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	<title>Garra Seguros BH &#187; seguro obrigatorio</title>
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		<title>Prescrição de indenização por invalidez pelo DPVAT corre a partir de laudo</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 21:26:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A contagem do prazo de prescrição para indenização por invalidez permanente pelo DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores em Vias Terrestres) corre a partir do laudo conclusivo do Instituto Médico Legal (IML). A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A contagem do prazo de prescrição para  indenização por invalidez permanente pelo DPVAT (Seguro Obrigatório de  Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores em Vias Terrestres)  corre a partir do laudo conclusivo do Instituto Médico Legal (IML). A  decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>O  Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) havia negado o pedido  de indenização da acidentada, porque o evento ocorrera em fevereiro de  2003 e a ação só foi iniciada em outubro de 2006. Para o TJRS, como a  prescrição para tais ações é de três anos, o pedido da autora não  poderia ser atendido.</p>
<p>Mas o ministro Sidnei Beneti esclareceu  que o início da contagem pode variar, a depender do tipo de indenização  pretendida. Isso porque, conforme o motivo da indenização, muda a  documentação requerida para obtê-la, o que pode levar à alteração da  data de início da contagem da prescrição.</p>
<p>Conforme o relator, a  nova redação da Lei 6.194/74 exige que seja apurado o grau de  incapacidade do segurado pelo instituto médico legal competente, para  que seja fixada a indenização em proporção à extensão das lesões.</p>
<p>Assim,  se o exame médico é condição indispensável para o pagamento da  indenização do seguro obrigatório por invalidez permanente, a contagem  do prazo de prescrição só pode correr a partir da ciência da vítima  quanto ao resultado do laudo conclusivo. O ministro ressalta que essa é a  orientação que consta, inclusive, no sitio oficial do Seguro DPVAT  (www.dpvatseguro.com.br).</p>
<p>No caso analisado, o exame só foi  realizado em janeiro de 2004, momento em que surgiu o direito da vítima a  reclamar o pagamento da indenização. Segundo o relator, a prescrição  ocorreria, portanto, apenas em janeiro de 2007.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> STJ &#8211; Superior Tribunal de Justiça</p>
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		<title>Seguro contra incêndio é obrigatório</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 21:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Garra Seguros]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Secovi alerta que a medida prevista no Código Civil para condomínios é válida para sinistros e moradores devem aprovar contratação ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo 1.346, do novo Código Civil, estabelece a obrigatoriedade do  seguro em toda edificação (prédios e condomínios) contra o risco de  incêndio ou destruição, total ou parcial. A medida, mais que uma  determinação prevista em lei, é uma proteção para os moradores, uma vez  que a seguradora se responsabiliza financeiramente pelos danos  patrimoniais causados por algum imprevisto. Como a contratação do seguro  abrange toda a edificação, ela é válida também para partes comuns e  privativas. Assim, segundo o Secovi-SP (Sindicato da Habitação), outras  modalidades de seguro existentes na praça são facultativas.</p>
<p>O  Secovi esclarece também que, na apólice deve constar com clareza em que  condições será indenizado o condomínio ou o condômino em caso de  incêndio. O assessor jurídico do Secovi-SP, João Paulo Rossi Paschoal,  esclarece que o seguro cobre também a reconstrução das unidades  autônomas e, somente se o condômino quiser, poderá fazer um seguro  complementar para a sua unidade.</p>
<p>&#8220;O seguro é feito de forma  global e inclui as áreas comuns e os apartamentos&#8221;, reforça Paschoal.  Ele afirma que o artigo do Código Civil que trata deste tema entrou em  vigor em 2003 e veio disciplinar o assunto, de forma simples e objetiva.<br />
Caso o condomínio esteja em desacordo com a lei, o síndico irá  responder pelo não cumprimento da medida. Para Paschoal, isso  dificilmente acontece, pois nas assembleias feitas no início do ano,  quando são discutidos o orçamento e demais temas de importância, o  seguro contra incêndio é sempre colocado em pauta. &#8220;A medida deve passar  pela assembleia e, para aprová-la, basta maioria simples. Cabe aos  moradores fiscalizar se a medida está sendo cumprida sob pena de  destituir o síndico, se ela não estiver em vigor&#8221;, explica.</p>
<p>O  advogado Alexandre Rachkorsky lembra que, como a contratação do seguro é  responsabilidade do síndico, ele poderá responder civil e criminalmente  caso não o faça: &#8220;Sem o seguro contra incêndio, os próprios moradores  podem entrar na Justiça contra o síndico diante de uma incidência.&#8221;  Segundo Paschoal, uma dúvida frequente em relação ao rateio desta  despesa é se ela deve ser paga pelo proprietário ou inquilino. &#8220;Trata-se  de um gasto ordinário e deve ser pago pelo inquilino&#8221;, orienta.</p>
<p>Muitas  seguradoras acabam se aproveitando desta obrigatoriedade para vender  outros tipos de seguro. O alerta do Secovi é para que os condomínios  fiquem alertas, pois o seguro contra incêndio é o único obrigatório. &#8220;Os  demais são facultativos. O condomínio contrata se quiser&#8221;.</p>
<p>Rachkorsky  adverte para a necessidade e facilidade do serviço de proteção: &#8220;É um  investimento indispensável e relativamente barato considerando a  possibilidade de um sinistro&#8221;. Caso os moradores não queiram contratar o  seguro contra incêndio, o síndico deve se proteger legalmente  registrando em ata de assembleia a opção da maioria em favor da não  contratação.</p>
<p><strong>Segurança</strong><br />
No condomínio Parque  Residencial João XXIII, em César de Souza, em Mogi, além da  obrigatoriedade prevista no Código Civil, a medida faz parte da  Convenção do Regulamento Interno, na qual constam várias regras e normas  que devem ser cumpridas tanto pelos moradores quanto pelo síndico. Com  base nesta convenção, a contratação do seguro contra incêndio é aprovada  automaticamente.<br />
O administrador condominial do João XXIII, Marcio  Roberto da Silva, lembra que, além do seguro, o condomínio também possui  para-raios e faz a manutenção regular dos extintores de incêndio:  &#8220;Antes de tudo, está a segurança do condômino&#8221;. O condomínio João XXIII  possui 624 apartamentos e abriga quase 3.000 pessoas.</p>
<p>Fonte : <a href="http://www.moginews.com.br/materias/?ided=995&amp;idedito=36&amp;idmat=75674">MOGI NEWS</a></p>
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