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IBGE: custo de conserto de automóveis tem alta de 11,40%

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta alta de 11,40% dos custos do conserto de automóveis e de 5,99%, em média, nos preços de seguros no período entre dezembro de 2010 e novembro de 2011.

Já no estado do Rio de Janeiro houve queda de 6,87% no período analisado. A queda acompanha a diminuição de furtos e roubos, segundo especialistas.

A Central de Serviços da Confederação Nacional das Seguradoras informou que o aumento dos custos de mão de obra e peças faz com que as mudanças sejam percebidas pelo consumidor.

O superintendente da Central de Serviços, Renato Pita, disse ao jornal “O Globo” que a maioria dos carros roubados vão para o desmanche. Ele afirmou ainda que as quedas foram mais sentidas na Zona Norte da cidade, onde existem mais comunidades pacificadas e ferros-velhos.

O sindicato das Seguradoras do Rio revelou que o Rio já não tem mais o seguro mais caro do Brasil. São Paulo soma preço 25% mais caro do que os valores cariocas.

Fonte: SRZD.

Consumidor deve pedir seguro contra enchente

Nem todas as apólices se responsabilizam por danos causados aos carros submersos; clientes precisam requerer essa cobertura durante a temporada de verão, muitas cidades são atingidas pelas fortes chuvas que causam diversas catástrofes, entre elas, as enchentes. Diante disso, não são poucas as pessoas que acabam perdendo seus carros, submersos nas águas das chuvas.

Além de todo o trauma psicológico, a maioria ainda tem que enfrentar problemas com seu seguro, que muitas vezes não cobre os danos ao carro.

Desde 2004, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) determinou que todos os contratos com cobertura total também tenham responsabilidade em caso de submersão total ou parcial em água doce. No entanto, os seguros podem recorrer de diversas formas, principalmente se o cliente se colocou em uma situação de risco, como tentando atravessar um alagamento.

Segundo Renata Reis, do Procon de São Paulo, “se a seguradora constatar que houve agravamento por parte do cliente, como os que tentam atravessar alagamentos, ela não tem a obrigação de cobrir os danos ao veículo.”

Por isso, é bom ficar atento. Quando as tempestades se iniciam, vale a pena conferir se o trajeto tem pontos de alagamento. Se você for pego desprevenido, fique atento ao nível da água, como aconselha a empresa Allianz Seguros. O motorista nunca deve passar caso a água ultrapasse a altura do centro da roda, já que, nessa situação, é impossível ver se existem buracos no caminho, sendo essa a causa de graves acidentes.

De olho na apólice

O advogado securitário Kleber Zanchim, da SABZ Advogados, diz que se a apólice tiver uma cláusula específica excludente sobre enchentes ou mesmo uma de “força maior”, é provável que a seguradora não se responsabilize pelos danos.

O especialista afirma que a melhor forma de se proteger é conversar com o corretor de seguros para analisar detalhadamente se a apólice inclui esse tipo de cobertura. Zanchim ainda aconselha aos clientes, que compraram um seguro, a enviar um questionário formal à seguradora perguntando sobre essa cobertura, “recebendo uma resposta formal o consumidor tem como provar as promessas da seguradora”.

Além disso, é preciso avisar a seguradora logo após a ocorrência, para que uma vistoria imediata seja feita, comprovando que o carro foi prejudicado pela chuva. “Mesmo que o carro esteja funcionando é necessário esse tipo de avaliação, porque se o prazo do sinistro acabar e o carro começar a mostrar problemas decorrentes da enchente, não há nada que se possa fazer” aconselha Zanchim.

Já os consumidores com seguro parcial na maioria das vezes têm que arcar com os gastos de conserto e higienização sozinhos e não têm possibilidades de recorrer se na apólice constar qualquer tipo de exclusão.

A situação também é preocupante para aqueles que não têm seguro. Os órgãos públicos não se responsabilizam por nenhum dano causado pelas enchentes aos carros, sobrando para o dono todo o prejuízo.

Fonte: Band.com.br

PR: por seguro, taxista simula assalto e incendeia o próprio carro

Um taxista de 25 anos, suspeito de ter simulado um assalto e ateado fogo a seu próprio táxi para receber indenização do seguro e transferir a licença para outro veículo, foi indiciado nesta quarta-feira por estelionato e falsa comunicação de crime.

O suposto assalto teria ocorrido no último dia 3 de janeiro. Massaroni registrou boletim de ocorrência informando que havia sido assaltado por um casal que pediu uma corrida até o município de Fazenda Rio Grande, na região metropolitana da Curitiba e, com uma arma apontada para sua cabeça, o obrigou a entrar no porta-malas do veículo, de onde ele teria conseguido fugir momentos antes de o carro explodir.

A Delegacia de Furtos e Roubo mobilizou seu efetivo para investigar o caso, realizou várias diligências e até fez o retrato falado dos supostos assaltantes, mas concluiu, em suas investigações, que o taxista forjou toda a história, desde o assalto até o incêndio.

Segundo o titular da Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba, Rodrigo Brown de Oliveria, Massaroni confessou a farsa após a polícia lhe apresentar vários dados contraditórios em seu depoimento. “Checamos o caminho que ele diz ter feito com os registros do rastreador da operadora de rádio-táxi e encontramos várias divergências. Diante disso, ele acabou confessando”, disse o delegado.[2]

Nas investigações, a polícia descobriu que o veículo incendiado e a licença estavam vinculados a um inventário judicial, o que estaria impedindo sua transferência para outro carro. Além disso, com a destruição do carro, a cooperativa indenizaria o prejuízo. A polícia já pediu a prisão do acusado e aguarda mandado judicial.

Fonte: Segs.

Criminosos roubam 150 carros por dia no Rio de Janeiro

Dados da secretaria de segurança mostram que cerca de 150 carros são roubados ou furtados na cidade do Rio de Janeiro por dia. Para tentar diminuir as estatísticas, os motoristas estão cada vez mais dependentes da tecnologia.

As estáticas mostram que mais de 20% dos carros furtados ou roubados acabam virando peças num desmanche qualquer. Para combater o crime a tecnologia precisa avançar rapidamente. Cada item de segurança que chega ao mercado é uma nova arma, a favor dos donos de carros. Uma simples película colocada nos vidros do automóvel que custa menos de R$ 200 pode dificultar a ação dos bandidos.

Já o custo aumenta bastante para blindar o carro. Em uma oficina carioca são blindados em média 20 carros por mês. O olho do satélite é outro aliado para evitar que o seu carro desapareça. Um pequeno aparelho que emite sinais pode ser a solução para encontrar o carro ainda que ele esteja muito bem escondido pelos ladrões. O aparelho pode bloquear e fazer o veículo parar ou dar a localização exata. Estes tipos de tecnologia também podem baratear o seguro do carro.

Fonte: R7 Noticias.