente bicicletas, muitos estacionamentos não permitiam a  entrada destes veículos justamente por não possuírem seguros, ou quando  permitia o estacionamento de bicicletas, obrigadas pela Lei 14.266, não  dispunham de seguro para roubo ou furto, deixando os clientes e  proprietários destes veículos o ônus judicial para recuperar o bem, ou  muitas vezes, o prejuízo total.<br />
Esta lei pretende ajustar a relação  de consumo entre proprietários de diferentes veículos, e estes  estabelecimentos, oferecendo o mesmo amparo a todos que utilizam seus  estacionamentos.</p>
<p><strong><br />
Fonte: Revista Apólice</strong></p>
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		<title>Seguros de motocicletas variam de 20% a 30% do valor do veículo</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 20:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem compra uma motocicleta e pretende fazer uma apólice de seguro para proteger o veículo deve preparar o bolso. Entenda o porque: De acordo com o presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros), Mário Sérgio de Almeida, o custo de uma apólice para motos varia de 20% a 30% do valor do veículo, podendo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem compra uma motocicleta e pretende fazer uma apólice de seguro  para proteger o veículo deve preparar o bolso. Entenda o porque:</p>
<p>De acordo com o presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de  Seguros), Mário Sérgio de Almeida, o custo de uma apólice para motos  varia de 20% a 30% do valor do veículo, podendo ultrapassar este  percentual, no caso das motos de baixa cilindrada.</p>
<p>Para se ter uma ideia do quão elevado é este valor, no seguro de  automóvel, o preço da apólice fica em torno de 5% a 8% do valor do  veículo.</p>
<h2>Sinistralidade</h2>
<p>Segundo Almeida, dentre os motivos para que o seguro de motocicletas  seja alto, está o grande número de roubos e acidentes envolvendo este  tipo de veículo.</p>
<blockquote><p>“O seguro é baseado na sinistralidade e as motos possuem  alto risco de sofrerem sinistros. No caso das grandes, o principal  problema é o roubo e para as pequenas é o enorme número de acidentes, já  que, neste caso, as peças de reposição são baratas”, diz.</p></blockquote>
<p>Para tentar baratear o valor do seguro, o motociclista pode instalar  um rastreador, que geralmente, informa o especialista, diminui em torno  de 10% o custo da apólice. Por outro lado, diz ele, o equipamento também  tem um alto custo para o consumidor.</p>
<p><small>Fonte: InfoMoney | Gladys Ferraz Magalhães</small></p>
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