Arquivo da categoria: Notícias

Seguradora Líder recebe certificação ISO por excelência

A Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro DPVAT, acaba de receber a ISO 9001:2008 pela excelência na operação de sua área de revisão da regulação e liquidação de sinistros administrativos. A certificação foi concedida pela Bureau Veritas Certification, instituição credenciada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Para alcançar o padrão de qualidade internacional, a Seguradora Líder DPVAT passou por uma profunda reformulação em todo o processo de análise e pagamento de indenizações e reembolsos, incluindo a digitalização de toda a documentação do processo de sinistro desde a sua origem. Outra iniciativa que permitiu a conquista da certificação foi a incorporação de ferramentas de última geração na gestão do processo.

Para Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, a conquista da ISO é uma forma de reconhecimento às adequações que toda a companhia teve que passar para alcançar um nível superior de qualidade. “Tenho a convicção de que essa certificação vem como reconhecimento ao enorme esforço que a Seguradora Líder DPVAT vem empreendendo com vistas a melhor cumprir a sua missão institucional, que é assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT, com qualidade e eficiência”, afirma Xavier.[3]

A certificação vale por três anos, vigorando até novembro de 2014.

Fonte: FENASEG.

Seguro poderá ser obrigatório em rodovias

A Câmara analisa projeto de lei que torna obrigatória a cobertura de seguro para vítimas de acidentes nas rodovias do país sujeitas à cobrança de pedágio. A proposta (PL 2.250/11), do deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), obriga as empresas responsáveis pela cobrança do pedágio a contratar seguro em caso de morte por acidente, devendo ser paga indenização por cada óbito, além de assistência funeral para os herdeiros legais de cada uma das eventuais vítimas.

Conforme o texto, os valores segurados serão definidos com base no Seguro Obrigatório de Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), para a cobertura de morte e a de assistência funeral, até o valor máximo estipulado para a cobertura de invalidez total e permanente. A cobertura será devida a qualquer veículo que trafegar em estradas municipais, federais ou estaduais com pedágios.

Felipe Bornier acredita que a instituição do seguro proposto beneficiará os usuários das rodovias com pedágios, contribuindo também para a melhoria das condições de tráfego e de segurança nessas estradas. “Não significa, em face dos valores estipulados, encargo que onere sobremaneira os responsáveis pelas estradas pedagiadas”, afirma, lembrando que essas rodovias possuem melhores condições que as públicas.

O descumprimento da medida sujeitará o infrator ao pagamento de multa no valor equivalente em reais a cem vezes o maior capital segurado, dobrado em caso de reincidência. De acordo com o projeto, as despesas decorrentes da execução da lei correrão por conta das verbas próprias consignadas no Orçamento.

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Com informações da Agência Câmara.

Fonte: FENASEG.

Seguros superam a média do País

O mercado de seguros de Manaus encerra 2011 com crescimento e perspectiva positiva em relação ao próximo ano. Com alta de 28% de janeiro a julho e formação de 40 novos corretores, o setor comemora também a instalação de três novas empresas na capital. Para 2012, a previsão é que mais uma empresa do segmento aporte na cidade. A Zurich Brasil Seguros será a próxima a se instalar em Manaus, segundo o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Amazonas, Acre e Roraima (Sincor-AM/AC/RR), Gilvandro Guedes de Moura. “O presidente da seguradora disse que isso ocorrerá o mais breve possível, durante o Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros, que ocorreu em novembro, em Brasília”, afirma.

OS NÚMEROS: 40 novos corretores foram formados este ano. De acordo com o Sincor, a categoria é composta por 500 profissionais no Amazonas, dos quais 350 atuam no seguro benefício, vida, previdência e saúde.

Neste mês, a multinacional suíça abriu uma unidade em Belém (PA). Durante o ano de 2011, três novas seguradoras incorporaram ao mercado de Manaus. Allianz, Ace e Liberty foram grandes empresas do ramo que abriram unidades na cidade. “Isso é mais um forte indicativo da expansão desse nicho de mercado aqui na região”, disse Gilvandro Moura . A formação de 40 novos corretores de seguros foi outro destaque do presidente do Sincor. “Temos hoje uma base no Amazonas, em torno de, 500 corretores, sendo que, em média, 350 atuam especificamente no ramo do seguro benefício, vida, previdência e saúde, e os demais em todos os ramos”, informa o dirigente. Baseando-se nesses índices, as perspectiva do dirigente para o próximo ano são positivas.

Gilvandro Guedes de Moura. Presid. do Sindicato dos Corretores “Isso é mais um forte indicativo da expansão desse nicho de mercado aqui na região”. Sobre a abertura de unidades locais de três grandes seguradoras.

“A projeção para 2012 é enormemente favorável, considerando o desenvolvimento do mercado de seguros na região Norte e, sobretudo, no Amazonas”, disse. Para Moura, a principal motivação desse otimismo é o crescimento registrado no comparativo dos índices deste ano e de 2010. De acordo com os últimos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o volume de prêmios diretos arrecadados no Amazonas cresceu 28% de janeiro a julho de 2011 em relação ao mesmo período do ano passado. O índice é superior a média nacional, que registro alta de 12% a 16%, segundo o presidente do Sincor.

Fonte: Diário do Amazonas

Cada vez mais, brasileiros recorrem á previdência privada

A fisioterapeuta Cilene de Oliveira, 62 anos, não quer saber de pendurar as chuteiras. “Aposentar agora? Nem pensar”, trata logo de dizer, sempre que questionada sobre o assunto. Para ela, há muito o que produzir. “Até quero curtir a velhice viajando e indo a festas com os amigos. Mas ainda não chegou a hora. Decidi que só vou parar aos 70”, afirma.

A convicção é tanta que Cilene procurou seu banco e estendeu, por mais 10 anos, o prazo de pagamento de seu plano de previdência complementar. Em vez de resgatar o que poupou aos 60 anos, só botará a mão no dinheiro mais à frente. Ela também acertou que pagará, por mais tempo, o seguro de vida que fez para não deixar seus familiares na mão. Acredita que, como será longeva, o resgate dos recursos após a sua morte ainda demorará um bocado.

Cilene sintetiza o quadro mais evidente das mudanças captadas por bancos e seguradoras: como estão vivendo mais e adiando ao máximo as aposentadorias, os brasileiros decidiram estender a vigência dos planos de previdência. Mas não é só: várias pessoas com mais de 60 anos estão fazendo os primeiros aportes para o sistema que complementará o benefício pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), cujo teto é de R$ 3,6 mil por mês. Há uma década, esse movimento era impensável. Poupar para a aposentadoria quando se estava na idade de sair do mercado de trabalho parecia uma blasfêmia. “Felizmente, estamos aprendendo a envelhecer com dignidade, ao não ficarmos reféns do INSS”, assinala a fisioterapeuta.

Para as empresas, clientes como Cilene fazem a diferença. Motivo: como os planos de previdência e os seguros de vida estão sendo resgatados além do prazo previsto inicialmente, elas podem aplicar os recursos e embolsar uma parte da rentabilidade. Também engordam os cofres com taxas de administração que chegam a 5% ao ano. “As pessoas estão mudando o conceito e passando a entender que o chamado idoso está acima dos 70”, observa Lúcio Flávio de Oliveira, presidente da Bradesco Vida e Previdência.

Dados da Brasilprev mostram que 15,6% dos clientes de planos de previdência têm entre 51 e 70 anos e outros 3,2%, mais de 70. O valor médio desembolsado atualmente no país por contribuinte é de R$ 250 por mês, 13,3% mais do que o observado um ano atrás. O maior número de participantes do sistema de aposentadoria complementar está na região Sudeste, onde o gasto médio atinge R$ 272 mensais. Para Gustavo Lendimuth, superintendente-executivo da HSBC Seguros, esses números mostram um Brasil mais preocupado com o futuro e, sobretudo, reforçam a visão de que não é mais possível esperar que o governo faça tudo. Que o INSS garanta, sozinho, um benefício que não represente uma queda do padrão de vida quando a aposentadoria for realidade.

Apesar dos avanços, Lendimuth admite que ainda há muito por fazer, pois o hábito de poupar no Brasil não é tão expressivo quanto em outras economias. Em uma pesquisa mundial realizada pelo HSBC, observou-se que os brasileiros, no quesito “guardar dinheiro”, ainda estão atrás de 16 nações. Enquanto cerca de 60% dos entrevistados declaram guardar algum capital para a aposentadoria, nos demais países, esse índice chega a 88%. “O país evoluiu muito, mas ainda é pouco frente às necessidades existentes”, alerta.

Leonardo Rolim, secretário nacional de Política de Previdência Social, endossa as palavras de Lendimuth. Segundo ele, há 28 milhões de brasileiros, o equivalente a um terço da população economicamente ativa, sem nenhum tipo de proteção social, seja pública ou privada. Esse contigente corre o risco de vir a se tornar dependente de familiares e de uma ajuda mínima do Estado quando superar os 60 anos. “A maior parte deles é de trabalhadores informais”, explica.

O ex-servidor público Francisco Pereira, 68 anos, aposentado desde os 48, está longe dessa realidade. Para ele, parar de trabalhar foi a oportunidade de realizar um sonho, a compra de um táxi. Desde então, ele incrementa a renda com as corridas diárias, sustenta a esposa e um neto e ainda poupa. “Guardo um dinheiro todo mês. Não é muito, mas é uma proteção, pois, algum dia, terei que parar totalmente de trabalhar”, ressalta. Enquanto esse momento não chega, mantém a rotina de viajar, principalmente para pescar, e de confraternizar com os amigos.

Com esse novo Brasil que se desenha, torna-se cada vez mais comum no mercado privado de previdência a presença de profissionais especializados em orientar os investimentos dos que têm mais de 60 anos. Sandro Bonfim, gerente de Inteligência de Mercado da Brasilprev explica que, quando um cliente se aproxima da data programada para a “conclusão do seu projeto de vida”, um trabalho consultivo é feito.

Alguns meses antes da data marcada para o resgate do benefício, faz-se uma avaliação de como a pessoa quer receber o prêmio, se em forma de um salário até o fim da vida, ou um resgate completo de todo o valor para reinvestir ou iniciar um empreendimento. “Tentamos entender o momento da vida da pessoa e os objetivos do pós-carreira. O que temos observado é que a maioria quer se aposentar aos 60, mas, quando chegam lá, acabam postergando, muitos com a vontade de empreender o próprio negócio. Então, temos que dar um suporte”, relata.

Três perguntas para – Lúcio Flávio de Oliveira

Presidente do Bradesco Vida e Previdência

A previdência privada no Brasil ainda sofre com o fantasma da falta de planejamento? Poupar e ter cultura de longo prazo no país ainda é incipiente, mas a situação melhorou. Estamos vivendo um momento em que as pessoas começam a ter visão de longo prazo e a falar em sustentabilidade, a pensar no futuro. Quando entramos nos anos 1980, fomos atropelados pela hiperinflação e ainda temos uma memória muito viva desse período, uma época que deixou um pouco turvo o conceito do que é longo prazo. Não havia como planejar, todos só se preocupavam em se proteger no presente. Com a estabilização da economia, as coisas mudaram.

E essa necessidade de planejamento começa a se fazer mais urgente? Sim. Do início dos anos 1990 para cá, as pessoas perceberam que o país está envelhecendo. A situação da previdência pública é bastante complexa. Se o Estado, por meio do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), não tem condições de atender as necessidades do cidadão, a iniciativa privada precisa aproveitar essa brecha para cumprir sua função social. Uma previdência complementar, um plano de saúde e saber envelhecer se fazem cada vez mais necessários.

O Brasil está vivendo o bônus demográfico (mais gente na idade produtiva). Este não é o momento de arrumar a casa e preparar o futuro? Temos uma oportunidade fantástica que, para ser aproveitada, exige esforço de mudança de cultura. Temos de aprender que não existe a possibilidade de o Brasil não dar certo. Esse período do bônus favorece mudanças que nos permitem repensar o passado para criar uma coisa que é a cultura de longo prazo, da poupança. O momento não é só de ganhar de dinheiro, mas de planejar. Há cinco anos, quem investia em previdência privada era a população próxima dos 40 anos. Hoje, o movimento está disseminado. Fazemos planos para os que têm menos de 30 e para os que estão com mais de 60.

Fonte: PB Agora.