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Venda do Primeira Proteção Bradesco supera a casa do primeiro milhão

Venda do Primeira Proteção Bradesco supera a casa do primeiro milhão Já atingiu a casa do primeiro milhão a emissão de apólices do Primeira Proteção Bradesco. Lançado em janeiro de 2010, o seguro – o primeiro do mercado brasileiro desenvolvido com a filosofia do microsseguro – visa a atender a demanda das classes C, D e E.

O Primeira Proteção Bradesco é um seguro de vida por morte acidental, destinado a pessoas de 14 a 70 anos de idade, comercializado a R$ 3,50 ao mês. Com indenização no valor de R$ 20 mil em caso de morte acidental, oferece, ainda, a chance de o titular ganhar, em vida, por meio de sorteios de plano de capitalização incluso no produto, o valor de R$ 20 mil.

Segundo Eugenio Velasques, diretor-executivo do Grupo Bradesco Seguros, o produto, que começou a ser vendido em fase experimental nas favelas da Rocinha (Rio de Janeiro) e Heliópolis (São Paulo), é atualmente ofertado em todo o País. “Atingir essa marca de vendas, sobretudo sem publicidade, é um grande feito, especialmente por possibilitar a inclusão de milhares de brasileiros no mercado segurador”, afirma Velasques.

Os dados de venda do produto dão conta dessa realidade. Do total de segurados, 57% têm renda mensal entre R$ 501 e R$ 1 mil e apenas 2,3% acima de R$ 3 mil. O brasileiro que busca esse tipo de proteção é em sua maioria jovem (32% de 22 a 30 anos e 31% de 31 a 40 anos), solteiro, do sexo masculino (60%), e se divide em públicos distintos: 23.1% são aspirantes sociais (sonham com família, crescimento profissional e melhora na escala social), 21,6% são jovens da periferia, 15,15% do Brasil rural, 11,79% assalariado urbano e 10,5% empreendedores e comerciantes. Velasques ressalta que a linguagem simples e direta do produto facilitou a inclusão de novos compradores ao mercado.

A expectativa é de que, em 2015, o Brasil seja a quinta potência econômica do mundo. Segundo Eugênio Velasques, as previsões do mercado segurador para o mesmo ano (2015) indicam aumento da participação do setor no PIB, dos atuais 3,4% para 7,5%. “Essas projeções levam em conta o microsseguro, a ser regulamentado este ano e que dará maior impulso ao segmento”, ressalta o executivo.

Além de produtos com filosofia de microsseguro, o Grupo Bradesco Seguros oferece outros que se enquadram na categoria de seguros populares.

O Tranquilidade Familiar Bradesco, por exemplo, é voltado para quem tem entre 16 e 80 anos com pagamentos mensais de R$ 5,98, oferece benefício adicional de assistência funeral familiar e o segurado participa de sorteios mensais no valor bruto de R$ 10 mil. O produto oferece a cobertura de morte acidental (sem carência) e natural (carência de 12 meses). Produto que grande demanda e com quase 370.000 segurados na carteira.

Já o Vida Segura Bradesco é destinado a quem tem de 16 a 59 anos com pagamentos a partir de R$9,90, com a chance de concorrer a prêmios de R$ 15 mil toda semana. O produto oferece cobertura por morte acidental (sem carência) e natural (12 meses), além de assistência funeral individual.[3]

Há ainda o Bradesco Bilhete Residencial. Tal produto tem contratação rápida e simplificada para residências de alvenaria, habituais ou de veraneio, sem necessidade de inspeção do risco. Prêmios anuais com valor único à vista a partir de R$ 51,60, dependendo da região e da opção de plano contratado, e participação em sorteios mensais no valor bruto de R$ 50 mil. Oferece cobertura básica de incêndio, raio e explosão de qualquer natureza, perda ou pagamento de aluguel, vendaval e RC familiar, além de assistência residencial dia e noite gratuita, que inclui serviços de chaveiro, segurança e vigilância, limpeza, mão de obra hidráulica, hospedagem, informações, transmissão de mensagens urgentes, regresso antecipado, indicação de mão de obra especializada para manutenção geral.

Fonte: Segs

 

Vendas de seguro de vida cresceram 25% no último ano

Classes C e D também têm investido no serviço.

Aumento é reflexo do crescimento da renda dos brasileiros.

O aumento no poder de compra da população brasileira agora movimenta também o setor de seguros. Preocupada com o futuro da família, muita gente tem aderido ao seguro de vida. Em 2011, as vendas desse serviço cresceram 25% em relação ao ano anterior.

De acordo com Gilson Domingues, diretor do Sindicato dos Corretores de Seguro de Sorocaba, cidade do interior de São Paulo, esse aumento vem das classes sociais menos favorecidas. “Agora, esse investimento está sendo feito também pelas classes C e D”, afirma.

No ano passado, o setor faturou R$ 9,3 bilhões só nos primeiros três meses. O valor do seguro varia de acordo com o perfil do segurado. Os critérios vão desde a idade até a prática de esportes e o hábito de fumar.

Mas, antes de fechar o contrato, é importante se certificar de que o vendedor é mesmo corretor de seguros. “Somente um corretor conhece a área e pode indicar o melhor serviço para cada caso”, encerra Domingues.

Fonte: CQCS

Prudential do Brasil começa 2012 beneficiando três projetos socioeducacionais

Contribuição faz parte do apoio da Companhia aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela ONU

A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. inicia o ano de 2012 beneficiando três projetos sociais voltados à educação, à qualidade de vida e à formação profissional de moradores de comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro. Desde 2009, a Companhia vem usando como norte para suas ações de responsabilidade social, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas), que visam melhorar o desenvolvimento em áreas específicas.

Os projetos beneficiados pelas doações são o SER Alzira de Aleluia e o Espaço Cidadão, ambos do Instituto da Criança, e o curso Invest. O SER Alzira de Aleluia oferece formação profissional, educacional, desportiva e cultural a 50 crianças do Vidigal. O Espaço Cidadão é um programa que visa à melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de risco social, com atendimento de mais de mil pessoas anualmente. Já o Invest, curso pré-vestibular comunitário idealizado por voluntários nas dependências do Colégio Santo Inácio, é voltado para estudantes de baixa renda, com atendimento a mais de 130 alunos.

“A responsabilidade social é um dos valores essenciais da Prudential do Brasil. Estamos trabalhando para criar um círculo virtuoso de crescimento na nossa sociedade, apoiando projetos socioeducacionais. Acreditamos muito na ajuda à educação de jovens, para que eles possam se desenvolver e ingressar preparados no mercado de trabalho”, disse Ana Paula Savaget, diretora de Comunicação, Riscos & Processos da Seguradora.

Fonte: Segs.

Microsseguro pode decolar neste ano

Após mais de cinco anos de discussões, o microsseguro deve finalmente sair do papel em 2012. A Superintendência de Seguros Privados (Susep)aprovou o marco regulatório para o segmento e a expectativa é que várias seguradoras comecem a se movimentar.

O objetivo é ofertar apólices (emitidas em formato de bilhetes) de pequeno valor feitas sob medida para a população de baixa renda. A escala de prioridades do mercado brasileiro é oferecer seguros de acidentes pessoais, funeral, prestamista (cobre inadimplência em financiamentos), vida. residencial, automóvel, rural, saúde, etc.

As projeções apontam para um público potencial de 120 milhões de pessoas. “É uma área que nos interessa. É uma super oportunidade”, avalia o presidente da seguradora inglesa RSA, Thomas Batt.

A Susep facilitou as regras e passou a permitir que seguradoras criem companhias dedicadas ao microsseguro com capital mínimo de apenas 20% do exigido a uma seguradora tradicional, que varia conforme a região de atuação.

Para uma seguradora com atuação nacional, são exigidos R$15 milhões em capital, ou seja, R$ 3 milhões para uma companhia especializada em microsseguros com autorização para operar no Brasil. “É um valor acessível. Pretendemos abrir as portas para novas companhias ingressarem no Brasil”, diz Luciano Portal Santanna, superintendente da Susep, sem estimar quantas seguradoras podem ser criadas.

A Susep vai permitir ainda a venda das apólices por canais alternativos, como correspondente bancário – possibilidade que não é permitida para seguros tradicionais.[2]

Sobre a possibilidade de a crise financeira internacional inibir a entrada de mais companhias no Brasil – como aconteceu com a israelense Direct Insurance, que tem planos de expansão de suas atividades no País -, Santanna garante que a autarquia monitora o cenário global para ver se problemas com seguradoras no exterior. “Até o momento, não há nenhum sinal de crise nas operações de grupos internacionais que possa refletir aqui”, avalia. (AE)

Fonte: Segs.