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Mercado de seguros abre as portas para matemáticos

Nem só de sala de aula é feita a carreira  das pessoas formadas em matemática. Nos últimos anos, a combinação entre um perfil analítico e a evidente habilidade com cálculos também colocou esses profissionais na mira do mercado de seguros.

“Não há uma carreira específica para matemáticos. Mas há espaço para pessoas com essa formação no mercado”, diz Fabiana Kirslys, coordenadora de recrutamento e seleção da Porto Seguros.

Na prática, eles são requisitados para as áreas de análise de risco e precificação. Ali, a tarefa deles é interpretar as centenas de dados que movimentam o negócio.

Mas, segundo a especialista, há espaço para a atuação dos matemáticos em outras setores. Mas isso varia de acordo com o perfil do profissional.

Agora, não basta saber tanto de números ao ponto de conseguir dar um significado para eles. A carreira na área também demanda um profundo conhecimento sobre o mercado de seguros.[2]

“Ele precisa ter uma visão sistêmica de como tudo funciona”, diz a especialista. “Não ficar só na capacidade técnica, mas eles devem conhecer o negócio e investir em habilidades como negociação e comunicação, por exemplo”

Fonte: Segs.

Vendas de seguro de vida cresceram 25% no último ano

Classes C e D também têm investido no serviço.

Aumento é reflexo do crescimento da renda dos brasileiros.

O aumento no poder de compra da população brasileira agora movimenta também o setor de seguros. Preocupada com o futuro da família, muita gente tem aderido ao seguro de vida. Em 2011, as vendas desse serviço cresceram 25% em relação ao ano anterior.

De acordo com Gilson Domingues, diretor do Sindicato dos Corretores de Seguro de Sorocaba, cidade do interior de São Paulo, esse aumento vem das classes sociais menos favorecidas. “Agora, esse investimento está sendo feito também pelas classes C e D”, afirma.

No ano passado, o setor faturou R$ 9,3 bilhões só nos primeiros três meses. O valor do seguro varia de acordo com o perfil do segurado. Os critérios vão desde a idade até a prática de esportes e o hábito de fumar.

Mas, antes de fechar o contrato, é importante se certificar de que o vendedor é mesmo corretor de seguros. “Somente um corretor conhece a área e pode indicar o melhor serviço para cada caso”, encerra Domingues.

Fonte: CQCS

Microsseguro pode decolar neste ano

Após mais de cinco anos de discussões, o microsseguro deve finalmente sair do papel em 2012. A Superintendência de Seguros Privados (Susep)aprovou o marco regulatório para o segmento e a expectativa é que várias seguradoras comecem a se movimentar.

O objetivo é ofertar apólices (emitidas em formato de bilhetes) de pequeno valor feitas sob medida para a população de baixa renda. A escala de prioridades do mercado brasileiro é oferecer seguros de acidentes pessoais, funeral, prestamista (cobre inadimplência em financiamentos), vida. residencial, automóvel, rural, saúde, etc.

As projeções apontam para um público potencial de 120 milhões de pessoas. “É uma área que nos interessa. É uma super oportunidade”, avalia o presidente da seguradora inglesa RSA, Thomas Batt.

A Susep facilitou as regras e passou a permitir que seguradoras criem companhias dedicadas ao microsseguro com capital mínimo de apenas 20% do exigido a uma seguradora tradicional, que varia conforme a região de atuação.

Para uma seguradora com atuação nacional, são exigidos R$15 milhões em capital, ou seja, R$ 3 milhões para uma companhia especializada em microsseguros com autorização para operar no Brasil. “É um valor acessível. Pretendemos abrir as portas para novas companhias ingressarem no Brasil”, diz Luciano Portal Santanna, superintendente da Susep, sem estimar quantas seguradoras podem ser criadas.

A Susep vai permitir ainda a venda das apólices por canais alternativos, como correspondente bancário – possibilidade que não é permitida para seguros tradicionais.[2]

Sobre a possibilidade de a crise financeira internacional inibir a entrada de mais companhias no Brasil – como aconteceu com a israelense Direct Insurance, que tem planos de expansão de suas atividades no País -, Santanna garante que a autarquia monitora o cenário global para ver se problemas com seguradoras no exterior. “Até o momento, não há nenhum sinal de crise nas operações de grupos internacionais que possa refletir aqui”, avalia. (AE)

Fonte: Segs.

Seguros: crise provoca redução do número de acidentes

Bradesco Seguros divulga vencedores de concurso cultural de sua árvore de Natal A taxa de frequência de sinistros automóvel desceu para 12,6 por cento no ano passado, menos 1,5% do que em 2010, devido à redução substancial da circulação de veículos em Portugal por causa da crise.

«Em 2011 a taxa de frequência de sinistros automóvel desceu para 12,6% contra 14,1% em 2010, ou seja, um decréscimo de 1,5 pontos face ao período homólogo do ano anterior», de acordo com um estudo divulgado esta terça-feira pela consultora Actuarial.

Segundo a Actuarial, «para isto terá contribuído a contracção do nível de actividade económica com um decréscimo do Produto Interno Bruto (PIB) de 2%, que fez reduzir substancialmente a circulação de veículos, e, consequentemente, a exposição ao risco de sinistro e dos segurados do ramo Automóvel».

O estudo, com base no modelo de previsão da Actuarial, destacou que «a queda do PIB fez reduzir a exposição ao risco» e que «o novo código da estrada teve influência na descida da sinistralidade».

Contudo, «se bem que a sinistralidade rodoviária esteja influenciada pela evolução da exposição ao risco (medida pelo PIB) e pelas condições de condução (analisadas através da pluviosidade), as maiores penalizações do código da estrada introduzidas em 2005 tiveram algum impacto na redução da frequência de sinistros», lê-se nas conclusões do estudo.

«O modelo da Actuarial-Consultadoria estima em 0,97 pontos o efeito na redução da frequência de sinistros. Isto significa que as alterações no Código da Estrada de 2005 poderão ter reduzido a sinistralidade rodoviária de 2011 em 54.330 sinistros, num ano em que terão existido 715.204 participações de sinistros às seguradoras», revelou a consultora.

Fonte: Agência Financeira.