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Bradesco Saúde lança o “Guia de Uso Cuide Bem”

Outras importantes seções do hotsite são “Lembre-se” e “Perguntas Frequentes”. A primeira disponibiliza sugestões para os procedimentos médicos dos segurados da Bradesco Saúde e a segunda esclarece as perguntas mais comuns dos clientes.[3]

O segurado pode também fazer download e imprimir o Gibi Bradesco Saúde. O guia de uso Cuide Bem é uma iniciativa que integra o Programa de Qualidade da Bradesco Saúde e está vinculada ao esforço da companhia para obtenção de acreditação internacional (certificação) de operadora de planos de saúde pelo Consórcio Brasileiro de Acrecidtação (CBA) em parceria com a Joint Commission International (JCI).

Fonte: METLIFE.

Segurados podem solicitar a presença de acompanhante na perícia médica

Os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, podem solicitar a presença de um acompanhante e do seu médico assistente no ato da perícia médica em uma agência da Previdência Social – APS. A solicitação deve ser feita por escrito.

A informação consta em memorando do dia 23 deste mês, assinado pelo presidente do INSS, Mauro Luciano Hauschild. De acordo com o documento, para formalizar a solicitação, o segurado deve preencher um formulário, disponibilizado nas agências, no qual fará a identificação pessoal e grau de parentesco do acompanhante.

O memorando do presidente do INSS diz que no caso do segurado desejar ser acompanhado pelo seu médico assistente, ele também deve pedir esse acompanhamento, formalmente, através da identificação no formulário.

O documento esclarece também que, nos casos em que o perito médico considere a possibilidade do acompanhante interferir na perícia, a solicitação será negada.

Fonte: WETLIFE.

Contra seguradoras, médicos não atenderão convênio dia 07 de abril

Médicos organizam paralisação do atendimento a todos os convênios dia 7 de abril. A manifestação foi articulada pela Associação Médica Brasileira (AMB), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) contra baixos honorários e interferência das seguradoras na autonomia do trabalho dos mais de 160 mil profissionais que atuam neste setor.

Segundo diretor da AMB Florisval Meinão, “as relações entre médicos e seguradoras chegaram a um ponto insustentável”. Ele explica:

- Desde o ano 2000, quando foi criada a Agência Nacional de Saúde, a inflação vem aumentando e chegou a quase 100%. O reajuste que eles aplicaram às mensalidades que cobram dos beneficiários, está entre 160 e 170%. Os planos coletivos chegam a mais de 200%. Já os reajustes que fizeram para os médicos não chegaram a 60%, na média.

Ao todo, o Brasil tem 1.060 operadoras que prestam serviços a 45 milhões de pessoas. Cálculos feitos pela AMB mostram que, “nos últimos sete anos, essas empresas tiveram um incremento de 129% em sua movimentação financeira, passando de R$ 28 bilhões para R$ 64,2 bilhões. No entanto, no mesmo período, o valor da consulta subiu apenas 44%”.

“Isso está gerando um descontentamento muito grande por parte dos médicos”, afirma o diretor. Os profissionais alegam que essa insatisfação com o tratamento que recebem das seguradoras afeta o atendimento aos pacientes.

Recente pesquisa do Instituto Datafolha, encomendada pela Associação Paulista de Medicina, aponta que 8 em cada 10 médicos sofrem pressões para reduzir os pedidos de exames, de internações e outros procedimentos, para antecipar altas.

Segundo a AMB, os contratos entre médicos e seguradoras estão todos irregulares. “No ano passado, nós tentamos negociar”, afirma Meinão, que detalha onde estão os problemas:

- Em 2004, a ANS percebeu que os convênios estavam levando o sistema ao desequilíbrio econômico por não reajustarem os valores pagos aos médicos. Notado isto, a ANS fez uma resolução normativa, determinando que os planos tivessem nos contratos com os médicos, de forma bem clara, os critérios e periodicidades do reajuste – explica o diretor.

Embora haja uma resolução, nenhum contrato foi revisto: “os planos ignoraram solenemente essa resolução da ANS”. Ainda conforme ressaltou Meinão em entrevista a, “essa informação foi obtida junto à Agência” e é também um dos motivos do protesto.

O dia 7 de abril, afirma Meinão, se trata de uma manifestação de “alerta”, para que população e seguradoras saibam que a situação chegou a um ponto “insustentável”:

- Ou se dispõem a negociar concretamente, ou vamos partir para o enfrentamento.

Existe uma orientação das entidades médicas nacionais para que, desde já, quaisquer procedimentos ou consultas pré-agendadas para 7 de abril sejam remarcados para datas oportunas. Na ocasião, somente serão assistidas as urgências e emergências.

Questionado sobre a adesão à greve, ele lamenta que a classe não seja muito afeita a esse tipo de manifestação. No entanto, comemora o ineditismo: “estamos com uma ampla adesão”. “Sociedades representativas, Conselhos de Medicina e sindicatos garantem que o movimento será forte”.

Além das entidades articuladoras, a Associação Paulista de Medicina aderiu à movimentação. Assim como essas, outras entidades: o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP), a Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (FEHOESP), a Sociedades de Ortopedia, Hematologia, de Hemoterapia e a Febrasgo (Ginecologia e Obstetrícia), Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, entre outras.

Fonte: Tudo Global.

Unimed JP repassa R$ 253,1 mi em 2010 para os cooperados através da produção médica

O exercício de 2010 ficou marcado na Unimed João Pessoa pelos bons resultados financeiros alcançados e pela valorização do trabalho do cooperado. Isso pode ser constatado através dos valores repassados para os médicos e para a rede credenciada através da produção e dos benefícios sociais. Somente no ano passado, a produção médica e os benefícios juntos significaram um repasse total de R$ 253.116.748,00.

Os números refletem a valorização do relacionamento entre a operadora e o cooperado. Só através da produção médica, a Unimed JP aumentou o repasse para os cooperados e para a rede credenciada em 13,8% no ano passado em relação a 2009. Ao todo, foram R$ 240.367.452,00 repassados para este público.

Também foi proporcionado aos cooperados, no exercício passado, o aumento dos investimentos em benefícios sociais, que incluem plano de saúde, previdência, plano odontológico, plano medicamentos, Serit e auxílio funeral. Nos últimos quatro anos, os investimentos nesta área cresceram 59%. Enquanto em 2007, a Unimed JP investia R$ 8.007.212,00 em benefícios sociais, em 2010, o montante atingiu a cifra de R$ 12.749.296,00. São R$ 4.724.084,00 a mais. No ano passado, o investimento médio individual chegou a R$ 8.667,09 por cada cooperado.

Assembleia Geral 2011

Na próxima quinta-feira (31), os médicos cooperados da Unimed JP poderão conhecer o balanço geral detalhado e o demonstrativo de sobras e perdas da Cooperativa, referentes a 2010. A apresentação dos dados ocorrerá durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO) 2011, que será realizada na Blu’nelle Recepções, no Bairro dos Estados.

Na ocasião, também serão apresentados o relatório de atividades da Unimed JP em 2010 e o plano de trabalho da Cooperativa para 2011. Em seguida, haverá a votação para escolher os médicos que comporão o Conselho Fiscal no exercício deste ano. A pauta detalhada pode ser conferida no edital de convocação da AGO, publicado em jornal de grande circulação e disponível no Portal Unimed JP (www.unimedjp.com.br).

O presidente da Unimed JP, Aucélio Melo de Gusmão, destaca que a participação dos médicos cooperados na AGO é fundamental para que todas as questões sejam discutidas de forma aprofundada, com a transparência que é marca da administração da Cooperativa. Atualmente, a Unimed JP tem 1.457 médicos cooperados.

Fonte: ClickPB