Arquivo da tag: seguro

Mercado de seguros cresce com aperto da CVM

O mercado de seguros para responsabilidade civil de administradores e conselheiros de companhias abertas, conhecido como D&O, cresceu de R$ 93 milhões em seguros arrecadados em 2009 para R$ 151 milhões em 2010. No outro lado, os gastos das seguradoras com sinistros também subiram de R$ 11 milhões com sinistros em 2009, contra R$ 63 milhões em 2010, de acordo com levantamento da Zurich no sistema da Susep.

A Zurich, vice-líder no setor, arrecadou R$ 36,7 milhões em 2010, contra R$ 19 milhões em 2009. Perdeu somente para o Itaú que continuou no topo com R$ 42,8 milhões arrecadados nesse tipo de seguro. “Preferimos desembolso em termo de acordo.

É mais vantajoso encerrar no início. Se o segurado aceitar fazer acordo com a CVM, temos de consentir”, destaca o diretor de linhas financeiras da Zurich, Eduardo Pitombeira.

Ouvidorias e relacionamento do cliente com as seguradoras

A proposta da Susep (Superintendência de Seguros Privados) de tornar obrigatória a instalação de Ouvidorias nas seguradoras brasileiras veio consolidar uma prática de êxito realizada pelo mercado nos últimos quatros anos, quando o serviço foi criado, voluntariamente, em 37 grandes grupos seguradores que representam atualmente 95% da arrecadação do setor.

Em resposta à exigência de maior transparência e celeridade nas respostas às insatisfações dos clientes, as ouvidorias do mercado segurador tornaramse um instrumento vital na busca de solução racional, pacífica e produtiva para os conflitos decorrentes das relações de consumo.

A existência de um Ouvidor dentro das organizações com independência suficiente para intermediar a solução de questões envolvendo a empresa e o consumidor é um importante suporte para o segurado, mas também funciona como uma via de mão dupla, permitindo que as empresas aperfeiçoem seus processos a fim de tornar cada vez mais eficientes e de qualidade seus produtos e serviços.

Os primeiros anos de experiência com as Ouvidorias já mostraram ao setor o potencial desse canal de comunicação.

O número de atendimentos aumentou consideravelmente, demonstrando a confiança do consumidor nesse diálogo com as empresas. O consumidor percebe a Ouvidoria como um canal eficiente, através do qual ele consegue ser ouvido e ter suas questões sanadas.

Importante ressaltar que a base de clientes do mercado segurador vem aumentando significativamente e, com isso, é natural que haja um aumento no número de atendimentos nas Ouvidorias.

Isso reflete positivamente na diminuição do contencioso e de reclamações nos órgãos agravados.

PRODUTIVIDADE. Dessa forma, a ouvidoria desonera tribunais e colegiados, ajudando-os a melhorar a produtividade, com a desistência por parte dos consumidores de ações e recursos a partir dessa mediação. Para o País, significa economia de meios técnicos e financeiros na aplicação da Justiça, levandose em conta que 15% do PIB brasileiro são perdidos por causa da morosidade dos tribunais.

As Ouvidorias também passaram a ser procuradas não só como canal de reclamações, mas como fonte de esclarecimento de dúvidas, pedidos de informações e elogios. Dos atendimentos feitos pelas seguradoras em 2010, 20% foram solicitações de esclarecimentos, pedidos de documentos e comentários elogiosos.

Na verdade, o número de atendimentos relativos a reclamações que de fato procedem caiu no último ano. Em 2009, 45% das reclamações foram improcedentes.

Em 2010, mais da metade dos registros recebidos (57%) não foram considerados procedentes. Outro dado relevante é que apenas 10% dos atendimentos feitos pela SUSEP ano passado se transformam, de fato, em reclamações encaminhadas às seguradoras.

O setor de seguros vem investindo em outras ações para estreitar e aperfeiçoar o relacionamento com o consumidor.

Em outubro de 2010, a CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) criou o Comitê de Relações de Consumo.

Nessa primeira fase de atuação, o grupo se concentrou em dois grandes trabalhos: a elaboração de um guia de boas práticas, incentivando a adoção de princípios éticos que devem ser observados pelas seguradoras nas contratações das apólices; e a produção de uma cartilha, com orientações para que o consumidor conheça e entenda a cobertura contratada.[2]

Como se vê, o mercado segurador brasileiro está maduro e atento às mudanças da sociedade, para aperfeiçoar a prestação de seus serviços e a qualidade de seus produtos. O setor reconhece a importância da regulação na melhoria da atuação desse mercado, e aposta na eficiência das Ouvidorias para atender os clientes cada vez melhor. Mas será, de fato, necessária uma medida para tornar esse serviço obrigatório?

Grupo Generali obtém lucro recorde de 1,7 bilhão de euros

Apesar de mais um ano de incertezas no mercado e volatilidade, o faturamento de prêmios subiu 3,8%, para 73 bilhões de euros, e a companhia apresentou alta rentabilidade, demonstrada pelo resultado operacional, que aumentou 11,7% e superou 4 bilhões de euros.

CEO da Generali, Giovanni Perissinotto destaca que os resultados de 2010 mostram que, apesar das dificuldades ainda existentes no ambiente econômico e financeiro, o grupo fez progressos robustos, com o seu melhor resultado no segmento de Vida, em particular graças ao seu desempenho de gestão de investimentos. Os principais fatores por trás desses resultados, segundo ele, é o modelo de distribuição sólida de produtos, a liderança em seus principais mercados (Itália, França e Alemanha) e o excelente posicionamento em mercados com elevado potencial de crescimento.

Os números consolidados de 2010 mostram que o resultado operacional da área de Vida foi o maior já publicado pelo Grupo Generali, ao atingir 3,026 bilhões de euros, 23,5% a mais do que os 2,451 bilhões de euros registrados um ano atrás. A política de subscrição prudente, a otimização dos processos de sinistros e o controle das despesas administrativas permitiram ao Grupo manter margens positivas em seu negócio Não-Vida. Embora menor frente ao exercício anterior, resultado operacional encerrou o ano na casa de 1,128 bilhão de euros.

Eventos catastróficos, em especial na região central da Europa e o terremoto no Chile, tiveram forte impacto, de cerca de 380 milhões de euros durante o ano, sobre o resultado operacional da companhia no segmento Não-Vida. Outra influência negativa sobre o resultado foi a evolução das taxas de juros de curto prazo, um fator significativo em investimentos Não-Vida, que se mantiveram em níveis baixos durante o ano inteiro.[7]

Em 2010, o Grupo Generali manteve ainda consolidado a sua liderança internacional na área de Asset Management, como gestor de ativos da grandeza de 432,043 bilhões de euros, expansão de 6,4% sobre o exercício anterior. Em reservas técnicas em Vida, o Grupo Generali fechou a carteira no final do ano passado em 313 bilhões de euros, alta de 9,4%

Fonte: Ass. de Imprensa da General.

Corretor de planos de saúde ou seguros administra suas prospecções por ferramenta on-line

Assim que instalado no site da corretora, o sistema B2Cor.com (Business para Corretores) cria campo para que internautas façam simulações online, captando os dados do interessado e gerando indicações. O cliente pesquisa todas as informações sobre o plano, tais como rede de hospitais, laboratórios, carências e reembolso, organizadas e de forma vertical, como é tendência da internet. As informações preenchidas formam um novo cadastro de indicação na Área Administrativa da Corretora, também criada pelo sistema.

O administrador da corretora distribui as indicações para sua equipe entrar em contato. Cada funcionário acessa sua área exclusiva, onde tem acesso às suas indicações e agenda. “Ao clicar na indicação, o corretor visualiza todas as informações de pesquisas feitas pelo cliente, podendo formar todo o histórico da venda para acompanhamento, agendar data e hora para retorno, além de inserir outros seguros que o cliente possa contratar, ampliando sua carteira de negócios”, afirma Adriano Mariotti, diretor da empresa.[2]

Para quem não tem uma página na web ou deseja uma mais moderna e compatível com a publicidade do Google, a empresa tem parceria com a SitesParaCorretores.com.br, que oferece o desenvolvimento de sites, seja exclusivo ou baseado em um dos 40 modelos prontos com preços acessíveis (a partir de R$ 250).

Fonte: SINCOR-SP