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	<title>Garra Seguros BH &#187; seguro de vida</title>
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		<title>Seguro DPVAT: saiba como utilizá-lo</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 20:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vítimas de acidentes de trânsito têm direito a seguro
Flávio Antunes, de Aracaju

http://emsergipe.globo.com/noticias/?act=visualizar&#038;id=120322&#038;s=sergipe&#038;c=Tr%C3%A2nsito&#038;cidade=aracaju]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Vítimas de acidentes de trânsito têm direito a seguro<br />
Flávio Antunes, de Aracaju</p>
<p>DPVAT, você deve estar se perguntando o que é isso, certo? Este é um seguro que lhe indeniza caso você tenha danos pessoais causados por veículos automotores transitáveis em terra, ou seja, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de via terrestre (DPVAT) que indeniza vítimas de acidentes ocasionados por veículos que têm motor próprio e andam em terra e asfalto. Não encaixam neste perfil bicicletas, trens, barcos e aeronaves.</p>
<p>O seguro é de exclusividade onde os acidentes tenham caso de morte ou lesões graves e leves. Então pessoas que sofram danos materiais em colisão, roubo ou furto não serão beneficiadas com o DPVAT. Em caso de acidente as situações indenizadas são morte ou invalidez permanente e sob forma de reembolso, despesas comprovadas com atendimento médico/hospitalar.</p>
<p>Emsergipe.com</p>
<p>Você mesmo internauta pode dar entrada nos pedidos de indenização ou reembolso. Para isso basta procurar o Sincor mais próximo, munido dos seguintes documentos: placa do veículo, Boletim de ocorrência, atestado médico, notas fiscais dos gastos, além de RG, CPF, comprovante de resisdência e habilitação. Lembrar que o seguro é obrigatório, pois foi criado pela lei 6.194/74, em 1974.</p>
<p>Flávio Antunes / SN1</p>
<p>O procurador, Fausto Leite, alerta para que as pessoas tomem cuidado com terceiros que queiram se beneficiar com o seguro. &#8220;É bom que as pessoas fiquem atentas aos golpistas, pois eles se aproveitam da ingenuidade dos que têm direito ao DPVAT, mas desconhece do seu direito ao seguro, portanto é bom levar um advogado para orientar, mesmo não sendo obrigatório a presença do profissional&#8221;, explica.</p>
<p>Fonte : http://emsergipe.globo.com/noticias/?act=visualizar&amp;id=120322&amp;s=sergipe&amp;c=Tr%C3%A2nsito&amp;cidade=aracaju</p>
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		<title>Seguradoras começam a venda de produtos para moradores do Dona Marta</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/seguradoras-comecam-a-venda-de-produtos-para-moradores-do-dona-marta/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 13:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Seguro de Vida]]></category>
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		<description><![CDATA[O funcionamento do posto de venda e de informação de seguros no Morro Santa Marta exibe produtos de 16 seguradoras, interessadas em avaliar o potencial do microsseguro, por intermédio do projeto-piloto, implantado pelo IETS (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade) na sequência de acordo firmado entre a CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), idealizadora do projeto, e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

http://www.cqcs.com.br/noticias_detalhe.asp?iidArea=1&#038;iidNoticia=53120&#038;cdPrevia=home]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Coberturas de vida, acidentes pessoais, assistência funeral, residencial, desemprego, despesas médicas, além de planos de capitalização. Eis a relação de garantias que estão disponíveis aos moradores do Morro  Santa Marta, desde o começo da semana, atingindo a principal etapa do Projeto &#8220;Estou Seguro&#8221;, a de comercialização de seguros.</p>
<p>O funcionamento do posto de venda e de informação de seguros no Morro Santa Marta exibe produtos de 16 seguradoras, interessadas em avaliar o potencial do microsseguro, por intermédio do projeto-piloto, implantado pelo IETS (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade) na sequência de acordo firmado entre a CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), idealizadora do projeto, e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p>A venda de seguros é voltada para os públicos C e D, visa a reduzir as vulnerabilidades a que estão submetidos em virtude de infortúnios e tem o potencial de beneficiar cerca de 70% dos moradores da comunidade. Participam do projeto as seguradoras ACE, American Life, BB Seguros, Bradesco Auto/RE, Bradesco Vida e Previdência, Caixa Seguros, Capemisa, Excelsior, Icatu Seguros, Itaú Seguros, Mapfre, Mongeral-Aegon, Sinaf, SulAmérica Capitalização, SulAmérica Seguros e Zurich.</p>
<p>Cinco moradores da comunidade estão sendo capacitados para obter a habilitação de Corretor de Vida e Capitalização. A venda está sob a responsabilidade do corretor de seguros Emílio Rodrigues Gomes. Neste instante, o projeto &#8220;Estou Seguro&#8221; desenha o perfil da população daquela comunidade, avaliando sua capacidade de consumo, renda e faixa etária. Simultaneamente, promove ações para disseminar os conceitos do seguro, recorrendo a peças publicitárias, tais como teatro de rua, novela de rádio, filmes de curta-metragem e banners. O projeto realizado no Santa Marta conta com o apoio institucional da Escola Nacional de Seguros, da Fenacor e da própria CNSeg.</p>
<p>Fonte: Viver Seguro<br />
Data: 08.07.2010 -</p>
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		<title>Motos aparecem em metade dos acidentes no Paraná</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Motos são 21,7% da frota de veículos, mas aparecem em 49% das indenizações pagas pelo DPVAT.
http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/458698/?noticia=MOTOS+APARECEM+EM+METADE+DOS+ACIDENTES+NO+PARANA]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar das motocicletas representarem 21,7% da frota de veículos do Paraná, esses veículos foram responsáveis, em 2009, por 49% de todas as indenizações pagas pelo Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). No mesmo ano, foram registradas 1.089 mortes e outros 7.395 casos de invalidez permanente. Para essas indenizações, o DPVAT destinou R$ 73,8 milhões ao Estado. O mais preocupante para especialistas é que de janeiro a junho de 2010, o valor pago já ultrapassa a metade do ano anterior. Nos seis primeiros meses de 2010, segundo o DPVAT, já foram pagos R$ 49,7 milhões em indenizações, registradas 535 mortes e 5.149 casos de invalidez permanente entre os motoqueiros no Paraná.</p>
<p>De acordo com o diretor de relações institucionais da Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT, José Márcio Norton, o verificado no Paraná segue a linha nacional. &#8220;Sabemos que 26% de toda frota nacional de veículos corresponde às motocicletas, índice semelhante no Paraná. No Brasil temos uma média de 17 milhões de motocicletas que, em 2009, foram responsáveis por 56% das indenizações&#8221;, diz.<br />
Para Norton, falta cuidado dos motociclistas no trânsito. &#8220;Esse grande número de mortes e casos de invalidez é um grande absurdo. Vemos por trás desses números jovens que, em sua maioria, que utilizam esses veículos para trabalhar e até mesmo como principal fonte de renda da família. É preciso ter uma direção defensiva. Todos devemos estar imbuídos nisso, uma vez que começamos a conviver anualmente com o crescimento dessa categoria&#8221;, avaliou.</p>
<p>Para o jornalista J. Pedro Corrêa, autor do livro 20 Anos de Lições de Trânsito, o aumento excessivo de motocicletas em todo o País está diretamente ligado ao veto do artigo 56 do Código de Trânsito Brasileiro, que previa, em 1998, a proibição dos motociclistas circularem entre os carros, nos chamados corredores. &#8220;O veto desse artigo possibilitou o nascimento do fenômeno dos motociclistas no Brasil. A possibilidade de costurar o trânsito gerou uma maneira de sobrevivência no meio da barbaridade do trânsito brasileiro. O governo, no entanto, não conseguiu prever esse tipo de problema e as montadoras, por sua vez, viram uma boa oportunidade de crescimento&#8221;, afirma.</p>
<p>Além desse problema, Corrêa alia esse crescimento às características nacionais. &#8220;Somos um País sem educação, cultura e costumes de segurança no trânsito. A solução está num código que proíba tais comportamentos, aliado às fiscalizações mais intensas, treinamento e capacitação de todos os envolvidos no trânsito, não apenas os motociclistas. De um lado temos os motociclistas, sem cultura de segurança e capacitação, do outro o governo, que deixou de coibir excessos, bem como criar maneiras de evitar o que presenciamos atualmente&#8221;, afirma.</p>
<p>Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Condutores de Veículos Motonetas, Motocicletas e Similares de Curitiba e Região (Sintramotos), Tito Mori, a falta de cuidado no trânsito existe em ambas as partes, tanto dos motofretistas quanto dos motoristas. &#8220;Porém, como a moto é a parte mais parte frágil, temos esse grande número de acidentes. As manobras de risco são feitas por impulso, na maioria das vezes motivadas pela pressa cobrada pelo serviço&#8221;, diz. Para evitar os acidentes, Mori explica que o Sintramotos está elaborando dois cursos para os profissionais. &#8220;Estamos trabalhando para oferecer, pelo menos até setembro, curso de qualificação de entregas e de prevenção de acidentes de trabalho no trânsito&#8221;, adianta.<br />
Jovens são os que mais morrem</p>
<p>A proporção de mortes por acidentes com moto saltou de 11% para 23,8% de 2001 para 2008, em Curitiba, segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS).<br />
A informação está presente no estudo Perfil dos Acidentes de Transporte no Município de Curitiba, que apontou ainda que jovens entre 15 e 24 anos são os que mais morrem em acidentes de moto. &#8220;Em seguida está o grupo de 25 a 34 anos, que compreende uma faixa etária de jovens e adultos em idade produtiva&#8221;, ressaltou Karin Luhm, diretora do Centro de Epidemiologia da (SMS).</p>
<p>Apenas entre janeiro e maio deste ano, o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) já registrou 1.296 acidentes envolvendo condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores em Curitiba. Esses acidentes ocasionaram ao menos 13 mortes (óbito no local) e deixaram outros 1.024 condutores com ferimentos. Segundo o soldado Gerson Teixeira, do BPTran, um Comitê de Trânsito formado por uma parceria entre o BPTran e a Diretoria de Trânsito de Curitiba (Diretran) já está trazendo soluções para evitar acidentes, principalmente envolvendo motociclistas. &#8220;O cruzamento entre a Marechal Floriano Peixoto com a Bley Zorning é um dos que mais ocorrem acidentes envolvendo motociclistas. Já estudamos a possibilidade de mudar aquela região, com o objetivo de tornar mais segura a passagem desses profissionais por ali&#8221;, diz. Teixeira afirma ainda que qualquer mudança, no entanto, &#8220;não será válida caso os motoristas e motociclistas não se respeitem no trânsito. É preciso ser prudente&#8221;, ressalta. (LC)<br />
Detran-PR emitiu 55,9 mil carteiras</p>
<p>Ao longo de 2009, o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) emitiu 55,9 mil carteiras de habilitação para motociclistas para todo o Estado. De janeiro a maio deste ano, esse número já ultrapassa 55,5 mil, sendo que 6,8 mil dessas carteiras foram emitidas apenas em Curitiba. A preocupação com a entrada desses motoristas nas ruas fez com que o sistema Sest/Senat (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte), criasse um curso específico para motociclistas, denominado Qualificação para Motofretistas.</p>
<p>De acordo com Iraci Bilek Bara, coordenadora do Sest/Senat, o profissional que frequenta o curso volta com outra postura às ruas. &#8220;Conseguimos preparar um conteúdo que atende todas as necessidades do motofretista. Envolvemos relacionamento profissional, ética, postura no trânsito, pilotagem defensiva e até mesmo manutenção preventiva dos veículos&#8221;, explica Iraci.</p>
<p>Segundo ela, o curso pode ser feito em diferentes horários. São 20 horas aula com turmas à noite e fins de semana. &#8220;Sabemos que os motofretistas trabalham em diferentes horários. Por isso, estamos oferecendo esse curso à noite e durante o final de semana&#8221;, diz. Até então, três mil motofretistas já participaram do curso.<br />
Serviço: As aulas são ministradas na sede do Sest/Senat, na Rua Salvador Ferrante, 1.440, no bairro Boqueirão. No próximo dia 27, o Sest/Senat terá o 1.º Seminário de Saúde, Segurança e Qualificação Profissional do Motofretista de Curitiba. Informações sobre o curso e o seminário através do telefone (41) 3022-7000. (LC)</p>
<p>Fonte:  Paraná On Line</p>
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		<title>Falta decidir quem paga o seguro de Rafael Sobis</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/falta-decidir-quem-paga-o-seguro-de-rafael-sobis/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 02:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Só falta decidir quem pagará o seguro, se nós ou o Al Jazira, mas certamente isso não impedirá que ele seja apresentado amanhã ? disse Carvalho depois do treino da tarde desta quarta-feira. O valor do empréstimo por um ano é mantido em segredo, assim como o salário de Rafael Sobis.
http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI4535834-EI1137,00-Falta+decidir+quem+paga+o+seguro+de+Rafael+Sobis.html]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Resta uma pendenga para o Internacional anunciar Rafael Sobis como reforço. E ela será resolvida nesta quinta-feira, garantiu ao Lancenet o vice-presidente de futebol Fernando Carvalho.</p>
<p>Só falta decidir quem pagará o seguro, se nós ou o Al Jazira, mas certamente isso não impedirá que ele seja apresentado amanhã ? disse Carvalho depois do treino da tarde desta quarta-feira. O valor do empréstimo por um ano é mantido em segredo, assim como o salário de Rafael Sobis.</p>
<p>O atacante apareceu pela primeira vez com uniforme de treino do Inter à tarde. Pela manhã, ele ainda treinou nos vestiários do Beira-Rio: faltavam acertos mais importantes e os dirigentes receavam que a exposição do jogador com fardamento colorado melindrasse os xeques árabes.</p>
<p>Enquanto o técnico Celso Roth dirigia mais um puxado treino tático num campo, Sobis treinava em outro sob as ordens do coordenador de preparação física, Elio Carravetta. O atacante faz uma espécie de pré-temporada, e só deve começar a ser aproveitado na segunda quinzena de julho.</p>
<p>Ainda assim, são pequenas as chances de que ele ? assim como Renan e Tinga ? possa enfrentar o São Paulo nos dias 28 de julho de 5 de agosto, pela Libertadores. Não é certo que a janela para a inscrição de ?estrangeiros?, marcada para agosto, seja anteceipada para 26 de julho. E, até lá, por garantia, o técnico Celso Roth não pretende escalar os três como titulares.</p>
<p>Fonte : Portal Terra   20:06 30/06/2010</p>
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		<title>Seguro Vida &#8211; a base do planejamento financeiro pessoal e familiar</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/seguro-vida-a-base-do-planejamento-financeiro-pessoal-e-familiar/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 17:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/seguro-vida-a-base-do-planejamento-financeiro-pessoal-e-familiar/46006/]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos sobre a importância do Seguro Vida muitos de nós não  queremos nem pensar a respeito do assunto por se tratar de um tema  desconfortável ou por achar que alguma coisa nunca irá nos acontecer  porém, duas certezas temos nessa vida: a primeira é de que pagaremos  impostos e de que um dia partiremos desse mundo, correto?</p>
<p>Bem, se ainda isso não é suficiente para fazê-lo pensar a respeito  vamos elencar alguns dos benefícios sobre a importância do Seguro de  Vida no Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar:</p>
<p>A primeira delas é que muitos não sabem mas, o Seguro de Vida é a  base do Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar e que como não  construímos uma residência pelo telhado precisamos de uma estrutura para  que a mesma possa ser erguida e uma forma de termos uma vida financeira  sólida começa na escolha de um adequado seguro para a proteção de nossa  família;</p>
<p>O Seguro de Vida é fundamental pois, até você acumular os recursos  que necessita para a sua aposentadoria é necessário que tenha algo que  lhe garanta o hoje caso algo aconteça;</p>
<p>Mitos descabidos, como deixar dinheiro para o &#8220;Ricardão&#8221; ou frases  como: &#8220;eles que se resolvam após minha partida&#8221; são de longe atitudes  responsáveis de pessoas que as vezes se esquecem de que outras nem  pediram para vir para esse mundo mas que estão aqui por alguma razão;</p>
<p>Muitos valorizam mais seus bens materiais investindo alguns milhares  de reais para o seguro de seu automóvel mas esquecem de proteger o bem  mais precioso que está dentro dele que é você mesmo e sua família  achando ainda um absurdo pagar algumas dezenas de reais em algo que eles  mesmo dizem: &#8220;não será utilizado&#8221;.</p>
<p>Reflita e questione-se: Caso me aconteça algo amanhã como seria a  vida financeira dessas pessoas que tanto amo e que dependiam única e  exclusivamente de minha fonte de renda?  Será que as mesmas viveriam  dependentes da ajuda de parentes e amigos ou de caridade? Será que  teriam que voltar ao mercado de trabalho para poder manter suas  necessidades financeiras básicas ou assumir um negócio próprio que mal  conhecem?</p>
<p>O Seguro de Vida é lembrado somente quando a pessoa ou a família  precisa do mesmo, mas como assim a pessoa? Sim, a pessoa pode usufruir  do mesmo em vida pois, no caso de uma invalidez por acidente ou doença  em que o indivíduo não falece mas está incapacitado para desenvolver  suas atividades profissionais que lhe proporcionavam renda ele também  pode contar com esse serviço financeiro, além de outros benefícios  adicionais como a Assistência Viagem que cobre, por exemplo, situações  de assistência médica, odontológica e até farmacêutica no exterior em  viagem ou remoções inter-hospitalares, hospedagem de acompanhantes em  caso de acompanhamento do beneficiário, dentre outras vantagens  oferecidas como complemento do seguro.</p>
<p>O que muitos não percebem é que além de ser uma forma de garantir o  hoje ele é também uma poupança antecipada e que no futuro essa relação  de dependência pelo mesmo pode ser substituída através de um bom plano  de investimento que lhe garanta renda para atender suas necessidades  financeiras e cujo seus compromissos financeiros já não são tão grandes  como eram em sua fase ativa onde tinha cônjuge e filhos pequenos que  necessitavam de alimentação, educação, saúde e vestuário somando-se a  isso os financiamentos a serem pagos como os da residência ou do carro,  ou seja, com os descendentes encaminhados e as contas mais pesadas  quitadas a necessidade de recursos será somente para manter a manutenção  do patrimônio adquirido ao longo de décadas de trabalho.</p>
<p>Portanto, essa historia de valorizar somente o patrimônio e  esquecermos-nos de nós mesmos em dias em que se está cada vez mais  difícil conseguir renda para suprir nossas necessidades é coisa do  passado, pois, se não cuidarmos de nós mesmos quem cuidará? E se  pergunte quem é a pessoa mais importante desse mundo e se a resposta for  você mesmo acredito que valha a pena proteger esse bem tão precioso.</p>
<p>Fonte : Site Administradores</p>
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		<item>
		<title>Vendas de produtos de vida na Zurich vão valer prêmios</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 13:49:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA["O poder aquisitivo das famílias e a consciência de proteção têm crescido, fazendo com que mais consumidores se interessem pelo produto", avalia. Com a promoção, batizada de "Vida Sem Limites", a companhia, segundo ela, quer incentivar os corretores a atuar nesse segmento e os que já atuam a trabalhar em parceria com a Zurich.

http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=13153:vendas-de-produtos-de-vida-na-zurich-vao-valer-premios-&#038;catid=45:cat-seguros&#038;Itemid=324
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Com duração de três meses, até setembro, a Zurich Minas Brasil lançou campanha de incentivo ao corretor de seguros, prevendo distribuir computadores, note books, smart phones, TVs LCD e viagens, entre outros prêmios. A proposta é alavancar as vendas dos produtos do ramo vida. A diretora da empresa, Diana Bueno, acredita que o mercado brasileiro ainda tem muito potencial para a distribuição dos seguros de vida.</p>
<p>&#8220;O poder aquisitivo das famílias e a consciência de proteção têm crescido, fazendo com que mais consumidores se interessem pelo produto&#8221;, avalia. Com a promoção, batizada de &#8220;Vida Sem Limites&#8221;, a companhia, segundo ela, quer incentivar os corretores a atuar nesse segmento e os que já atuam a trabalhar em parceria com a Zurich.</p>
<p>COMO FUNCIONA</p>
<p>Pela campanha, em cada venda de seguro vida e de acidentes pessoais, planos individuais e coletivos, o corretor ganha pontos que serão trocados por prêmios. Os pontos são definidos de acordo com o número de apólices fechadas (ponderadas pelo tipo de produto vendido) e o valor da primeira parcela. Além disso, o corretor que acumular mais de 15 mil pontos receberá ao final campanha um prêmio extra, equivalente ao dobro de pontos que tiver obtido.</p>
<p>Segundo o diretor de Distribuição da Zurich, Fernando Grossi, o produto de vida é uma das melhores opções para os corretores formarem uma expressiva carteira com ganhos de comissão, além de favorecer a fidelização de seus clientes. &#8220;Pensando nisso, lançamos vários produtos para atender os corretores.</p>
<p>São produtos modernos, competitivos e com fácil processo operacional&#8221;, assinala o executivo.[2]</p>
<p>Ele acrescenta que a expectativa, com a campanha, é aumentar o numero de corretores vendendo a linha de produto de vida da Zurich.</p>
<p>Fonte: Jornal do Commercio  28 de Junho de 2010 17:42</p>
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		<title>5 dicas para Seguro de vida</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 13:42:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Embora muitas vezes negligenciado, o seguro de vida deveria obrigatoriamente fazer parte de qualquer planejamento financeiro. 

Autor: Bruno Vieira Feijó



http://www.andinaseguros.com.br/dicas-seguro-de-vida/
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Embora muitas vezes negligenciado, o seguro de vida deveria obrigatoriamente fazer parte de qualquer planejamento financeiro. Afinal, como pode haver um plano que daqui a dez minutos pode ir por água abaixo? Para desmistificar as principais dúvidas que rondam o tema, a VOCÊ S/A convocou dois especialistas Fabiano Calil, planejador financeiro familiar, de São Paulo, e Augusto Sabóia, consultor financeiro da Sabóia Advisors, em São Paulo para explicar, afinal, como e quando contratar o tipo de proteção mais adequado às suas necessidades.<br />
1. Quando vale a pena fazer um seguro de vida?</p>
<p>O seguro serve para repor uma perda para as pessoas que dependem financeiramente de você. Para quem é jovem, solteiro, não tem filhos e os pais não dependem do seu sustento, o maior risco é acontecer um acidente que impeça de continuar trabalhando e manter as contas em dia. Neste caso, vale contratar apenas um seguro contra invalidez parcial e total, o que sai mais barato do que um seguro por morte, diz Fabiano Calil. A partir do momento em que há cônjuge e filhos principalmente enquanto eles ainda não terminaram a faculdade , um seguro mais completo passa a fazer sentido, afinal, você não quer que eles passem necessidade na sua ausência, certo? A dica é ir atualizando as apólices de acordo com o momento de vida. Conforme seu patrimônio aumenta e os filhos trabalham, a família deixa de ficar totalmente desamparada em caso de alguma fatalidade. Assim, com o passar dos anos, dá para diminuir o valor de cobertura ou mesmo dividi-lo melhor entre os dependentes, diz Fabiano.<br />
2. Vale a pena ter uma apólice diferente para cada situação?</p>
<p>Os seguros tradicionais oferecem cobertura por morte (natural e por acidente) ou invalidez permanente (total ou parcial) causada por acidente. Atualmente, há modalidades extras que resguardam contra a impossibilidade temporária de exercer a profissão e até indenizações em caso de doenças graves. Todas as proteções podem ser combinadas em uma mesma apólice, mas algumas seguradoras limitam as coberturas entre 1 e 2 milhões de reais, diz Augusto. Se puder pagar, uma pessoa pode ter quantas apólices quiser e receber o valor de todas elas. É o único caso de seguro acumulativo, acrescenta Augusto. Ele diz que os profissionais que se contentam apenas com o seguro de vida bancado pela empresa, que costuma se restringir a apenas 12 ou 24 salários, devem ficar alertas. Seguro atrelado ao cartão de crédito, à capitalização ou à previdência privada por si só também não costuma ser suficiente.<br />
3. Como se calcula o valor ideal da cobertura?</p>
<p>Somando as despesas dos seus dependentes (e projetando futuras despesas, no caso de filhos pequenos) e instituindo um prazo que seria necessário para cobrir esses gastos na sua ausência. Normalmente, o seguro não serve para afiançar uma renda perpétua, mas dar condições para que a família se restabeleça, diz Augusto. Para quem já formou um patrimônio suficiente para garantir o padrão da família em caso de imprevistos, o seguro de vida não é tão necessário. A exceção se dá quando o seguro vira um instrumento de herança. É uma forma inteligente de deixar determinado valor para alguém e especificar como ele será distribuído sem dar margem para contestação. A indenização não entra em inventário é liberada em poucos dias , não responde por dívidas e é isenta de impostos, diz Augusto.<br />
4. Se não acontecer nada comigo eu perco o dinheiro investido?</p>
<p>Na maioria dos casos, sim. Inclusive se desistir do contrato no meio do caminho, ou o contrário, se tiver pago por muitos anos. Seguro de vida não é investimento. Funciona como um seguro de carro, ou seja, você só paga para estar garantido caso aconteça o sinistro, diz Fabiano. Uma alternativa é contratar um seguro resgatável, quando o segurado pode obter uma parte ou o total do que pagou, com atualização monetária, com ou sem juros, se sobreviver até o final do prazo estipulado. Essa proteção ainda é muito cara no país e normalmente não compensa. Melhor pegar essa grana e aplicar em fundos de previdência complementar ou em outros investimentos, diz Fabiano.<br />
5. Em quais casos a seguradora não é obrigada a pagar o prêmio?</p>
<p>No Procon há várias reclamações contra seguradoras que se negam a fazer o pagamento em casos de acidentes, alegando doença preexistente e omitida no momento da assinatura do contrato. Em alguns casos, a seguradora também pode alegar que o cliente agravou por conta própria o risco do acidente. Cabe à seguradora provar que as suas alegações estão corretas e cabe ao segurado avisar a seguradora sempre que seu estilo de vida mudar, diz Augusto. Se você colocar no questionário que é uma pessoa tranquila, que não faz esporte radical, mas se na semana seguinte comprar uma moto e sair praticando motobike, ficará claro que agiu de má-fé ou, no mínimo, colaborou para aumentar seu risco de vida. E atenção: em caso de inadimplência, ainda que o atraso seja por poucos dias e todas as prestações anteriores tenham sido pagas nas datas previstas, a lei possibilita à seguradora suspender o prêmio ou mesmo cancelar o seguro.</p>
<p>Fonte: Você S/A</p>
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		<title>Deputado Fernando Capez, sugere a Presidência, projeto para seguro de vida obrigatório</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 13:40:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da mesma forma que um plano de saúde ou previdência, o seguro de vida e acidentes pessoais se encaixa entre as vantagens indiretas oferecidas aos empregados. Por outro lado tem o objetivo de minimizar os custos sociais, tanto para a iniciativa privada quanto para o Poder Público.
http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=13306:deputado-fernando-capez-sugere-ao-presidente-da-republica-projeto-de-lei-no-qual-as-pessoas-juridicas-sejam-obrigadas-a-disponibilizar-seguro-de-vida-e-acidentes-pessoais-aos-seus-empregados&#038;catid=45:cat-seguros&#038;Itemid=324]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Deputado Fernando Capez, sugere ao Presidente da República projeto de lei no qual as pessoas jurídicas sejam obrigadas a disponibilizar seguro de vida e acidentes pessoais aos seus empregados.</p>
<p>MOÇÃO Nº 71, DE 2010</p>
<p>O ordenamento jurídico brasileiro preconiza a proteção dos trabalhadores tanto em âmbito constitucional quanto legal. A Constituição Federal de 1988, chamada “Constituição Cidadã”, elencou rol de direitos trabalhistas, sem prejuízo da legislação infraconstitucional.</p>
<p>A maior expressão da legislação trabalhista é a Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT, norma editada em 1.943 e objeto de várias atualizações, cujos preceitos se coadunam com os dispositivos previstos no artigo 7º, da Carta Magna.</p>
<p>Em que pese os direitos existentes, é possível afirmar que ainda há espaço para a inclusão de novos benefícios visando à máxima proteção social dos trabalhadores. Como se sabe, durante a execução do contrato, o empregado está sujeito a inúmeros infortúnios que podem causar diminuição significativa de sua renda, afetando o padrão de vida dele e de sua família. Vale lembrar que existem acidentes do trabalho que devem ser suportados apenas pela Previdência Social, através do seguro de acidente do trabalho e dos benefícios legais que os empregados registrados têm, mas isso não é suficiente.</p>
<p>Desta forma, a instituição de um seguro de vida e acidentes pessoais para o empregado seria um benefício extra concedido pela empresa com o objetivo de diminuir a lacuna existente no que concerne à proteção do trabalho.</p>
<p>Muitas empresas já adotam esse procedimento, até mesmo como atrativo de mão-de-obra. Ademais, é importante ressaltar que nem sempre o preço é integralmente suportado pelo empregador, sendo normal que o empregado pague parte dos custos.</p>
<p>Da mesma forma que um plano de saúde ou previdência, o seguro de vida e acidentes pessoais se encaixa entre as vantagens indiretas oferecidas aos empregados. Por outro lado tem o objetivo de minimizar os custos sociais, tanto para a iniciativa privada quanto para o Poder Público.</p>
<p>Assim, estando evidenciados a relevância e o interesse público de que a matéria se reveste, A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO apela para o Excelentíssimo Senhor Presidente da República a fim de que encaminhe ao Congresso Nacional projeto de lei no qual as pessoas jurídicas sejam obrigadas a disponibilizar seguro de vida e acidentes pessoais aos seus empregados.</p>
<p>Sala das Sessões, em 24/6/2010</p>
<p>Fernando Capez</p>
<p>Fonte :  Delmíndia Costa  29 de Junho de 2010 19:55</p>
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		<title>Venda de seguro de vida cresce 20% ao ano</title>
		<link>http://www.garraseguros.com.br/venda-de-seguro-de-vida-cresce-20-ao-ano/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 02:08:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quem pensa em fazer um, em geral, quer beneficiar a família. Talvez por isso, com a ascensão das classes D e E, a procura pelo seguro de vida tem crescido no Brasil. A Bahia segue a tendência nacional, num incremento de 20% ao ano. De acordo com o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem pensa em fazer um, em geral, quer beneficiar a família.</p>
<p>Talvez por isso, com a ascensão das classes D e E, a procura pelo seguro de vida tem crescido no Brasil. A Bahia segue a tendência nacional, num incremento de 20% ao ano. De acordo com o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros da Bahia (Sincor-BA), George Carneiro, esse quadrovemse delineando desde o criação do Plano Real, que trouxe a estabilidade necessária para o investimento.</p>
<p>&#8220;A população tem tido a consciência da necessidade de se precaver, e as pessoas têma preocupação de deixar um patrimônio&#8221; , avalia Carneiro.</p>
<p>Mas ele comenta que o Brasilaindaestáatrásdospaíses desenvolvidos, onde a taxa chega aos 50%. &#8220;Quando a pessoa tem mais cultura e o país se desenvolve, busca-se mais isso&#8221;, arremata. Qualquer pessoa pode fazer um seguro de vida. Por lei, é possível contrair quantos seguros desejar, desde que se informem novos beneficiários, em caso de separação ou nascimento de filhos.</p>
<p>Os preços variam conforme o perfil do cliente. Um homem casado, 35 anos, por exemplo, pode pagar de R$ 130 a R$ 380 mensais, a depender do tipo de cobertura solicitado. Banco do Brasil, Caixa, Bradesco, Itaú, Real e Unibanco estão entre os que oferecem o serviço.</p>
<p>A cobertura básica, que atende o risco de morte, natural ou acidental, e a invalidezpermanenteporacidente, é a recomendada pela Pro Teste &#8211; Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.</p>
<p>Mas é importante estar atento às necessidades e principalmente ao preço. As taxas variam de acordo com idade, sexo, profissão, família, peso, altura e condições de saúde na hora do contrato. &#8220;O consumidor deve definir o que ele acha importante. Aí ele vai poder buscar comparar propostas semelhantes&#8221;, orienta a técnica Giselle Rodrigues.</p>
<p>Futuro da família O médico clínico e pneumologista Adelmo Machado decidiu fazerumseguro de vida há dez anos. &#8220;Éumacoisa que não desejo usar, mas é um seguro que tenho e procuro manter&#8221;, explica. Casado e pai de duas filhas, preocupase em garantir o futuro de sua família caso venha a faltar.</p>
<p>Para o presidente do SincorBA, George Carneiro, o seguro de vida &#8220;é uma proteção financeira&#8221;. A técnica Giselle Rodrigues defende o serviço.&#8221;Só vejo vantagem, porque está resguardando você e sua família da falta que venha a fazer&#8221;.</p>
<p>Pensando na responsabilidade que é decidir qual valor terá a apólice de seguro, a Pro Teste desenvolveu uma ferramenta online onde é possível simular quanto de capital é necessário para o contrato do seguro de vida. &#8220;O simulador vai ajudar a decidir quanto vai precisar para manter o mesmo padrão da família&#8221;, explica Giselle Rodrigues.[2]</p>
<p>O simulador está disponível no endereço eletrônico: www.proteste.org.br.</p>
<p>Fonte: A Tarde &#8211; Débora Fernandes 29 de Junho de 2010 17:34</p>
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		<title>Carpinteiro descobre que está “morto” ao tentar dar entrada em seguro desemprego</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 13:05:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O carpinteiro João Sousa de Oliveira ficou perplexo quando veio de Estreito a Imperatriz para dar entrada em seu seguro desemprego. Ele constatou que está “morto”.O cartório que emitiu a certidão de óbito firmada por um médico seria da cidade de Estreito, a 125 quilômetros de Imperatriz.Segundo o cartório, o carpinteiro João Sousa de Oliveira [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O carpinteiro João Sousa de Oliveira ficou perplexo quando veio de Estreito a  Imperatriz para dar entrada em seu seguro desemprego. Ele constatou que está  “morto”.O cartório que emitiu a certidão de óbito firmada por um médico seria da  cidade de Estreito, a 125 quilômetros de Imperatriz.Segundo o cartório, o  carpinteiro João Sousa de Oliveira estaria “morto” desde o dia seis de março de  2006, tendo como causa da morte traumatismo craniano, parada cardíaca e parada  respiratória.</p>
<p>João Sousa Oliveira trabalhou pouco mais de dois anos em uma empresa de  Estreito, com carteira assinada, até ser demitido. De posse dos papéis que  recebeu da empresa quando de sua demissão, João Sousa de Oliveira veio até  Imperatriz para dar entrada no seguro desemprego. Nesta ocasião, foi declarado  que ele estava “morto”.</p>
<p>A suspeita é de que o nome do carpinteiro tenha sido usado em fraude para  conseguir benefícios como pensão por morte, ou até algum seguro que possa estar  em seu nome, por meio fraudulento. João de Oliveira, que é casado e pai de três  filhos, vai ter de provar que está muito vivo. Ele foi aconselhado a procurar a  Polícia Federal e denunciar o fato, para que as pessoas que causaram esse  problema cruciante sejam responsabilizadas.</p>
<p>Fonte: Gazeta da Ilha</p>
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