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Prescrição de indenização por invalidez pelo DPVAT corre a partir de laudo

A contagem do prazo de prescrição para indenização por invalidez permanente pelo DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores em Vias Terrestres) corre a partir do laudo conclusivo do Instituto Médico Legal (IML). A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) havia negado o pedido de indenização da acidentada, porque o evento ocorrera em fevereiro de 2003 e a ação só foi iniciada em outubro de 2006. Para o TJRS, como a prescrição para tais ações é de três anos, o pedido da autora não poderia ser atendido.

Mas o ministro Sidnei Beneti esclareceu que o início da contagem pode variar, a depender do tipo de indenização pretendida. Isso porque, conforme o motivo da indenização, muda a documentação requerida para obtê-la, o que pode levar à alteração da data de início da contagem da prescrição.

Conforme o relator, a nova redação da Lei 6.194/74 exige que seja apurado o grau de incapacidade do segurado pelo instituto médico legal competente, para que seja fixada a indenização em proporção à extensão das lesões.

Assim, se o exame médico é condição indispensável para o pagamento da indenização do seguro obrigatório por invalidez permanente, a contagem do prazo de prescrição só pode correr a partir da ciência da vítima quanto ao resultado do laudo conclusivo. O ministro ressalta que essa é a orientação que consta, inclusive, no sitio oficial do Seguro DPVAT (www.dpvatseguro.com.br).

No caso analisado, o exame só foi realizado em janeiro de 2004, momento em que surgiu o direito da vítima a reclamar o pagamento da indenização. Segundo o relator, a prescrição ocorreria, portanto, apenas em janeiro de 2007.

Fonte: STJ – Superior Tribunal de Justiça

O bê-á-bá do seguro de automóvel

Existem quantas modalidades de seguro de automóvel?

Há duas modalidades: valor determinado e valor de mercado referenciado. O segurado deverá avaliar a modalidade que atenda às suas necessidades

Qual a diferença entre as duas modalidades?

O valor de mercado referenciado garante a indenização no preço do valor do veículo corrigido pela tabela da Fipe. O valor determinado estipula um valor na apólice

O que significa indenização integral?

A indenização integral do veículo fica caracterizada quando os prejuízos do sinistro atingirem ou ultrapassarem o valor contratado do seguro

Quais são as principais garantias oferecidas?

As principais garantias são: colisão, incêndio, roubo, responsabilidade civil, acidentes pessoais de passageiros

Como é calculado o prêmio de seguro?

O cálculo do prêmio é feito a partir de parâmetros estatísticos sem a interferência da Susep. As seguradoras têm liberdade de estabelecer a forma de fixação do prêmio

O que é questionário de avaliação do risco?

É um questionário que a seguradora faz para definir o perfil do segurado e avaliar melhor o risco que ela irá assumir

O que fazer no caso de sinistro?

O segurado deverá registrar a ocorrência na Polícia e pedir o Boletim de Ocorrência (BO). Em seguida deve comunicar à seguradora e preencher o aviso de sinistro

Quais os documentos necessários para a comprovação do sinistro?

A documentação básica exigida está discriminada nas condições contratuais entregues ao segurado na contratação da apólice

Qual o prazo máximo para o pagamento da indenização?

Após a entrega de todos os documentos, a seguradora terá o prazo máximo de 30 dias para efetuar o pagamento da indenização

Em que casos é proibida a aplicação de franquia?

Nos casos de danos causados aos veículo por incêndio, queda de raio e/ou explosão e nos casos de indenização integral do veículo

Quando o seguro de automóvel tem início?

As apólices , os certificados e os endossos terão início e término às 24h das datas neles indicadas

Fonte :Diario de Pernambuco

Global Alliance lança seguro automóvel mais barato

Lembrando aos nossos leitores, trata-se de uma noticia internacional.

O mercado doméstico conta, desde semana passada, com o seguro automóvel mais rápido, simples e barato. Trata-se do Alô Seguro, considerado o primeiro produto do género no país.

Diz-se que na hierarquia de necessidades do ser humano, um dos factores que está no topo, além do conforto, é a segurança. Todos queremos assegurar o nosso património, ou ainda, assegurarmo-nos a nós próprios. Para isso, os seguros são uma ajuda.

Há dias, numa cerimónia ocorrida na capital do país, Maputo, foi lançado o Alô Seguro, um serviço simples e rápido cujo registo do cliente consiste apenas numa chamada telefónica gratuita. Falando na ocasião, o director da empresa, Andrew Lewis, afirmou que ao nível do continente, depois da África do Sul, Moçambique é o segundo país a beneficiar deste tipo de serviço cujo destinatário é o cidadão comum e as suas necessidades específicas.

Sendo uma inovação que está a conquistar espaço no mercado internacional, o seguro automóvel via telefone que acaba de entrar no mercado nacional, com a marca Alô Seguro, difere do seguro destinado ao mercado comercial e corporate não apenas pela simplicidade com que é efectuado, mas sobretudo por ser mais barato e acessível a qualquer pessoa. Para o efeito, a Global Alliance criou um centro telefónico de apoio ao cliente onde serão registados os dados do utente e os pagamentos feitos através de um banco. A Global Alliance, que opera no mercado moçambicano desde 2002, conquistou 25 mil clientes e atingiu grandes empresas como a Coca Cola e a Mozal.

Segundo o director-geral, com o Alô Seguro pretende-se alcançar as pequenas e médias empresas, acreditando-se, dessa forma, que a iniciativa vai vingar, dado o crescimento do parque automóvel e a obrigatoriedade do uso de seguros nos automóveis. Desde um de Junho deste ano, todos os veículos são obrigados a usar um seguro automóvel contra terceiros.

Este garante indemnizações por danos pessoais ou materiais causados a terceiros, bem como às pessoas transportadas, com excepção do motorista. Quanto aos passageiros transportados gratuitamente e às pessoas transportadas de acordo com um contrato, nomeadamente táxi, transportes colectivos e semi-colectivos, os seus danos, quer corporais, quer materiais, são pagos pela empresa seguradora. Entretanto, quando não se possui um seguro o proprietário ou o motorista da viatura são responsáveis pelos prejuízos que esta possa causar. Em caso de acidente, podem envolver-se em graves riscos provocados pelas indemnizações que lhes poderão ser exigidas.

Nos outros países como Portugal e Brasil, a falta de seguro é punida nos termos da lei e pode implicar a apreensão do automóvel, pagamento de uma multa e, em caso de acidente, a responsabilização do motorista ou o dono do carro pelo pagamento de indemnizações aos lesados. Em Moçambique existem vários tipos de seguros automóveis, embora muita gente não faça o seu uso, mesmo com os frequentes acidentes de viação. O Alô Seguro é o primeiro e único do género até ao momento, e o seu acesso depende de uma simples chamada para o número 800734876, bem como através dos escritórios sede, situados na Rua de Imprensa n°183 na baixa da cidade de Maputo.

Escrito por : Félix Filipe Quinta, 01 Julho 2010 15:28

Cuidados na hora de fazer Seguro: a internet pode ser uma vilã

Na hora de contratar o seguro do automóvel, em muita das vezes, a grande preocupação do proprietário é conseguir o menor preço, pesquisando através da Internet ofertas de várias companhias e caprichando no preenchimento da declaração do próprio perfil. O seguro contratado através da Internet pode ser uma decepção e uma tremenda dor de cabeça na hora da indenização.
A orientação da Merini Corretora de Seguros é que estas pessoas não tem uma consultoria e assessoria por parte de um profissional corretor de seguros e podem pagar caro ou ter uma tremenda dor de cabeça quando tiver que acionar o seguro.
O diretor da Empresa, Hélio Merini, diz que muitos consumidores não entendem o significado do termo “franquia” APP, RCF (DM) e (DC), e nem a sua aplicabilidade quando da ocorrência de um possível sinistro e poucos se importam com os seus valores, por exemplo.
É preciso ser sincero ao dizer que o carro não será dirigido por filhos entre 18 e 24 anos e outras perguntas, só para conseguir um bom desconto. Caso aconteça um sinistro com o veículo segurado e o seu condutor estiver nesta faixa etária, a seguradora não irá cobrir o prejuízo.
O contrato de seguro correto não é o de valor mais barato, mas sim o que oferece a melhor relação entre a franquia, informações precisas no tal perfil e o custo final do seguro.

Fonte : http://www.adove.com.br/noticias/103/cuidados-na-hora-de-fazer-seguro-a-internet-pode-ser-uma-vila/?inicio=