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Seguro de pessoas acumula R$ 10,1 bi e cresce 13,40% até agosto

O mercado de seguros voltados para pessoas (prestamistas, educacionais, vida individual e grupo, entre outros) acumulou R$ 10,1 bilhões de janeiro a agosto, expansão de 13,40% sobre o mesmo período do ano anterior, quando movimentou R$ 8,9 bilhões em prêmios. No período, o seguro de vida individual atingiu R$ 706,7 milhões, alta de 37,97%. O maior volume de vendas de seguros de vida individual deve-se ao aumento de renda e à oferta de crédito, principalmente para as classes C e D, que ascenderam e estão tendo mais acesso ao consumo. Os dados são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) e os números consolidados têm como base as informações coletadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). O levantamento não inclui o VGBL.

Segundo a FenaPrevi, os seguros prestamistas cresceram 20,56% no acumulado e movimentaram R$ 2,1 bilhões. Outro seguro que também cresceu foi o de acidentes pessoais coletivo, acumulando R$ 1,6 bilhão com um crescimento de 20,45%. Em relação a sinistros retidos, o volume desembolsado pelas seguradoras no acumulado de janeiro a agosto de 2010 foi de R$ 3,1 bilhões, alta 7,38%.

Quanto ao ranking das seguradoras no acumulado de janeiro a julho no segmento de seguros de pessoas, a Bradesco ocupa o primeiro lugar, com 17%, seguida pela Itaú (15,64%); Aliança do Brasil (10,25%); Santander (9,30%); Mapfre (7,50%); HSBC (4,35%); MetLife (4,03%); Caixa Seguros (3,82%), SulAmérica (2,87%); Tokio Marine (2,84%). As demais seguradoras representaram 22,40% dos prêmios de seguros.

Fonte :Monitor Mercanti

Bradesco Seguros faturou R$ 22,056 bilhões nos segmentos de seguros, previdência e capitalização

Esse faturamento mantém o Grupo Segurador na liderança do mercado de prêmios de seguros, rendas de contribuição e receitas de capitalização. Segundo informações da Susep**, o Grupo detém hoje cerca de 25% de participação no mercado. Na última terça-feira, 26 de outubro, o Instituto Datafolha apontou, pela nona vez consecutiva, a marca Bradesco Seguros como a mais lembrada do país – top of mind – na categoria “seguradora”, em pesquisa realizada com milhares de pessoas em todo o território nacional.

O lucro líquido, no período, totalizou R$ 2,125 bilhões, a rentabilidade no mesmo período ficou em 26,56% e a participação do Grupo Bradesco Seguros no resultado do Banco foi de 30%.

O lucro líquido do Grupo Segurador, em agosto de 2010, representava 38,07% do lucro líquido de todo o mercado segurador brasileiro e 47,39% do lucro líquido de seguradoras ligadas a Banco Privado (Fonte: Susep).

O total pago em indenizações e benefícios atingiu R$ 15,458 bilhões, 17,67% a mais que os R$ 13,137 bilhões registrados nos primeiros nove meses de 2009, o Grupo Bradesco Seguros contabiliza 34,632 milhões de clientes entre segurados, participantes de planos de previdência complementar aberta e portadores de títulos de capitalização. O crescimento foi de 14,15% em relação a 2009.

O volume de provisões técnicas alcançou R$ 82,363 bilhões, contra R$ 71,400 bilhões no mesmo período de 2009. O montante das provisões do Grupo corresponde a 31,15% das reservas do mercado segurador nacional, conforme informações da Susep**. Os ativos financeiros passaram de R$ 79,875 bilhões em setembro de 2009, para R$ 92,599 bilhões em setembro de 2010. Nos primeiros nove meses deste ano, o Grupo Bradesco Seguros registrou crescimento de 21,11 % no VGBL; 12,87% em Contribuição de Previdência; 25,56% em Capitalização; 22,32% no faturamento do ramo Saúde; 16,70% em Vida; e 23,82% em Auto e RE.

** Dados acumulados até agosto de 2010.

A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou, em junho de 2010, o rating Internacional de Força Financeira (FFS) da Bradesco Seguros de BBB+ estável para BBB+ perspectiva positiva, e manteve o ratings em escala nacional ‘AAA(bra) com perspectiva estável’. Esta classificação é reflexo da força financeira e do forte suporte do controlador do Grupo Bradesco Seguros, Banco Bradesco.

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s aumentou o rating Nacional da Bradesco Seguros de brAA+/ Positiva para brAAA/ Estável. Destacou-se o sólido padrão de proteção financeira e patrimonial que a empresa garante a seus clientes.

Grupo Bradesco Seguros

O Grupo Bradesco Seguros é hoje o maior conglomerado de seguros da América Latina, com atuação em âmbito nacional nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Em 30 de setembro, o Grupo Bradesco Seguros estava composto pelas seguintes sociedades: Bradesco Seguros S.A., Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, Bradesco Saúde S.A., Odontoprev S.A., Atlântica Companhia de Seguros, Bradesco Argentina de Seguros S.A., Bradesco Vida e Previdência S.A., BMC Previdência S.A, Alvorada Vida S.A, Bradesco Capitalização S.A., Atlântica Capitalização S.A. e Mediservice – Administradora de Planos de Saúde S.A. Além do atendimento pela rede de mais de 3,5 mil agências do Banco Bradesco, possui 334 dependências em todo o país e conta com a parceria de 34 mil corretores de seguros.

Fonte: Grupo Bradesco Seguros

Mil pessoas em passeio ciclístico

Cerca de mil pessoas participaram, neste domingo (24), do Passeio Ciclístico promovido pelo Grupo Bradesco Seguros, em São Paulo. A pedalada fez parte das comemorações do 1º ano da CicloFaixa de Lazer, projeto patrocinado pelo Grupo segurador desde a inauguração e que integra os parques das Bicicletas, do Povo e Ibirapuera. Entre os participantes, estavam os atores Carlos Casagrande, Fábio Vilaverde , as atrizes Fernanda Pontes e Thais Pacholek e o apresentador Thunderbird.

Em um ano de atividade, a CicloFaixa atraiu 728 mil pessoas, que pedalaram em 52 domingos entre os parques do Povo, Ibirapuera e das Bicicletas. E em breve os ciclistas poderão pedalar por mais 10 quilômetros, pois já está prevista a extensão ao atual percurso, incluindo os parques Villa Lobos e Cidade Universitária. “Os resultados nos deixam satisfeitos porque mostram a grande adesão dos paulistanos ao projeto. O que nos leva a expandir e proporcionar mais lazer ao público”, afirmou Enrique Adan, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

Seguro da Ascobom contestado por irregularidade volta a ser vendido

Acusada de vender seguros de carro irregulares, a Associação do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (Ascobom) volta a operar com força total, oferecendo o produto até em panfletos distribuídos nos sinais de trânsito de Belo Horizonte. A entidade, que já atirou seus tentáculos para o Rio de Janeiro capital e Vitória (ES), quer aumentar ainda mais a sua base de clientes no país, calculada em mais de 60 mil veículos.

Para expandir seus negócios, a Ascobom diz estar protegida por ter conseguido “cassar” um pedido de antecipação de tutela do Ministério Público de Minas Gerais, que tentava impedir a venda sem controle dos chamados planos de proteção automotiva. No entendimento do MP, a operação não é regulamentada – e, por isso, é ilegal.

Em Minas Gerais, já são cerca de 30 entidades que, juntas, devem somar mais de 100 mil associados que pensam ter cobertura de planos análogos ao do seguro de automóvel. A Ascobom opera no mercado há seis anos.

Em 9 de março de 2008, o Estado de Minas mostrou a atuação de entidades de classe na venda de seguros como a Ascobom que, na época, contava com 47 mil associados. Ao todo, as denúncias apontavam a existência de 25 investigações contra entidades com atuação similar à Ascobom, abertas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal em Minas.

Este ano, a 14ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor propôs ação civil coletiva, com pedido de liminar contra a Ascobom e seus sócios. Válida para todo o território nacional, a liminar tentava bloquear a comercialização, a oferta, a publicidade e a cobrança de valores pela Ascobom.

Em 9 de julho, o desembargador José Marcos Vieira, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) deferiu parcialmente, em favor do MP, a antecipação da tutela contra a Ascobom. Três dias depois, porém, em 12 de julho, o mesmo desembargador “reconsiderou a decisão proferida e indeferiu a antecipação de tutela recursal”, ou seja, negou o pedido do MP, alegando que era melhor esperar, primeiro, o julgamento do tribunal.

Situação irregular

“O fato de a Ascobom ter ganhado na primeira instância a ação (que ainda não teve analisado o mérito), não significa que a Justiça está autorizando a associação a vender os planos de proteção automotiva.

Não é apenas a Ascobom que está oferecendo apólices de seguro travestidas de plano de proteção automotiva”, alerta Júlio Avelar, superintendente da Confederação Nacional das Seguradoras (Cnseg), em Brasília. Ele lembra que tais entidades atuam com operação financeira e que, portanto, deveriam seguir as mesmas regras das seguradoras, obrigadas a compor reserva técnica, oferecer garantias e pagar impostos.

“Seguro e PPA (plano de proteção automotiva) são coisas completamente diversas”, garante Euler da Cunha Peixoto, advogado da Ascobom. Ele alega que, no seguro, o cliente paga antecipado pelo risco de ocorrer um acidente de trânsito. “Na Ascobom, se houver um sinistro os prejuízos são rateados entre os associados, que pagam mês a mês. É totalmente diferente”, completa.

Ele argumenta também que, por não vender plano de seguro, a entidade não pode ser fiscalizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), ligada ao Ministério da Fazenda. Tampouco pode ser fiscalizada pelos Procons, por não configurar relação de consumo e sim, de serviço prestado a cooperados da entidade.

Tal entendimento já foi contestado pela Susep, que publicou parecer técnico esclarecendo sobre a natureza de seguro do “programa de proteção automotiva”. Em dezembro de 2008, a Susep condenou duas das entidades a pagarem multas de bilhões de reais pela prática ilegal de venda de seguros. “Descobri que eu não tinha plano de seguro algum. Se tivesse precisado da cobertura, teria levado a pior”, protesta Júlio César Morais, de 36 anos, diretor de auto-escola em BH.

Ele explica que deixou de pagar a boleta da Ascobom em determinado mês, que não chegou pelos Correios. “Liguei para a entidade e descobri que haviam cancelado o seguro da minha moto. Liguei para denunciar na Susep e fui informado de que o negócio era todo irregular e que usava falsamente o nome da Corporação dos Bombeiros”, reclama.

Materia retirada do site Estado de Minas

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