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	<title>Garra Seguros BH &#187; Planos de Saude</title>
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		<title>Projeto prevê livre escolha de médicos e prestadores de serviços</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 21:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de Saude]]></category>
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		<description><![CDATA[O parlamentar propôs ainda que as despesas decorrentes da utilização dos serviços sejam reembolsadas pelas operadoras ou seguradoras ao respectivo usuário, nos mesmos patamares das tabelas de preços utilizadas por essas empresas na sua relação com a rede referenciada.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado Vital do Rêgo Filho (PMDB/PB) apresentou, nesta terça-feira (06 de julho) projeto de lei que assegura ao usuário de planos e seguros privados de assistência à saúde, a livre escolha do prestador de serviço ou profissional da saúde. Pela proposta, a livre escolha estará assegurada independentemente da vinculação do profissional ou prestador de serviço com a operadora de plano ou seguro privado de assistência a saúde, com a qual o usuário mantenha relação contratual.</p>
<p>O parlamentar propôs ainda que as despesas decorrentes da utilização dos serviços sejam reembolsadas pelas operadoras ou seguradoras ao respectivo usuário, nos mesmos patamares das tabelas de preços utilizadas por essas empresas na sua relação com a rede referenciada.</p>
<p>Pelo projeto, as eventuais diferenças pecuniárias decorrentes da contraprestação do reembolso das despesas, pelas operadoras de planos e seguros privados de assistência à saúde, a respectivo usuário serão de responsabilidade do próprio usuário</p>
<p>Já os serviços de apoio diagnóstico e terapêutico derivados do atendimento de prestadores de serviços ou profissionais da saúde, não vinculados ao plano ou seguro privado de assistência à saúde, com o qual o usuário mantiver contrato, serão prestados regularmente dentro do plano ou seguro privado de assistência à saúde do usuário, tendo como parâmetro para operacionalização dos serviços, o registro do usuário junto ao plano ou seguro privado de assistência à saúde.</p>
<p>Caberá à operadora do plano ou seguro privado de assistência à saúde adotar as providências necessárias à operacionalização dos procedimentos decorrentes da escolha, pelo usuário, do prestador de serviços bem como dos serviços de apoio diagnóstico e terapêutico.</p>
<p>Ainda de acordo com o projeto, inclui-se na abrangência da escolha do prestador de serviço pelo usuário de planos e seguros privados de assistência à saúde, a cobertura assistencial médico-ambulatorial e hospitalar.</p>
<p>Segundo o deputado, os usuários dos planos de saúde, na forma como atualmente os planos estão estabelecidos, ficam tolhidos em sua liberdade de escolha em relação ao prestador de serviço e, muitas vezes, têm de sujeitar-se a optar por prestadores que não satisfazem as suas expectativas e necessidades, tendo em vista as limitações impostas pelo plano ao qual estão vinculados. “Isso cria obstáculo intransponível à observância da relação médico-paciente, como ocorre em muitos casos quando o profissional eventualmente migra para plano de saúde diverso daquele que o paciente iniciou um tratamento específico.</p>
<p>Evidencia-se, claramente, que a ausência da liberdade de escolha ainda impõe um ônus que afeta até mesmo o Código de Ética Médica, pois o paciente, nesse caso, fica à mercê de continuar seu tratamento com outro profissional com o qual não desenvolveu ou teve qualquer contato anterior”, argumenta o parlamentar.</p>
<p>Ele acrescenta que é fundamental a garantia do direito de escolha do prestador de serviços ou profissional médico ao usuário que se vincula a um plano de saúde, pois o usuário tem o direito ao acesso à saúde, e este direito “não pode ser tolhido ou limitado, seja por quais razões forem, pois este se configura na possibilidade do usuário poder escolher livremente o prestador ou profissional médico que melhor lhe trouxer benefícios”.</p>
<p>Fonte: pmeonline.com.br  Data: 08.07.2010 -</p>
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		<title>Planos de saúde terão limite de tempo para atendimento</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/planos-de-saude-terao-limite-de-tempo-para-atendimento/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 02:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Planos de Saude]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saude]]></category>

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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está de olho nas "filas de espera", que chegam a dois meses, para atendimento de profissionais como ginecologistas e neurologistas, via convênios médicos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está de olho nas &#8220;filas de espera&#8221;, que chegam a dois meses, para atendimento de profissionais como ginecologistas e neurologistas, via convênios médicos.</p>
<p>A ANS iniciou uma pesquisa, que vai até o próximo dia 5, em que as operadoras de planos de saúde compulsoriamente deverão enviar dados sobre o tempo que levam para autorizar procedimentos demandados pelos consumidores. O próximo passo será criar um grupo técnico para discutir uma regra definindo o tempo máximo para essa espera. No Brasil, são 43,1 milhões de usuários de planos de saúde. Em Pernambuco, há 1,1 milhão.</p>
<p>Em março passado, às vésperas de deixar a presidência da agência reguladora, o ex-titular da ANS, Fausto Santos, adiantou que o órgão já estudava uma norma para amenizar a demora, que virou recorrente no mercado. Ele admitiu distorções na saúde privada, em especial o fato de os médicos e profissionais da área darem preferência a atendimentos particulares, em detrimento de consumidores de planos.</p>
<p>Na ocasião, o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge Nordeste), Flávio Wanderley, afirmou que a demora nos atendimentos seria fruto de decisões dos próprios médicos, que preferem estabelecer cotas para os clientes de planos, com remuneração mais baixa, justamente para deixar mais espaço na agenda para pacientes particulares, que pagam o valor integral da consulta.</p>
<p>Para a presidente da Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), Renê Patriota, o maior problema é o modo como os planos estruturam suas redes de atendimento, que em geral passaram a dar preferência à chamada rede preferencial. Ou seja, criaram consultórios próprios para atender a seus clientes, com uma rede auxiliar de profissionais bastante enxuta.[2]</p>
<p>Através da pesquisa com as operadoras, a agência reguladora vai mapear o passo a passo das liberações de coberturas, desde o momento em que as empresas autorizam os procedimentos solicitados pelos consumidores até a realização efetiva da prestação dos serviços.</p>
<p>Fonte: Jornal do Commercio-PE 29 de Junho de 2010 17:22</p>
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		<title>ANS quer novo modelo para planos de idosos</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 17:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de Saude]]></category>
		<category><![CDATA[seguros]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Maurício Ceschin, defendeu a adoção de novo cálculo de preço para os planos de saúde de idosos. Ele propõe a discussão de métodos que incluam algum tipo de capitalização durante a juventude, parte do que o cliente paga financiaria o custo do plano na idade mais avançada.
http://www.investimentosenoticias.com.br/setoriais/produtos-de-consumo/ans-quer-novo-modelo-para-planos-de-idosos.html]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Maurício Ceschin, defendeu a adoção de novo cálculo de preço para os planos de saúde de idosos. Ele propõe a discussão de métodos que incluam algum tipo de capitalização durante a juventude, parte do que o cliente paga financiaria o custo do plano na idade mais avançada.</p>
<p>&#8220;Hoje, o custo assistencial é feito por partição simples o custo é distribuído na própria faixa etária. Mudar o modelo é pensar outra forma de se precificar&#8221;, afirma. &#8220;Por exemplo, uma parte do que você paga evolui por faixa etária, a outra faixa funcionaria como se fosse um sistema de capitalização.&#8221;<br />
Ele criticou ainda o modelo de assistência ao idoso adotados pelas operadoras. &#8220;Os modelos de atendimento não são focados nessa população. Não há programas de prevenção ou acompanhamento de patologias crônicas customizados. Novos modelos de gestão têm de ser desenvolvidos especificamente para esse público&#8221;, defendeu.<br />
Ceschin, de 51 anos, é o terceiro presidente da ANS e o primeiro oriundo de operadoras de saúde foi superintendente da Medial e presidente da Qualicorp. Chegou à agência em dezembro, sob protesto de entidades de direitos de defesa do consumidor, que chegaram a preparar uma abaixo-assinado contra a sua nomeação para diretor de Desenvolvimento Setorial.<br />
Assumiu a presidência da agência em maio, no momento em que a ANS iniciou a discussão de um novo modelo de reajuste dos planos saúde. A proposta que está sendo discutida é uma alternativa baseada na eficiência dos serviços oferecidos pelos planos empresa com melhor atendimento teria um reajuste maior, em relação àquela que não atingiu o mesmo padrão de eficiência. &#8220;Isso é muito difícil de se medir em saúde&#8221;, reconhece Ceschin.<br />
Ele defende ainda que sejam levadas em conta diferenças regionais ao se estabelecer o índice de reajuste. &#8220;Tem de se considerar a hipótese de o mercado se autorregular&#8221;, afirmou, ressaltando que isso só aconteceria em regiões com grande concorrência.</p>
<p>(Portal do Consumidor)</p>
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		<title>ANS quer mediar conflito entre plano e paciente</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/ans-quer-mediar-conflito-entre-plano-e-paciente/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 01:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>
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		<description><![CDATA[Bruno Boghossian / RIO Agência promete apurar denúncia do consumidor com mais rapidez, para que operadora autorize procedimento A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) pretende colocar em prática, em agosto, um novo mecanismo de mediação de conflitos entre operadoras de planos de saúde e consumidores que tiverem pedidos de cobertura negados. Com o uso [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno Boghossian / RIO</p>
<p>Agência promete apurar denúncia do consumidor com mais rapidez, para que operadora autorize procedimento</p>
<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) pretende colocar em prática, em agosto, um novo mecanismo de mediação de conflitos entre operadoras de planos de saúde e consumidores que tiverem pedidos de cobertura negados.</p>
<p>Com o uso da Notificação de Investigação Preliminar (NIP), a agência promete apurar denúncias dos pacientes com mais rapidez, permitindo que as administradoras revertam suas decisões e autorizem procedimentos médicos &#8211; evitando punições e criando uma alternativa às ações judiciais que garantem atendimentos por meio de liminares.</p>
<p>Pelo novo modelo, as operadoras denunciadas à ANS por negar pedidos de cobertura de exames, tratamentos e cirurgias que deveriam atender serão notificadas e terão até cinco dias para decidir se revertem a decisão ou mantêm a negativa. Os processos administrativos, então, passam a ser abertos apenas se não houver acordo e a agência confirmar a irregularidade.</p>
<p>No projeto-piloto realizado pela agência desde outubro 2008, 56% das reclamações de pacientes foram resolvidas e as denúncias, arquivadas. O novo modelo passa por consulta pública até o fim do mês no site ans.gov.br para receber sugestões e contribuições da sociedade.</p>
<p>Atualmente, as multas aplicadas pela ANS são consideradas uma forma de evitar que casos semelhantes se repitam, mas não beneficiam o cliente lesado. &#8220;Sabendo que o órgão de fiscalização deixa de ser um mero aplicador de multas e passa a mediar conflitos, o consumidor passa a recorrer à ANS como mais uma instância de defesa&#8221;, diz Solange Mendes, diretora executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), que representa as operadoras.</p>
<p>O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) crê que a NIP pode contribuir para reduzir o número de ações judiciais por negativas de cobertura, mas estima que apenas casos mais simples sejam revertidos. &#8220;Provavelmente, só os casos mais absurdos serão resolvidos, como procedimentos que estão no rol obrigatório e são negados&#8221;, afirma a advogada Daniela Trettel. &#8220;A ANS tem uma série de posições desfavoráveis aos consumidores e, em geral, não entra em discussões referentes a cláusulas abusivas, por exemplo.&#8221;</p>
<p>Há o temor de que operadoras passem a usar a NIP como um modo de adiar processos administrativos. Por isso, Daniela defende a aplicação de multas mesmo quando a negativa for revertida. A Fenasaúde diz que a ANS pode impedir a prática. &#8220;Se as empresas passarem a negar sistematicamente a cobertura por má-fé e acabarem autorizando o procedimento quando questionadas pela ANS, então a agência pode multá-la e até aplicar uma punição mais severa.&#8221;</p>
<p>Data: 24.06.2010 &#8211; Fonte: O Estado de S. Paulo | Vida | SP</p>
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