28 mar

O mercado fluminense gerou receita da ordem de R$ 1,08 bilhão no primeiro mês de 2011.

De acordo com o levantamento da autarquia, as seguradoras faturaram pouco menos de R$ 8,5 bilhões no primeiro mês deste ano, com crescimento de 22,3% em relação a igual período de 2010, sem computar o seguro saúde, que está sob alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As indenizações chegaram a R$ 2,27 bilhões, comprometendo 26,8% do total dos prêmios diretos. No mês, os sinistros retidos subiram 12,3%.

Os riscos de engenharia foram destaque com salto de R$ 24,9 milhões para R$ 177,6 milhões, aumento de 613,4%.

A receita do ramo automotivo, por sua vez, cresceu 7,3%, de R$ 1,898 bilhão para R$ 2,037 bilhões. Com o seguro de automóvel, acrescido da cobertura de responsabilidade civil, a receita ficou em R$ 1,406 bilhão, expansão de 0,6%.

PESSOAS. Na carteira de pessoas, a receita atingiu R$ 1,628 bilhão, 27,1% acima dos R$ 1,185 bilhão contabilizados em janeiro do ano passado. Os seguros de vida ficaram com R$ 864,6 milhões, alta de 24,8%. Impulso semelhante foi observado no VGBL: 24,6%, com faturamento de R$ 3,279 bilhões.

O superintendente da Susep, Paulo dos Santos, afirma que a trajetória de acelerado crescimento do mercado segurador tem condições de ser mantida pelo menos pelos próximos dez anos, na casa de dois dígitos. “Eu diria que o mercado vai continuar crescendo num ritmo bastante acelerado. É óbvio que estamos saindo de um ano bastante rico em termos de crescimento e talvez o setor não consiga manter tal ritmo nesse primeiro ano do novo governo, dados os ajustes necessários neste momento para manter o equilíbrio da economia.

Mas o País reúne todas as condições de continuar crescendo, e o mercado segurador pode repetir taxas sempre superiores ao PIB.[7]

Os seguros de garantia continuaram a apresentar queda, ao faturar R$ 472,1 milhões em janeiro, menos 42,7% ante janeiro do ano passado. Os seguros agrícolas, com prêmios de R$ 43,5 milhões, subiram 17,1%, enquanto o segmento de transportes de mercadorias fechou janeiro com R$ 79,7 milhões, alta de 10,6%.

Fonte: Jornal do Comercio

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