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Plano de saúde: com mais custos, desafio das operadoras é financiamento

SÃO PAULO – O grande desafio das operadoras de saúde, no momento, é o financiamento da atividade, conforme avalia o presidente da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), Márcio Coriolano.

De acordo com o CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros), o presidente explica que o setor enfrenta custos crescentes, por conta da incorporação de tecnologias e do aumento da demanda por serviços de saúde. Em sua análise, é importante que as operadoras passem a incentivar os beneficiários, no sentido de adotar hábitos saudáveis.

Desafios
Para ele, uma das soluções aos problemas inerentes ao setor seria justamente se a população passasse a adotar hábitos mais saudáveis. As operadoras, portanto, têm um importante papel, de estimular essa mudança.

O envelhecimento da população também mostra impactos relevantes sobre o financiamento dos sistemas de saúde em praticamente todo o mundo e, no Brasil, não é diferente. Para lidar com esses problemas, fica cada vez mais clara a importância do indivíduo começar a se responsabilizar mais pela sua própria saúde.

Em 2012, entre as prioridades das empresas associadas à FenaSaúde, estão a expansão dos programas de prevenção e promoção e a discussão com a sociedade de uma “melhor equação para autorização de reajustes dos planos individuais”. O mercado também irá pressionar os órgãos reguladores, visando a viabilizar o produto VGBL Saúde, misto de plano de previdência com plano de saúde.

Coriolano afirma que a FenaSaúde continuará defendendo a estabilidade da regulação, a segurança jurídica, a liberdade de mercado, a qualificação de suas operadoras associadas e a busca pela melhoria constante da qualidade dos serviços prestados na saúde suplementar.

Fonte: InforMoney.

Prudential do Brasil amplia meios de comercialização do seguro para doenças graves

O seguro doenças graves da Prudential do Brasil agora pode ser contratado por um valor mais acessível. Ele será comercializado juntamente com um seguro de vida para necessidades temporárias, o que torna seu custo mais baixo em comparação a outros tipos de apólice
Fabio Lins, presidente e CEO da companhia, explica que a oportunidade é ímpar para as pessoas se precaverem quanto ao que pode advir de uma das 13 doenças ou procedimentos médicos cobertos pelo produto oferecido pela seguradora. “Quando uma adversidade dessas atinge uma família, a estrutura financeira também é abalada. Ter o seguro doenças graves demonstra uma preocupação especial consigo mesmo e com as pessoas que você mais ama”, conta.
Estatisticamente, o seguro doenças graves é o maior responsável pelos pagamentos de benefícios efetuados pela seguradora em 2010 e uma de suas principais características é o fato de o segurado receber o benefício com o diagnóstico da doença ou com a realização do procedimento médico, respeitando as Condições Especiais do produto.
A cobertura desse seguro envolve as doenças mais comuns a homens (como câncer de próstata e infarto) e a mulheres (como câncer de mama, de colo de útero e de ovário), além de acidente vascular cerebral (AVC), esclerose múltipla e procedimentos médicos, como transplantes de órgãos, cirurgia para troca de valvas cardíacas, cirurgia de “bypass” (ponte), cirurgia da aorta, entre outros.
Graças ao modelo de comercialização por venda consultiva e a detalhada avaliação prévia do risco da Prudential do Brasil, é possível que um número maior de pessoas possa contar com este tipo de proteção.
A Prudential do Brasil
A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. é uma subsidiária da Prudential Financial Inc., uma das maiores companhias de serviços financeiros do mundo, a qual tem operado por mais de 130 anos de existência. A Companhia tem feito negócios no Brasil desde 1998 e estabeleceu 17 agências e três escritórios comerciais localizados nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Para saber mais sobre a Prudential do Brasil, visite www.prudentialdobrasil.com.br.
A Controladora da Prudential do Brasil
A Prudential Financial, Inc. (NYSE: PRU), líder em serviços financeiros com aproximadamente US$ 784 bilhões de ativos sob sua gestão em 30 de setembro de 2010, possui operações nos Estados Unidos, Ásia, Europa e América Latina. A Prudential Financial, através do talento e da diversidade de seus funcionários, está comprometida em ajudar clientes individuais e institucionais a crescer e proteger seu patrimônio através de uma variedade de produtos e serviços, incluindo seguro de vida, annuities, serviços relacionados à aposentadoria, fundos mútuos, investment management e serviços no ramo imobiliário. Nos Estados Unidos, o Rochedo, símbolo ícone da Prudential, tem significado força, estabilidade, experiência e inovação há mais de um século. Para obter mais informações, visite www.newsprudential.com.
A Prudential Financial, Inc., dos Estados Unidos, não é, de forma alguma, uma subsidiária da Prudential plc., uma companhia sediada no Reino Unido.
Prudential® e a logo do Rochedo são marcas de serviço e não podem ser utilizados sem a permissão do proprietário.

O seguro doenças graves da Prudential do Brasil agora pode ser contratado por um valor mais acessível. Ele será comercializado juntamente com um seguro de vida para necessidades temporárias, o que torna seu custo mais baixo em comparação a outros tipos de apólice
Fabio Lins, presidente e CEO da companhia, explica que a oportunidade é ímpar para as pessoas se precaverem quanto ao que pode advir de uma das 13 doenças ou procedimentos médicos cobertos pelo produto oferecido pela seguradora. “Quando uma adversidade dessas atinge uma família, a estrutura financeira também é abalada. Ter o seguro doenças graves demonstra uma preocupação especial consigo mesmo e com as pessoas que você mais ama”, conta.
Estatisticamente, o seguro doenças graves é o maior responsável pelos pagamentos de benefícios efetuados pela seguradora em 2010 e uma de suas principais características é o fato de o segurado receber o benefício com o diagnóstico da doença ou com a realização do procedimento médico, respeitando as Condições Especiais do produto.
A cobertura desse seguro envolve as doenças mais comuns a homens (como câncer de próstata e infarto) e a mulheres (como câncer de mama, de colo de útero e de ovário), além de acidente vascular cerebral (AVC), esclerose múltipla e procedimentos médicos, como transplantes de órgãos, cirurgia para troca de valvas cardíacas, cirurgia de “bypass” (ponte), cirurgia da aorta, entre outros.
Graças ao modelo de comercialização por venda consultiva e a detalhada avaliação prévia do risco da Prudential do Brasil, é possível que um número maior de pessoas possa contar com este tipo de proteção.
A Prudential do Brasil
A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. é uma subsidiária da Prudential Financial Inc., uma das maiores companhias de serviços financeiros do mundo, a qual tem operado por mais de 130 anos de existência. A Companhia tem feito negócios no Brasil desde 1998 e estabeleceu 17 agências e três escritórios comerciais localizados nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Para saber mais sobre a Prudential do Brasil, visite www.prudentialdobrasil.com.br.
A Controladora da Prudential do Brasil
A Prudential Financial, Inc. (NYSE: PRU), líder em serviços financeiros com aproximadamente US$ 784 bilhões de ativos sob sua gestão em 30 de setembro de 2010, possui operações nos Estados Unidos, Ásia, Europa e América Latina. A Prudential Financial, através do talento e da diversidade de seus funcionários, está comprometida em ajudar clientes individuais e institucionais a crescer e proteger seu patrimônio através de uma variedade de produtos e serviços, incluindo seguro de vida, annuities, serviços relacionados à aposentadoria, fundos mútuos, investment management e serviços no ramo imobiliário. Nos Estados Unidos, o Rochedo, símbolo ícone da Prudential, tem significado força, estabilidade, experiência e inovação há mais de um século. Para obter mais informações, visite www.newsprudential.com.
A Prudential Financial, Inc., dos Estados Unidos, não é, de forma alguma, uma subsidiária da Prudential plc., uma companhia sediada no Reino Unido.
Prudential® e a logo do Rochedo são marcas de serviço e não podem ser utilizados sem a permissão do proprietário.

Fonte: METLIFE sempre junto com você

Mercado de saúde é gigantesco e pouco explorado pelo seguro

Já em sinistros envolvendo os profissionais de saúde, a Zênite apurou que a especialidade campeã em ações na justiça é a cirurgia plástica, seguida pela ginecologia e obstetrícia e pela traumatologia. De acordo com Barretto, a soma de valores pleiteados na justiça em ações envolvendo essas especialidades já atingiu R$ 81 milhões, caindo para cerca de R$ 20 milhões nos casos em que houve condenação. “Mesmo assim, é um valor significativo”, comentou.

A partir dessa experiência, Barretto concluiu que chegou o momento de o setor de seguros se unir para conhecer melhor os segurados desse ramo. “Assim evitaremos que os técnicos das seguradoras recusem os riscos de saúde, frequentemente, ou aceitem sem conhecimento pleno”, disse. Ele afirma que foi esse o motivo que o levou a organizar um Debate do Meio-Dia na APTS, dia 16 de março, no auditório da Funenseg, em São Paulo, intitulado “Responsabilidade Civil do Profissional e dos Estabelecimentos de Saúde – A subscrição do risco e as peculiaridades do setor”.

A apresentação do tema ficou à cargo da analista de risco da Zênite, Bruna Malagoli, que é especialista em Gestão de Qualidade em Saúde e Acreditação. Como debatedores, participaram Misael de Lima, da Nobre Seguradora, e René Ramos Leitão, da Tokio Marine. O presidente do CVG-SP, Osmar Bertacini, foi uma das autoridades que prestigiaram o evento.

Análise de risco

Nos últimos dez anos, as empresas de saúde passaram a se preocupar mais com os seus riscos. Mas, segundo Bruna Malagoli, somente há cerca de cinco anos é que começaram a entender a necessidade de adotar o gerenciamento de riscos. Ela reconhece que a área é bastante complexa e muito regulada, a ponto de existirem pelo menos 50 legislações envolvendo hospitais, clínicas e centros cirúrgicos. “Imagine o quanto precisamos conhecer para poder analisar o risco e entender quais os agravos podem acontecer no futuro, caso aceitemos ou não essa instituição”, disse a analista de risco.

Em sua apresentação, Bruna dividiu a análise de risco em instituições de saúde em duas partes. A primeira, feita à distância, começa pela composição do perfil da instituição e envolve, primeiramente, a definição da área de atuação e a complexidade do serviço. “É preciso saber, por exemplo, se a instituição é uma clínica ambulatorial ou centro cirúrgico de alta complexidade. No caso de médicos, se atendem em consultórios ou em hospitais que possuem, por exemplo, emergências de unidades coronarianas”, explicou.

A razão social dos sócios é importante conhecer, segundo ela, para se investigar o passado da empresa antes de efetuar o contrato de seguro. O número de leitos é outra informação que revela o porte da empresa, assim como o número de pacientes. A relação de ambos os dados, de acordo com Bruna, resulta na taxa de ocupação do hospital, cuja média não deve ultrapassar 85%. “Não se pode aceitar o risco de um hospital que esteja no limite de sua ocupação”, orientou. A localização geográfica da instituição de saúde pode parecer uma informação irrelevante, mas não é, segundo a especialista. Ela citou o caso de um famoso hospital localizado próximo de regiões pobres, que constantemente se vê obrigado a prestar socorro aos moradores da vizinhança.

Outro dado importante é o histórico de sinistros da empresa. Com essas informações, o subscritor pode concluir que do volume de sinistros, a maioria se refere a um único médico, por exemplo, o que facilita o trabalho de gerenciamento, ou então que a maioria ocorreu no centro cirúrgico. “Nesse caso, basta estabelecer um contrato que exclua o centro cirúrgico da cobertura”, ensina Bruna. Indicadores e estatísticas podem revelar, ainda, segundo ela, se a empresa está bem gerenciada, caso o índice de infecção hospitalar, por exemplo, seja baixo.

Concluído o perfil da instituição, então é o momento de verificar in loco se as informações transmitidas são verdadeiras. “Ir ao local do risco faz toda a diferença”, garante. Aos subscritores, ela orienta que se munam de um check list para verificar se todas as exigências da lei e dos órgãos reguladores são cumpridas pelo estabelecimento. Por fim, um relatório contendo os fatores potenciais de risco e a conclusão da inspeção deverão indicar a aceitação ou a recusa do risco.

Fatores de riscos

De acordo com Bruna, os fatores de risco em estabelecimentos de saúde estão divididos em três classes: falha humana, falha material e falha organizacional. A falha humana pode ser configurada pela coleta insatisfatória de material, por exemplo, ou por contaminação. Casos como esses ocorrem porque o profissional não tem habilidade técnica para o serviço ou por cansaço, devido ao excesso de carga horária. A falha material está relacionada, geralmente, ao uso de material vencido ou de procedência duvidosa, ou, ainda, por equipamentos velhos e sem manutenção.

A falha organizacional é um pouco mais complexa, sobretudo por conta das inúmeras legislações que regulam a atuação dos estabelecimentos. “Existem resoluções enormes e detalhadas, difíceis de serem cumpridas integralmente. Mas é importante saber o quanto da legislação o hospital está cumprindo”, ensinou. Outra falha nessa área envolve o dimensionamento errado do quadro de pessoal, nos casos em que o número de profissionais é insuficiente ou mal aproveitado. Essa lista inclui, ainda, os prontuários malfeitos e a guarda inadequada de documentos.

Ferramentas

Bruna concluiu sua apresentação, explicando que existem ferramentas que podem orientar as empresas de saúde a gerenciarem o seu risco. Esse é o caso das boas práticas emitidas pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), na qual ela atua, e também das resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM). “Temos um mercado grande, mas precisamos saber quais os riscos trabalhar, como analisá-los e qual o resultado que essa parceria com a instituição de saúde pode trazer. Se positivo ou negativo”, concluiu.

Prudential foca apólice para doenças graves

A cobertura do seguro envolve as doenças mais comuns a homens (como câncer de próstata e infarto) e a mulheres (como câncer de mama, de colo de útero e de ovário), além de acidente vascular cerebral (AVC), esclerose múltipla e procedimentos médicos, como transplantes de órgãos, cirurgia para troca de valvúlas cardíacas, cirurgia de bypass (ponte) e cirurgia da aorta, entre outros.

PRECAUÇÃO. Presidente e CEO da companhia, Fabio Lins explica que “a oportunidade é ímpar para as pessoas se precaverem quanto ao que pode advir de uma das 13 doenças ou procedimentos médicos cobertos pelo produto oferecido pela seguradora”. E prossegue: “Quando uma adversidade dessas atinge uma família a estrutura financeira também é abalada. Ter o seguro de doenças graves demonstra uma preocupação especial consigo mesmo e com as pessoas que você mais ama”.[2]

Graças ao modelo de comercialização por venda consultiva e a detalhada avaliação prévia do risco, segundo ele, é possível que um número maior de pessoas possa contar com este tipo de proteção.

Fonte: Metlife Sempre junto com você.