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Seguradora abre escritórios no Sumbe

A Empresa Nacional de Seguros e Resseguros de Angola (Ensa) inaugurou recentemente uma agência no Sumbe, num investimento global de 700 mil dólares, aplicados em obras de construção, aquisição de equipamento e formação do pessoal.
O presidente do Conselho de Administração (PCA) da Ensa, Manuel Gonçalves, que se deslocou ao Kwanza-Sul para o acto de inauguração, reconheceu o empenho da empresa executora da obra, bem como do apoio prestado pelo governo da província do Kwanza-Sul.
Manuel Gonçalves anunciou, no acto de inauguração, que à semelhança de outras agências espalhadas pelo país, a do Sumbe vai disponibilizar 38 produtos de seguros patrimoniais e não patrimoniais, entre os quais se contam o seguro automóvel obrigatório de responsabilidade civil, de saúde, para empresas e outros, que protegem contra os riscos pessoais ou colectivos.
Quanto aos desafios, resultantes da obrigatoriedade do seguro automóvel de responsabilidade civil, Manuel Gonçalves assegurou que a disponibilidade manifestada pelas 54 estações postais ao nível do país vai permitir que a empresa seguradora assuma a liderança do mercado no contexto nacional.
“A Ensa continua apostada na melhoria dos seus serviços e, por isso, a nossa média de prestação situa-se na ordem dos 100 por cento. Vamos continuar a aumentar o nosso nível de organização, do ponto de vista das infra-estruturas e da contínua formação da componente humana, para que a sociedade sinta o impacto da nossa presença lá onde estivermos”, frisou.  O presidente do Conselho de Administração da Ensa declarou que os equipamentos modernos instalados na agência do Sumbe impulsionam a eficiência e proporcionam comunicação em tempo real entre a agência local e a estrutura central. Presente na cerimónia, o governador da província, Serafim do Prado, considerou a abertura da agência uma conquista, posto que dispõe de equipamentos modernos, estando, por isso, habilitada para responder aos desafios que o contexto actual da economia angolana impõe. Na oportunidade, o governador da província solicitou que a Ensa promova seminários sobre as vantagens do seguro junto das instituições públicas, privadas e pessoas singulares para uma  percepção mais clara sobre os vários produtos e a evolução desse mercado. A Ensa tem a nível do país 30 agências a funcionar em instalações próprias.

Fonte: Sapo.oo

Procura por seguros deve aumentar entre as famílias norte-americanas

Pesquisa realizada pela MetLife revela que, embora o “sonho americano” esteja vivo em várias gerações, os norte-americanos estão substituindo a sua definição tradicional com um modelo menos projetado no coletivo e mais baseado em valores pessoais. A conclusão do estudo é que a procura por seguros deve aumentar na proporção em que a responsabilidade pela segurança financeira da família passa a ser prioridade.

Para mais de 87% da população, as turbulências econômicas levaram a esta reavaliação das prioridades e provocaram a mudança de comportamento nos Estados Unidos. Eles estão menos materialistas e privilegiam seus vínculos pessoais em detrimento aos bens materiais.

Para conquistar o sonho americano, o dinheiro se tornou algo menos importante. Em 2011, a pesquisa mostrou que 74% dos entrevistados disseram ter tudo o que precisavam. Há dois anos este número era 53%.

Entre os nascidos entre 1965 e 1977, mais de 50% demonstraram preocupação com o modelo de vida sendo alcançado por todos os membros da sociedade e não por eles próprios. Já os integrantes da Geração Y (nascidos entre 1978 e 1993) têm se mostrado mais individualistas: 52% acreditam que o alcance do sonho americano é individual, contra 48% que concordam que alcançar esse mesmo sonho é uma oportunidade para todos os membros da sociedade.

Apenas a Geração X acredita que ter um teto é mais importante do que uma boa relação com a família e amigos. Já na Geração Y, 33% acreditam que bons amigos e família são essenciais e mais importantes do que ter uma casa.

Os americanos tentam superar o estilo de vida que tem, alcançarem maiores conquistas na vida e, por isso, acreditam trabalhar mais do que seus pais. Entre os Baby Boomers e a Geração X, 45% acreditam trabalhar mais do que os pais.

Com os entrevistados da Geração Y, o número sobe para 50%. Mesmo as novas tecnologias e “facilidades” do mundo moderno não tiram a carga de maiores jornadas de trabalho. Os entrevistados apontaram que os notebooks e smartphones fazem com que se prolongue a ligação do profissional com seu ambiente de trabalho.

Além disso, os americanos estão menos confiantes no gerenciamento da crise financeira por parte dos governos. E a população está assumindo para si a responsabilidade de garantir um futuro financeiro sem contar com a ajuda do governo.

De novembro de 2006 a outubro de 2011 o número de pessoas da Geração Y que não confiam tanto no governo subiu de 57% para 66%. Entre os Baby Boomers também houve aumento na busca pela independência e estabilidade financeira: saíram de 68% em 2006 para 72% este ano.

De setembro a outubro 2011, 2.420 pessoas responderam o Estudo MetLife 2011 do sonho americano. Esta é a quinta edição anual e está disponível para download no site da empresa.

Fonte: Segs.

Campanha da RSA Seguros anuncia vencedores do quarto trimestre

A Campanha de Incentivo Transporte Premiado 2011, criada pela RSA Seguros, uma das maiores em seguros para embarcadores(transporte nacional e internancional), já tem os ganhadores de outubro, novembro e dezembro. A Acrol Corretora de Seguros, a Corretora Exportsul e a Corretora Promove, respectivamente.

A campanha concede um voucher para ser trocado por experiências incomuns, como, por exemplo, voo de balão, mergulho e day SPA. A campanha, encerrada em dezembro, oferecerá às três corretoras com melhor desempenho em vendas uma viagem exclusiva ao Canadá. Até março serão anunciados os ganhadores que assistirão ao Grande Prêmio de Fórmula 1 de Montreal e que poderão visitar as Cataratas do Niágara, um dos principais pontos turísticos do país.

A campanha planeja incentivar as vendas de novos seguros de Transporte Nacional e Internacional, faz parte da estratégia de relacionamento com os parceiros da RSA Seguros e é direcionada exclusivamente a corretoras com foco em transportes de todo o Brasil, previamente cadastradas pela seguradora. Um hotsite disponível no site da RSA Seguros (http://www.rsaseguros.com.br/) disponibiliza informações adicionais sobre a campanha, como o regulamento e o ranking das corretoras.[3]

A RSA Seguros está entre os maiores grupos seguradores do mundo, com negócios em mais de 130 localidades e operações em 28 países.

Fonte: Segs

Crise provoca quebra de 28,7% na produção seguradora em Portugal

Esta diminuição “deveu-se essencialmente” à quebra verificada no ramo Vida que foi penalizado pela actual crise económica.
Em comunicado, o Instituto de Seguros de Portugal, sublinha que, em 2011, o volume da produção de seguro directo em Portugal atingiu os 11,6 mil milhões de euros, dos quais cerca de 92,3% diz respeito às empresas sob supervisão deste Instituto, o que traduz um decréscimo de 28,7% face ao valor verificado em 2010.

Esta diminuição “deveu-se essencialmente à quebra verificada no ramo Vida (-38,1%), resultante em grande medida da actual crise económica e da influência negativa nesta área de negócio da redução dos incentivos fiscais à contratação de PPR, cuja produção decresceu 60% face a 2010”, explica a mesma fonte.

No que respeita à estrutura do mercado, verificou-se uma ligeira diminuição do número de empresas e, por ramos, “conclui-se que a evolução negativa que se registou no mercado segurador deveu-se essencialmente à quebra verificada no ramo Vida (38,1%), apesar da produção dos ramos Não Vida também ter registado uma variação negativa (1,6%), factos que contrariaram a evolução do último ano”.

Em 2011, o ramo Vida atingiu valores próximos dos verificados em 2004. “Este facto não só espelha a actual crise económica como também é justificado pelo esforço comercial de captação de poupanças pelo sector bancário por via de depósitos a prazo”, explica o comunicado.

A mesma fonte salienta ainda a” grande” redução do peso dos planos de poupança reforma (PPR), que em 2011 representaram cerca de 17% da produção do ramo Vida (26% em 2010), uma vez que a sua produção decresceu 60%, “fruto não só do anteriormente referido mas também da influência negativa neste sector da redução dos incentivos fiscais”.

CGD lidera no ramos Vida e Não Vida

Efectuando a análise das quotas de mercado do ramo Vida, por grupo económico, verifica-se, nos últimos três anos, o domínio dos grupos CGD e Millenniumbcp Ageas. O ISP salienta o facto de o grupo Santander ter apresentado um aumento da sua quota de mercado (mais de 5 pontos percentuais), em detrimento das quebras verificadas nos grupos Espírito Santo e BPI (8 e 5 pontos percentuais, respectivamente).

Relativamente aos ramos Não Vida, o Grupo CGD continua a assumir a liderança, “embora apresentando diminuições sucessivas na respectiva quota de mercado nos últimos anos. Os restantes grupos económicos mantiveram sensivelmente as mesmas quotas de mercado.

Fonte: Negóciosoline