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A tendência em seguros é de crescimento: a estimativa do último Encontro Setorial da Associação Comercial de São Paulo é de que o segmento movimente R$ 89, 1 bilhões em 2012. O economista da Funenseg, Claudio Contador, revelou o volume de negócio nesta área no ano passado: foram R$ 75,7 bi. O economista da ACSP, Ulisses Gamboa, analisa que 75% do crédito concedido no Brasil é com garantia, ou seja, são as concessões que vêm do imobiliário, da aquisição de automóveis e outros bens duráveis, o que comprova disposição do consumidor para investimento de longo prazo, que é o caso das apólices de seguro.

Há outros fatores que contribuem para esta perspectiva: aumento da massa salarial e endividamento total das famílias, que ainda permite o acesso a produtos e serviços do setor. Entre consumidores de baixa renda, principalmente a classe C, o diretor do DataPopular, Renato Meirelles alerta que é preciso rever os hábitos desse perfil.

“As classes C e D são as que mais crescem no País, por isso as corretoras têm que dialogar com esse cidadão”. Para Meirelles, o aumento no consumo da classe C amplia a necessidade de seguros, como carros e maior garantia para eletrodomésticos: “58% dos veículos e 49% das lavadoras de roupa estão na classe C”, avalia.

Renato dá outros argumentos que comprovam como esta classe é relevante: “é a nova classe média brasileira. O cidadão C detém 63,6% de participação em seguro saúde no Brasil e 61,9% em seguros”, afirma.

Data: 31.08.2010 – Fonte: Agência IN

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