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Mercado de seguros cresce com aperto da CVM

O mercado de seguros para responsabilidade civil de administradores e conselheiros de companhias abertas, conhecido como D&O, cresceu de R$ 93 milhões em seguros arrecadados em 2009 para R$ 151 milhões em 2010. No outro lado, os gastos das seguradoras com sinistros também subiram de R$ 11 milhões com sinistros em 2009, contra R$ 63 milhões em 2010, de acordo com levantamento da Zurich no sistema da Susep.

A Zurich, vice-líder no setor, arrecadou R$ 36,7 milhões em 2010, contra R$ 19 milhões em 2009. Perdeu somente para o Itaú que continuou no topo com R$ 42,8 milhões arrecadados nesse tipo de seguro. “Preferimos desembolso em termo de acordo.

É mais vantajoso encerrar no início. Se o segurado aceitar fazer acordo com a CVM, temos de consentir”, destaca o diretor de linhas financeiras da Zurich, Eduardo Pitombeira

Fonte: Negocio Online

Indenizações em São Lourenço do Sul devem chegar a R$ 3 mi

De acordo com dados levantados pelo Sindseg-RS, foram avisados 118 sinistros em três seguradoras, envolvendo automóveis, residenciais e empresariais. As ocorrências estão sendo reguladas, mas as estimativas apontam para indenizações integrais, sobretudo no seguro Automóvel. A Bradesco Seguros registrou 25 sinistros na cidade, estimando um volume total de indenizações na ordem de R$ 758 mil. Foram registrados 16 sinistros residências, oito de automóvel e um sinistro empresarial.
A Mapfre Seguradora recebeu 57 avisos de ocorrências que deverão ultrapassar os R$ 1,5 milhão em pagamentos aos segurados, todos em seguro automóvel. Já a Liberty e Indiana, empresas do mesmo grupo, computaram 36 sinistros auto, sendo 95% dos casos de indenização integral, com uma estimativa de prejuízo na ordem de R$ 1,1 milhão. Para garantir a cobertura para alagamentos, esta cláusula tem que estar prevista no contrato de seguro.[2]
Fonte: Revista Apólice.

Mercado de seguros cresce com aperto da CVM

O mercado de seguros para responsabilidade civil de administradores e conselheiros de companhias abertas, conhecido como D&O, cresceu de R$ 93 milhões em seguros arrecadados em 2009 para R$ 151 milhões em 2010. No outro lado, os gastos das seguradoras com sinistros também subiram de R$ 11 milhões com sinistros em 2009, contra R$ 63 milhões em 2010, de acordo com levantamento da Zurich no sistema da Susep.

A Zurich, vice-líder no setor, arrecadou R$ 36,7 milhões em 2010, contra R$ 19 milhões em 2009. Perdeu somente para o Itaú que continuou no topo com R$ 42,8 milhões arrecadados nesse tipo de seguro. “Preferimos desembolso em termo de acordo.

É mais vantajoso encerrar no início. Se o segurado aceitar fazer acordo com a CVM, temos de consentir”, destaca o diretor de linhas financeiras da Zurich, Eduardo Pitombeira.

Mercado fluminense tem crescimento de mais de 40%

O mercado fluminense gerou receita da ordem de R$ 1,08 bilhão no primeiro mês de 2011.

De acordo com o levantamento da autarquia, as seguradoras faturaram pouco menos de R$ 8,5 bilhões no primeiro mês deste ano, com crescimento de 22,3% em relação a igual período de 2010, sem computar o seguro saúde, que está sob alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As indenizações chegaram a R$ 2,27 bilhões, comprometendo 26,8% do total dos prêmios diretos. No mês, os sinistros retidos subiram 12,3%.

Os riscos de engenharia foram destaque com salto de R$ 24,9 milhões para R$ 177,6 milhões, aumento de 613,4%.

A receita do ramo automotivo, por sua vez, cresceu 7,3%, de R$ 1,898 bilhão para R$ 2,037 bilhões. Com o seguro de automóvel, acrescido da cobertura de responsabilidade civil, a receita ficou em R$ 1,406 bilhão, expansão de 0,6%.

PESSOAS. Na carteira de pessoas, a receita atingiu R$ 1,628 bilhão, 27,1% acima dos R$ 1,185 bilhão contabilizados em janeiro do ano passado. Os seguros de vida ficaram com R$ 864,6 milhões, alta de 24,8%. Impulso semelhante foi observado no VGBL: 24,6%, com faturamento de R$ 3,279 bilhões.

O superintendente da Susep, Paulo dos Santos, afirma que a trajetória de acelerado crescimento do mercado segurador tem condições de ser mantida pelo menos pelos próximos dez anos, na casa de dois dígitos. “Eu diria que o mercado vai continuar crescendo num ritmo bastante acelerado. É óbvio que estamos saindo de um ano bastante rico em termos de crescimento e talvez o setor não consiga manter tal ritmo nesse primeiro ano do novo governo, dados os ajustes necessários neste momento para manter o equilíbrio da economia.

Mas o País reúne todas as condições de continuar crescendo, e o mercado segurador pode repetir taxas sempre superiores ao PIB.[7]

Os seguros de garantia continuaram a apresentar queda, ao faturar R$ 472,1 milhões em janeiro, menos 42,7% ante janeiro do ano passado. Os seguros agrícolas, com prêmios de R$ 43,5 milhões, subiram 17,1%, enquanto o segmento de transportes de mercadorias fechou janeiro com R$ 79,7 milhões, alta de 10,6%.

Fonte: Jornal do Comercio