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Grupo Bradesco de Seguros e Previdência ganha prêmio por excelência no relacionamento com os cliente

O Grupo Bradesco de Seguros e Previdência recebe hoje (31/08), no Hotel Transamérica, em São Paulo, o prêmio Best Consumer Experience, na categoria Seguros. Concedido pelo Grupo Padrão em parceria com a Izo Brasil, o prêmio reconhece o trabalho que a Bradesco Seguros exerce no relacionamento com os seus mais de 30 milhões de clientes em todo o País.

O Diretor de Marketing do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, Enrique Adan, acredita que esse é o reconhecimento de um conjunto de ações desenvolvidas pela empresa. “Esse prêmio demonstra que estamos no caminho certo, pois essa conquista é resultado de um trabalho intenso em busca de qualidade no relacionamento com o cliente”, afirma.

Com o objetivo de aprimorar cada vez mais esse relacionamento, a Ouvidoria desenvolveu um trabalho baseado na premissa de que os funcionários do Grupo também são ouvidores. São realizadas ainda ações internas como o Prêmio Ouvidoria de Excelência no Atendimento, que está em sua quinta edição, e o Prêmio Ouvidoria de Idéias que Fazem a Diferença, em sua terceira edição, que ajudam a disseminar a importância de um bom e ágil atendimento. Os funcionários de todas as áreas do Grupo Segurador se mobilizam para participar, o que demonstra a motivação em estreitar o relacionamento entre o Grupo e o Cliente, ajudando a aprimorar os processos, produtos e serviços.

Enrique Adan acredita que o investimento em capacitação e valorização constante dos colaboradores é essencial para atingir um bom resultado. “Oferecemos aos  nossos funcionários atualização contínua, peça-chave no desenvolvimento da carreira. Pensando nisso, o Grupo Bradesco de Seguros e Previdência criou em 2004 o Universeg – Universo do Conhecimento do Seguro -, que investe no ser humano promovendo um ambiente que propicia o desenvolvimento profissional e pessoal por meio de um conjunto de iniciativas e ferramentas, com o propósito de formar e aprimorar o conhecimento”, destaca o executivo.

Grupo Bradesco de Seguros e Previdência

O Grupo Bradesco de Seguros e Previdência manteve, em junho de 2010, a condição de maior conglomerado de seguros da América Latina, com cerca de 24,64% de market share. O Grupo é composto pelas seguintes empresas: Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, Bradesco Capitalização, Bradesco Saúde, Bradesco Seguros, Odontoprev, Bradesco Vida e Previdência e Mediservice – Administradora de Planos de Saúde S.A.. Com atuação multilinha, e em âmbito nacional, nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta, conta com 334 dependências distribuídas por todo o Brasil e rede de mais de 33 mil Corretores de seguros. Até junho de 2010, o Grupo somava cerca de 34 milhões de clientes, crescimento de 16,21% em relação ao mesmo período de 2009.

Data: 31.08.2010 – Fonte: Bradesco Seguros e Previdência

Susep registrou 703 tentativas de fraudes até julho

A Susep registrou, de janeiro a julho deste ano, 703 denúncias de tentativas de golpes contra empresas e consumidores do mercado de seguros, previdência aberta e capitalização. Isso representa uma média mensal de pouco mais de 100 registros, ou acima de três por dia.

Contudo, em relação ao mesmo período do ano passado, foi apurada uma queda de 40,6% nas denúncias de tentativas de golpes.

Segundo estatísticas de atendimento ao público da autarquia, nos sete primeiros meses deste ano, foram feitas, no total, 28.343 consultas, denúncias e reclamações. Em comparação a igual período de 2009, houve redução de 14,6%.

A autarquia instaurou, até julho, 484 processos administrativos contra empresas do setor, 6,4% a menos do que nos sete primeiros meses do ano passado.

Data: 31.08.2010 – Fonte: CQCS | Jorge Clapp

Recurso do seguro não chega à lavoura

Na safra 2009/2010, cerca de 10% do total de área de cultivo no Brasil, ou 6,7 milhões de hectares, estava coberta com seguro de safra. Ainda que modesto, o número era visto com otimismo tanto pelas empresas seguradoras quanto pelas associações de produtores e pelo governo, já que há poucos anos esse porcentual era praticamente nulo.

Para a próxima safra, porém, o gráfico ascendente deve sofrer um revés, já que a área cultivada coberta por seguro rural, que equivalia a R$ 9,7 bilhões na safra 2009/2010, será reduzida para o equivalente a R$ 4,8 bilhões em 2010/2011. A drástica redução do valor da área segurada deve-se a cortes no Orçamento federal, justifica o Ministério da Agricultura, que é o responsável pelo repasse às seguradoras do subsídio, que, no caso federal, pode chegar a até 60% do valor total do prêmio.

“Para atender à demanda por subsídio ao prêmio, precisaríamos de aproximadamente R$ 460 milhões. Foi o que solicitamos para o Ministério do Planejamento. Entretanto, o orçamento aprovado foi de R$ 238 milhões”, informa o diretor de Gestão de Risco Rural do Mapa, Wellington Almeida. De acordo com ele, boa parte desses recursos já foi consumida no primeiro semestre, para cobertura das safras de milho safrinha e trigo. A safra de verão, que começará a ser cultivada, além das áreas com frutas, estão ficando descobertas.

Granizo. O viticultor Luis Carlos Christofoli, por exemplo, não vai conseguir segurar contra chuvas de granizo seus 6 hectares de uva, na cidade de Valinhos, região de Campinas (SP). “Nos últimos três anos tivemos granizo na região. Mas, como não tenho condições de arcar sozinho com o valor do prêmio, que é alto (segundo as seguradoras pode chegar a 12% do valor comercial da safra), vou assumir o risco”, diz.

Conforme o presidente da Associação de Produtores de Valinhos e Região, Pedro Pellegrini, a situação de Christofoli reflete o drama da maioria dos 150 fruticultores afiliados à associação. “É uma pena, pois há anos temos tentado convencê-los da importância de fazer o seguro, e a subvenção vinha possibilitando isso.”

O gerente técnico do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), Maurício Ferraz, chama a atenção para os impactos que possíveis perdas podem causar às próximas safras. “Estamos sob o efeito do fenômeno La Niña, que deve trazer granizo em novembro e geada no inverno. Sem seguro, os produtores que sofrerem perdas não terão capital de giro para os tratos da próxima safra. Na prática, isso significa perder duas safras.”

Produtores de grãos enfrentam situação semelhante. Segundo Paulo Roberto Mochiuti, diretor-técnico da corretora de seguros da Cooperativa de Agricultores da Região de Orlândia, que reúne 4 mil produtores dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Tocantins, a última vez que um produtor conseguiu utilizar a subvenção para fazer o seguro de lavouras de milho ou soja foi em 2007/2008. “Os recursos são poucos e, como o plantio no Estado de São Paulo e nos outros Estados tem sido cada vez mais tardio por causa da falta de chuvas, quando entramos com o pedido para acessar a subvenção eles já estão esgotados”, revela.

Reembolso. No próximo mês, segundo Almeida, do Mapa, devem ser liberados mais R$ 90 milhões para atender às subvenções. Não se trata, porém, de uma ampliação da verba, mas de um valor que havia sido subtraído dos R$ 238 milhões aprovados inicialmente, como reembolso de subsídios não pagos às seguradoras em 2009.

Para atender à procura crescente pelos seguros de safra, a verba destinada para as subvenções precisaria estar próxima dos R$ 600 milhões, estima o presidente da Comissão de Seguros Rurais da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), Luis Carlos Meleiro. “O crescimento da área segurada está ligado ao volume de recursos destinados para subsidiar os prêmios, que ainda têm uma alta taxa devido à falta de massa de apólices. Daí a subvenção é um ponto nevrálgico que se não funciona trava o segmento.”

Data: 01.09.2010 – Fonte: Estadao

Mapfre registra o maior lucro da sua história no Brasil

Lucro alcança a marca histórica de R$ 236,3 mi no 1º semestre

A MAPFRE Seguros, uma das maiores seguradoras do Brasil e subsidiária de um dos maiores conglomerados do setor de seguros em todo o mundo, encerrou os primeiros seis meses deste ano com o maior resultado de sua história para um semestre – um lucro de R$ 236,3 milhões (antes dos impostos e participações). O montante representa um salto de 41,9% em relação ao mesmo período do exercício anterior e confirma a forte tendência de crescimento apresentada pela companhia nos últimos anos, que tem crescido acima da média do mercado.

O lucro líquido atingiu a expressiva cifra de R$ 140,5 milhões, um incremento de 44% se comparado com idêntico período do ano passado. O resultado indica crescimento de praticamente todos os segmentos em que a empresa atua, com aumento de market share em todas as carteiras.

Os ativos totais da empresa totalizaram R$ 7,339 bilhões, resultando em um aumento de 13,2%, e o faturamento em prêmios obtidos com seguro atingiu a cifra de R$ 2,062 bilhões. As provisões técnicas acompanharam o ritmo de crescimento da companhia e se expandiram em 14,7%, para R$ 4,538 bilhões e as receitas totais atingiram a marca de R$ 2,214 bilhões, valor 4,8% maior quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

As despesas administrativas da companhia mantiveram-se no mesmo patamar de 2009, representando 11% sobre a somatória dos prêmios retidos, rendas de contribuições retidas e capitalização. O patrimônio líquido da empresa aumentou 8,5%, atingindo a significativa marca de R$ 1,612 bilhão. Neste semestre, a MAPFRE atingiu a marca de 94,1% de índice combinado, com uma positiva melhora de 4,6%, mantendo-se abaixo dos 100%.

Para o presidente da companhia, Antonio Cássio dos Santos, “a atuação segmentada e baseada em multiprodutos, os investimentos feitos para o fortalecimento do relacionamento com o cliente e a incorporação de novos serviços e produtos, além do crescimento da rede de atendimento e a ampliação do número de corretores parceiros são algumas das estratégias adotadas pela companhia que proporcionaram o resultado significativamente positivo”, comenta.

Data: 31.08.2010 – Fonte: Revista Mapfre