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Seguro de Vida é destaque no segundo dia do Simpósio do PR

Ricardo Iglésias Teixeira, diretor presidente da Centauro Vida e Previdência, destacou em sua preleção o significativo crescimento do Brasil no contexto mundial, em relação ao mercado de seguros. “O corretor está participando deste processo”, destaca. Para Teixeira, alguns pontos ainda precisam ser desenvolvidos para a continuidade da evolução do setor. Os principais são a legislação demasiadamente conservadora, foco das empresas nas classes A e B, e o fato de o corretor estar ainda distante do produto diferenciado. Ele destacou os produtos não operados por seguradoras: cliente sênior, long term care (preocupação financeira em longo prazo), riscos agravados, seguros intersócios, capitais elevados e atividades de riscos convencionais, como motoboy e transportes.

A superintendente regional do Bradesco Seguros, Noemi Rocha Visintim, discursou sobre as estatísticas que determinam o grau de satisfação dos colaboradores nas empresas, que está diretamente ligado ao interesse das seguradoras. Os benefícios oferecidos pelos empregadores, segundo ela, representam 45% do grau de satisfação. Entre estes benefícios, 100% apontam o plano de saúde. Entre os grandes desafios, Noemi afirma que “reter talentos é fundamental para os gestores”.

Alexandre Vicente da Silva, superintendente Vida da Liberty Seguros, considera o Brasil “a bola da vez”, em relação à injeção de investimentos na economia nacional com a realização da Copa do Mundo, que deve impulsionar uma estimativa de 25 milhões de novos integrantes da classe média, e analisou as tendências do mercado segurador, em especial no seguro de pessoas. Silva verifica que 90 milhões de brasileiros estão na classe C, o que representa 52% da população, mas apenas 6% dos segurados. Quanto às classes D e E, este número diminui para apenas 2%, o que aumentam as possibilidades do sucesso do microsseguro no país.

O gerente comercial Vida e Previdência da Porto Seguro, Silas Seiti Kasahaya, tratou do tema “Corretor como Consultor”. Sua discussão deu conta de que o estímulo para compra de seguros é o medo, devido a catástrofes e violência. “Na era dos serviços, as pessoas querem atenção”, afirma. Ele aponta o caminho para consultoria como um ciclo de busca por conhecimento, inovação, estratégia bem adotada, tecnologia e medição de resultados.

Em seguida, houve abertura para perguntas dos corretores. Paulo César Ferreira Castro, da CVG-PR, afirmou: “precisamos atingir a precisão de buscar clientes e atender a necessidade para serviços”. Hazan, da Marítima Seguros, avaliou que o corretor moderno precisa “escolher um nicho de atuação, e verificar como agregar mais valor em seus produtos”. Ileana Iglésias Teixeira Moura, diretora presidente da Extramed Plataforma de Saúde, considerou que produtos relacionados a acidentes pessoais e despesas hospitalares são alguns aperfeiçoamentos a serem feitos no setor Vida.

A representante da Tokio Marine, Nancy Rodrigues, avaliou que o “desafio é de ambas as partes para um mercado rentável e sustentável”. Renato Russo, vice presidente de Previdências e Fundos da SulAmérica Seguros, ressaltou que existe uma “necessidade de estratégias para melhoria da remuneração dos corretores”. Diretor Territorial do Paraná da Mapfre Seguros, Luciano Maurício Turra, disse que a venda de produtos agregados em redes comerciais também pode ser uma boa alternativa para o segmento.

“Houve a percepção clara de que os corretores assimilaram a ideia da necessidade do desenvolvimento das carteiras de vida, saúde e previdência para disponibilizá-las ao consumidor, com novas e diferentes linhas de produtos nessas áreas”, analisou o presidente do Sincor-PR, Robert Bittar.

Ramos Elementares

Ainda no segundo dia, o Simpósio abordou o tema Ramos Elementares. Para Eduardo Dal Ri, diretor de Automóvel da HDI, que abordou o tema Tecnologia e Oportunidade de Seguros, os corretores precisam entrar cada vez mais na era da internet. “Na década de 80 tecnologia era a mecanização, a substituição do homem pelo robô. Hoje tecnologia é estar conectado à rede mundial”, comparou.

Dal Ri citou o exemplo da seguradora israelense que investirá R$ 400 milhões para vender seguros apenas pela internet. Ele mencionou ainda que a HDI foi visitada por representantes de três seguradoras internacionais que também intensificarão negócios na rede mundial. ?Então temos todos que nos adaptar. E estar conectado não é uma questão de escolha?, afirmou.

Hoje, disse, a maioria dos negócios já nasce integrada à internet. Muitos corretores, reforçou, utilizam minimamente a internet para fazer negócios, por meio de e-mails etc, mas será preciso intensificar essas ações como forma de permanecer no mercado nos próximos anos.

Atualmente o Brasil tem 67 milhões de internautas e a cada três meses esse número é acrescido de um milhão e duzentos mil novos brasileiros plugados. “Isso significa 44% da população urbana, com 60 milhões de computadores que, em 2012, serão 100 milhões. É um mercado magnífico que precisa ser explorado. Não dá para ficar de fora”.

Luciano Calabró Calheiros, diretor da Liberty, que abordou o tema “Como o resseguro afeta o mercado segurador”, reforçou a necessidade de postura e mudanças. “Tudo isso é um grande desafio não só para as seguradoras, mas também para os corretores. É preciso sair da zona de conforto e explorar esse universo”.

Dando ênfase a outro enfoque, destacou que o resseguro sofre com os ciclos do mercado internacional e as catástrofes ambientais, como o terremoto do Chile e mais recentemente do Japão, abalaram as estruturas de muitas resseguradoras. “Esses acontecimentos servem de aprendizados para o aperfeiçoamento dos modelos implantados atualmente, que precisam sempre estar sendo rediscutidos”.

O diretor de produção Sul e São Paulo da Porto Seguro Seguros, José Rivaldo Leite da Silva, tratou do tema “Automóvel – Enchente: como tangibilizar o seguro fora do sinistro; Qualidade de vida”. Ele destacou as oportunidades x tendências de risco no mercado em sua preleção, e também deu ênfase para as intenções do mercado voltadas ao avanço da tecnologia.

Silva observou a questão de novos caminhos para o mercado consumidor no século XXI, a partir do perfil dos clientes, que envolvem a consciência ambiental do consumidor, mais pessoas morando sozinhas, entre outros fatores. Para ele, “as possibilidades atuais permitem ao corretor vender não somente seguros, mas sim tranquilidade e segurança”. O diretor salientou ainda que os fenômenos ambientais, como enchentes e raios, devem revolucionar o mercado de seguros.

Na sequência, os corretores tiveram nova oportunidade de participar com indagações, dúvidas, sugestões e críticas para os integrantes da mesa. Osnir Roberto Gaspar, segundo vice-presidente do Sincor-PR, respondeu uma das questões, que envolveu a negativa de sinistros por parte das seguradoras. “A maioria quando nega está amparada em uma justificativa”. Ele analisa que a profissionalização do corretor auxilia no momento de negociar com o cliente. Ainda neste sentido, Robert Bittar verificou que casos de empresas de móveis, siderúrgicas e outras áreas que ficam desprotegidas do serviço, dependem de soluções a partir de atitudes por parte das seguradoras. “Temos que mudar a realidade atual de seguros, porque ela tem um cunho social”, completou.

Outro ponto levantado foi a necessidade de mais treinamento. Luciano Maurício Turra, diretor territorial da Mapfre Seguros no Paraná, afirmou que cada sucursal da empresa “aplica treinamentos para aperfeiçoar as técnicas do corretor, mas que precisa haver uma maior adesão”. O diretor da Fenacor, Artur Oscar Nogueira Holff, destacou que “o corretor precisa conhecer os produtos, os detalhes, o que cobre ou não, para então obter sucesso. As companhias de seguro precisam se modernizar, ter uma sinergia maior, e os encontros visam um caminho que favoreça a todos”.

Anderson Lima de Mello, diretor da divisão comercial da Sul América Seguros, considerou que as trocas de informações foram “totalmente produtivas. Estamos todos do mesmo lado”, disse ele. Ao final, o presidente do Sincor-PR lembrou que a entidade realiza reuniões de interlocução, onde os corretores podem expor suas dificuldades no trabalho. Os resultados serão apresentados individualmente às seguradoras, em breve, para que tenham conhecimento destas questões e possam apontar soluções.

Esclarecimentos sobre o DPVAT

O Mini-Fórum DPVAT trouxe orientações do advogado Milton Luiz Cleve Küster, da Küster & Machado Advogados Associados, que falou sobre o tema “DPVAT, o Direito do Cidadão” e também de Aroldo dos Santos Cordeiro, da Seguradora Centauro.

Para Küster, o grande problema do DPVAT são os “atravessadores”, ou seja, os que abordam os envolvidos em acidentes para receber as indenizações. Em alguns casos, esses valores chegam a 30% ou mais. “Os envolvidos em acidentes ou seus familiares podem receber as indenizações, caso tenham direito, sem necessidade de intermediários e o melhor, sem pagar nada”, explicou.

Para Luiz Carlos Moscardini, coordenador do DPVAT no Sincor-PR, é muito importante que a população esteja bem informada sobre como proceder, pois isso evitaria a ação dos atravessadores. Moscardini lembrou que o DPVAT é pago todos os anos pelos proprietários de veículos, mas se não tiver quitado o débito e se envolver em um acidente não terá direito à indenização, mas as vítimas desse mesmo acidente terão. “As vítimas receberão, mesmo que o dono do veículo não tenha quitado seu débito. Só ele não receberá, neste caso”, contou.

Artur Oscar Nogueira Hoff, do Sincor-PR, disse que o DPVAT é um dos seguros mais nobres do Brasil e que o modelo é sem igual no mundo. “Por isso o empenho do Sindicato em divulgar esse direito do cidadão”. Para ele, quanto mais esclarecida for a população melhor para a sociedade como um todo.

O vice-prefeito de Campo Largo, na Grande Curitiba, Dante Vanin, corroborou essa informação. “Há alguns anos fui vítima de um acidente. Não sabia que tinha direito a esse seguro (no caso da indenização para cobrir despesas hospitalares) e fui procurado por intermediários. Agora já estou mais esclarecido e vou divulgar isso em nossa cidade”.

Para o capitão do Batalhão de Trânsito de Curitiba, Gilson de Mattos, é comum os policiais relatarem que, no momento de um acidente de trânsito, aparecem pessoas que tentam fazer com que os envolvidos assinem documentos, ou mesmo procurações, para fins de obtenção da indenização. “Isso chega a ser frustrante, pois muitos caem nessas conversas”, disse.[2]

Último dia

Para hoje (sexta), último dia do Simpósio, Robert Bittar destacou que haverá um reforço dos conceitos de desenvolvimento do mercado a partir dos seguros de vida, como acontece nas principais economias do mundo. O encontro terá a palestra do diretor da Marítima Seguros e professor da Funenseg, Samy Hazan e de Luis Maurette, presidente da Liberty.

Segundo Bittar, os corretores de seguros devem esperar do Sincor-PR que as questões levantadas e identificadas neste Simpósio como dificultadoras do trabalho no dia a dia serão levadas a debate contínuo, por meio do Comitê de Interlocução, na busca de soluções ou minimizações dos problemas apresentados.

Fonte: Revista Apólice

Mercado de saúde é gigantesco e pouco explorado pelo seguro

Já em sinistros envolvendo os profissionais de saúde, a Zênite apurou que a especialidade campeã em ações na justiça é a cirurgia plástica, seguida pela ginecologia e obstetrícia e pela traumatologia. De acordo com Barretto, a soma de valores pleiteados na justiça em ações envolvendo essas especialidades já atingiu R$ 81 milhões, caindo para cerca de R$ 20 milhões nos casos em que houve condenação. “Mesmo assim, é um valor significativo”, comentou.

A partir dessa experiência, Barretto concluiu que chegou o momento de o setor de seguros se unir para conhecer melhor os segurados desse ramo. “Assim evitaremos que os técnicos das seguradoras recusem os riscos de saúde, frequentemente, ou aceitem sem conhecimento pleno”, disse. Ele afirma que foi esse o motivo que o levou a organizar um Debate do Meio-Dia na APTS, dia 16 de março, no auditório da Funenseg, em São Paulo, intitulado “Responsabilidade Civil do Profissional e dos Estabelecimentos de Saúde – A subscrição do risco e as peculiaridades do setor”.

A apresentação do tema ficou à cargo da analista de risco da Zênite, Bruna Malagoli, que é especialista em Gestão de Qualidade em Saúde e Acreditação. Como debatedores, participaram Misael de Lima, da Nobre Seguradora, e René Ramos Leitão, da Tokio Marine. O presidente do CVG-SP, Osmar Bertacini, foi uma das autoridades que prestigiaram o evento.

Análise de risco

Nos últimos dez anos, as empresas de saúde passaram a se preocupar mais com os seus riscos. Mas, segundo Bruna Malagoli, somente há cerca de cinco anos é que começaram a entender a necessidade de adotar o gerenciamento de riscos. Ela reconhece que a área é bastante complexa e muito regulada, a ponto de existirem pelo menos 50 legislações envolvendo hospitais, clínicas e centros cirúrgicos. “Imagine o quanto precisamos conhecer para poder analisar o risco e entender quais os agravos podem acontecer no futuro, caso aceitemos ou não essa instituição”, disse a analista de risco.

Em sua apresentação, Bruna dividiu a análise de risco em instituições de saúde em duas partes. A primeira, feita à distância, começa pela composição do perfil da instituição e envolve, primeiramente, a definição da área de atuação e a complexidade do serviço. “É preciso saber, por exemplo, se a instituição é uma clínica ambulatorial ou centro cirúrgico de alta complexidade. No caso de médicos, se atendem em consultórios ou em hospitais que possuem, por exemplo, emergências de unidades coronarianas”, explicou.

A razão social dos sócios é importante conhecer, segundo ela, para se investigar o passado da empresa antes de efetuar o contrato de seguro. O número de leitos é outra informação que revela o porte da empresa, assim como o número de pacientes. A relação de ambos os dados, de acordo com Bruna, resulta na taxa de ocupação do hospital, cuja média não deve ultrapassar 85%. “Não se pode aceitar o risco de um hospital que esteja no limite de sua ocupação”, orientou. A localização geográfica da instituição de saúde pode parecer uma informação irrelevante, mas não é, segundo a especialista. Ela citou o caso de um famoso hospital localizado próximo de regiões pobres, que constantemente se vê obrigado a prestar socorro aos moradores da vizinhança.

Outro dado importante é o histórico de sinistros da empresa. Com essas informações, o subscritor pode concluir que do volume de sinistros, a maioria se refere a um único médico, por exemplo, o que facilita o trabalho de gerenciamento, ou então que a maioria ocorreu no centro cirúrgico. “Nesse caso, basta estabelecer um contrato que exclua o centro cirúrgico da cobertura”, ensina Bruna. Indicadores e estatísticas podem revelar, ainda, segundo ela, se a empresa está bem gerenciada, caso o índice de infecção hospitalar, por exemplo, seja baixo.

Concluído o perfil da instituição, então é o momento de verificar in loco se as informações transmitidas são verdadeiras. “Ir ao local do risco faz toda a diferença”, garante. Aos subscritores, ela orienta que se munam de um check list para verificar se todas as exigências da lei e dos órgãos reguladores são cumpridas pelo estabelecimento. Por fim, um relatório contendo os fatores potenciais de risco e a conclusão da inspeção deverão indicar a aceitação ou a recusa do risco.

Fatores de riscos

De acordo com Bruna, os fatores de risco em estabelecimentos de saúde estão divididos em três classes: falha humana, falha material e falha organizacional. A falha humana pode ser configurada pela coleta insatisfatória de material, por exemplo, ou por contaminação. Casos como esses ocorrem porque o profissional não tem habilidade técnica para o serviço ou por cansaço, devido ao excesso de carga horária. A falha material está relacionada, geralmente, ao uso de material vencido ou de procedência duvidosa, ou, ainda, por equipamentos velhos e sem manutenção.

A falha organizacional é um pouco mais complexa, sobretudo por conta das inúmeras legislações que regulam a atuação dos estabelecimentos. “Existem resoluções enormes e detalhadas, difíceis de serem cumpridas integralmente. Mas é importante saber o quanto da legislação o hospital está cumprindo”, ensinou. Outra falha nessa área envolve o dimensionamento errado do quadro de pessoal, nos casos em que o número de profissionais é insuficiente ou mal aproveitado. Essa lista inclui, ainda, os prontuários malfeitos e a guarda inadequada de documentos.

Ferramentas

Bruna concluiu sua apresentação, explicando que existem ferramentas que podem orientar as empresas de saúde a gerenciarem o seu risco. Esse é o caso das boas práticas emitidas pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), na qual ela atua, e também das resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM). “Temos um mercado grande, mas precisamos saber quais os riscos trabalhar, como analisá-los e qual o resultado que essa parceria com a instituição de saúde pode trazer. Se positivo ou negativo”, concluiu.

Projeto obriga seguradora a cobrir operação para redução de estômago

Ao justificar a proposta, o parlamentar lembra que a gastroplastia, também conhecida como cirurgia bariátrica ou de redução de estômago, é frequentemente recomendada para fins de tratamento de obesidade mórbida. “Longe de ser um procedimento meramente estético ou emagrecedor, a cirurgia revela-se como meio de sobrevida de pessoas acometidas por um excessivo índice de massa corpórea”, assinala o deputado.

Ele acrescenta que esse tipo de obesidade é considerado uma doença, nos termos da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, estabelecida pela Organização Mundial de Saúde. E pela sua gravidade compromete não apenas a condição e qualidade de vida atual dos indivíduos, como também a sua expectativa de sobrevida.

Manato ressalta ainda que, nos casos de obesidade mórbida, os métodos convencionais não cirúrgicos demonstram pouca eficácia quando utilizados isoladamente. Por essa razão, a comunidade médica tem alertado para outras patologias diretamente relacionadas, tais como hipertensão arterial, doenças cardíacas e coronarianas, diabetes, apneia do sono e doenças articulares. “Ocorre que é comum encontrar pacientes que recebem o diagnóstico de obesidade mórbida, e, encaminhados para a realização de gastroplastia, se surpreendem com a falta de cobertura pelo plano de saúde contratado. Isso ocorre porque, em geral, as operadoras e seguradoras alegam existir exclusão contratual relativa a procedimentos clínicos ou cirúrgicos referentes a emagrecimento e/ou ganho de peso”, observa.[2]

Ele admite que, pelas regras atuais, o artigo 10 da Lei  9.656/98 de fato exclui de cobertura os tratamentos para emagrecer. “Contudo, tal exceção diz respeitos aos gastos com finalidade estética. Logo, não pode a gastroplastia, destinada à recuperação da saúde de um paciente, ser enquadrada nessa excludente”, conclui.

Fonte: Metlife Sempre junto com você.

Prudential foca apólice para doenças graves

A cobertura do seguro envolve as doenças mais comuns a homens (como câncer de próstata e infarto) e a mulheres (como câncer de mama, de colo de útero e de ovário), além de acidente vascular cerebral (AVC), esclerose múltipla e procedimentos médicos, como transplantes de órgãos, cirurgia para troca de valvúlas cardíacas, cirurgia de bypass (ponte) e cirurgia da aorta, entre outros.

PRECAUÇÃO. Presidente e CEO da companhia, Fabio Lins explica que “a oportunidade é ímpar para as pessoas se precaverem quanto ao que pode advir de uma das 13 doenças ou procedimentos médicos cobertos pelo produto oferecido pela seguradora”. E prossegue: “Quando uma adversidade dessas atinge uma família a estrutura financeira também é abalada. Ter o seguro de doenças graves demonstra uma preocupação especial consigo mesmo e com as pessoas que você mais ama”.[2]

Graças ao modelo de comercialização por venda consultiva e a detalhada avaliação prévia do risco, segundo ele, é possível que um número maior de pessoas possa contar com este tipo de proteção.

Fonte: Metlife Sempre junto com você.