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Deficit da Previdência Social atinge R$ 2,589 bilhões em maio

A Previdência Social  registrou um deficit de R$ 2,5 bilhões em maio deste ano, puxado pelas contas no setor rural, que fecharam em R$ 3,327 bilhões negativos. O setor urbano, por sua vez, teve um resultado positivo de R$ 1,170 bilhão (sem considerar despesas com pagamento de sentenças judiciais e comprovação judiciária – Comprev).

Na área urbana, a arrecadação  atingiu R$ 16,1 bilhões no quinto mês do ano – segundo maior valor da serie histórica – ao apresentar crescimento de 1,1% frente a abril e de 10,1% frente a maio de 2009.

Os benefícios pagos na área urbana, por sua vez, atingiram R$ 14,984  bilhões, valor 1% inferior ao de abril e 6,1% maior que o do mesmo mês do ano passado, devido ao aumento do salário mínimo de R$ 465 para R$ 510.

Área rural

A arrecadação na área rural cresceu 6,9% na comparação com abril, atingindo R$ 426,8 milhões. Frente a maio do ano passado, houve queda de 14,5%.

O pagamento de benefícios na área rural apresentou queda de 1% frente ao quarto mês do ano e ficou em R$ 3,75 bilhões. Em maio do ano passado, o valor havia sido de R$ 3,537 bilhões, o que remete a uma alta de 6,1%.

A necessidade de financiamento na área rural ficou 2% abaixo da registrada em abril deste ano, de acordo com os dados do RGPS (Regime Geral da Previdência Social).

Fonte:Infomoney

Previdência Social paga mais de 23 milhões de benefícios em maio

A Previdência Social pagou 23,797 milhões de benefícios em maio deste ano, incluindo os previdenciários e acidentários. Na comparação com o quinto mês de 2009, houve um crescimento de 3,2% no número de benefícios pagos, informou o ministério em balanço sobre o sistema divulgado nesta quarta-feira (23). Somente as aposentadorias somaram 15,271 milhões de benefícios, número 3,9% superior ao registrado em maio do ano passado. Valores O valor médio dos benefícios pagos pela Previdência nos cinco primeiros meses do ano foi de R$ 719,20, registrando crescimento de 32,9% em relação ao mesmo período de 2003. Dos benefícios pagos em maio deste ano, 69,5% tinham valor de até um salário mínimo, o que representa 19 milhões de beneficiários diretos. Na área urbana, 47,4% dos benefícios tinham valor de até um salário mínimo e foram pagos a 7,5 milhões de beneficiários diretos. Já na área rural, 99,3% dos benefícios pagos são de até um mínimo, número que corresponde a 8 milhões de beneficiários.

Fonte:Infomoney

Mães são responsáveis por quase metade das contratações de previdência privada para menores

Planeje o futuro hoje

A SulAmérica Previdência analisou sua carteira de investidores e traçou um perfil dos responsáveis financeiros que investem no plano de previdência privada para menores. Para isso, a companhia utilizou como base a carteira do SulAmérica Educaprevi, produto de previdência privada desenhado pela seguradora para assegurar o futuro de crianças e jovens durante a vida acadêmica.
O levantamento identificou que as mães são responsáveis por 40% dos planos contratados para menores e a faixa etária dos responsáveis pelo plano gira entre 31 e 50 anos. Em relação ao grau de parentesco, 84% dos planos são feitos pelos próprios pais das crianças ou responsáveis legais e o restante por tios, avós ou padrinhos. Além disso, foi identificado que 68% dos clientes apostaram no plano VGBL, 59% contribuem em renda fixa e o valor médio de contribuição é de R$ 87 no plano básico, o Educaprevi Especial.
“O papel da mulher na composição da renda da família é cada vez mais relevante e isto se reflete claramente no seu papel de provedora dos recursos para assegurar a educação dos filhos. Os números mostram o papel fundamental das mães no planejamento e sustentação dos estudos dos filhos”, destaca o vice-presidente de Vida e Previdência da SulAmérica, Renato Russo.

J.N.
Revista Apólice

Aprovada lei que obriga estacionamentos a possuírem seguros contra roubo de motos e bicicletas

Foi publicada no último sábado, 19 de junho, no Diário Oficial do Município de São Paulo a sanção integral do Projeto de Lei 19/2009 do vereador Chico Macena, que obriga estacionamentos com mais de 50 vagas a possuírem seguros contra furto e roubo de veículos, sejam eles autos, motos ou bicicletas.
A lei 15.200 determina que estabelecimentos enquadrados segundo o Plano Diretor, em uso não residencial com mais de 50 vagas se adaptem em 60 dias, sob o risco de serem multados em R$ 1.000 por dia, e vale para o estacionamento terceirizado destes locais.
A lei aprovada não altera a obrigação dos estabelecimentos de informarem ao cliente de forma visível e antes de entrar no estacionamento que estão segurados e os dados da apólice de seguros, sob pena da mesma multa diária, segundo a Lei 14.440.
O texto da nova lei revoga as anteriores 10.927 e 11.362, que tratam do mesmo tema, mas abrangia a obrigatoriedade do seguro apenas para automóveis. A lei atual acaba sendo uma atualização das anteriores.

O que muda na prática
Os estabelecimentos seguiam a legislação vigente que os obrigavam a possuir seguro contra furto e roubo apenas para automóveis. Veículos utilitários, motocicletas e bicicletas ficavam de fora.
Com a crescente utilização de motos, e principalmente bicicletas, muitos estacionamentos não permitiam a entrada destes veículos justamente por não possuírem seguros, ou quando permitia o estacionamento de bicicletas, obrigadas pela Lei 14.266, não dispunham de seguro para roubo ou furto, deixando os clientes e proprietários destes veículos o ônus judicial para recuperar o bem, ou muitas vezes, o prejuízo total.
Esta lei pretende ajustar a relação de consumo entre proprietários de diferentes veículos, e estes estabelecimentos, oferecendo o mesmo amparo a todos que utilizam seus estacionamentos.


Fonte: Revista Apólice