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Faet busca ampliar seguro rural no Estado

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet), o deputado federal Junior Marzola (DEM), se reuniu ontem com a diretoria dos Sindicatos Rurais do Estado para discutir o seguro rural. A Faet elaborou um protocolo de intenções com a empresa Allianz Seguros, que tem a proposta de criar produtos específicos para o Tocantins, atendendo às necessidades de cada produtor e região do Estado.

Em matéria publicada pelo Jornal do Tocantins no último dia 7, foi mostrado que o seguro rural está distante da realidade tocantinense e que entre as modalidades ofertadas o seguro agrícola é o mais buscado. Mesmo assim teve, em 2010, somente 22 contratações, contra 123 em 2009, conforme dados do Banco do Brasil (BB). Para Marzola, esta baixa procura deve ser creditada ao alto custo do seguro e à dificuldade de acesso por parte dos produtores.

A partir daí, a entidade convidou a Allianz a apresentar os seus produtos. Na reunião de ontem a empresa ouviu dos presidentes dos sindicatos rurais do Estado as necessidades de cada município. (Maisa Lima, com Faet)

Data: 31.08.2010 – Fonte: Jornal do Tocantins | Economia | TO

Microsseguro residencial a R$ 22

Estudo da USP mostra que é possível oferecer proteção contra incêndio, raio e explosão de casas das classes C e D

O microsseguro tem mais um motivo para sair do papel. A nova modalidade do produto – com perfil especial para atender a clientes das classes C e D – foi analisada por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), que atestaram a viabilidade do modelo no Brasil, por R$ 22 anuais.

Para Luís Eduardo Afonso, professor da Faculdade de Economia e Administração da USP e autor do trabalho juntamente com Maria Pilar Varela, a criação de produtos que oferecem proteção social a baixos custos poderá dar lucro às seguradoras. Ele estima que a regulamentação da categoria vá alcançar 190 milhões de pessoas.

Com até 1% da renda total dessas famílias, é possível bancar um seguro contra incêndio, raio e explosão na residência. O exemplo da pesquisa inclui pagamento de três meses de aluguel para quem sofrer um desses incidentes.Usando métodos de formação de preço comuns no mercado, o pesquisador aponta que o valor ficaria em R$ 3,80 mensais. Em caso de sinistro, o prêmio pode passar de R$ 24 mil.

ACESSO A BENS DE CONSUMO

A assessora de Assuntos Institucionais da Confederação Nacional de Seguros (CNSeg), Maria Elena Bidino, aposta que essa é uma tendência em seguros voltados à nova classe média. “O consumidor vai ter que escolher quais coberturas terá e o que cabe no bolso. Não dá para incluir dezenas de proteções sem pesar”, explica.

Ela aponta que auxílio-funeral, seguro de vida e residencial são os mais importantes para a classe C. “As pessoas não tinham acesso a bens como celulares, televisão, geladeira. Agora, começam a pensar no longo prazo, em defendê-los”, diz Eduardo Afonso.

Contratos com linguagem simplificada

Cobertura mais objetiva, adaptação da legislação, contratos com linguagem simplificada e curtos. Para a Confederação Nacional de Seguros (CNSeg), essas são algumas das características obrigatórias para o microsseguro. A entidade defende que a regulamentação se limite mais às necessidades do consumidor e a redução de impostos para baixar o preço do seguro.

As diretrizes seguem o projeto “Estou Seguro”, no Morro Dona Marta, que forma moradores para atuarem como corretores e vender produtos. O projeto é uma forma de conhecer melhor o público. “É um novo universo de consumidores que terão cobertura de riscos”, diz Maria Elena Bidino.

Data: 31.08.2010 – Fonte: O Dia Online | Economia | RJ

MetLife atinge R$ 2 bilhões de ativos e obtém lucro de R$ 19,2 milhões no 1º semestre

A Metropolitan Life Seguros e Previdência Privada S.A – MetLife divulgou em seu balanço financeiro do 1º semestre de 2010 que superou a marca dos R$ 2 bilhões de ativo total, em 30 de junho de 2010. A empresa obteve um crescimento médio anual de quase 50% nos últimos quatro anos. O lucro líquido no semestre de R$ 19,2 milhões sobre o patrimônio líquido de R$ 362 milhões resultou em um retorno sobre o PL de 11% anualizado.

Os fundos de VGBL e PGBL acumularam, no conjunto, o montante de R$ 1,1 bilhão, um crescimento de 64% em relação ao ano anterior, um dos maiores apresentados no mercado durante o período, reflexo da criação de fundos mais adequados ao cenário atual de redução de taxas de juros. O volume de contribuição foi de R$ 103,7 milhões no semestre.

Os Prêmios Retidos totalizaram no 1º semestre deste ano R$ 299,8 milhões, representando um aumento de 10,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, que foi de R$ 271,3 milhões.

“Os fundamentos operacionais da companhia nos últimos quatro anos, principalmente relativos à subscrição de riscos e controle de despesas administrativas, apresentaram consistentes e significativas evoluções positivas e encontram-se atualmente em patamares estáveis. Este cenário permitiu aprovar junto à casa matriz uma das iniciativas estratégicas de crescimento da MetLife no Brasil e, desde o final de 2009, já foram investidos R$ 34 milhões no canal de afinidades, através de acordos de parcerias para ofertas de seguros individuais em empresas das áreas de telefonia, energia elétrica, cartão de crédito e de financiamento”, diz Hélio Kinoshita, Diretor Financeiro da MetLife.

Data: 31.08.2010 – Fonte: Funenseg

Unimed tem lucro líquido de R$ 26, 2 milhões

O lucro líquido consolidado da Seguros Unimed subiu 57,11% no primeiro semestre de 2010, para R$ 26,2 milhões, quase R$ 10 milhões a mais do que os R$ 16,7 milhões registrados no mesmo período de 2009.

O faturamento consolidado da Seguros Unimed, que representa os negócios da Unimed Seguradora e de sua controlada, a Unimed Seguros Saúde, cresceu 19,34% no primeiro semestre deste ano, em relação a igual período de 2009.

Foram, ao todo, R$ 379,9 milhões em prêmios, R$ 61,6 milhões a mais do que no primeiro semestre do ano passado. O crescimento mais expressivo ocorreu na Unimed Seguros Saúde, com 24,61%, de R$ 207,9 milhões, de janeiro a junho de 2009, para R$ 259,1 milhões em igual período de 2010.

Na Seguradora, o crescimento foi 9,40%, de R$ 110,4 milhões para R$ 120,7 milhões. Separadamente, o lucro líquido da Unimed Seguradora subiu 33,04%, chegando a R$ 15,4 milhões, ao passo que na Unimed Seguros Saúde o lucro aumentou 112,37%, totalizando R$ 10,7 milhões.

Data: 31.08.2010 – Fonte: DCI