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	<title>Garra Seguros BH &#187; Economia</title>
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		<title>Com boa demanda de estrangeiro, preço da oferta do BB sai hoje</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 13:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[BB Seguros]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo fontes, havia a sinalização de que o valor ficasse por volta de R$ 26,50 
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,com-boa-demanda-de-estrangeiro--preco-da-oferta-do-bb-sai-hoje,not_25278,0.htm]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; A definição do preço por ação na oferta do Banco do  Brasil acontece nesta quarta-feira. Segundo fontes, havia a sinalização  de que o valor ficasse por volta de R$ 26,50. A piora no humor dos  investidores, porém, deve levar o banco a ter de aceitar um preço menor.  Com base na cotação de fechamento de ontem (R$ 25,50), o BB pode obter  pouco mais de R$ 10 bilhões com a operação.</p>
<p>Fontes observaram que, enquanto os investidores estrangeiros  mostravam grande interesse pela operação, no varejo cujo período de  reserva terminou ontem, a procura foi fraca, mas nada que ameace a  colocação dos papéis. Até porque, como lembrou uma fonte, como a venda  de pelo menos um quarto das ações já está garantida para o Fundo  Soberano Brasileiro e para a Previ, fundo de pensão dos funcionários do  BB, o risco de falta de demanda é pequeno.</p>
<p>O BB pretende emitir 286 milhões de novas ações ordinárias (ON) em  uma oferta primária, cujos recursos reforçarão o patrimônio do banco,  que pretende manter o ritmo de crescimento de concessão de crédito. A  instituição venderá ainda outros 70,849 milhões de papéis que pertencem  ao BNDESPar e dois fundos administrados pela Caixa Econômica Federal.  Incluindo o lote suplementar, exercido caso haja demanda, serão vendidas  até 396 milhões de ações. O BB Banco de Investimento é o coordenador  líder da operação e atua ao lado de Merrill Lynch, BTG Pactual,  Citigroup e JPMorgan.</p>
<p>As ações ON do BB encerraram o pregão de ontem em baixa de 4,14%.</p>
<p>Fonte : Economia &amp; Negócios</p>
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		<title>Mercado de seguros deve crescer 20% no Brasil este ano</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 13:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Presidente da Chubb acredita que setor será impulsionado pelo aquecimento da indústria automobilística e pelo aumento real da renda do brasileiro 
http://economia.estadao.com.br/noticias/not_25275.htm]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; Na sede da Chubb Seguros do Brasil, o presidente da  empresa, Acacio Queiroz, mantém um sino que toca toda vez que um bom  negócio é fechado. &#8220;Foi a maneira que encontrei para energizar a equipe,  &#8221; conta o executivo, que trabalha de portas abertas e uma vez por mês  recebe os funcionários em seu gabinete para dar conselhos sobre a  carreira.</p>
<p>Em entrevista ao <strong>Economia &amp; Negócios</strong>,  Queiroz conta que, quando assumiu a presidência da empresa em 2005,  levou um susto com as particularidades do mercado de seguros de luxo, no  qual a Chubb é focada.&#8221; Fazemos seguros de carros que custam até R$ 8  milhões. Só o retrovisor de uma Ferrari pode custar R$ 30 mil.&#8221; A  seguradora faz também seguros inusitados, como o de projetos  paisagísticos de mansões e até de coleções de sapatos.</p>
<p>Para tirar partido do bom momento vivido pelo setor e conquistar  novos clientes endinheirados, Queiroz conta que a Chubb não economiza  nas regalias oferecidas &#8220;Nossos seguros são feitos sob medida. Temos até  serviço de baby sitter para agradar as mulheres, que impulsionam o  mercado de luxo&#8221;.</p>
<p>Segundo o executivo, a Chubb pretende lançar 20 novos produtos até  2014. Entre eles, seguros para grandes eventos, como feiras, e seguros  financeiros. Sobre os planos do governo de criar uma estatal para  segurar as grandes obras que vão ocorrer no país nos próximos anos, o  Queiroz é categórico: &#8220;Não acho necessário. A iniciativa privada dá  conta do recado. O governo deve guardar o seu dinheiro para azer os  investimentos que o país precisa.&#8221;</p>
<p>Fonte: Leticia Bragaglia, do Economia &amp; Negócios</p>
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		<title>Volume de importação atinge novo recorde</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 14:07:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>
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		<description><![CDATA[Carros, eletrodomésticos, remédios, peças de celular, petróleo. Os brasileiros nunca consumiram tantos importados. A quantidade de insumos, máquinas e produtos prontos trazidos do exterior já ultrapassou o nível do pré-crise e atingiu novo recorde.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O volume de compras do País em maio superou em 5% o pico de julho de  2008. O cálculo do JP Morgan, com dados da Fundação Centro de Estudos do  Comércio Exterior (Funcex), desconta a sazonalidade e considera média  trimestral. De janeiro a maio ante igual período de 2009 (auge da  crise), a alta é de 41,5%.</p>
<p>A &#8220;invasão de importados&#8221; é provocada pelo crescimento em ritmo  chinês da economia e pelo real forte. O Brasil também se tornou alvo de  um mundo em crise, com países ávidos para exportar mais. Um dos efeitos  positivos das importações é controlar a inflação, mas o aumento do  déficit externo já preocupa.</p>
<p>O tema está em debate nos ministérios da Fazenda e do  Desenvolvimento. O governo acredita que as importações recordes são  resultado do nível de atividade acima do pré-crise. A avaliação é que  medidas para conter a importação podem elevar os preços, porque muitos  setores não têm produção suficiente para suprir o excesso de demanda.  &#8220;Qualquer coisa que fizermos pode prejudicar os investimentos&#8221;, diz um  funcionário graduado.</p>
<p>Fernando Ribeiro, economista-chefe da Funcex, projeta que o Brasil  deve importar este ano 30% mais produtos que em 2009 (um ano fraco) e 7%  mais que em 2008 (um ano recorde). &#8220;Em valores, as importações podem  ficar iguais a 2008, porque os preços caíram. Em quantidade, serão  recordes&#8221;, diz. O Banco Central projeta importações de US$ 172 bilhões &#8211;  praticamente o mesmo patamar de 2008 (US$ 173 bilhões) e acima de 2009  (US$ 128 bilhões).</p>
<p>Computadores. A fabricante de processadores Intel comemora seu melhor  ano no Brasil, conta o diretor de marketing Cássio Tietê. O desempenho  da empresa acompanha as vendas de computadores, que crescem 30%. A Intel  importa todos os processadores que vende no País. &#8220;Os consumidores  continuam comprando e o mercado corporativo se recuperou&#8221;, diz Tietê.  Ele afirma que as perspectivas são positivas, porque apenas 30% da  classe C tem computador.</p>
<p>Várias empresas de tecnologia estão importando significativamente  mais que em 2009. As compras externas da Philips subiram 598%, da  Foxconn, 204%, da Samsung, 101%, de janeiro a maio, conforme a  Secretaria de Comércio Exterior (Secex).</p>
<p>O aumento das importações, no entanto, é generalizado. Um  levantamento da Funcex mostra que 22 de 25 setores importaram um volume  maior nos primeiros cinco meses do ano em relação a igual período de  2009. Nessa comparação, o País comprou 161% mais minerais não-metálicos,  59% mais equipamentos de informática, 67% mais tecidos.</p>
<p>Mesmo em relação aos primeiros cinco meses de 2008 (antes da crise),  16 setores estão importando uma quantidade maior. As porcentagens são  menores, mas também impressionam. Os brasileiros importaram 21% mais  móveis, 13% mais máquinas, 22,4% mais materiais elétricos.</p>
<p>Carros. O principal destaque são os carros. O volume de automóveis  importados, entre janeiro e maio, é 77,5% maior que no mesmo período de  2009 e 25% maior que janeiro a maio de 2008. Graças às fortes vendas da  Hyundai, as importações de carros da Coreia do Sul cresceram 143%. A  Caoa, que traz os veículos da marca, importou US$ 592 milhões neste  início de ano.</p>
<p>Também crescem as importações de autopeças por montadoras instaladas  no País. &#8220;As importações não estão subindo por causa de câmbio ou de  falta de tecnologia. Importo mais porque produzo mais&#8221;, diz o  vice-presidente da Renault do Brasil, Alain Tissier. A montadora elevou  as importações em 140%, porque voltou a operar em dois turnos. O  conteúdo nacional da Renault é de 85%. Tissier conta que importou mais  aço, porque o insumo ficou caro no País.</p>
<p>O economista do JP Morgan, Júlio Callegari, diz que a tendência das  importações é de alta, porque &#8220;a indústria não tem ociosidade e precisa  contar com insumos vindos do exterior&#8221;. Ele explica que ainda há  diferenças no ritmo das importações conforme o uso do produto.</p>
<p>As compras externas de bens de consumo superam com folga o pré-crise.  As importações de insumos seguem o ritmo da indústria e atingiram o  mesmo patamar de 2008. As compras de máquinas ainda não se recuperaram  totalmente, mas devem subir nos próximos meses.</p>
<p>A fabricante de máquinas Caterpillar aumentou as importações em 118%  neste ano. Conforme a assessoria de imprensa, a crise reduziu a produção  no ano passado, e agora os negócios estão sendo retomados. A  Caterpillar esclarece que importa apenas peças e componentes.</p>
<p>Plano Real. A importação nunca teve um papel tão relevante na  economia do País. Nem mesmo no auge do Plano Real, com o câmbio fixo. No  primeiro trimestre, as importações atenderam 20,7% do consumo dos  brasileiros, revela indicador da Federação das Indústrias do Estado de  São Paulo (Fiesp). Em 1996, a participação era de 14%.</p>
<p>Na década de 90, a importação provocava uma dependência crônica de  capital externo. O déficit em conta corrente atingiu 4,32% do PIB em  1999. Depois de um período de superávits, o País voltou a ter déficit,  que deve atingir 2,49% do PIB este ano. A situação não é alarmante, mas  traz de volta um velho fantasma.</p>
<p>Fonte: Raquel Landim &#8211; O Estado de S.Paulo</p>
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