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Cresce o número de pessoas que acionam o seguro no estado de SP

Nessa época do ano, aumenta em até 40%, o número de pessoas que acionam o seguro no estado de São Paulo. E São José dos Campos tem participação nessa alta na procura.

Entre os motivos, imprevistos causados por fenômenos naturais. Com a chuva dessa semana, a precaução evitou que o prejuízo fosse bem maior.

Marcelo está diante de mais uma despesa neste começo de ano, R$3.176 é o valor da franquia do carro. Sem o seguro, o conserto custaria R$ 6 mil.

A lataria ficou assim quando parte de um muro desabou sobre o carro durante a chuva da última segunda-feira. Outros dois veículos também foram atingidos no centro de São José dos Campos.

“A hora que eu fui dar partida no veículo o muro desabou. Só deu tempo de dar a marcha ré e tentar evitar um estrago maior. Você está com o veículo estacionado, em uma via pública. Quem vai imaginar que vai cair um muro de três metros no seu veículo”, diz o analista de logística Marcelo Simão

No contrato de seguro aparece veículos atingidos por objetos, raios, submersos em enchentes e inundações e chuva de granizo. Mas atenção por que há seguradoras que especificam o exatamente o contrário. Que não cobrem esse itens.

“Quando fechar o contrato com o seguro é importante verificar as coberturas que você está contratando. Muitas pessoas fazem o seguro e não sabem nem o que ele cobre. Conversar com o seu corretor pra ele passar todas as coberturas que tem. Verificar com o corretor o que tem nas condições gerais, oque cobre e o que não cobre. Pra que a pessoa não fique na mão lá na frente”, explica o corretor Marcos Dalcin.

Fonte: Vnews

Richa anuncia implantação de Unidades do Paraná Seguro

O governador Beto Richa confirmou, nesta quinta-feira (5), que será iniciada no primeiro semestre deste ano a implantação de Unidades do Paraná Seguro (UPS) em áreas que apresentam alto índice de criminalidade. Além de reforço policial, as bases deverão contar com outros serviços públicos, em parceria com as prefeituras.

As UPS começarão a ser instaladas nos municípios da Região Metropolitana de Curitiba e na capital, que respondem por mais da metade dos crimes contra a vida no Estado. Richa disse que a idéia é espalhar as unidades por outras regiões do Paraná. “O propósito é retomar para os cidadãos as áreas que estão ocupadas pela criminalidade e o tráfico de drogas”, disse.

O governador destacou que o setor de inteligência da Secretaria da Segurança Pública está realizando um levantamento das regiões que poderão receber as unidades. Ele informou que o detalhamento da iniciativa será divulgado em um momento oportuno em razão do tema ser estratégico. “As medidas vão garantir a tranqüilidade das pessoas de bem, pois a segurança pública é uma das maiores preocupações da sociedade”, afirmou o governador.

Richa explicou que várias experiências bem-sucedidas no País foram estudadas, inclusive as Unidades de Polícia Pacificadora criadas no Rio de Janeiro, e ressaltou que as idéias foram adequadas à realidade paranaense. O governador afirmou que além das UPS, o governo vai iniciar a implantação de 400 módulos móveis e a construção de 95 delegacias de polícia.

PROGRAMA – A implantação das bases é uma medida do Programa Paraná Seguro, concebido para reduzir drasticamente os números da criminalidade no Estado. Lançada em agosto, a proposta inclui a contratação de 8 mil policiais militares e 2.200 policiais civis nos próximos anos.

Em 2011, foram chamados 2 mil aprovados em concurso da PM, que estão em fase de testes para ingresso na corporação, e mais de 695 policiais civis, entre investigadores, papiloscopistas e escrivães. Foi criada a Delegacia Eletrônica e iniciada a reestruturação dos Institutos Médicos Legais. “O número de policiais no Paraná era muito baixo. Estamos trabalhando para reverter esse quadro e melhorar o atendimento ao cidadão em todo o Estado”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar.

CADEIAS – Novos presídios estão programados e a desocupação de carceragens superlotadas já começou. No último final de semana foram transferidos para o Sistema Penitenciário mais de 200 presos da cadeia de Paranaguá, que tinha capacidade para apenas 30 detentos. Dos cerca de 16 mil presos que ocupavam delegacias de polícia, três mil já foram transferidos para presídios nos últimos meses.

Para dar suporte às medidas anunciadas pelo governador, o orçamento da Secretaria da Segurança Pública, que girava em torno de R$ 1,5 bilhão ao ano, será reforçado em R$ 500 milhões no atual exercício, e poderá dobrar até 2014, quando todas as fases do programa Paraná Seguro devem estar implementadas.

O governo aprovou a criação do Fundo Estadual de Segurança Pública para financiar as ações e buscar recursos com outros agentes de fomento no Brasil e exterior. Além disso, o programa Paraná Seguro pode contar com repasses e transferências da União e com eventuais operações de crédito a serem contratadas junto a organismos como o BNDES e o BID.

Fonte: Agência de noticias do Paraná.

Seguro marítimo em alta no Brasil

Com o aquecimento da indústria naval, o seguro marítimo vem ganhando destaque no mercado brasileiro. É cada vez maior o número de navios e plataformas operando na costa brasileira e, para os próximos anos, mais de cem embarcações devem ser construídas. Diante deste cenário promissor, especialistas ressaltam a necessidade de os profissionais do setor de seguros estarem atentos e preparados para essas oportunidades.

No dia a dia, as embarcações estão sujeitas a avarias em suas máquinas, incêndio, explosão, abalroamento, encalhe, mau tempo, entre outras coisas. O árbitro regulador de avarias marítimas e professor da Escola Nacional de Seguros, Rucemah Leonardo Gomes Pereira, lembra que, atualmente, existem inúmeros tipos de apólices de seguro marítimo.

Entre as coberturas mais comuns estão: perda total (por naufrágio ou outras causas), assistência e salvamento; avaria grossa (apenas para embarcações de transporte de cargas); avaria particular (danos parciais); responsabilidades excedentes; seguro de construtores navais; responsabilidade civil ampla; roubo ou furto qualificado total; retirada e colocação na água.

Segundo o professor, no caso de um sinistro, um profissional independente e equidistante entre as partes – segurado e segurador – estabelece a proporção da quantia despendida pelo segurado que vai ser ressarcida pela seguradora. “É o árbitro regulador de avarias marítimas quem emite o laudo de regulação de avarias marítimas, aplicando ao acidente o contrato de seguro, tornando possível ao segurado receber do segurador as indenizações cabíveis”, afirma.[2]

Para saber mais detalhes sobre a contratação do seguro marítimo e os tipos de coberturas disponíveis no mercado, acesse o site Tudo Sobre Seguros (www.tudosobreseguros.org.br) e tire suas dúvidas com o especialista de plantão.

Fonte: Segs

Apesar de o valor do automóvel cair, seguro é reajustado

O carro desvaloriza, mas o valor do seguro aumenta. O movimento, que já surpreende segurados com frequência, tem a ver com letras miúdas do contrato, daquelas a que os clientes raramente atentam no momento da contratação. O reajuste geralmente fica em torno de 1,5% do valor do seguro, o que pode soar inexpressivo na porcentagem mas chega, às vezes, a R$ 300. “Muitas vezes, por causa de R$ 100, os clientes decidem por planos mais baratos. Portanto, reajustes dessa ordem fazem diferença sim”, diz Luciana Santana, diretora técnica da consultoria e assessoria em seguros LifeInsurance.

As diferenças entre as tabelas das diversas seguradoras, no que diz respeito à taxação do sinistro, é o que gera variações de preços enormes em casos específicos. O trabalho do corretor de seguros Cláudio Vinícius Paiva é justamente driblar esse comportamento do mercado, trocando uma seguradora por outra, evitando que os clientes paguem a mais. “Ao orçar seguros para determinados veículos, percebemos que os preços variam entre R$ 3,5 mil e R$ 15 mil. E estamos falando do mesmo carro – o que impacta a variação é simplesmente a maneira que aquela seguradora taxa o sinistro”, diz Paiva, referindo-se a orçamentos feitos na tarde dessa quarta-feira, com seis seguradoras diferentes, para uma Ford Ranger XLP cabine dupla Turbo Diesel 2012.

Fatores diversos influenciam esse preço, segundo a Confederação Nacional das Seguradoras. A instituição lembra que a atuação das dezenas de seguradoras é livre quanto aos valores praticados junto ao consumidor – e a variação é sempre relativa ao risco. Os preços são ajustados de acordo com o veículo, o motorista, a região, entre várias outras variáveis. Quando a frequência de roubo e furto sobe em determinada região, o preço do seguro sobe, proporcionalmente.

O contrário também acontece, como destaca Luciana: “No Rio de Janeiro, nas regiões com favelas que tiveram atuação de unidades pacificadoras de policiamento (UPPs), com redução da violência e da estatística de roubos, os seguros ficaram mais baratos”. O volume de dados estatísticos considerados refletem mudanças comportamentais, que impactam, e muito, nos preços, segundo a consultora. Entre todas as variáveis, a que tem mais peso é a faixa etária do motorista – responde por 18% da variação, segundo ela.

A planilha leva em conta, contudo, outros tipos de relações – muitas vezes ocultas nas perguntas que são feitas no momento da contratação, para definição do perfil do segurado. Segundo Luciana, quando a seguradora quer saber, por exemplo, dados pessoais como números de filhos ou relações familiares, mapeia os parentes do usuário e, com isso, consegue taxar o risco e o valor que aquelas pessoas darão ao veículo: “Um jovem que acaba de ganhar um carro, com 18 anos, pode não dar a ele o mesmo valor que um outro que teve de trabalhar cinco anos para comprar um veículo”.

Por mais subjetivas que sejam, informações assim entram na planilha de cálculo, em sistemas computacionais que avaliam o risco e redefinem os valores dos seguros. Na percepção da consultora, ítens como “família”, inimagináveis há 15 anos, adquirem cada vez mais peso na avaliação final, a partir do impacto de novas estatísticas, atualizadas mensalmente. As seguradoras não admitem que o aumento da circulação de carros de luxo (que encarece as indenizações por danos a terceiros) pode impactar o reajuste.

Repasse

Quem vive o dia a dia desse mercado, contudo, sabe que o repasse pode ser prática inevitável – e não apenas para quem tem o prazer de ser o dono do carrão. “Se a empresa está indenizando mais, pagando mais caro nas indenizações, com reparos que cobram preços mais altos, é lógico que os seguros também sejam mais caros, porque o custo será claramente repassado para os clientes”, destaca Paiva, lembrando que o que as seguradoras fazem é administrar as verbas recolhidas dos clientes.

Outro item determinante para o aumento do valor de seguro mesmo com a depreciação do bem é justamente a dificuldade técnica em se encontrar peças para carros que começam a ficar antigos. “É por isso que as empresas, muitas vezes, se recusam a segurar carros com mais de 10 anos”, sustenta Luciana.

Para o gerente da Accord Administradora e Corretora de Seguros, Nilson Mendes Ferreira, o volume estatístico de clientes que tiveram os seguros reajustados mesmo com a redução do valor do carro ainda não é expressivo, e chama atenção para o contraponto, impulsionado justamente pelas tradicionais leis de oferta e procura: “São muitas as seguradoras que oferecem os seus serviços, e esse mercado inchado as leva à redução dos valores. Se aumenta, é porque realmente não havia mais onde cortar, porque hoje, com a competição, elas tentam segurar ao máximo o repasse de valores”.[2]

DPvat sem reajuste

O cogitado reajuste do seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) não se concretizou. O aumento foi considerado em agosto do ano passado, com o objetivo de aumentar a arrecadação de verbas para a saúde pública. Hoje, o valor é de R$ 101,16 para veículos pequenos e não varia entre os estados. O seguro gera fundo para o pagamento de indenizações a vítimas de acidentes de trânsito, em casos de morte e invalidez total ou parcial. Em caso de morte, o valor é de R$ 13,5 mil. Esse é o teto em caso de impossibilidade permanente, conforme o grau da invalidez. O reembolso de despesas médicas e hospitalares vai até R$ 2,7 mil.

Fonte: Segs.