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	<title>Garra Seguros BH &#187; Mercado de Seguros</title>
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	<description>Seguros é o nosso forte</description>
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		<title>Mercado de seguros abre as portas para matemáticos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 17:48:27 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem só de sala de aula é feita a carreira  das pessoas formadas em matemática. Nos últimos anos, a combinação entre um perfil analítico e a evidente habilidade com cálculos também colocou esses profissionais na mira do mercado de seguros. “Não há uma carreira específica para matemáticos. Mas há espaço para pessoas com essa formação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nem só de sala de aula é feita a carreira  das pessoas formadas em matemática. Nos últimos anos, a combinação entre um perfil analítico e a evidente habilidade com cálculos também colocou esses profissionais na mira do mercado de seguros.</p>
<p>“Não há uma carreira específica para matemáticos. Mas há espaço para pessoas com essa formação no mercado”, diz Fabiana Kirslys, coordenadora de recrutamento e seleção da Porto Seguros.</p>
<p>Na prática, eles são requisitados para as áreas de análise de risco e precificação. Ali, a tarefa deles é interpretar as centenas de dados que movimentam o negócio.</p>
<p>Mas, segundo a especialista, há espaço para a atuação dos matemáticos em outras setores. Mas isso varia de acordo com o perfil do profissional.</p>
<p>Agora, não basta saber tanto de números ao ponto de conseguir dar um significado para eles. A carreira na área também demanda um profundo conhecimento sobre o mercado de seguros.[2]</p>
<p>“Ele precisa ter uma visão sistêmica de como tudo funciona”, diz a especialista. “Não ficar só na capacidade técnica, mas eles devem conhecer o negócio e investir em habilidades como negociação e comunicação, por exemplo”</p>
<p>Fonte: Segs.</p>
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		<title>Vendas de seguro de vida cresceram 25% no último ano</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:34:29 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Classes C e D também têm investido no serviço. Aumento é reflexo do crescimento da renda dos brasileiros. O aumento no poder de compra da população brasileira agora movimenta também o setor de seguros. Preocupada com o futuro da família, muita gente tem aderido ao seguro de vida. Em 2011, as vendas desse serviço cresceram [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Classes C e D também têm investido no serviço.</p>
<p>Aumento é reflexo do crescimento da renda dos brasileiros.</p>
<p>O aumento no poder de compra da população brasileira agora movimenta também o setor de seguros. Preocupada com o futuro da família, muita gente tem aderido ao seguro de vida. Em 2011, as vendas desse serviço cresceram 25% em relação ao ano anterior.</p>
<p>De acordo com Gilson Domingues, diretor do Sindicato dos Corretores de Seguro de Sorocaba, cidade do interior de São Paulo, esse aumento vem das classes sociais menos favorecidas. &#8220;Agora, esse investimento está sendo feito também pelas classes C e D&#8221;, afirma.</p>
<p>No ano passado, o setor faturou R$ 9,3 bilhões só nos primeiros três meses. O valor do seguro varia de acordo com o perfil do segurado. Os critérios vão desde a idade até a prática de esportes e o hábito de fumar.</p>
<p>Mas, antes de fechar o contrato, é importante se certificar de que o vendedor é mesmo corretor de seguros. &#8220;Somente um corretor conhece a área e pode indicar o melhor serviço para cada caso&#8221;, encerra Domingues.</p>
<p>Fonte: CQCS</p>
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		<title>Microsseguro pode decolar neste ano</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:24:05 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Após mais de cinco anos de discussões, o microsseguro deve finalmente sair do papel em 2012. A Superintendência de Seguros Privados (Susep)aprovou o marco regulatório para o segmento e a expectativa é que várias seguradoras comecem a se movimentar. O objetivo é ofertar apólices (emitidas em formato de bilhetes) de pequeno valor feitas sob medida [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após mais de cinco anos de discussões, o microsseguro deve finalmente sair do papel em 2012. A Superintendência de Seguros Privados (Susep)aprovou o marco regulatório para o segmento e a expectativa é que várias seguradoras comecem a se movimentar.</p>
<p>O objetivo é ofertar apólices (emitidas em formato de bilhetes) de pequeno valor feitas sob medida para a população de baixa renda. A escala de prioridades do mercado brasileiro é oferecer seguros de acidentes pessoais, funeral, prestamista (cobre inadimplência em financiamentos), vida. residencial, automóvel, rural, saúde, etc.</p>
<p>As projeções apontam para um público potencial de 120 milhões de pessoas. &#8220;É uma área que nos interessa. É uma super oportunidade&#8221;, avalia o presidente da seguradora inglesa RSA, Thomas Batt.</p>
<p>A Susep facilitou as regras e passou a permitir que seguradoras criem companhias dedicadas ao microsseguro com capital mínimo de apenas 20% do exigido a uma seguradora tradicional, que varia conforme a região de atuação.</p>
<p>Para uma seguradora com atuação nacional, são exigidos R$15 milhões em capital, ou seja, R$ 3 milhões para uma companhia especializada em microsseguros com autorização para operar no Brasil. &#8220;É um valor acessível. Pretendemos abrir as portas para novas companhias ingressarem no Brasil&#8221;, diz Luciano Portal Santanna, superintendente da Susep, sem estimar quantas seguradoras podem ser criadas.</p>
<p>A Susep vai permitir ainda a venda das apólices por canais alternativos, como correspondente bancário &#8211; possibilidade que não é permitida para seguros tradicionais.[2]</p>
<p>Sobre a possibilidade de a crise financeira internacional inibir a entrada de mais companhias no Brasil &#8211; como aconteceu com a israelense Direct Insurance, que tem planos de expansão de suas atividades no País -, Santanna garante que a autarquia monitora o cenário global para ver se problemas com seguradoras no exterior. &#8220;Até o momento, não há nenhum sinal de crise nas operações de grupos internacionais que possa refletir aqui&#8221;, avalia. (AE)</p>
<p>Fonte: Segs.</p>
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		<title>Seguros: crise provoca redução do número de acidentes</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>

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		<description><![CDATA[Bradesco Seguros divulga vencedores de concurso cultural de sua árvore de Natal A taxa de frequência de sinistros automóvel desceu para 12,6 por cento no ano passado, menos 1,5% do que em 2010, devido à redução substancial da circulação de veículos em Portugal por causa da crise. «Em 2011 a taxa de frequência de sinistros [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Bradesco Seguros divulga vencedores de concurso cultural de sua árvore de Natal A taxa de frequência de sinistros automóvel desceu para 12,6 por cento no ano passado, menos 1,5% do que em 2010, devido à redução substancial da circulação de veículos em Portugal por causa da crise.</p>
<p>«Em 2011 a taxa de frequência de sinistros automóvel desceu para 12,6% contra 14,1% em 2010, ou seja, um decréscimo de 1,5 pontos face ao período homólogo do ano anterior», de acordo com um estudo divulgado esta terça-feira pela consultora Actuarial.</p>
<p>Segundo a Actuarial, «para isto terá contribuído a contracção do nível de actividade económica com um decréscimo do Produto Interno Bruto (PIB) de 2%, que fez reduzir substancialmente a circulação de veículos, e, consequentemente, a exposição ao risco de sinistro e dos segurados do ramo Automóvel».</p>
<p>O estudo, com base no modelo de previsão da Actuarial, destacou que «a queda do PIB fez reduzir a exposição ao risco» e que «o novo código da estrada teve influência na descida da sinistralidade».</p>
<p>Contudo, «se bem que a sinistralidade rodoviária esteja influenciada pela evolução da exposição ao risco (medida pelo PIB) e pelas condições de condução (analisadas através da pluviosidade), as maiores penalizações do código da estrada introduzidas em 2005 tiveram algum impacto na redução da frequência de sinistros», lê-se nas conclusões do estudo.</p>
<p>«O modelo da Actuarial-Consultadoria estima em 0,97 pontos o efeito na redução da frequência de sinistros. Isto significa que as alterações no Código da Estrada de 2005 poderão ter reduzido a sinistralidade rodoviária de 2011 em 54.330 sinistros, num ano em que terão existido 715.204 participações de sinistros às seguradoras», revelou a consultora.</p>
<p>Fonte: Agência Financeira.</p>
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		<title>Cresce o número de pessoas que acionam o seguro no estado de SP</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa época do ano, aumenta em até 40%, o número de pessoas que acionam o seguro no estado de São Paulo. E São José dos Campos tem participação nessa alta na procura. Entre os motivos, imprevistos causados por fenômenos naturais. Com a chuva dessa semana, a precaução evitou que o prejuízo fosse bem maior. Marcelo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa época do ano, aumenta em até 40%, o número de pessoas que acionam o seguro no estado de São Paulo. E São José dos Campos tem participação nessa alta na procura.</p>
<p>Entre os motivos, imprevistos causados por fenômenos naturais. Com a chuva dessa semana, a precaução evitou que o prejuízo fosse bem maior.</p>
<p>Marcelo está diante de mais uma despesa neste começo de ano, R$3.176 é o valor da franquia do carro. Sem o seguro, o conserto custaria R$ 6 mil.</p>
<p>A lataria ficou assim quando parte de um muro desabou sobre o carro durante a chuva da última segunda-feira. Outros dois veículos também foram atingidos no centro de São José dos Campos.</p>
<p>“A hora que eu fui dar partida no veículo o muro desabou. Só deu tempo de dar a marcha ré e tentar evitar um estrago maior. Você está com o veículo estacionado, em uma via pública. Quem vai imaginar que vai cair um muro de três metros no seu veículo”, diz o analista de logística Marcelo Simão</p>
<p>No contrato de seguro aparece veículos atingidos por objetos, raios, submersos em enchentes e inundações e chuva de granizo. Mas atenção por que há seguradoras que especificam o exatamente o contrário. Que não cobrem esse itens.</p>
<p>“Quando fechar o contrato com o seguro é importante verificar as coberturas que você está contratando. Muitas pessoas fazem o seguro e não sabem nem o que ele cobre. Conversar com o seu corretor pra ele passar todas as coberturas que tem. Verificar com o corretor o que tem nas condições gerais, oque cobre e o que não cobre. Pra que a pessoa não fique na mão lá na frente”, explica o corretor Marcos Dalcin.</p>
<p>Fonte: Vnews</p>
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		<title>Richa anuncia implantação de Unidades do Paraná Seguro</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:44:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>

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		<description><![CDATA[O governador Beto Richa confirmou, nesta quinta-feira (5), que será iniciada no primeiro semestre deste ano a implantação de Unidades do Paraná Seguro (UPS) em áreas que apresentam alto índice de criminalidade. Além de reforço policial, as bases deverão contar com outros serviços públicos, em parceria com as prefeituras. As UPS começarão a ser instaladas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Beto Richa confirmou, nesta quinta-feira (5), que será iniciada no primeiro semestre deste ano a implantação de Unidades do Paraná Seguro (UPS) em áreas que apresentam alto índice de criminalidade. Além de reforço policial, as bases deverão contar com outros serviços públicos, em parceria com as prefeituras.</p>
<p>As UPS começarão a ser instaladas nos municípios da Região Metropolitana de Curitiba e na capital, que respondem por mais da metade dos crimes contra a vida no Estado. Richa disse que a idéia é espalhar as unidades por outras regiões do Paraná. “O propósito é retomar para os cidadãos as áreas que estão ocupadas pela criminalidade e o tráfico de drogas”, disse.</p>
<p>O governador destacou que o setor de inteligência da Secretaria da Segurança Pública está realizando um levantamento das regiões que poderão receber as unidades. Ele informou que o detalhamento da iniciativa será divulgado em um momento oportuno em razão do tema ser estratégico. “As medidas vão garantir a tranqüilidade das pessoas de bem, pois a segurança pública é uma das maiores preocupações da sociedade”, afirmou o governador.</p>
<p>Richa explicou que várias experiências bem-sucedidas no País foram estudadas, inclusive as Unidades de Polícia Pacificadora criadas no Rio de Janeiro, e ressaltou que as idéias foram adequadas à realidade paranaense. O governador afirmou que além das UPS, o governo vai iniciar a implantação de 400 módulos móveis e a construção de 95 delegacias de polícia.</p>
<p>PROGRAMA – A implantação das bases é uma medida do Programa Paraná Seguro, concebido para reduzir drasticamente os números da criminalidade no Estado. Lançada em agosto, a proposta inclui a contratação de 8 mil policiais militares e 2.200 policiais civis nos próximos anos.</p>
<p>Em 2011, foram chamados 2 mil aprovados em concurso da PM, que estão em fase de testes para ingresso na corporação, e mais de 695 policiais civis, entre investigadores, papiloscopistas e escrivães. Foi criada a Delegacia Eletrônica e iniciada a reestruturação dos Institutos Médicos Legais. “O número de policiais no Paraná era muito baixo. Estamos trabalhando para reverter esse quadro e melhorar o atendimento ao cidadão em todo o Estado”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar.</p>
<p>CADEIAS – Novos presídios estão programados e a desocupação de carceragens superlotadas já começou. No último final de semana foram transferidos para o Sistema Penitenciário mais de 200 presos da cadeia de Paranaguá, que tinha capacidade para apenas 30 detentos. Dos cerca de 16 mil presos que ocupavam delegacias de polícia, três mil já foram transferidos para presídios nos últimos meses.</p>
<p>Para dar suporte às medidas anunciadas pelo governador, o orçamento da Secretaria da Segurança Pública, que girava em torno de R$ 1,5 bilhão ao ano, será reforçado em R$ 500 milhões no atual exercício, e poderá dobrar até 2014, quando todas as fases do programa Paraná Seguro devem estar implementadas.</p>
<p>O governo aprovou a criação do Fundo Estadual de Segurança Pública para financiar as ações e buscar recursos com outros agentes de fomento no Brasil e exterior. Além disso, o programa Paraná Seguro pode contar com repasses e transferências da União e com eventuais operações de crédito a serem contratadas junto a organismos como o BNDES e o BID.</p>
<p>Fonte: Agência de noticias do Paraná.</p>
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		<title>Seguro marítimo em alta no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:34:02 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o aquecimento da indústria naval, o seguro marítimo vem ganhando destaque no mercado brasileiro. É cada vez maior o número de navios e plataformas operando na costa brasileira e, para os próximos anos, mais de cem embarcações devem ser construídas. Diante deste cenário promissor, especialistas ressaltam a necessidade de os profissionais do setor de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o aquecimento da indústria naval, o seguro marítimo vem ganhando destaque no mercado brasileiro. É cada vez maior o número de navios e plataformas operando na costa brasileira e, para os próximos anos, mais de cem embarcações devem ser construídas. Diante deste cenário promissor, especialistas ressaltam a necessidade de os profissionais do setor de seguros estarem atentos e preparados para essas oportunidades.</p>
<p>No dia a dia, as embarcações estão sujeitas a avarias em suas máquinas, incêndio, explosão, abalroamento, encalhe, mau tempo, entre outras coisas. O árbitro regulador de avarias marítimas e professor da Escola Nacional de Seguros, Rucemah Leonardo Gomes Pereira, lembra que, atualmente, existem inúmeros tipos de apólices de seguro marítimo.</p>
<p>Entre as coberturas mais comuns estão: perda total (por naufrágio ou outras causas), assistência e salvamento; avaria grossa (apenas para embarcações de transporte de cargas); avaria particular (danos parciais); responsabilidades excedentes; seguro de construtores navais; responsabilidade civil ampla; roubo ou furto qualificado total; retirada e colocação na água.</p>
<p>Segundo o professor, no caso de um sinistro, um profissional independente e equidistante entre as partes – segurado e segurador – estabelece a proporção da quantia despendida pelo segurado que vai ser ressarcida pela seguradora. “É o árbitro regulador de avarias marítimas quem emite o laudo de regulação de avarias marítimas, aplicando ao acidente o contrato de seguro, tornando possível ao segurado receber do segurador as indenizações cabíveis”, afirma.[2]</p>
<p>Para saber mais detalhes sobre a contratação do seguro marítimo e os tipos de coberturas disponíveis no mercado, acesse o site Tudo Sobre Seguros (www.tudosobreseguros.org.br) e tire suas dúvidas com o especialista de plantão.</p>
<p>Fonte: Segs</p>
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		<title>Apesar de o valor do automóvel cair, seguro é reajustado</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:20:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mercado de Seguros]]></category>

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		<description><![CDATA[O carro desvaloriza, mas o valor do seguro aumenta. O movimento, que já surpreende segurados com frequência, tem a ver com letras miúdas do contrato, daquelas a que os clientes raramente atentam no momento da contratação. O reajuste geralmente fica em torno de 1,5% do valor do seguro, o que pode soar inexpressivo na porcentagem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O carro desvaloriza, mas o valor do seguro aumenta. O movimento, que já surpreende segurados com frequência, tem a ver com letras miúdas do contrato, daquelas a que os clientes raramente atentam no momento da contratação. O reajuste geralmente fica em torno de 1,5% do valor do seguro, o que pode soar inexpressivo na porcentagem mas chega, às vezes, a R$ 300. “Muitas vezes, por causa de R$ 100, os clientes decidem por planos mais baratos. Portanto, reajustes dessa ordem fazem diferença sim”, diz Luciana Santana, diretora técnica da consultoria e assessoria em seguros LifeInsurance.</p>
<p>As diferenças entre as tabelas das diversas seguradoras, no que diz respeito à taxação do sinistro, é o que gera variações de preços enormes em casos específicos. O trabalho do corretor de seguros Cláudio Vinícius Paiva é justamente driblar esse comportamento do mercado, trocando uma seguradora por outra, evitando que os clientes paguem a mais. “Ao orçar seguros para determinados veículos, percebemos que os preços variam entre R$ 3,5 mil e R$ 15 mil. E estamos falando do mesmo carro – o que impacta a variação é simplesmente a maneira que aquela seguradora taxa o sinistro”, diz Paiva, referindo-se a orçamentos feitos na tarde dessa quarta-feira, com seis seguradoras diferentes, para uma Ford Ranger XLP cabine dupla Turbo Diesel 2012.</p>
<p>Fatores diversos influenciam esse preço, segundo a Confederação Nacional das Seguradoras. A instituição lembra que a atuação das dezenas de seguradoras é livre quanto aos valores praticados junto ao consumidor – e a variação é sempre relativa ao risco. Os preços são ajustados de acordo com o veículo, o motorista, a região, entre várias outras variáveis. Quando a frequência de roubo e furto sobe em determinada região, o preço do seguro sobe, proporcionalmente.</p>
<p>O contrário também acontece, como destaca Luciana: “No Rio de Janeiro, nas regiões com favelas que tiveram atuação de unidades pacificadoras de policiamento (UPPs), com redução da violência e da estatística de roubos, os seguros ficaram mais baratos”. O volume de dados estatísticos considerados refletem mudanças comportamentais, que impactam, e muito, nos preços, segundo a consultora. Entre todas as variáveis, a que tem mais peso é a faixa etária do motorista – responde por 18% da variação, segundo ela.</p>
<p>A planilha leva em conta, contudo, outros tipos de relações – muitas vezes ocultas nas perguntas que são feitas no momento da contratação, para definição do perfil do segurado. Segundo Luciana, quando a seguradora quer saber, por exemplo, dados pessoais como números de filhos ou relações familiares, mapeia os parentes do usuário e, com isso, consegue taxar o risco e o valor que aquelas pessoas darão ao veículo: “Um jovem que acaba de ganhar um carro, com 18 anos, pode não dar a ele o mesmo valor que um outro que teve de trabalhar cinco anos para comprar um veículo”.</p>
<p>Por mais subjetivas que sejam, informações assim entram na planilha de cálculo, em sistemas computacionais que avaliam o risco e redefinem os valores dos seguros. Na percepção da consultora, ítens como “família”, inimagináveis há 15 anos, adquirem cada vez mais peso na avaliação final, a partir do impacto de novas estatísticas, atualizadas mensalmente. As seguradoras não admitem que o aumento da circulação de carros de luxo (que encarece as indenizações por danos a terceiros) pode impactar o reajuste.</p>
<p>Repasse</p>
<p>Quem vive o dia a dia desse mercado, contudo, sabe que o repasse pode ser prática inevitável – e não apenas para quem tem o prazer de ser o dono do carrão. “Se a empresa está indenizando mais, pagando mais caro nas indenizações, com reparos que cobram preços mais altos, é lógico que os seguros também sejam mais caros, porque o custo será claramente repassado para os clientes”, destaca Paiva, lembrando que o que as seguradoras fazem é administrar as verbas recolhidas dos clientes.</p>
<p>Outro item determinante para o aumento do valor de seguro mesmo com a depreciação do bem é justamente a dificuldade técnica em se encontrar peças para carros que começam a ficar antigos. “É por isso que as empresas, muitas vezes, se recusam a segurar carros com mais de 10 anos”, sustenta Luciana.</p>
<p>Para o gerente da Accord Administradora e Corretora de Seguros, Nilson Mendes Ferreira, o volume estatístico de clientes que tiveram os seguros reajustados mesmo com a redução do valor do carro ainda não é expressivo, e chama atenção para o contraponto, impulsionado justamente pelas tradicionais leis de oferta e procura: “São muitas as seguradoras que oferecem os seus serviços, e esse mercado inchado as leva à redução dos valores. Se aumenta, é porque realmente não havia mais onde cortar, porque hoje, com a competição, elas tentam segurar ao máximo o repasse de valores”.[2]</p>
<p>DPvat sem reajuste</p>
<p>O cogitado reajuste do seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) não se concretizou. O aumento foi considerado em agosto do ano passado, com o objetivo de aumentar a arrecadação de verbas para a saúde pública. Hoje, o valor é de R$ 101,16 para veículos pequenos e não varia entre os estados. O seguro gera fundo para o pagamento de indenizações a vítimas de acidentes de trânsito, em casos de morte e invalidez total ou parcial. Em caso de morte, o valor é de R$ 13,5 mil. Esse é o teto em caso de impossibilidade permanente, conforme o grau da invalidez. O reembolso de despesas médicas e hospitalares vai até R$ 2,7 mil.</p>
<p>Fonte: Segs.</p>
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		<title>Allianz Seguros tem novo diretor comercial</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:27:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com cerca de 20 anos de experiência no setor financeiro, Ramon Gomez entra para a Allianz Seguros como diretor comercial. Antes de chegar à companhia, assumiu cargos executivos nas empresas Redecard, Unibanco e Itaú-Unibanco. Em seu novo cargo, Gomez irá liderar as diretorias regionais e a superintendência de segmentação e ações comercias. Publicitário formado pelas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com cerca de 20 anos de experiência no setor financeiro, Ramon Gomez entra para a Allianz Seguros como diretor comercial. Antes de chegar à companhia, assumiu cargos executivos nas empresas Redecard, Unibanco e Itaú-Unibanco.</p>
<p>Em seu novo cargo, Gomez irá liderar as diretorias regionais e a superintendência de segmentação e ações comercias. Publicitário formado pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado, o executivo tem MBA em Gestão, Finanças e Marketing pela Fundação Dom Cabral.</p>
<p>Allianz Seguros -No país há 107 anos, a Allianz Seguros está presente em todo o território nacional por meio de suas 60 filiais, 1300 funcionários e com o apoio de cerca de 14 mil corretores, os responsáveis pela comercialização de seus produtos e serviços para pessoas e empresas. A Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e saúde empresarial.</p>
<p>A Allianz Seguros é uma empresa do Grupo Allianz SE, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa. O grupo conta com 151 mil funcionários que atendem 76 milhões de clientes em mais de 70 países. Além de oferecer produtos e serviços, a Allianz também se destaca na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.</p>
<p>A Allianz SE é membro da Transparência Internacional e apóia os princípios do Pacto Global das Nações Unidas e as Diretrizes da OCDE para Multinacionais por meio de seu Código de Conduta. A organização é uma das líderes do setor de seguros no índice Dow Jones de Sustentabilidade, listado no FTSE4GOOD e no Carbon Disclosure Leadership Index (Carbon Disclosure Project, CDP6).[2]</p>
<p>A Allianz é a marca global mais sustentável no setor de serviços financeiros. A seguradora aparece na 21ª posição geral no relatório Best Global Green Brands feito pela consultoria Interbrand, líder mundial em avaliação de marcas.</p>
<p>Fonte: Segs.</p>
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		<title>Crise econômica não afetará mercado de seguros de forma intensa</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:12:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A crise econômica que já afeta a Europa não deverá abalar o mercado de seguros de forma intensa, especialmente o brasileiro. A não ser que as seguradoras (principalmente as internacionais) invistam seus ativos financeiros de forma equivocada. No caso do Brasil, a chance de maus investimentos desse tipo é ainda mais remota, uma vez que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A crise econômica que já afeta a Europa não deverá abalar o mercado de seguros de forma intensa, especialmente o brasileiro. A não ser que as seguradoras (principalmente as internacionais) invistam seus ativos financeiros de forma equivocada. No caso do Brasil, a chance de maus investimentos desse tipo é ainda mais remota, uma vez que não há incentivos a essa modalidade de investimento. As afirmações foram feitas pelo consultor econômico Francisco Galiza durante encontro organizado pela Sociedade Brasileira de Ciências do Seguro (SBCS) nesta quarta-feira, 11 de janeiro.<br />
Segundo Galiza, é possível fazer essas afirmações baseando-se na crise econômica de 2008. &#8220;A principal seguradora internacional que teve problemas foi a AIG, não por causa de sua carteira ou sinistros, mas sim devido a seus ativos financeiros mal aplicados. O Brasil não terá esse problema por dois motivos. O primeiro é que a Susep nunca incentivou a aplicação de ativos. Por outro lado, as seguradoras nunca se estimularam a investir também, devido aos altos juros. O setor nunca teve essa demanda&#8221;, argumentou. O consultor ainda frisou que justamente com a &#8220;queda&#8221; da AIG que os governos internacionais começaram a reagir e criar mecanismos para estimular a fiscalização.<br />
Ainda analisando os efeitos da crise de 2008, Galiza explicou que houve uma certa queda de rentabilidade no mercado brasileiro, mas durou apenas 4 ou 5 meses e voltou ao normal. &#8220;Hoje o mercado de seguros vive um bom momento que eu não via há tempos. Poucas empresas estão em situação de solvência baixa&#8221;, garantiu. Segundo ele, o mercado tem mantido taxa de crescimento histórica que gira em torno de 13% a 15%. Além disso, eventos como Copa, Olimpíadas e PAC podem não render tanto quanto as pessoas imaginam, mas promove o Brasil em termos de marketing. &#8220;A Copa representaria aumento de 14% a 20% dos prêmios de seguro Auto no ano. Não é muito, porém é um evento que atrai os olhares de investidores estrangeiros&#8221;, destacou.<br />
Com isso, não só as seguradoras aumentam sua rentabilidade, mas os outros integrantes do setor também: como corretores e securitários. Galiza ainda destacou que o corretor deve ir atrás das oportunidades. &#8220;É um cenário otimista e o mercado não deve estar concentrado apenas nas seguradoras ou em um ramo de negócios. Há vários campos potenciais. Cabe ao corretor ver qual ramo se identifica profissionalmente e a partir daí montar uma estratégia&#8221;, finalizou.</p>
<p>Fonte: Revista Apólice</p>
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