18 jul

Norberto Chamma é dono de um escritório de arquitetura em São Paulo e ficou preocupado quando o filho pequeno de um cliente derrubou dois computadores da empresa no chão. Além da perda material, estavam armazenados nas máquinas diversos projetos da empresa. No entanto, ele tinha seguro.

“Se eu não tivesse e também não fizesse a cópia dos dados, teria ficado impedido de trabalhar”, diz. Assim como ele, outros micro e pequenos empresários brasileiros vêm mostrando uma maior disposição para fazer seguros. “A gente via uma falta de cultura de planejamento no Brasil, mas isso vem mudando, diz Samy Hazan, superintendente da seguradora Marítima.

Foto: Arte iG

Pacote padrão para micro, pequenas e médias empresas de comércio, serviços e indústria

Os planos da Marítima são de elevar em 25% as receitas do segmento de seguros patrimoniais para pequenas e médias empresas este ano, para R$ 392 milhões. Para Hazan, essa expectativa positiva leva em consideração o crescimento da economia brasileira, o aumento da renda e do emprego e os investimentos que o País deve passar a fazer em infraestrutura. O consultor Carlos Barros de Moura, de BarrosDeMoura & Associados e diretor da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), concorda. “Há maior renda, maior consumo, e uma fatia da população já cobre as necessidades básicas”, afirma.

O crescimento ainda maior dos seguros para micro e pequenos empresários, na visão dos especialistas, esbarra na ideia de que as apólices são muito caras. Na Marítima, uma das líderes do segmento, o ticket médio é de R$ 1.500 ao ano, segundo Hazan. Nos cálculos de Barros de Moura, um seguro bastante completo para uma pequena empresa ficaria em torno de R$ 5.460 ao ano (veja tabela abaixo).

Na opinião de Barros de Moura, este exemplo de pacote de seguros é interessante para empresas com

faturamento a partir de R$ 300 mil ao ano. Mas ele ressalta que o empresário pode aumentar ou diminuir a cobertura, de acordo com o que julgar conveniente para se proteger contra os riscos ligados ao seu negócio.

Para que fique tranquilo, e a empresa fique bem coberta, é preciso que as características do negócio estejam muito bem ajustadas à apólice. “O seguro deve ser encarado como uma roupa: confortável, com qualidade, na medida certa e adequada às atividades”, afirma Barros de Moura. Para isso, o microempresário Norberto Chamma destaca a importância de um bom relacionamento com o corretor. “É preciso ter um profissional em quem se confia, pois ele saberá o que é melhor para você e pesquisará no mercado qual seguradora terá a cobertura mais indicada”, diz.

Fonte: IG Economia

http://economia.ig.com.br/empresas/seunegocio/seguros+podem+salvar+negocio+de+pequenas+e+medias+empresas/n1237721132822.html

Popularity: 1% [?]



About the Author: Garra Seguros
Especialista em seguros (31)4103-4652




Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>