Arquivo da categoria: Mercado de Seguros

Prudential do Brasil é premiada em duas categorias pelo Clube de Vida em Grupo do Rio de Janeiro

A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. foi considerada a Melhor Seguradora de Vida Individual do ano e teve o reconhecimento do Melhor Funcionário Interno de Benefícios, pelo Clube de Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ). A Analista de Benefícios, Geuvânia Teixeira Rocha, foi a funcionária eleita como “Melhor Funcionário Interno de Benefícios”. A Prudential do Brasil será homenageada em solenidade a ser realizada no dia 28 de outubro, no Copacabana Palace, no Rio.

Em sua 34ª edição, a premiação homenageará pessoas, organizações e esforços mais relevantes que contribuíram para o crescimento do mercado do seguro de vida, em 2009-2010, em 13 diferentes categorias.

“Estamos muito felizes com o reconhecimento do mercado ao nosso trabalho, pois não medimos esforços no empenho da missão de proteger as famílias brasileiras,” diz o Vice-Presidente da Companhia, Fernando Pinto. “O prêmio dedicado a um profissional da Prudential do Brasil também se traduz em um reconhecimento pela nossa promessa em entregar com dedicação e excelência o benefício. A escolha da Geuvânia é um reconhecimento por seu comprometimento e excelentes serviços prestados à Companhia.”

A Prudential do Brasil

A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. é uma subsidiária da Prudential Financial Inc., uma das maiores companhias de serviços financeiros dos Estados Unidos, a qual tem operado por mais de 130 anos de existência. A Companhia tem feito negócios no Brasil desde 1998 e estabeleceu 13 Agências e três Escritórios Comerciais localizados nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Para saber mais sobre a Prudential do Brasil, consulte seu corretor.

Fonte : Segs

Furtos e roubos elevam preço dos seguros de automóveis em Londrina

De janeiro a setembro deste ano, 1.442 veículos foram “levados” por ladrões em Londrina

Londrina

Furtos e roubos elevam preço dos seguros de automóveis em Londrina

No último ano, companhia elevaram em 25% o valor das taxas. De janeiro a setembro, 1.442 carros ou motos foram “levados” por bandidos. O número representa um automóvel subtraído a cada 5 horas

23/10/2010 | 18:00 Daniel Costa

A cada cinco horas um veículo é furtado ou roubado em Londrina. Dados das polícias Militar e Civil mostram que, de janeiro a setembro deste ano, 1.442 veículos foram “levados” por ladrões. O número é um pouco menor se comparado ao mesmo período de 2009, quando foram registradas 1.589 ocorrências dessa natureza. Contudo, essa redução não foi suficiente para impedir que as seguradoras elevassem o preço dos seguros na cidade.

Segundo o representante em Londrina do Sindicato das Seguradoras do Paraná e Mato Grosso do Sul, Maurício Pinelli, até o ano passado as taxas praticadas na cidade estavam no mesmo patamar de Maringá (distante 100 km de Londrina). No entanto, o índice de furtos e roubos levou as companhias a reajustarem o valor em até 25%. Para exemplificar, ele cita o caso de um motorista que irá realizar o primeiro seguro de um veículo do modelo Uno sem nenhuma bonificação: em Maringá, o proprietário desembolsaria R$ 2 mil, enquanto em Londrina o valor não seria inferior a R$ 2.500.

“Na minha companhia fizemos essa diferenciação de valores há um ano, mas tem empresas que reduziram o valor praticado em Maringá a menos de seis meses. O valor do seguro em Londrina ainda não está no patamar das grandes capitais, mas os casos de furtos e roubos têm puxado o valor dos seguros”, afirma.

Carros, os preferidos

Os carros correspondem a 70% do total de veículos subtraídos em Londrina. Os 30% restantes são motocicletas, como explica o delegado da Delegacia de Furtos e Roubos, Lanevilton Theodoro Moreira. Segundo ele, no cenário atual não há um modelo específico de carro que é alvo dos ladrões. “Hoje não estamos enxergando preferência por determinados tipos ou modelos, como evidenciado em momentos anteriores.”

Quando o delegado menciona a “preferência”, refere-se à quadrilha presa no primeiro semestre deste ano, que era especializada em furtos e roubos de carros de luxo. Entre os preferidos estavam caminhonetes da marca Hilux e veículos Toyota, de anos e modelos muito novos – o que despertou o interesse da polícia.

O mapa do perigo

Para o delegado Lanevilton Moreira, os ladrões agem mais na área central em razão do grande volume de veículos que circulam por ali. Quanto ao horário, a prática dos crime se diferencia: os furtos são registrados durante o dia; já os roubos têm maior concentração depois das 18h.

O representante do Sindicato das Seguradoras, Maurício Pinelli, cita como pontos críticos na área central a Avenida Bandeirantes, em razão da grande concentração de clínicas médicas, e a região do Zerão. “Nesses locais, os motoristas devem redobrar a atenção quando saem do carro. Não estacionar em vias mais desertas e sempre estar bem atentos com a aproximação de pessoas desconhecidas e motociclistas em duplas. Há muitos casos desse tipo de abordagem, em que um rende o motorista e o outro foge com o veículo.”

Mercado complexo

O “mercado” de furtos e roubos de veículos é dominado pelos grupos organizados, que agem intensamente e dão diversas

destinações ao produto do crime. É o que afirma o delegado Lanevilton Moreira. Segundo ele, alguns são levados pelos ladrões para países vizinhos do Brasil, nos quais são trocados por drogas. Outros, para a comercialização das peças por “empresários”. Há ainda a receptação, visando “legalizar” os veículos e a futura venda, assim como a utilização das peças em carros batidos adquiridos em leilões.“O que determina a ocorrência de crimes contra o patrimônio é a lei de mercado da oferta e da procura. Existem receptores que impulsionam a subtração dos autos. Já em relação às motos, o principal objetivo é a comercialização de peças”, diz.

Há ainda os veículos que são usados em outras práticas criminosas. Um exemplo citado pelo delegado foi a tentativa de assalto, em setembro, de um caixa eletrônico instalado na Companhia Cacique de Café Solúvel. Na ação, aproximadamente 12 homens usaram três carros provenientes de furtos.

Viés de queda

Os números da polícia apresentam nos últimos meses uma redução nas ocorrências furtos e roubos de veículos em Londrina. Para o delegado Lanevilton Moreira, isso é reflexo do trabalho das polícias, que conseguiram desarticular no primeiro semestre dois grupos organizados. “Com a desarticulação, tem uma redução considerável. Contudo, quando há a articulação de um novo grupo, e até que seja identificado e detido, tem um acréscimo considerável de números [ocorrências]. Como furto e roubo estão diretamente relacionados a grupos organizados, há uma oscilação considerável a cada mês.”

O trabalho da polícia, conforme o delegado, também tem rendido “altos índices de recuperação”. Em setembro, ele diz que foram recuperados 60% do total de veículos furtados ou roubados no mês. “Esse não é um número que podemos usar como média, pois já tivemos meses de 70% [ de recuperação] e outros em que chegamos a 50%. No entanto, os números são significativos.”

Fonte:  Jornal de Londrina

Empresas devem se adaptar à entrada das classes C, D e E no mercado de crédito

Com a entrada das classes mais baixas no mercado de crédito, empresas dos mais variados segmentos estão realizando mudanças para se adaptar a esse novo consumidor. Devido às diferenças de mercado, alguns setores têm mais facilidade, enquanto outros enfrentam certas dificuldades para se adequar.
De 2003 a 2008, cerca de 32 milhões de brasileiros deixaram as classes D e E e ingressaram nas classes A, B e C, segundo estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A necessidade das empresas se adaptarem a esses novos consumidores e as mudanças realizadas até agora foi tema de discussão nos dois painéis realizados no Crivo Group 2010 com executivos dos segmentos de varejo, finanças e seguros.
O painel de varejo, formado pelos diretores de crédito do Carrefour, Sandro Almeida, da Riachuelo, José Antonio Rodrigues, e da Casas Bahia, Paulo Santos, abordou o uso dos cartões private label nas redes de varejo. Para facilitar a entrada das classes C, D e E no mercado de crédito, as redes varejistas apostaram em cartões próprios. Entre as empresas participantes do painel do Crivo Group, essas classes sociais representam mais de 75% das vendas e a adesão a esses cartões por parte dos consumidores é grande. Na Riachuelo de Mossoró (RN), por exemplo, ele representa 90% das vendas, segundo José Antonio Rodrigues, diretor de crédito da varejista.
Apesar da adesão crescente das classes mais baixas, nos últimos anos o uso da função private caiu 23%, devido a um aumento de oito para 20% na utilização dos cartões bandeirados. A modalidade garante o uso do cartão na função private dentro da rede varejista emissora e de um cartão de crédito tradicional fora dela. Essa mudança levou empresas do setor a investirem em uma instituição financeira própria, como a Riachuelo, sinalizando uma tendência do mercado.
Quando o foco se tornou a taxa de juros dos cartões, os participantes do painel defenderam o cadastro positivo para que haja redução desta. Esse novo formato de cadastro permitirá identificar o perfil de consumo e pagamento de cada um de seus clientes.

Setor automotivo em foco
Enquanto as varejistas criam cartões específicos para conquistar esses consumidores, as seguradoras ainda estão buscando uma forma de adaptar seu produto a eles. Este foi um dos assuntos abordados durante o painel sobre as perspectivas de crescimento do país e seus desafios. Para discutir o assunto, estiveram reunidos o vice-presidente Executivo de Riscos de Crédito e Mercado do Grupo Santander, Oscar Rodriguez Herrero, o presidente da Volkswagen Serviços Financeiros, Décio Carbonari, e o diretor de Automóvel da HDI Seguros, Eduardo Stefanello Dal Ri.
O crescimento do setor automotivo, 15% acima da média mensal do mercado, que é de 4,5%, aqueceu o debate. Para os participantes, a queda do desemprego e o aumento da renda média da população justificam o crescimento do setor – de 1,5 a três vezes maior que o do PIB brasileiro.
O financiamento de automóveis para a classe C representa em torno de 20% do número de financiamentos da categoria, mas as seguradoras ainda encontram dificuldade para oferecer um serviço para as classes mais baixas. Segundo Dal Ri, as classes A e B são as que possuem seguro de automóvel, visto que, num geral, a classe C não tem um veículo segurável por diversos fatores, como o ano de fabricação.
No Brasil, o problema de roubo e furto representa entre 30 e 60% do valor do seguro, sendo que em grandes capitais o percentual é ainda mais alto. Para Dal Ri, este é um complicador da venda de seguro de automóveis para classes mais baixas, pois eleva o valor da cobertura, e ainda não é possível oferecer um produto mais barato. Embora este seja um desafio grande para as seguradoras, o Brasil está entrando nesse movimento por meio da criação de produtos específicos para classes com menor poder aquisitivo.
Com relação à taxa de juros do país, os executivos pontuaram que o Brasil está caminhando para uma convergência com os níveis mundiais. Isso refletirá nos juros de produtos, como o financiamento de automóvel, que hoje está em torno de 1,5%.
Os participantes do painel financeiro acreditam que em cinco anos chegaremos à mobilidade, quando usar um carro será mais importante do que ter um, já que este deve perder o sentido de investimento e proteção do dinheiro. Nesta fase, outros produtos ganharão força, como leasing na modalidade de uso sem pose (uma espécie de aluguel).

Fonte: Revista Apólice

RSA Seguros quer dobrar tamanho em Riscos de Engenharia

Como parte da estratégia de crescimento no Brasil, a RSA Seguros pretende dobrar a carteira de seguro de Riscos de Engenharia no país, em três anos. Com os investimentos esperados em infra-estrutura em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas, aliados aos projetos para exploração do pré-sal e ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o setor espera um forte crescimento nos próximos anos.

A RSA fechou, inclusive, importante contrato no setor, como líder nas apólices de Riscos de Engenharia e seguro de Responsabilidade Civil para a obra do novo Estádio Governador José Fragelli, o Verdão, que sediará em Cuiabá (MT) os jogos do Mundial, avaliada em R$ 342 milhões. É o maior contrato de seguro para a Copa do Mundo de 2014 firmado até o momento. O segmento garante proteção por prejuízos ocorridos na construção, reforma ou ampliação de empreendimentos e cresceu 35,6% de 2008 para 2009.

“Estamos com uma estratégia sólida de crescimento acelerado na carteira de Riscos de Engenharia, baseada tanto nas obras relacionadas ao segmento imobiliário, quanto nos projetos mais complexos, sobretudo em infra-estrutura”, revela o diretor Comercial da Companhia, Ariel Couto.

A companhia apresenta diferenciais importantes, com know-how global nesse tipo de projeto, já que é a seguradora líder nos segmentos de Riscos de Engenharia, Property e Casualty nos projetos relacionados às Olimpíadas de Londres, em 2012.

“A Copa vai acontecer em 12 estados e, além das obras nos estádios, vamos atuar também em projetos nas áreas de transporte, hotelaria, gastronomia e na remodelação de aeroportos”, completa Couto.

Fonte: Monitor Mercantil