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Ações sobre DPVAT são suspensas

Brasília (STJ) – A ministra Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou a suspensão do julgamento dos processos sobre pagamento proporcional do DPVAT (seguro obrigatório) por invalidez parcial, nos casos de sinistro anterior a dezembro de 2008. A decisão vale apenas para as ações no âmbito da 2ª Turma Recursal Cível dos Juizados Especiais Cíveis do Rio Grande do Sul, até o julgamento de uma reclamação interposta pela Bradesco Seguros S/A no STJ.
No caso, a ministra acolheu parcialmente os embargos de declaração (tipo de recurso interno ao Tribunal) opostos pela seguradora contra decisão liminar da presidência do STJ, que suspendeu uma decisão da 2ª Turma Recursal. A Bradesco Seguros argumentou que, na decisão, houve omissão quanto à suspensão do andamento de todos os processos que tratam da mesma matéria no país.
Segundo a ministra Isabel Gallotti, realmente, não foi examinado o pedido de extensão dos efeitos da liminar a todos os processos envolvendo a discussão relativa ao pagamento proporcional do DPVAT decorrente de invalidez parcial. Entretanto, a ministra considerou que a pretensão da seguradora, em âmbito nacional, requer cautela, de forma a não prejudicar a generalidade das vítimas de acidente que reclamam cobertura securitária.
Por outro lado, a relatora destacou que a suspensão apenas no órgão judicial que está comprovadamente decidindo de forma contrária à pacífica jurisprudência do STJ é útil para evitar o prosseguimento de ações e futuras execuções fadadas à revisão posterior em prejuízo de ambas as partes.Assim, a ministra determinou o envio de ofícios ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), ao corregedor-geral da Justiça do Rio Grande do Sul e ao presidente da 2ª Turma Recursal Cível, comunicando o processamento da reclamação e solicitando informações.
A Bradesco Seguros tem cinco dias para se manifestar. Outros interessados sobre a instauração da reclamação devem se manifestar no prazo de 30 dias a partir da publicação do edital no Diário da Justiça. Depois de prestadas as informações, o processo será remetido ao Ministério Público federal (MPF) para parecer.
STJ se pronuncia sobre seguro de carro
Brasília (stj) – Por maioria, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou legal cláusula que estabelece o “Valor de Mercado Referenciado” como padrão de indenização, em caso de perda total e furto do veículo segurado. O entendimento se deu no julgamento de recurso especial interposto por diversas seguradoras de veículos contra o Ministério Público Federal (MPF).
No caso, o MPF ajuizou uma ação civil pública contra a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e outras 12 seguradoras de veículos. Alegou que, com base no novo Código Civil e Código de Defesa do Consumidor, é abusiva a cláusula “padrão” que autoriza as seguradoras de veículos a efetuar o pagamento da indenização, nos casos de perda total e furto do veículo segurado, pelo valor de mercado referenciado, na data do sinistro.
O Ministério Público Federal sustentou, ainda, que, com tal conduta, o segurado paga à seguradora o prêmio adequado ao valor do bem segurado, ao tempo da contratação, mas, no momento de se pagar a indenização, quando ocorre o sinistro, o valor considerado é diferente, reduzido na proporção da depreciação do automóvel.
Em primeira instância, o pedido foi julgado procedente, declarando a nulidade do artigo 13 do Anexo I da Circular Susep 145/2000, bem como do item 18 do Parecer Normativo 5/2003, também da Susep, além das cláusulas de seguro de veículos firmadas na modalidade de “valor de mercado”. Condenou, ainda, as seguradoras a indenizarem os segurados residentes e domiciliados no estado de Goiás, relativamente aos contratos de seguro de automóveis firmados a partir de 31 de janeiro de 2001 – mais precisamente, aqueles que tiveram sinistros que implicaram perda total nos valores correspondentes à diferença entre o que foi pago e o que se acha ajustado na respectiva apólice, se inferior a este, tudo acrescido de juros e correção monetária.
No julgamento da apelação, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve a sentença, somente diminuindo o valor da verba honorária. No STJ, as seguradoras sustentaram a ilegitimidade ativa do MPF e a legalidade da cláusula de pagamento da indenização, nos casos de perda total e furto do veículo segurado, pelo valor de mercado referenciado.
Em seu voto, o relator, ministro Luis Felipe Salomão, considerou a cláusula abusiva. Para ele, não é razoável que o valor contratado, base de cálculo do valor pago pelo consumidor, seja desconsiderado quando da ocorrência do sinistro, prevalecendo o valor de mercado referenciado, que, conforme as regras de experiência comum, importa em valores inferiores com o decorrer do tempo.
“Em caso de perda máxima, embora não seja lícito se pretender indenização superior ao valor do contrato, com base no qual foi calculado o prêmio, também não se admite que a seguradora se negue a indenizar esse montante, limite máximo da garantia, pois tal importaria em enriquecimento sem causa da seguradora, em detrimento do consumidor”, afirmou o ministro Salomão.
O ministro Raul Araújo, votando após o relator, divergiu do entendimento. Segundo ele, não há abuso a ser corrigido por via de ação civil pública, uma vez que o contrato de seguro oferece produtos que são cotados de acordo com os riscos previstos nele. “Quanto maior o risco, maior o valor do prêmio. Quanto maior o valor da indenização, também maior o valor do prêmio. Essa lógica é irrecusável. É a lógica dos seguros”, avaliou.
Para Araújo, o que se tem, no caso, é uma maior flexibilidade, uma maior opção de escolha para o consumidor, e retirá-la para colocar uma situação mais rígida não trará, necessariamente, vantagem para o consumidor. “Ao contrário, isso pode acarretar um acréscimo do valor dos contratos de seguros, pois, na hora que se faz uma intervenção onde há mercado, normalmente as coisas ficam mais manipuláveis por parte do próprio fornecedor”, afirmou o ministro.
Reprovado em psicotécnico não poderá refazer exame
Brasília (STJ) – Um candidato não recomendado no exame psicológico para o cargo de papiloscopista da Polícia Federal não poderá refazer o exame. Os ministros da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) seguiram o voto do relator, ministro Mauro Campbell Marques, que negou o pedido por considerar que não há razão para uma segunda avaliação.
A defesa entrou com recurso especial contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) sob a alegação de que a não nomeação e posse do candidato por reprovação no referido exame psicotécnico seria ilegal. O TRF1, ao negar o pedido, considerou não haver qualquer irregularidade na primeira avaliação.
No edital, estava previsto que para ser aprovado o candidato deverá ter um resultado igual a um em quatro ou mais testes, sendo, necessariamente, um deles de personalidade e um deles o tipo TRAD ou BRD-SR. Nesse caso, os resultados se apresentaram adequados em apenas 4 testes, não pontuando nos testes TRAD e BRD-SR. Por isso, o candidato foi eliminado.
O candidato e um psicólogo contratado por ele tiveram conhecimento do parecer psicológico da não recomendação, em que foram apontadas todas as características inadequadas para o cargo. Não foi interposto recurso administrativo contra a decisão de não aprovação.
No STJ, o ministro Mauro Campbell Marques, afirmou que a realização de exames psicotécnicos em concursos públicos é legítima, desde que haja previsão legal e editalícia, que os critérios adotados para a avaliação sejam objetivos, e que caiba a interposição de recurso contra o resultado, que deve ser público. Conforme constatou o ministro, todos esses requisitos do concurso foram atendidos.
O relator destacou ainda que, apesar de em outras oportunidades ter admitido a possibilidade de o candidato se submeter a uma nova avaliação psicológica, neste caso não foi demonstrada razão para essa segunda avaliação.

Bradesco Auto/RE levou Corretores de Seguros para Premiação no Rio de Janeiro

Recepcionados pelo Diretor Presidente – Ricardo Saad Affonso e Diretor Gerente Comercial – Marco Antonio Gonçalves, alem de todos os demais Membros Gestores da Matriz e Superintendentes Regionais, o grupo e seus acompanhantes desfrutaram de um excelente fim de semana na Cidade Maravilhosa, participando de Passeio ao Corcovado, Almoço na Confeitaria Colombo, Peça de Teatro e Jantar no restaurante Milano DOC.[2]
Do Amazonas foi Classificada na Campanha REcompensa a G G Moura Corretora de Seguros que se fez representar por seu titular Sr. Gilvandro Guedes de Moura e o seu colaborador destaque no período Sr. Alcione Ribeiro, que puderam compartilhar suas alegrias com o Sr. João Nóbrega Interaminense Junior reconhecido naquela oportunidade como melhor Superintendente Executivo Regional.

Cardif Brasil: lucro cresce 169% em 2010

Companhia encerra 2010 com lucro líquido de R$ 46,1 milhões. Faturamento dos 12 meses do ano passado foi de R$ 645,2 milhões, aumento de 24% se comparado a idêntico período de 2009.
São Paulo– A Cardif Brasil, empresa de seguros do BNP Paribas, fechou 2010 como líder em seguros de consumo, entre as seguradoras não-bancárias do País. Os dados, resultado de um levantamento interno realizado com base em informações sobre o setor, confirmam o excelente ano da companhia. O resultado líquido da empresa quase triplicou, saltando de R$ 17,1 milhões em 2009 para R$ 46,1 milhões no ano passado, um aumento de 169%. O desempenho é relativo ao resultado conquistado pelas seguintes empresas do Grupo no País: Cardif Vida, com lucro de R$ 28,1 milhões; Cardif Garantias, com R$ 5,6 milhões; e Luizaseg – joint venture com a rede varejista Magazine Luiza, com R$ 12,4 milhões.
“O lucro alcançado é o principal resultado já obtido pela Cardif Brasil e um dos mais representativos do Grupo, que está presente em mais de 40 países. Em 2010, reforçamos nossa presença no mercado, potencializamos nossa atuação no seguro de garantia estendida, um de nossos principais produtos, e conquistamos novas parcerias com importantes redes de varejo. Além de usufruirmos dos resultados conquistados em anos anteriores, fatores como o crescimento da economia do País e a estabilização dos índices de sinistralidade também colaboraram para atingirmos esse lucro. Em 2011, nosso objetivo é trabalhar na constante ampliação e inovação de produtos de seguro para o segmento de consumo, com ênfase na criação de produtos não vinculados ao crédito”, afirma Alexandre Boccia, Presidente da Cardif Brasil.
Faturamento 2010- A Cardif Brasil superou a meta de faturamento em 2010 e encerrou o ano com R$ 645,2 milhões, um aumento de 24% em relação a 2009, quando a companhia registrou receita de R$ 520,7 milhões. O resultado do ano passado é referente à atuação das quatro empresas da Cardif Brasil. A Cardif Vida faturou R$ 385,1 milhões, desempenho 28% maior em relação ao mesmo período de 2009; a Cardif Garantias obteve R$ 121,6 milhões em prêmios, crescimento de 26% ante os mesmos meses de 2009; e a Luizaseg alcançou R$ 132,2 milhões, elevação de 7% comparado a todo o ano de 2009. A Cardif Capitalização, que iniciou suas operações no segundo semestre de 2010, contabilizou faturamento de R$ 6,3 milhões.
“O setor de automóveis é um mercado no qual estamos muito bem posicionados, inovando em produtos específicos para esta área e tendo como parceiros as principais financeiras e os maiores bancos de montadoras do País. Este segmento registrou uma grande evolução e bateu todos os recordes de vendas no ano passado. Aliado à política de concessão de crédito do governo, o mercado de automóveis estimulou ainda mais o crescimento do faturamento da Cardif Brasil em 2010, que aproveitou a oportunidade de aquecimento do setor e investiu em novos produtos e parcerias”, diz o executivo.
A Cardif Brasil investiu cerca de R$ 3 milhões no desenvolvimento de novas tecnologias para solidificação de seu leque de produtos e na ampliação de suas linhas de seguros nos segmentos de Bancos e Financeiras, Automóvel e Varejo. Hoje, a Cardif Brasil é a única no setor a desenvolver e implementar uma plataforma operacional para venda de seus produtos e disponibilizá-la a seus clientes. Além disso, a empresa realizou investimentos na qualificação de aproximadamente 6 mil vendedores dos pontos de vendas de seus parceiros, a fim de aperfeiçoar a qualidade da venda e a conscientização sobre a importância do seguro na vida das pessoas.
O foco da companhia é manter os processos de venda, atendimento e pós-venda cada vez mais eficientes. “Nosso objetivo é sempre cuidar bem do cliente do nosso parceiro, por meio de um relacionamento ainda mais próximo. Criamos, inclusive, a Ouvidoria, um canal de atendimento direto com a Cardif”, complementa Boccia. A Cardif Brasil conquistou também o selo RA 1000, do portal Reclame Aqui, criado com o objetivo de premiar empresas que possuem excelentes índices de atendimento no portal. Empresas que possuem este selo demonstram a seus consumidores o compromisso que possuem com seu pós-venda, elevando o grau de confiança em sua marca, serviços e produtos.
Sobre a Cardif – A Cardif [www.cardif.com ]–, empresa de seguros do Grupo BNP Paribas e líder mundial em seguro de crédito, está presente em mais de 40 países, com forte atuação nos mercados da Europa, da Ásia e da América Latina. Possui 8 mil funcionários e, em 2009, registrou 50 milhões de segurados e € 20,7 bilhões em prêmios. Na área de Responsabilidade Social Empresarial, a Cardif desenvolveu projeto de investimento sociorresponsável que promove a diversidade em seu ambiente de trabalho, além de ajudar no desenvolvimento da economia dos países em que atua. A gestão de riscos e solidez financeiras da Cardif foram premiadas com a classificação AA da Standard & Poor’s.
A Cardif Brasil [www.cardif.com.br ]–, especializada em desenvolver programas de seguros distribuídos por meio de parceiros, como redes varejistas, bancos e financeiras de consumo, possui atualmente mais de 18 milhões de certificados ativos, com crescimento de cerca de 40% nos últimos anos, número acima da média do segmento. Em 2009, a Cardif Brasil conquistou faturamento de R$ 520,7 milhões e resultado líquido de R$ 17,1 milhões. Já em 2010, o faturamento da companhia foi de R$ 645,2 milhões e o lucro foi de R$ 46,1 milhões, crescimento de 169% comparado a igual período de 2009.

Fonte: Revista Fator.

Brasilveículos facilita a vida de quem pretende viajar no feriado de Páscoa

Viajar exige planejamento. Por essa razão, estar atento às condições do automóvel e à manutenção adequada das peças é fundamental para prevenir acidentes. Um dos itens que devem ser checados antes de sair em viagem são pneus. O mau estado de conservação ou a regulagem da pressão incorreta afetam a dirigibilidade do automóvel, prejudicando, por exemplo, a eficiência do sistema de freios e a força nas rodas de tração. Pensando nisso, a Brasilveículos, seguradora do Grupo BB & Mapfre, desenvolveu uma promoção especial junto ao Walmart para aqueles que irão pegar a estrada no feriado de Páscoa. A partir de amanhã, 25 de março, os segurados da companhia ganham 30% de desconto na compra de pneus da marca Yokohama. Para obter o benefício, é preciso acessar o portal do BB Seguro Auto (www.bbseguroauto.com.br) e, depois, clicar no banner da promoção – dessa maneira, o usuário será direcionado automaticamente para a loja virtual do Walmart. A oferta é válida até o dia 20 de abril. Vale ressaltar que a seguradora possui uma parceria fixa com o Walmart, na qual os clientes BB Seguro Auto ainda possuem 10% de desconto em diversos itens em destaque e 5% nas categorias Eletrodomésticos, Informática, Eletrônicos e Telefonia Fixa.

Atenção ao trajeto e às condições meteorológicas
Além de efetuar a manutenção preventiva, outra medida importante é planejar cuidadosamente a viagem. Conhecer as condições das estradas, a previsão do tempo e a localização de postos de pedágios são algumas das informações que tornam a viagem mais segura e, até mesmo, mais rápida.  Para isso, o site do BB Seguro Auto disponibiliza o serviço “Mapas e Rotas” a todos os internautas, sem a necessidade de cadastro prévio. A ferramenta traça a rota mais adequada para qualquer trajeto em território nacional e ainda calcula a quilometragem e o tempo estimado para concluir a viagem.
Já por meio do aplicativo gratuito o “Rádio Alerta BB Seguro Auto”, qualquer motorista pode criar alertas personalizados para o seu celular e, assim, receber informações atualizadas sobre trânsito, previsão do tempo, data para licenciamento, manutenções do veículo ou renovação do seguro. Por enquanto, as informações atualizadas do trânsito estão disponíveis apenas para as cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG). Para fazer o download da plataforma, é preciso acessar a App Store da Apple para aqueles que utilizam iPhone (3G ou superior), iPad (com iOS 4.0 ou superior) ou iPod Touch (2ª geração em diante). Já para os usuários de outros aparelhos, o cadastro pode ser realizado no site do aplicativo (www.radioalerta.com.br), onde os alertas são selecionados e, depois, enviados por e-mail. Em breve, o serviço será entendido para Blackberrys e celulares da série Nokia S60.

Fonte: METLIFE.