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Seguro de responsabilidade civil produtos

Um dos seguros mais importantes em termos de proteção para a indústria e o comércio é o seguro de responsabilidade civil produtos. O objetivo deste seguro é ressarcir o segurado dos valores que ele for condenado a pagar em função de danos a terceiros, causados por produtos fabricados ou distribuídos por ele.

É uma garantia complexa. Dadas suas características, a contratação não deve ser feita sem o auxílio de um bom corretor de seguros. Ao contrário do seguro de responsabilidade civil para estabelecimentos comerciais e industriais, que é a garantia básica da apólice e tem contratação relativamente simples, a garantia de produtos exige uma série de informações que devem ser criteriosamente levantadas para que a seguradora possa taxar o risco de forma exata.

A garantia de responsabilidade civil produtos é uma cobertura acessória. Quer dizer, ela não é contratada diretamente. Para que seja concedida é necessário que o segurado contrate um seguro de responsabilidade civil para estabelecimentos comerciais e/ou industriais e peça a inclusão da cobertura para produtos.

Independentemente disto, o clausulado para a garantia de produtos é específico para ela e altera as condições gerais da apólice, desenhadas para garantir ao segurado o reembolso das despesas que vier a ter com danos causados a terceiros pela existência e funcionamento da empresa.

A importância do corretor de seguros aparece exatamente aqui. Como a garantia básica do seguro exclui os danos causados por produtos, o clausulado específico da garantia produtos modifica as condições gerais, introduzindo novas coberturas para indenizar este tipo de dano.

Isso faz essencial a presença de alguém que domine a linguagem técnica da atividade e entenda como funcionam as cláusulas de uma apólice de responsabilidade civil para o correto assessoramento do segurado, não apenas na contratação do seguro, mas, principalmente, no caso da ocorrência de um sinistro.

Este tipo de cobertura não indeniza apenas os danos óbvios causados a terceiros por um determinado produto acabado, como seria um eventual acidente automobilístico em função de uma falha, por culpa do fabricante, no sistema de freios.

Ele vai muito além e garante cobertura para o fabricante do parafuso que fez falhar o sistema de freios e por isso causou o acidente.

Um sinistro acontecido alguns anos atrás mostra a complexidade deste seguro. Um determinado criador de peixes comprou ração de um determinado fabricante. Passado algum tempo, ele concluiu que os peixes não estavam se desenvolvendo dentro dos padrões normais e chegou à conclusão de que o problema estava na ração que ele havia comprado, o que o levou a notificar o fabricante da ração sobre o ocorrido e pedir indenização pelos peixes ficarem abaixo do tamanho esperado.

Durante o processo de regulação do sinistro, chegou-se à conclusão de que um lote do produto havia sido fabricado com uma falha causada por um ingrediente fornecido por outra empresa, que era misturado na produção da ração.

Nos casos de responsabilidade civil, o terceiro atingido tem sempre o direito de cobrar do causador do dano os prejuízos sofridos. Como o fabricante da ração tinha seguro de responsabilidade civil produtos, sua seguradora o indenizou. Mas, ao fazer isso, ela se sub-rogou nos direitos do segurado, podendo processar o real causador do dano para reaver a quantia paga.

O fornecedor do produto defeituoso, que alterou as propriedades da ração, também tinha seguro de responsabilidade civil para produtos e sua seguradora ressarciu a seguradora do fabricante da ração.[2]

Mas, e se ele não tivesse esta garantia, como ficaria sua situação? Apesar do sinistro envolver ração para peixes, os danos se deram em escala industrial e não num aquário. Quer dizer, os valores envolvidos eram significativos e capazes de comprometer a saúde financeira do fabricante ou do distribuidor do produto defeituoso.

Fonte:  O Estado de São Paulo

Seguro de pessoas acumula R$ 10,1 bilhões e cresce 13,40% até agosto

No acumulado do ano, o seguro de vida individual atingiu R$ 706,7 milhões, alta de 37,97%, na comparação aos R$ 512,2 milhões registrados no mesmo período do ano passado. O maior volume de vendas de seguros de vida individual deve-se ao aumento de renda e à oferta de crédito, principalmente para as classes C e D, que ascenderam e estão tendo mais acesso ao consumo. Os dados são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), associação que representa empresas de vida e previdência. Os números consolidados têm como base as informações coletadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). O levantamento não inclui o VGBL, considerado para esse fim como plano de caráter previdenciário, por possuir cobertura por sobrevivência. Segundo a FenaPrevi, os seguros prestamistas cresceram 20,56% no acumulado e movimentaram R$ 2,1 bilhões, enquanto no mesmo período do ano anterior fora de R$ 1,7 bilhão. Outro seguro que também expandiu foi o de acidentes pessoais coletivo. Tal modalidade de seguro acumulou R$ 1,6 bilhão e cresceu 20,45% na comparação aos R$ 1,3 bilhão do ano passado. Em relação a sinistros retidos (equivalente ao sinistro pago na integralidade, menos descontos de cosseguro cedido, resseguro cedido e outros descontos, mais retrocessão aceita), o volume desembolsado pelas seguradoras no acumulado de janeiro a agosto de 2010 foi de R$ 3,1 bilhões, alta 7,38%.

Quanto ao ranking das seguradoras no acumulado de janeiro a julho no segmento de seguros de pessoas, a Bradesco ocupa o primeiro lugar, com 17,00%; seguida pela Itaú (15,64%); Companhia de Seguros Aliança do Brasil (10,25%); Santander (9,30%); Mapfre (7,50%); HSBC (4,35%); Metropolitan Life Seguros e Previdência (4,03%); Caixa Seguros (3,82%), Sul América (2,87%); Tokio Marine (2,84%). As demais seguradoras representaram 22,40% dos prêmios de seguros. Foram considerados, para este ranking, as holdings, informa a FenaPrevi.[3]

Na avaliação mensal, o mercado de seguros voltado para pessoas movimentou R$ 1,3 bilhão, crescimento 15,29% em relação a agosto de 2009. O seguro de vida individual registrou R$ 101,6 milhões no mês, com crescimento de 63,69% na comparação aos R$ 62,1 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. Na avaliação mensal, o seguro de acidentes pessoais coletivo expandiu 22,98% e movimentou R$ 213,9 milhões. Já os seguros prestamistas e turístico registraram R$ 292,1 milhões e R$ 3,5 milhões, respectivamente.

Fonte: Fenaseg

Chubb Seguros conquista dois prêmios no Rio Grande do Sul

A Chubb do Brasil foi destaque no 8º Troféu JRS Comunicação, título que condecora empresas e personalidades ligadas ao setor de seguros no Rio Grande do Sul. A companhia, uma das maiores operações da The Chubb Corporation fora dos Estados Unidos e a maior da América Latina, obteve o melhor desempenho nas categorias: Equipamentos Agrícolas e RD Construção Civil. A cerimônia de entrega do troféu ocorreu na noite do dia 22 de outubro, durante solenidade para cerca de 800 convidados na Casa do Gaúcho, em Porto Alegre.

A premiação, promovida pelo Grupo JRS Comunicação, considerou os indicadores da Superintendência de Seguros Privados (Susep), da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), o posicionamento estratégico no mercado e a atualização dos produtos e serviços da empresa. “É uma imensa satisfação ter o nosso trabalho reconhecido, especialmente por uma instituição de relevância e credibilidade para o setor de seguros. Mais gratificante ainda é poder certificar nossa expertise em áreas tão distintas. O prêmio reafirma nosso comprometimento em desenvolver produtos e serviços altamente diferenciados e pautados pelo atendimento personalizado, em qualquer um dos segmentos que atuamos”, comemorou o gerente da filial da Chubb no Estado do Rio Grande do Sul, Rogerio Schmalfuss.

Reconhecida por sua experiência nos seguros de Responsabilidade Civil e Patrimonial e Engenharia, a Chubb conta com coberturas voltadas aos nichos de shopping Centers, Edifícios Comerciais, Residenciais, Hotéis, Hospitais, Escolas, Universidades. Este ano, a companhia também lançou o seguro de Riscos de Engenharia para Shopping Centers. O novo produto contempla cobertura para os riscos desde a construção da obra até a montagem de equipamentos, como ar-condicionados, geradores, escadas rolantes, entre outros.

No setor de agronegócio, a seguradora iniciou suas operações há cerca de cinco anos e hoje figura como um dos 10 maiores players da área. “Faz parte do DNA da Chubb uma política de proximidade e relacionamento, o que nos permite entender e oferecer as melhores soluções aos negócios do cliente. Temos uma divisão especializada e capacitada para atender este tipo de público. O resultado deste prêmio comprova que estamos no caminho certo e nos motiva a continuar investindo continuamente em inovação”, disse o diretor de Riscos Empresariais da Chubb, Robert Hufnagel.

Os principais diferenciais do Seguro para Equipamentos Agrícolas são: solução adequada à rotina e às distâncias geográficas dos produtores, rede de assistência que dá cobertura no Brasil todo, cobertura para acidentes de causa externa, roubo, furto, danos elétricos, além de contar com uma ferramenta online que permite a cotação, a emissão e o acompanhamento virtual das apólices.

Mais sobre a Chubb do Brasil – A seguradora iniciou suas operações no mercado brasileiro em 1973 e é hoje a empresa de seguros mais antiga em operação no Brasil e uma das mais antigas no continente americano. A companhia é subsidiária da americana The Chubb Corporation, fundada em 1882, uma das maiores empresas de seguros dos Estados Unidos e do mundo, com 120 escritórios operando em 27 países ao redor do mundo. No primeiro semestre de 2010, a Chubb do Brasil registrou R$ 869,9 milhões em ativos totais e lucro líquido de R$ 12,7 milhões. O patrimônio líquido cresceu 11% e atingiu R$ 318 milhões contra R$ 287 milhões contabilizados no mesmo período de 2009. De acordo com o Ranking Conjuntura Econômica 2009, estabelecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a Chubb é a seguradora Top 1 em Seguro de Automóveis e em Patrimônio Líquido. A companhia também foi eleita uma das cinco melhores empresas no mercado segurador, Top 1 na categoria Inovação e Qualidade e Top 3 lugar em Gestão de Recursos Humanos, pela Revista IstoÉ Dinheiro.

Fonte : Revista Fator

Prudential do Brasil é premiada em duas categorias pelo Clube de Vida em Grupo do Rio de Janeiro

A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. foi considerada a Melhor Seguradora de Vida Individual do ano e teve o reconhecimento do Melhor Funcionário Interno de Benefícios, pelo Clube de Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ). A Analista de Benefícios, Geuvânia Teixeira Rocha, foi a funcionária eleita como “Melhor Funcionário Interno de Benefícios”. A Prudential do Brasil será homenageada em solenidade a ser realizada no dia 28 de outubro, no Copacabana Palace, no Rio.

Em sua 34ª edição, a premiação homenageará pessoas, organizações e esforços mais relevantes que contribuíram para o crescimento do mercado do seguro de vida, em 2009-2010, em 13 diferentes categorias.

“Estamos muito felizes com o reconhecimento do mercado ao nosso trabalho, pois não medimos esforços no empenho da missão de proteger as famílias brasileiras,” diz o Vice-Presidente da Companhia, Fernando Pinto. “O prêmio dedicado a um profissional da Prudential do Brasil também se traduz em um reconhecimento pela nossa promessa em entregar com dedicação e excelência o benefício. A escolha da Geuvânia é um reconhecimento por seu comprometimento e excelentes serviços prestados à Companhia.”

A Prudential do Brasil

A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. é uma subsidiária da Prudential Financial Inc., uma das maiores companhias de serviços financeiros dos Estados Unidos, a qual tem operado por mais de 130 anos de existência. A Companhia tem feito negócios no Brasil desde 1998 e estabeleceu 13 Agências e três Escritórios Comerciais localizados nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Para saber mais sobre a Prudential do Brasil, consulte seu corretor.

Fonte : Segs