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	<title>Garra Seguros BH &#187; seguro de motos</title>
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		<title>Projeto prevê desconto para motociclista no seguro Dpvat</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 21:05:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O deputado argumenta que o seguro Dpvat, de fato, constitui importante mecanismo à disposição dos cidadãos para ressarcimento de prejuízos causados por acidentes envolvendo veículos automotores, o que justifica o seu caráter obrigatório.

Ele frisa, contudo, que chama a atenção a disparidade entre o valor do seguro cobrado das motocicletas comparado com o que se cobra dos automóveis. “Embora se possa admitir que as motocicletas sejam de fato mais inseguras que os automóveis, parece-me que essa relação, a qual chega a quase de três para um, está um pouco desproporcional”, observa.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Motociclistas e donos de veículos tais como motonetas e similares poderão ter desconto de até 50% no valor do seguro Dpvat caso seja aprovado o projeto de lei de autoria do deputado Carlos Zarattini (PT/SP) que altera a Lei 6.194/74, a qual regulamenta esse seguro. O parlamentar sugere que tenham direito a esse desconto os donos dos veículos classificados na categoria 9 (motocicletas, motonetas, ciclomotores, etc) que não apresentarem registro de acidentes com ocorrência de danos pessoais no período de doze meses anteriores ao vencimento seguro Dpvat.</p>
<p>O deputado argumenta que o seguro Dpvat, de fato, constitui importante mecanismo à disposição dos cidadãos para ressarcimento de prejuízos causados por acidentes envolvendo veículos automotores, o que justifica o seu caráter obrigatório.</p>
<p>Ele frisa, contudo, que chama a atenção a disparidade entre o valor do seguro cobrado das motocicletas comparado com o que se cobra dos automóveis. “Embora se possa admitir que as motocicletas sejam de fato mais inseguras que os automóveis, parece-me que essa relação, a qual chega a quase de três para um, está um pouco desproporcional”, observa.</p>
<p>O deputado diz ainda que a proposta não pretende imiscuir-se nos critérios técnicos de definição dos valores. Segundo ele, a intenção é estabelecer um mecanismo que, em primeiro lugar, pode trazer o valor do seguro cobrado das motocicletas ao patamar de sua real contribuição no total dos acidentes de trânsito verificados no país e, consequentemente, no total das indenizações pagas.<br />
‘O mais importante, contudo, é o estímulo que esse dispositivo traz aos motociclistas para uma condução mais segura, uma vez que isso lhe trará o benefício de pagar apenas a metade do valor do prêmio tarifário do Seguro Dpvat”, frisa o parlamentar.</p>
<p>Fonte: CQCS  Data: 08.07.2010 -</p>
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		<title>Motos aparecem em metade dos acidentes no Paraná</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Motos são 21,7% da frota de veículos, mas aparecem em 49% das indenizações pagas pelo DPVAT.
http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/458698/?noticia=MOTOS+APARECEM+EM+METADE+DOS+ACIDENTES+NO+PARANA]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar das motocicletas representarem 21,7% da frota de veículos do Paraná, esses veículos foram responsáveis, em 2009, por 49% de todas as indenizações pagas pelo Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). No mesmo ano, foram registradas 1.089 mortes e outros 7.395 casos de invalidez permanente. Para essas indenizações, o DPVAT destinou R$ 73,8 milhões ao Estado. O mais preocupante para especialistas é que de janeiro a junho de 2010, o valor pago já ultrapassa a metade do ano anterior. Nos seis primeiros meses de 2010, segundo o DPVAT, já foram pagos R$ 49,7 milhões em indenizações, registradas 535 mortes e 5.149 casos de invalidez permanente entre os motoqueiros no Paraná.</p>
<p>De acordo com o diretor de relações institucionais da Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT, José Márcio Norton, o verificado no Paraná segue a linha nacional. &#8220;Sabemos que 26% de toda frota nacional de veículos corresponde às motocicletas, índice semelhante no Paraná. No Brasil temos uma média de 17 milhões de motocicletas que, em 2009, foram responsáveis por 56% das indenizações&#8221;, diz.<br />
Para Norton, falta cuidado dos motociclistas no trânsito. &#8220;Esse grande número de mortes e casos de invalidez é um grande absurdo. Vemos por trás desses números jovens que, em sua maioria, que utilizam esses veículos para trabalhar e até mesmo como principal fonte de renda da família. É preciso ter uma direção defensiva. Todos devemos estar imbuídos nisso, uma vez que começamos a conviver anualmente com o crescimento dessa categoria&#8221;, avaliou.</p>
<p>Para o jornalista J. Pedro Corrêa, autor do livro 20 Anos de Lições de Trânsito, o aumento excessivo de motocicletas em todo o País está diretamente ligado ao veto do artigo 56 do Código de Trânsito Brasileiro, que previa, em 1998, a proibição dos motociclistas circularem entre os carros, nos chamados corredores. &#8220;O veto desse artigo possibilitou o nascimento do fenômeno dos motociclistas no Brasil. A possibilidade de costurar o trânsito gerou uma maneira de sobrevivência no meio da barbaridade do trânsito brasileiro. O governo, no entanto, não conseguiu prever esse tipo de problema e as montadoras, por sua vez, viram uma boa oportunidade de crescimento&#8221;, afirma.</p>
<p>Além desse problema, Corrêa alia esse crescimento às características nacionais. &#8220;Somos um País sem educação, cultura e costumes de segurança no trânsito. A solução está num código que proíba tais comportamentos, aliado às fiscalizações mais intensas, treinamento e capacitação de todos os envolvidos no trânsito, não apenas os motociclistas. De um lado temos os motociclistas, sem cultura de segurança e capacitação, do outro o governo, que deixou de coibir excessos, bem como criar maneiras de evitar o que presenciamos atualmente&#8221;, afirma.</p>
<p>Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Condutores de Veículos Motonetas, Motocicletas e Similares de Curitiba e Região (Sintramotos), Tito Mori, a falta de cuidado no trânsito existe em ambas as partes, tanto dos motofretistas quanto dos motoristas. &#8220;Porém, como a moto é a parte mais parte frágil, temos esse grande número de acidentes. As manobras de risco são feitas por impulso, na maioria das vezes motivadas pela pressa cobrada pelo serviço&#8221;, diz. Para evitar os acidentes, Mori explica que o Sintramotos está elaborando dois cursos para os profissionais. &#8220;Estamos trabalhando para oferecer, pelo menos até setembro, curso de qualificação de entregas e de prevenção de acidentes de trabalho no trânsito&#8221;, adianta.<br />
Jovens são os que mais morrem</p>
<p>A proporção de mortes por acidentes com moto saltou de 11% para 23,8% de 2001 para 2008, em Curitiba, segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS).<br />
A informação está presente no estudo Perfil dos Acidentes de Transporte no Município de Curitiba, que apontou ainda que jovens entre 15 e 24 anos são os que mais morrem em acidentes de moto. &#8220;Em seguida está o grupo de 25 a 34 anos, que compreende uma faixa etária de jovens e adultos em idade produtiva&#8221;, ressaltou Karin Luhm, diretora do Centro de Epidemiologia da (SMS).</p>
<p>Apenas entre janeiro e maio deste ano, o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) já registrou 1.296 acidentes envolvendo condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores em Curitiba. Esses acidentes ocasionaram ao menos 13 mortes (óbito no local) e deixaram outros 1.024 condutores com ferimentos. Segundo o soldado Gerson Teixeira, do BPTran, um Comitê de Trânsito formado por uma parceria entre o BPTran e a Diretoria de Trânsito de Curitiba (Diretran) já está trazendo soluções para evitar acidentes, principalmente envolvendo motociclistas. &#8220;O cruzamento entre a Marechal Floriano Peixoto com a Bley Zorning é um dos que mais ocorrem acidentes envolvendo motociclistas. Já estudamos a possibilidade de mudar aquela região, com o objetivo de tornar mais segura a passagem desses profissionais por ali&#8221;, diz. Teixeira afirma ainda que qualquer mudança, no entanto, &#8220;não será válida caso os motoristas e motociclistas não se respeitem no trânsito. É preciso ser prudente&#8221;, ressalta. (LC)<br />
Detran-PR emitiu 55,9 mil carteiras</p>
<p>Ao longo de 2009, o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) emitiu 55,9 mil carteiras de habilitação para motociclistas para todo o Estado. De janeiro a maio deste ano, esse número já ultrapassa 55,5 mil, sendo que 6,8 mil dessas carteiras foram emitidas apenas em Curitiba. A preocupação com a entrada desses motoristas nas ruas fez com que o sistema Sest/Senat (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte), criasse um curso específico para motociclistas, denominado Qualificação para Motofretistas.</p>
<p>De acordo com Iraci Bilek Bara, coordenadora do Sest/Senat, o profissional que frequenta o curso volta com outra postura às ruas. &#8220;Conseguimos preparar um conteúdo que atende todas as necessidades do motofretista. Envolvemos relacionamento profissional, ética, postura no trânsito, pilotagem defensiva e até mesmo manutenção preventiva dos veículos&#8221;, explica Iraci.</p>
<p>Segundo ela, o curso pode ser feito em diferentes horários. São 20 horas aula com turmas à noite e fins de semana. &#8220;Sabemos que os motofretistas trabalham em diferentes horários. Por isso, estamos oferecendo esse curso à noite e durante o final de semana&#8221;, diz. Até então, três mil motofretistas já participaram do curso.<br />
Serviço: As aulas são ministradas na sede do Sest/Senat, na Rua Salvador Ferrante, 1.440, no bairro Boqueirão. No próximo dia 27, o Sest/Senat terá o 1.º Seminário de Saúde, Segurança e Qualificação Profissional do Motofretista de Curitiba. Informações sobre o curso e o seminário através do telefone (41) 3022-7000. (LC)</p>
<p>Fonte:  Paraná On Line</p>
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		<title>Porto Seguro investe em atendimento e produtos para ampliar negócio</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 13:45:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mercado de seguros atual é tão competitivo que faz com que qualquer empresa que ofereça apenas uma assistência básica não tenha chances de crescer no segmento.
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de seguros atual é tão competitivo que faz com que qualquer empresa que ofereça apenas uma assistência básica não tenha chances de crescer no segmento. As maiores seguradoras do Brasil investem pesado em serviços diferenciados, produtos criativos e ações de Marketing que fazem o consumidor esquecer de que o seguro é para ser usado quando algo de ruim acontece.</p>
<p>A Porto Seguro se tornou a seguradora líder no segmento auto no Brasil apostando nesta receita. Fundada em 1945, a empresa possui hoje oito mil funcionários, 23 mil corretores, mais de seis milhões de clientes, uma subsidiária no Uruguai e ainda uma outra empresa do ramo, a Azul Seguros. Apesar de os números serem muitos, o investimento em novos produtos e parcerias, como a com o Itaú Unibanco, visa ampliar ainda mais esse sucesso.</p>
<p>Entre os produtos além do seguro estão o cartão de crédito da empresa, que pode ser usado por quem não é segurado, consórcio de automóveis e de aparelhos para consultórios odontológicos, proteção e monitoramento de residências, plano de previdências e serviços para condomínios.</p>
<p>Empresa de atendimentoPorto Seguro investe em atendimento e novos produtos para ampliar negócio<br />
Embora a ampliação do portfólio tenha sido feita para conquistar novos clientes, o trabalho principal da Porto Seguro é para fidelizar os já segurados por meio de atendimento e serviços diferenciados. “Trabalhamos para prestar serviços que superem a expectativa do cliente e transcenda a ideia de um simples seguro, já que seguro qualquer empresa vende. Nós vendemos atendimento, segurança e tranquilidade”, conta Fabio Luchetti, CEO da seguradora, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p>Para conseguir um atendimento de excelência, o executivo garante que o segredo é o modelo de gestão praticado pela Porto. “Somos rigorosos quanto à seleção de nossos funcionários. Além disso, nosso trabalho é para que eles se sintam felizes, para transmitir essa felicidade aos clientes”, afirma Luchetti.</p>
<p>Estar presente no dia a dia do consumidor é essencial para que ele não se lembre apenas da marca nos momentos complicados. Os segurados podem contar com serviços gratuitos para suas residências, como chaveiro e encanador, motoristas que levam carros de segurados para a inspeção, benefícios em estacionamentos e descontos em eventos e restaurantes. “São formas que encontramos para tangibilizar o seguro”, explica Tanyze Marconato, coordenadora de Marketing da Porto Seguro.</p>
<p>Bicicletas: um novo negócio<br />
Apesar de a empresa não pensar apenas nos momentos críticos para os segurados, quando eles acontecem o socorro tem que chegar rápido. Para agilizar esse processo, em casos em que não há necessidade de um guincho, o atendimento chega por meio de bicicletas elétricas.</p>
<p>Porto Seguro investe em atendimento e novos produtos para ampliar negócioO negócio começou com alguns mecânicos atendendo a chamados mais simples de problemas como uma troca de pneu ou uma recarga de bateria. A iniciativa deu tão certo que a Porto Seguro resolveu investir e desenvolveu bicicletas elétricas, que podem recarregar diretamente o veículo com problema.</p>
<p>A novidade fez tanto sucesso que a empresa produziu uma série de bicicletas para comercializar. Em 2009 foram vendidas 300 unidades. “Noventa e nove porcento dos nossos atendimentos feitos por meio das bikes dão resultado positivo” afirma Tanyze.  Além disso, uma ação realizada em parceira com o metrô de São Paulo reforma os bicicletários das estações da cidade.</p>
<p>“Trabalhar com as bicicletas melhora o serviço e garante mais qualidade de vida à população. Apesar de o carro ser nosso negócio, prezamos pela qualidade de vida de nossos segurados e, claro, colaboradores”, completa a executiva, em entrevista ao site. Para isso, a empresa também promove o esporte entre seus funcionários, como patrocínio para quem quiser participar de corridas de rua em São Paulo.</p>
<p>Gentileza gera gentileza<br />
Também com foco em qualidade de vida, a Porto Seguro criou a campanha “Trânsito Gentil”. A inspiração da ação veio depois de um depoimento de Luis Eduardo Garzón, prefeito de Bogotá, que afirmou que as mudanças no trânsito da cidade ajudaram a diminuir a violência na Colômbia. “Notávamos nas ruas a necessidade de fazer essa campanha”, conta Tanyze, se referindo à quantidade de discussões e brigas de trânsito que acontecem diariamente nas ruas de todo o país.</p>
<p>A iniciativa distribui adesivos com o logo da campanha para qualquer pessoa interessada em apoiar a ação. Os interessados também podem receber cartões. Como uma brincadeira, os de cor vermelha podem ser mostrados aos “infratores” do trânsito, enquanto os azuis reconhecem quem fizer algo bacana.</p>
<p>Pelo programa, os clientes da empresa que não tiverem perdido nenhum ponto em suas carteiras no período de 12 meses ganham 5% de desconto no pagamento do seguro. A ação conta ainda com um site, com mais de nove mil apoiadores, blog, comunidade no Orkut, perfil no Twitter e página no Facebook.</p>
<p>Seguros na internet<br />
Estar nas redes sociais não é novidade para a Porto Seguro. A empresa marca presença nos principais sites de relacionamento e em um aplicativo para iPhone, por meio do qual os segurados podem até solicitar guinchos. “As redes sociais são os botequins de antigamente. É por meio delas que as pessoas conversam e criticam também”, afirma Luchetti, CEO da empresa.</p>
<p>Preocupada com sua reputação na web, a seguradora tem um departamento que responde às solicitações dos clientes em no máximo 24 horas. A Porto Seguro também tem uma ouvidoria preventiva, que detecta assuntos comentados nas redes sociais e se adianta em resolver o problema ou esclarecê-lo, mas com cautela. “Não podemos nos intrometer muito, pois a internet é um lugar de liberdade”, completa o executivo.</p>
<p>Para o CEO, é importante apurar tudo o que se fala sobre a empresa. “Temos que lidar com a realidade. Mesmo que seja algo ruim, temos que encarar aquilo para podermos corrigir o problema o mais rápido possível”, ressalta.</p>
<p>Variedade de produtos<br />
A empresa tem em seu portfólio seguros de vida, de saúde, de aluguel, de empresas, de residências, de transportes, de condomínio e &#8211; seu mais recente lançamento &#8211; de eventos. Mas, para aumentar sua rentabilidade, a Porto investe em novos produtos e parceiras.</p>
<p>A empresa oferece ainda serviço de previdência, financiamento de veículos, investimentos, consórcio de imóveis, auto e equipamento odontológico, proteção e monitoramento de condomínios e cartão de crédito. A marca Azul também pertence à Porto Seguro que, em busca de um outro tipo de público, oferece pacotes de seguros mais simples, com menos serviços e preços mais acessíveis. A última ação do grupo foi a aliança feita com o Itaú Unibanco. A partir do acordo, a seguradora fica responsável pelas carteiras de automóveis e residências vendidas nas mais de quatro mil agências do banco.</p>
<p>“Isso tudo nos permite estar mais presente em municípios brasileiros e mais segmentação, podendo suprir as mais diversas necessidades dos clientes”, completa Fabio Luchetti, sobre a construção e a manutenção de uma seguradora muito além do seguro.</p>
<p>Seguradora líder no segmento de automóveis garante sucesso por meio de serviços que vão muito além do guincho</p>
<p>Fonte:  Rayane Marcolino, do Mundo do Marketing  30/06/2010</p>
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		<title>5 dicas para Seguro de vida</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 13:42:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Embora muitas vezes negligenciado, o seguro de vida deveria obrigatoriamente fazer parte de qualquer planejamento financeiro. 

Autor: Bruno Vieira Feijó



http://www.andinaseguros.com.br/dicas-seguro-de-vida/
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Embora muitas vezes negligenciado, o seguro de vida deveria obrigatoriamente fazer parte de qualquer planejamento financeiro. Afinal, como pode haver um plano que daqui a dez minutos pode ir por água abaixo? Para desmistificar as principais dúvidas que rondam o tema, a VOCÊ S/A convocou dois especialistas Fabiano Calil, planejador financeiro familiar, de São Paulo, e Augusto Sabóia, consultor financeiro da Sabóia Advisors, em São Paulo para explicar, afinal, como e quando contratar o tipo de proteção mais adequado às suas necessidades.<br />
1. Quando vale a pena fazer um seguro de vida?</p>
<p>O seguro serve para repor uma perda para as pessoas que dependem financeiramente de você. Para quem é jovem, solteiro, não tem filhos e os pais não dependem do seu sustento, o maior risco é acontecer um acidente que impeça de continuar trabalhando e manter as contas em dia. Neste caso, vale contratar apenas um seguro contra invalidez parcial e total, o que sai mais barato do que um seguro por morte, diz Fabiano Calil. A partir do momento em que há cônjuge e filhos principalmente enquanto eles ainda não terminaram a faculdade , um seguro mais completo passa a fazer sentido, afinal, você não quer que eles passem necessidade na sua ausência, certo? A dica é ir atualizando as apólices de acordo com o momento de vida. Conforme seu patrimônio aumenta e os filhos trabalham, a família deixa de ficar totalmente desamparada em caso de alguma fatalidade. Assim, com o passar dos anos, dá para diminuir o valor de cobertura ou mesmo dividi-lo melhor entre os dependentes, diz Fabiano.<br />
2. Vale a pena ter uma apólice diferente para cada situação?</p>
<p>Os seguros tradicionais oferecem cobertura por morte (natural e por acidente) ou invalidez permanente (total ou parcial) causada por acidente. Atualmente, há modalidades extras que resguardam contra a impossibilidade temporária de exercer a profissão e até indenizações em caso de doenças graves. Todas as proteções podem ser combinadas em uma mesma apólice, mas algumas seguradoras limitam as coberturas entre 1 e 2 milhões de reais, diz Augusto. Se puder pagar, uma pessoa pode ter quantas apólices quiser e receber o valor de todas elas. É o único caso de seguro acumulativo, acrescenta Augusto. Ele diz que os profissionais que se contentam apenas com o seguro de vida bancado pela empresa, que costuma se restringir a apenas 12 ou 24 salários, devem ficar alertas. Seguro atrelado ao cartão de crédito, à capitalização ou à previdência privada por si só também não costuma ser suficiente.<br />
3. Como se calcula o valor ideal da cobertura?</p>
<p>Somando as despesas dos seus dependentes (e projetando futuras despesas, no caso de filhos pequenos) e instituindo um prazo que seria necessário para cobrir esses gastos na sua ausência. Normalmente, o seguro não serve para afiançar uma renda perpétua, mas dar condições para que a família se restabeleça, diz Augusto. Para quem já formou um patrimônio suficiente para garantir o padrão da família em caso de imprevistos, o seguro de vida não é tão necessário. A exceção se dá quando o seguro vira um instrumento de herança. É uma forma inteligente de deixar determinado valor para alguém e especificar como ele será distribuído sem dar margem para contestação. A indenização não entra em inventário é liberada em poucos dias , não responde por dívidas e é isenta de impostos, diz Augusto.<br />
4. Se não acontecer nada comigo eu perco o dinheiro investido?</p>
<p>Na maioria dos casos, sim. Inclusive se desistir do contrato no meio do caminho, ou o contrário, se tiver pago por muitos anos. Seguro de vida não é investimento. Funciona como um seguro de carro, ou seja, você só paga para estar garantido caso aconteça o sinistro, diz Fabiano. Uma alternativa é contratar um seguro resgatável, quando o segurado pode obter uma parte ou o total do que pagou, com atualização monetária, com ou sem juros, se sobreviver até o final do prazo estipulado. Essa proteção ainda é muito cara no país e normalmente não compensa. Melhor pegar essa grana e aplicar em fundos de previdência complementar ou em outros investimentos, diz Fabiano.<br />
5. Em quais casos a seguradora não é obrigada a pagar o prêmio?</p>
<p>No Procon há várias reclamações contra seguradoras que se negam a fazer o pagamento em casos de acidentes, alegando doença preexistente e omitida no momento da assinatura do contrato. Em alguns casos, a seguradora também pode alegar que o cliente agravou por conta própria o risco do acidente. Cabe à seguradora provar que as suas alegações estão corretas e cabe ao segurado avisar a seguradora sempre que seu estilo de vida mudar, diz Augusto. Se você colocar no questionário que é uma pessoa tranquila, que não faz esporte radical, mas se na semana seguinte comprar uma moto e sair praticando motobike, ficará claro que agiu de má-fé ou, no mínimo, colaborou para aumentar seu risco de vida. E atenção: em caso de inadimplência, ainda que o atraso seja por poucos dias e todas as prestações anteriores tenham sido pagas nas datas previstas, a lei possibilita à seguradora suspender o prêmio ou mesmo cancelar o seguro.</p>
<p>Fonte: Você S/A</p>
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		<item>
		<title>Seguro residencial da Tokio Marine passa a contar com assistência especial</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 15:12:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quem nunca se viu diante da necessidade de fazer algum tipo de serviço simples em casa e ficou protelando por falta de tempo ou experiência? Realizar por conta própria trabalhos que parecem corriqueiros, como reparos no sistema elétrico ou hidráulico, exige alguns cuidados especiais e requerem uma série de medidas básicas de segurança.  http://www.segfoco.com.br/noticias/seguro-residencial-da-tokio-marine-passa-a-contar-com-assistencia-especial/]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Quem nunca se viu diante da necessidade de fazer algum tipo  de serviço simples em casa e ficou protelando por falta de tempo ou  experiência? Realizar por conta própria trabalhos que parecem  corriqueiros, como reparos no sistema elétrico ou hidráulico, exige  alguns cuidados especiais e requerem uma série de medidas básicas de  segurança.</p>
<p>Para atender a necessidade desse público, a <strong>Tokio Marine</strong> lança a  partir de 1º de julho um plano de assistência especial. Ao contratar o  seguro residencial ou renová-lo, o segurado tem a opção de incluir mais  este benefício no seu plano. O pacote de serviços voltados a reparos  elétricos, hidráulicos, oferece atendimento para trabalhos como limpeza  de calhas, limpeza de caixa d’água, instalação de chuveiros,  resistências, torneiras elétricas, além de consertos de eletrodomésticos  e eletroeletrônicos.</p>
<p>“Nosso foco com este plano é atender àqueles que não têm tempo nem  disposição para resolver pequenos problemas com instalação de chuveiros,  troca de lâmpadas, fixação de prateleiras, entre outros. Estamos de  olho no mercado e percebemos que há uma grande necessidade por parte  desse público”, explica <strong>Marcelo  Goldman</strong>, diretor de massificados da seguradora.</p>
<p>Geralmente, trabalhos essenciais à saúde, como limpeza de caixas e  calhas, e pequenos consertos são protelados por conta da correria do  dia-a-dia. De olho nas necessidades dos consumidores, a Tokio Marine  agrega valor ao seu produto residencial ao proporcionar maior conforto e  comodidade aos seus segurados ao disponibilizar assistência 24 horas.</p>
<p>..</p>
<p><strong>Fonte:</strong> GWA Comunicação</p>
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		<title>MAPFRE Duas Rodas é destinado a motos com mais 500 cilindradas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 12:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O MAPFRE Duas Rodas se baseia no conceito de que ter uma moto é muito mais do que uma forma de fugir do trânsito. Na visão da seguradora, trata-se de um estilo de vida, que não combina com a preocupação com a proteção do bem. Destinado a motos com mais de 500 cilindradas, o seguro [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O MAPFRE Duas Rodas se baseia no conceito de que ter uma moto é muito mais do que uma forma de fugir do trânsito. Na visão da seguradora, trata-se de um estilo de vida, que não combina com a preocupação com a proteção do bem.</p>
<p>Destinado a motos com mais de 500 cilindradas, o seguro tem como coberturas básicas a proteção para colisão, incêndio, furto e roubo, além de danos materiais, corporais e morais.</p>
<p>Entre as coberturas adicionais, o segurado pode contratar o reembolso para perdas no vestuário de proteção (capacete, macacão e jaqueta) em caso de sinistro coberto de colisão parcial ou total da motocicleta.</p>
<p>Há também diferentes limites de contratação &#8211; R$ 3 mil, R$ 4 mil e R$ 5 mil – bem como duas modalidades de extensão de garantia: reposição pelo valor de novo para veículo 0Km, por 180 dias, em caso de roubo, furto ou incêndio,  além de reposição pelo valor de novo para veículo 0Km por 12 meses, em caso de colisão.</p>
<p>A companhia também disponibiliza a Assistência MAPFRE Duas Rodas, com 250 km de reboque a partir do local e serviço gratuito de despachante, entre outros benefícios.</p>
<p>Para completar, a seguradora ressalta o compromisso de indenização MAPFRE, que garante o pagamento em até 5 dias úteis (a partir da entrega completa dos documentos) no caso de indenização total do veículo. Caso contrário, o segurado recebe o valor total do prêmio pago.</p>
<p>Data: 25.06.2010 &#8211; Fonte: CQCS | Pedro Duarte</p>
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		<title>Diante de produtos quase idênticos e diferenças de preço que ultrapassam os R$ 2 mil</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 03:12:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A melhor opção depende do estilo de vida do segurado e da relação custo-benefício Segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos), no acumulado de janeiro a abril, as vendas de automóveis somaram 1,066 milhão de unidades, resultado 18% superior ao visto no mesmo período de 2009, que chegou a ser afetado pela [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A melhor opção depende do estilo de vida do segurado e da relação custo-benefício</p>
<p>Segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos), no acumulado de janeiro a abril, as vendas de automóveis somaram 1,066 milhão de unidades, resultado 18% superior ao visto no mesmo período de 2009, que chegou a ser afetado pela crise financeira mundial. O volume representa mais um recorde &#8211; o melhor quadrimestre era o de 2008, com 909,2 mil veículos.</p>
<p>Quanto mais carros novos em circulação, maior a demanda pelos seguros de automóveis. Mas diante de tantas opções que o mercado segurador oferece, qual é a mais indicada, de acordo com o perfil de cada consumidor&#8221; Que fatores ou situações podem resultar num bom ou mau negócio&#8221;</p>
<p>Em primeiro lugar, deve-se levar em consideração que o seguro de automóvel tem as mesmas coberturas e características em quase todas as seguradoras. Não há como fugir: a primeira variável a se estudar é o preço &#8211; elevado recentemente em cerca de 10% a 20% pela maioria das companhias, em virtude, entre outros fatores, do aumento das perdas decorrente das chuvas e da alta sinistralidade no início do ano.</p>
<p>Por exemplo, um homem solteiro, residente em São Paulo pagou em 2009 cerca de R$ 2.100,00 no seguro de um hatch médio (valor entre R$ 30 mil e R$ 25 mil). Em 2010, o preço cobrado pelo seguro chega a mais de R$ 2.500,00. Ou seja, alta de aproximadamente 16%.</p>
<p>Diante dos valores mais altos, a relação custo-benefício se torna mais relevante do que nunca. De acordo com o especialista Carlos Barros de Moura, da BarrosDeMoura &amp; Associados, &#8220;o consumidor não pode dispensar a ajuda especializada de um corretor de seguros e solicitar pelo menos três cotações diferentes, antes de tomar sua decisão&#8221;.</p>
<p>Serviços agregados</p>
<p>É o corretor de seguros que vai explicar em detalhes as coberturas e enumerar os serviços agregados oferecidos aos consumidores &#8211; chaveiro, encanador, convênios com estacionamentos e help desk para manutenção de computadores são alguns dos muitos exemplos.</p>
<p>&#8220;O mais importante é que não existe uma fórmula mágica. Ao consumidor cabe a pergunta: que coberturas são mais adequadas ao meu perfil e qual é a probabilidade de precisar dos chamados serviços agregados?&#8221;, indaga Barros de Moura.</p>
<p>Se as chances de recorrer a eles são grandes, é bom ter noção de que as maiores e melhores seguradoras não os oferecem gratuitamente.</p>
<p>Outro conselho valiosíssimo é falar a verdade em todas as perguntas do perfil. E, no decorrer da vigência da apólice, a mudança em qualquer item deve ser comunicada imediatamente à seguradora &#8211; até se o consumidor mudou de rua no mesmo bairro.</p>
<p>Nesse caso, se o novo endereço estiver avaliado com risco menor, o que significa um preço mais baixo do seguro, a companhia devolve a diferença, conforme normativa na Susep. Mas como o que vale mesmo é a relação custo-benefício, algumas simulações podem ajudar na decisão.</p>
<p>Simulações</p>
<p>Para o caso do proprietário de um Palio 1.0 Fire Flex 2008, solteiro, 27 anos, casado, principal condutor do veículo, morador da Zona Leste de São Paulo, que utiliza o carro quando vai à escola e ao trabalho, ambos com garagem, o preço numa seguradora de grande porte ligada a banco para cobertura total (roubo, colisão, incêndio e alagamento) é de aproximadamente R$ 2.750,00.</p>
<p>Cotando com outra grande seguradora, que também oferece excelentes serviços agregados, mas trabalha de forma independente &#8211; ou seja, não ligada a banco &#8211; o valor sobe em mais de R$ 2 mil, com um detalhe: a assistência 24 horas atende apenas dentro de um limite máximo de quilometragem, equivalente a um raio de 100 km do endereço do segurado.</p>
<p>Já com outra companhia, agora média e também independente, o preço sobe em cerca de R$ 1,2 mil, em relação à primeira simulação. O detalhe é que não há limite de quilometragem para assistência 24 horas, embora os serviços agregados sejam bem mais limitados.</p>
<p>Estilo de vida</p>
<p>&#8220;Com tanta diferença de preços, a decisão só fica bem embasada se o consumidor estiver muito consciente de seu estilo de vida e da necessidade, ou não, dos benefícios oferecidos pelo seguro&#8221;, acrescenta Barros de Moura.</p>
<p>Em outras palavras, é o consumidor que deve avaliar se, por exemplo, os serviços agregados e o limite de quilometragem são importantes para deixá-lo mais protegido e tranqüilo.</p>
<p>Assim, a opção do seguro mais adequado passa pela análise detalhada do modo de vida de cada um e pela relação custo-benefício, considerando que, só nas simulações feitas, os preços variaram em mais de R$ 2mil.</p>
<p>&#8220;Há seguradoras médias e independentes. com serviços mais limitados, em que o preço do seguro pode cair pela metade. Por isso é preciso pesquisar e contar com apoio especializado. O consumidor deve optar pelo que é melhor para ele, não exatamente pelo que é considerado o melhor dos melhores&#8221;, enfatiza Barros de Moura.</p>
<p>Data: 21.06.2010 &#8211; Fonte: Midiaseg</p>
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		<title>A concorrência no setor de saúde suplementar</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 03:10:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Planos de Saude]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje são 1.108 operadoras de planos médicos e 408 exclusivamente odontológicas. Concentração contrária aos interesses dos consumidores é aquela em que um punhadinho de operadoras de saúde domina o mercado Em 2009, apesar da crise, o número de beneficiários de planos de saúde cresceu 4,9%. Um total de 54 milhões de brasileiros possui algum tipo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje são 1.108 operadoras de planos médicos e 408 exclusivamente odontológicas.</p>
<p>Concentração contrária aos interesses dos consumidores é aquela em que um punhadinho de operadoras de saúde domina o mercado</p>
<p>Em 2009, apesar da crise, o número de beneficiários de planos de saúde cresceu 4,9%. Um total de 54 milhões de brasileiros possui algum tipo de plano ou seguro de saúde, sendo 66,4% deles residentes na região Sudeste. Com o crescimento da economia e o amadurecimento do setor, nos últimos tempos aconteceram aquisições de operadoras de planos de saúde por outras maiores. Esse movimento é percebido em vários países e suscita questionamentos quanto aos índices de concentração. Uma rápida análise indica que existem menos operadoras, mas essa situação está longe de configurar um mercado sem concorrência. E a consolidação deve continuar.</p>
<p>O setor de saúde suplementar é complexo. Para entendê-lo temos que analisar seus princípios. A probabilidade de um indivíduo ter problemas de saúde depende de diversos fatores, desde genéticos até hábitos de vida e idade. Alguns podem ter problemas de saúde tão severos que levem à ruína as finanças da família. Para evitar tais situações, a sociedade desenvolveu mecanismos de compartilhamento do risco de perdas financeiras com a criação do seguro ou plano de saúde, que opera por sistema de mutualismo. Todos contribuem para um fundo que custeia as despesas com saúde feitas pelos beneficiários que necessitaram de assistência naquele período. Para uma boa saúde financeira, esses mútuos devem conter uma quantidade expressiva de beneficiários, o que dilui bastante o risco.</p>
<p>Quando se trata de saúde suplementar, a distribuição geográfica é muito importante para evitar que, por exemplo, uma operadora instalada em determinada região venha a ter problemas de solvência se essa região for acometida por qualquer tipo de epidemia. Da mesma forma, a diversificação de faixa etária evita a concentração de beneficiários que façam mais uso do plano de saúde. Quanto maior a escala da operadora, maior tende a ser a diversificação geográfica e por faixas etárias de sua população de beneficiários.</p>
<p>Além disso, é importante entender que os clientes de planos e seguros de saúde tendem a se concentrar nas regiões onde há importante nível de atividade econômica, porque isso significa emprego e renda e capacidade de pagar as mensalidades do plano de saúde. É bem possível que em várias localidades, especialmente nas menos desenvolvidas, nas quais sejam escassos os empregos e as rendas, haja poucos prestadores de serviços de saúde e poucas operadoras oferecendo planos de saúde, afinal existem poucos clientes nessas regiões. É natural que os indicadores mostrem um mercado local não competitivo. Mas se o leitor pudesse escolher onde morar entre uma localidade sem nenhuma operadora ou na que tem uma, ainda que tenha seu poder de monopólio, onde escolheria morar?</p>
<p>O que importa é avaliar o grau de concorrência nas regiões em que se concentra a grande maioria dos beneficiários, especialmente nas regiões Sudeste e Sul. Nessas duas regiões, os indicadores mostram mercados mais disputados. No Norte e Nordeste os indicadores de concentração são mais elevados, mas sem ultrapassar os limites que configurariam um mercado não competitivo.</p>
<p>Os índices de concentração tendem a ser mais altos nas regiões com menor PIB, menor renda per capita e menor densidade populacional. São Paulo, onde existe o maior número de beneficiários, é o estado em que o mercado é mais competitivo. O Amapá é o estado com menos opções de planos e com indicadores de concentração mais elevados, configurando um mercado moderadamente concentrado. Nas regiões metropolitanas, os indicadores revelam mercados altamente competitivos &#8211; com exceção de Belo Horizonte, onde os indicadores mostram um mercado no limiar entre o altamente competitivo e o moderadamente concentrado.</p>
<p>Ou seja, o mercado de saúde suplementar em âmbito nacional é competitivo e o movimento de consolidação que está ocorrendo desde 2006, com uma diminuição do número de operadoras e expansão do número de beneficiários, não está tornando os maiores mercados nem moderadamente concentrados.</p>
<p>Espera-se que o movimento de diminuição do número de operadoras no Brasil continue, seja pelo movimento de fusões e aquisições, seja pela redução da presença de pequenas empresas, inclusive por dificuldades de constituição das requeridas reservas e garantias financeiras. Hoje são 1.108 operadoras de planos médicos atuando em todo o território brasileiro e 408 exclusivamente odontológicas. As médicas têm, em média, 35 mil beneficiários, um número ainda pequeno quando contrastado com o número médio no Chile (381 mil) ou nos Estados Unidos (196 mil). Empresas maiores apresentam menores despesas per capita com administração e maior diluição do risco, o que melhora as condições de solvência da operadora e reduz a proporção de recursos destinados à composição das reservas e garantias.</p>
<p>No Brasil de hoje há operadoras demais para que o setor de saúde se mantenha saudável. Espera-se que pelo menos uma dúzia de operadoras cresça para portes significativos. Concentração contrária aos interesses dos consumidores é aquela em que um punhadinho de operadoras domina o mercado. Como estamos longe dessa situação, o aumento do grau de concentração é saudável para o setor, que se torna menos vulnerável às flutuações típicas das situações de risco e portanto mais confiável do ponto de vista financeiro.</p>
<p>Data: 21.06.2010 &#8211; Fonte: Valor Econômico | Opinião | BR</p>
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		<title>Empresas já oferecem produtos para camadas baixas</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 03:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O crescimento da classe C no Brasil fez as seguradoras criarem produtos direcionados para essa faixa de renda. Atualmente, é possível, por exemplo, contratar um seguro de vida pagando R$ 3,50 mensais. &#8220;As pessoas mudaram de vida, e uma forma de preservar o que essa classe adquiriuéfazerumsegurode vida&#8221;, afirma Cristina Vieira, gerente de Vida e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento da classe C no Brasil fez as seguradoras criarem produtos direcionados para essa faixa de renda.</p>
<p>Atualmente, é possível, por exemplo, contratar um seguro de vida pagando R$ 3,50 mensais. &#8220;As pessoas mudaram de vida, e uma forma de preservar o que essa classe adquiriuéfazerumsegurode vida&#8221;, afirma Cristina Vieira, gerente de Vida e Previdência da Porto Seguro.</p>
<p>Em 2009, a classe C chegou a 49% da população brasileira, ou 92,85 milhões de pessoas, de acordo com dados da Cetelem, financeira do grupo francês BNP Paribas. A renda média da classe ficou em R$ 1.276.</p>
<p>Com seguros de vida voltados para essa faixa, e também para as classes D e E, a Bradesco Seguros já tem hoje 1,17 milhão de apólices adquiridasemtrês planos,segundo o diretor-executivo da Bradesco Vida e Previdência, Eugênio Velasques.</p>
<p>O mais barato deles, o Primeira Proteção, custa R$ 3,50 mensais e começou a ser vendido nas favelas de Heliópolis, em São Paulo, e da Rocinha, noRio. Atualmente, está presente País.</p>
<p>O valor segurado é de R$ 20 mil e cobre apenas mortes acidentais para pessoas entre 20e50anos. &#8220;Comoaumento da expectativa de vida no País, a maioria das pessoas nessa faixa de idade não procura cobertura para morte natural\\&#8217;\\&#8217;, diz Velasques.Oplano tem quase 200 mil apólices vendidas e média de contratação diária de 40 unidades por agência do banco.</p>
<p>Serviços funerários Na Porto Seguro, pessoas de até 35 anos podem contratar por R$ 4 mensais o plano Vida Mais Simples, que paga um capitaldeR$10milemcasode morte natural e o dobro disso em acidentes fatais. O contrato prevê também cobertura por invalidez total ou parcial por acidente.</p>
<p>O custo sobe conforme a faixa etária do segurado e a opção de capital, que pode chegar a R$ 50 mil, mas não passa dos R$ 10 por mês.</p>
<p>O plano ainda inclui assistência funeral individual, com valor de até R$ 3.000, que pode ser estendida para toda a família com custo adicional de R$ 2,73.</p>
<p>De acordo com Vieira, há uma preocupação grande entre as pessoas de baixa renda com os gastos com serviços funeráriosqueafamíliapode ter.<br />
Data: 21.06.2010 &#8211; Fonte: A Tarde | BA</p>
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		<title>Mercado segurador capricha nos benefícios</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 03:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Contratações cresceram 10% neste ano; para atrair talentos, empresas incluem remuneração variável em seus pacotes Dificilmente, na porta de uma faculdade, ouvem-se alunos falando de seus planos para conquistar uma posição em uma seguradora. Isso porque o mercado de seguros era, até outro dia, nada atraente. Mas, apresentando crescimento de dois dígitos ao ano, as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Contratações cresceram 10% neste ano; para atrair talentos, empresas incluem remuneração variável em seus pacotes</p>
<p>Dificilmente, na porta de uma faculdade, ouvem-se alunos falando de seus planos para conquistar uma posição em uma seguradora. Isso porque o mercado de seguros era, até outro dia, nada atraente. Mas, apresentando crescimento de dois dígitos ao ano, as seguradoras começaram a ter de disputar profissionais e tornar os seus pacotes de benefícios mais atraentes, para poder atrair mão de obra do setor financeiro, que também está aquecido.</p>
<p>&#8220;As seguradoras começaram a investir em salários maiores, remuneração variável e plano de carreira&#8221;, diz Bernardo Cavour, diretor da Michael Page responsável pelas áreas de seguros, mercado financeiro e jurídico. Segundo ele, o número de contratações nesse mercado aumentou 10% no ano passado e o ritmo promete crescer.</p>
<p>As contratações no mercado de seguros estão tão aquecidas quanto o setor. O faturamento da indústria de seguros representa, hoje, pouco mais de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro &#8211; considerado baixo se comparado a países no mesmo nível do desenvolvimento. A expectativa é a de que dobre nos próximos anos, com a expansão da economia e a ascensão das classes mais baixas.</p>
<p>Para dar conta desse ritmo de expansão, as empresas se veem obrigadas a aumentar seus quadros. &#8221;Tem sido uma briga boa por profissionais, que têm custado mais. Do outro lado, os nossos profissionais também têm sido mais assediados pela concorrência&#8221;, diz Alexandre Boccia, presidente da Cardif do Brasil, seguradora do BNP Paribas. &#8221; Tivemos um aumento de 10% no quadro neste ano.&#8221;</p>
<p>Boccia brinca que talvez tenha sido o único graduando que tenha olhado o segmento como uma opção de carreira ainda durante a faculdade. Formado em administração, entrou no segmento em 1993 em um programa de trainee da seguradora americana digna, que depois teve suas operações vendidas para a Ace.</p>
<p>Mas Boccia é realmente uma exceção. O mais comum é &#8221; cair &#8221; nesse mercado por acaso. Caso de Renato Rodrigues, diretor de Linhas Financeiras da Liberty International Underwriters (LIU), divisão de riscos especiais da Liberty Seguros. Economista formado pela Universidade de São Paulo (USP), começou a carreira no Citibank.</p>
<p>Porta de entrada</p>
<p>Na época, o banco tinha participação acionária na Chubb Seguros, com quem trocava profissionais. Em uma dessas, a seguradora, que tinha planos de incisar uma carteira de linhas financeiras de seguros, estava procurando um profissional jovem, com formação em economia e que tinha inglês fluente. &#8221; Era um pré-requisito da vaga&#8221;, lembra Rodrigues (leia mais ao lado). Então com 23 anos e uma experiência de intercâmbio no currículo, ele entrou no segmento.</p>
<p>Foi para os Estados Unidos aprender sobre D&amp;O (seguro de responsabilidade civil para administradores de empresas) e seguro garantia. Voltou, implementou a área no Brasil e, depois, foi convidado para trabalhar nos Estados Unidos. Ficou lá três anos , até ser contratado pela LIU americana para atuar com linhas financeiras no Brasil. &#8221;Gostei do projeto e queria participar do momento de crescimento do mercado de seguros aqui no Brasil&#8221;, diz Rodrigues.</p>
<p>Na avaliação de Cavour, da Michael Page, o mercado de seguros é uma das melhores escolhas para o jovem profissional, pois a competição é menor em relação ao mercado de capitais, por exemplo, e está se igualando em termos de benefícios.</p>
<p>Tem sido uma briga boa por profissionais, que têm custado mais.De outro lado, nossos profissionais vêm sendo assediados pela concorrência</p>
<p>Alexandre Boccia, presidente da Cardif<br />
Data: 21.06.2010 &#8211; Fonte: Brasil Econômico | Carreiras | BR</p>
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