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Prudential do Brasil começa 2012 beneficiando três projetos socioeducacionais

Contribuição faz parte do apoio da Companhia aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela ONU

A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. inicia o ano de 2012 beneficiando três projetos sociais voltados à educação, à qualidade de vida e à formação profissional de moradores de comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro. Desde 2009, a Companhia vem usando como norte para suas ações de responsabilidade social, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas), que visam melhorar o desenvolvimento em áreas específicas.

Os projetos beneficiados pelas doações são o SER Alzira de Aleluia e o Espaço Cidadão, ambos do Instituto da Criança, e o curso Invest. O SER Alzira de Aleluia oferece formação profissional, educacional, desportiva e cultural a 50 crianças do Vidigal. O Espaço Cidadão é um programa que visa à melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de risco social, com atendimento de mais de mil pessoas anualmente. Já o Invest, curso pré-vestibular comunitário idealizado por voluntários nas dependências do Colégio Santo Inácio, é voltado para estudantes de baixa renda, com atendimento a mais de 130 alunos.

“A responsabilidade social é um dos valores essenciais da Prudential do Brasil. Estamos trabalhando para criar um círculo virtuoso de crescimento na nossa sociedade, apoiando projetos socioeducacionais. Acreditamos muito na ajuda à educação de jovens, para que eles possam se desenvolver e ingressar preparados no mercado de trabalho”, disse Ana Paula Savaget, diretora de Comunicação, Riscos & Processos da Seguradora.

Fonte: Segs.

Microsseguro pode decolar neste ano

Após mais de cinco anos de discussões, o microsseguro deve finalmente sair do papel em 2012. A Superintendência de Seguros Privados (Susep)aprovou o marco regulatório para o segmento e a expectativa é que várias seguradoras comecem a se movimentar.

O objetivo é ofertar apólices (emitidas em formato de bilhetes) de pequeno valor feitas sob medida para a população de baixa renda. A escala de prioridades do mercado brasileiro é oferecer seguros de acidentes pessoais, funeral, prestamista (cobre inadimplência em financiamentos), vida. residencial, automóvel, rural, saúde, etc.

As projeções apontam para um público potencial de 120 milhões de pessoas. “É uma área que nos interessa. É uma super oportunidade”, avalia o presidente da seguradora inglesa RSA, Thomas Batt.

A Susep facilitou as regras e passou a permitir que seguradoras criem companhias dedicadas ao microsseguro com capital mínimo de apenas 20% do exigido a uma seguradora tradicional, que varia conforme a região de atuação.

Para uma seguradora com atuação nacional, são exigidos R$15 milhões em capital, ou seja, R$ 3 milhões para uma companhia especializada em microsseguros com autorização para operar no Brasil. “É um valor acessível. Pretendemos abrir as portas para novas companhias ingressarem no Brasil”, diz Luciano Portal Santanna, superintendente da Susep, sem estimar quantas seguradoras podem ser criadas.

A Susep vai permitir ainda a venda das apólices por canais alternativos, como correspondente bancário – possibilidade que não é permitida para seguros tradicionais.[2]

Sobre a possibilidade de a crise financeira internacional inibir a entrada de mais companhias no Brasil – como aconteceu com a israelense Direct Insurance, que tem planos de expansão de suas atividades no País -, Santanna garante que a autarquia monitora o cenário global para ver se problemas com seguradoras no exterior. “Até o momento, não há nenhum sinal de crise nas operações de grupos internacionais que possa refletir aqui”, avalia. (AE)

Fonte: Segs.

Seguros: crise provoca redução do número de acidentes

Bradesco Seguros divulga vencedores de concurso cultural de sua árvore de Natal A taxa de frequência de sinistros automóvel desceu para 12,6 por cento no ano passado, menos 1,5% do que em 2010, devido à redução substancial da circulação de veículos em Portugal por causa da crise.

«Em 2011 a taxa de frequência de sinistros automóvel desceu para 12,6% contra 14,1% em 2010, ou seja, um decréscimo de 1,5 pontos face ao período homólogo do ano anterior», de acordo com um estudo divulgado esta terça-feira pela consultora Actuarial.

Segundo a Actuarial, «para isto terá contribuído a contracção do nível de actividade económica com um decréscimo do Produto Interno Bruto (PIB) de 2%, que fez reduzir substancialmente a circulação de veículos, e, consequentemente, a exposição ao risco de sinistro e dos segurados do ramo Automóvel».

O estudo, com base no modelo de previsão da Actuarial, destacou que «a queda do PIB fez reduzir a exposição ao risco» e que «o novo código da estrada teve influência na descida da sinistralidade».

Contudo, «se bem que a sinistralidade rodoviária esteja influenciada pela evolução da exposição ao risco (medida pelo PIB) e pelas condições de condução (analisadas através da pluviosidade), as maiores penalizações do código da estrada introduzidas em 2005 tiveram algum impacto na redução da frequência de sinistros», lê-se nas conclusões do estudo.

«O modelo da Actuarial-Consultadoria estima em 0,97 pontos o efeito na redução da frequência de sinistros. Isto significa que as alterações no Código da Estrada de 2005 poderão ter reduzido a sinistralidade rodoviária de 2011 em 54.330 sinistros, num ano em que terão existido 715.204 participações de sinistros às seguradoras», revelou a consultora.

Fonte: Agência Financeira.

Pottencial aposta em tecnologia e relacionamento com corretor para alavancar resultados em 2012

“Geralmente as empresas tomadoras de Seguro Garantia precisam apresentar as apólices em questão de horas”. A afirmação é do diretor da Pottencial Seguradora, Fábio Carvalho. De acordo com ele, perceber esta necessidade ajudou a companhia a nascer estruturada para atender a demanda.

Nesse sentido, ele reforça que a Pottencial Seguradora trabalha exclusivamente com Seguro Garantia e, por estar focada em apenas um produto, criou uma condição de atendimento diferenciada, ágil e eficiente. “Hoje nos orgulhamos em dizer que temos o que há de mais avançado em termos de tecnologia”, afirma Carvalho.

Alinhado com a estratégia de pronto atendimento, a companhia oferece aos corretores parceiros uma ferramenta inovadora e capaz de auxiliar os subscritores na análise do risco. “O corretor não leva mais de dois minutos para fazer um pedido de emissão em nosso site. Isso é muito importante hoje em dia porque o tempo é precioso”.

Parceria e resultado

Segundo análise do diretor, o comprometimento dos funcionários da companhia e a parceira com os corretores de seguros são as principais bases do sucesso da Pottencial.

“Temos o privilégio de trabalhar com algumas das principais corretoras do mercado, que conheceram nosso processo e estão elogiando bastante. Estas corretoras tornaram-se parceiras importantes da Pottencial Seguradora na medida em que contribuem diretamente com o nosso crescimento e colaboram ativamente no desenvolvimento e aperfeiçoamento de nosso modelo de atuação”, destaca Carvalho.[2]

Para o executivo, o sucesso dos corretores de seguros na comercialização do produto requer maior proximidade com seus clientes. “O corretor de seguros atua como consultor das empresas tomadoras, assim ele deve estar antenado com o que acontece, não só com seu mercado de seguros, mas manter-se atualizado no segmento do seu cliente”, declara.

Fonte: Segs.