Todos os post de Garra Seguros

Especialista em seguros (31)4103-4652

Porto Seguro lança portal na internet para clientes do cartão Visa

Para os clientes que utilizam o cartão Porto Seguro Visa, a Porto Seguro lançou o “Shopping Porto Seguro Cartões”, portal que reúne uma série de estabelecimentos parceiros para facilitar as compras dos clientes na Internet. Pelo site www.shoppingportoseguro.com.br, os clientes têm acesso a uma “Galeria de Compras” com lojas de segmentos diversificados, para que possam fazer compras on-line de diversos produtos como eletrodomésticos, eletroeletrônicos, informática, CDs, DVDs, livros, decoração, utilidades, presentes etc.

Ao clicar sobre as lojas, o cliente Porto Seguro Visa pode consultar os descontos que oferecidos por cada uma. Periodicamente, novas lojas são disponibilizadas no site. Além disso, os clientes podem parcelar suas compras no cartão Porto Seguro Visa.

“Criamos o portal para oferecer aos clientes a facilidade de fazer compras com tranquilidade, conforto e vantagens diferenciadas”, explica Marcelo Picanço, diretor da Porto Seguro Cartões.

Fonte: Revista Apólice

Bradesco Seguros estreia nova propaganda nesta semana

O novo comercial da campanha publicitária “Vai que”, da Bradesco Seguros, foi lançado neste domingo, no intervalo do programa Fantástico, da TV Globo. Como nos demais comerciais, o novo filme, intitulado “Cruzamento”, mantém a linguagem lúdica e trata o público informalmente. O ator enumera algumas situações do dia a dia e revela o imprevisto escondido em cada uma, mostrando assim, a importância de se fazer um seguro da Bradesco Seguros.

Criado pela agência  AlmapBBDO, o novo comercial dá continuidade à  campanha publicitária lançada em junho deste ano, que utiliza uma linguagem bem humorada para alertar aos consumidores que fatos inesperados podem acontecer a qualquer momento, mas que alguns podem ser minimizados pela contratação, por exemplo, de seguro de vida, carro ou casa.

O novo comercial, os filmes anteriores e os spots de rádio podem ser .Desde o seu lançamento, em 20 de junho, o hotsite já recebeu a visita de mais de 45 mil internautas.

Fonte: Fenaseg

Microsseguros: Bradesco sai na frente

Em meados de setembro, a Bradesco Seguros terá compilado todos os dados de uma pesquisa vivencial realizada nos últimos seis meses em favelas do Rio de Janeiro – a Rocinha é uma delas – e em São Paulo, a Heliópolis. As famílias de convivência, como são conhecidos os pesquisadores que vivem nas favelas com o intuito de conhecer o modo de vida local, fazem parte do Projeto Inclusão da seguradora, iniciado em 2008 e previsto para terminar em 2012.

Antecipando-se à regulamentação do microsseguro, a seguradora saiu na frente e já tem em mãos alguns dados que ajudam a conhecer o seu público alvo. De acordo com o diretor da Bradesco Vida e Previdência, Eugênio Velasques, já se sabe, por exemplo, quais as maiores necessidades de proteção das famílias de baixa renda. No topo da lista está a morte, seguida pela perda do patrimônio, perda do emprego, doenças, e, por fim, pela incapacidade e velhice. Outros dados que ajudam a compor o perfil desses consumidores são a faixa etária com maior probabilidade de comprar seguros, calculada entre 20 anos a 55 anos, e a renda disponível, em torno de R$ 800,00.

Com duas agências bancárias em favelas, uma na Rocinha e outra em Heliópolis, o Bradesco, o banco, tem algumas contribuições a dar à seguradora do grupo. Em Heliópolis, por exemplo, para atingir o volume atual de 600 contas abertas, os funcionários captaram clientes de porta em porta. “Ninguém acorda com vontade de abrir uma conta. Por isso, a lição é que o seguro tem de ir até as pessoas”, diz Velasques. O aprendizado serviu à seguradora Bradesco na venda de um produto por R$ 3,50 mensais e indenização de R$ 20 mil para cobertura de morte e invalidez.

O produto, batizado como “Primeira Proteção Bradesco”, curiosamente não tinha esse nome quando foi desenvolvido. Segundo Velasques, todo material de divulgação estava pronto, quando uma pesquisa realizada no Dona Marta trouxe a surpreendente conclusão de que os moradores não gostavam da palavra “seguro”, porque representava algo complicado e inacessível. “Trocamos o termo seguro por proteção e refizemos todo o material”, diz. A mudança parece ter dado resultado. De acordo com o executivo, até agosto último a empresa havia vendido 300 mil apólices e registrado um único sinistro. “Infelizmente, este é o primeiro sinistro que vamos regular. Mas o seguro estará cumprindo sua função social”, diz.

Novo canal
Um dado importante para o sucesso do microsseguro, obtido por meio de pesquisas realizadas tanto no Dona Marta quanto na Rocinha e em Heliópolis, diz respeito à preferência dos moradores pelo consumo em microcentros, como padarias, açougues, mercearias, bancas de jornal e outros. Descobriu-se que entre esses estabelecimentos, aqueles que atuam como correspondente bancário apresentam grande potencial de vendas de produtos financeiros e de seguros.

“O grande trunfo do correspondente bancário é a credibilidade, já que o negócio é conduzido por um morador da comunidade”, afirma Velasques. Mas, a venda de microsseguros nesses locais, segundo ele, dependerá da coordenação de corretores de seguros. “Se os corretores desprezarem esse canal, poderão perdê-lo, porque, certamente, surgirá alguém que fará riqueza com isso”, avisa.

Sua previsão é que o microsseguro possa elevar a participação.

Fonte: Midiaseg

Seguros de vida crescem junto com alta econômica

Modalidade individual bateu a marca de R$ 514 milhões no primeiro semestre, alta de 32,3% em relação a 2009

O crescimento e o fortalecimento da economia trouxeram, além do aumento do consumo das famílias, uma outra tendência de mercado: o planejamento familiar. Para isso, são inúmeros os produtos disponíveis no mercado. Porém, não há um produto que tenha registrado tanto crescimento quanto os seguros para pessoas. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), somente no primeiro semestre deste ano, a venda de seguros cresceu 13,3% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando R$ 7,4 bilhões.

A região Sudeste é a maior responsável pela receita, 65,6%, seguida pela região Sul, com 17,3%, Centro-Oeste (8,5%), Nordeste(6,6%) e Norte (1,7%). Por modalidade, o seguro de vida individual bateu a marca de R$ 514 milhões, alta de 32,3% na comparação com os R$ 388,3 milhões registrados no mesmo período de 2009. “Foi o melhor resultado dos últimos 6 anos”, disse o presidente da Fenaprevi, Marco Antonio Rossi. O levantamento não inclui o plano de caráter previdenciário, por possuir cobertura por sobrevivência.

“O maior volume de vendas de seguros de vida individual deve-se ao aumento de renda e oferta de crédito, principalmente para as classes C e D, que ascenderam e estão tendo mais acesso ao consumo”, disse Rossi. Um exemplo é o da funcionária pública Beatriz de Lourdes do Nascimento, de 31 anos. Após conquistar a estabilidade no trabalho, ela adquiriu um seguro de vida para o pai, tendo como beneficiários toda a família. “Pago pouco por mês e, na falta do meu pai, não vou precisar me preocupar com dinheiro ou custos com velório”, disse.

A securitária Eliane Peluci, de 43 anos, convive com o mercado de seguros e, há cinco anos, paga seguro de vida para não deixar os filhos, atualmente com 20 e 18 anos, sem qualquer recurso para planejamento familiar pós-morte. “Sou separada e, caso venha a faltar, quero deixar algum recurso para meus filhos, para que eles possam seguir adiante, aproveitar bem esse dinheiro”, disse. “Acho que seguro de vida é um investimento, e todas as pessoas deveriam pensar nisso em algum momento da vida”, completou.

Fonte: Portal Uol