Porto Seguro inaugura Centro Automotivo na Freguesia do Ó

A Porto Seguro inaugurou uma nova unidade do Centro Automotivo Porto Seguro em São Paulo, no bairro da Freguesia do Ó (Avenida João Paulo I, 1425).

“Ao todo, são mais de 100 Centros Automotivos em todo o País, nos quais os clientes têm acesso a atendimentos fundamentais para garantir a manutenção e as condições de uso de seus veículos”, afirma Marcelo Sebastião, diretor de Auto da Porto Seguro.

No Centro Automotivo Porto Seguro da Freguesia do Ó estarão disponíveis os seguintes serviços:

- Gratuitos para segurados (os serviços estão vinculados ao tipo de cobertura, à região de contratação e ao tipo de veículo): regulagem do foco dos faróis; brake-light; cristalização do para-brisas; revisão de luzes; rodízio de pneus e diagnósticos de amortecedor e molas, suspensão e direção, sistema de freios, óleo do motor e filtros, bateria e alternador, injeção eletrônica e sistema de arrefecimento.

- Produtos e serviços (com condição de pagamento diferenciada): sistema de freios; alinhamento de direção; ignição e injeção eletrônica; bateria e alternador; amortecedor e molas; balanceamento e pneus; suspensão; direção; óleo do motor e filtros; assepsia do ar-condicionado; arrefecimento; correias do motor; extintor de incêndio; palhetas do limpador; pastilha e discos; lâmpadas externas (exceto lâmpadas especiais como xenon, leds, superbrancas ou similares); cambagem e cáster; cabos.[2]

Os pagamentos podem ser realizados em até quatro vezes sem juros, garantia dos serviços executados e das peças trocadas (conforme fabricante). “Além disso, os clientes que utilizam o cartão Porto Seguro Visa nos Centros Automotivos acumulam pontos, que depois podem ser trocados por desconto na renovação do seguro do automóvel”, conclui o diretor da Porto Seguro.

Fonte: Revista Apólice.

Zurich lança seguro individual para executivos

A Zurich Seguros lança este mês o D&O One, seguro de responsabilidade civil para executivos que pode ser contratado diretamente por pessoas físicas. “Neste mercado, a prática são as empresas contratarem uma única apólice de D&O para a proteção de seus executivos. No entanto, algumas empresas ainda não despertaram para a importância desta proteção, ou os limites e coberturas coletivas contratadas não atendem as necessidades de determinado profissional. Por isso, desenvolvemos um seguro de D&O o qual pode ser contratado diretamente pelos executivos”, explica Vinicius Jorge, superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros.
O D&O One pode ser adquirido por qualquer diretor, conselheiro, administrador ou gestor com poder de decisão que esteja no exercício de suas funções (seja em empresas públicas ou privadas). A semelhança do tradicional, o D&O One cobre multas, indenizações e outros passivos (fiscais, trabalhistas, cíveis, ambientais, etc.) da empresa que venham a recair sobre o patrimônio pessoal dos segurados. O produto arca também com as despesas de defesa (judicial e administrativa) e cobre inabilitação para exercício do cargo e penhora on line. Os diferenciais principais do produto, no entanto, são dois: a portabilidade, ou seja, o executivo pode levar consigo o seguro caso venha a trocar de emprego durante a vigência do contrato; e a retroatividade, ou seja, o produto cobre eventuais passivos de empresas em que o executivo tenha trabalho antes (sem limite de tempo) que venham a recair sobre o segurado durante a vigência do contrato.
“O mercado de D&O vem crescendo muito nos últimos anos, porém, ainda são relativamente poucos os executivos que possuem este seguro. Esperamos atingir este segmento, especialmente, profissionais de empresas de capital aberto, instituições financeiras e outras organizações que estejam iniciando suas operações no Brasil”, ressalta Vinicius Jorge.
Os valores segurados do D&O One vão de 500 mil até R$ 5 milhões, com vigência de um ano. A contratação, sujeita a análise de riscos, é realizada mediante o preenchimento de um questionário. O produto abrange ainda o benefício de consultoria pessoal (ou seja, para questões privadas e não da empresa) nas áreas tributária, jurídica e para elaboração do imposto de renda. A assistência é realizada por parceiros indicados pela Zurich Seguros no limite de até 5 horas de consultoria por ano (não incluindo apareceres e trabalhos mais complexos).
“É importante ressaltar que o D&O One pode ser contratado sem qualquer tipo de aprovação por parte da empresa em que o cliente trabalhe. Se esta empresa já tiver um seguro de D&O, o novo produto da Zurich também pode ser contratado. Nesta situação, a nova apólice fica em excesso, ou seja, na ocorrência de um sinistro, o segurado opta qual apólice deseja acionar. Na hipótese do limite do D&O contratado pela empresa ser superado, a apólice pessoal pode ser acionada de forma complementar. Isso dá mais flexibilidade, agilidade e liberdade para o executivo escolher as proteções mais convenientes”, afirma Vinicius Jorge.
Fonte: Revista Apólice.

Bradesco reduz burocracia para vender seguros

Depois dos serviços tradicionais, banco aposta em oferta de apólices para proteção de bens novos. Caixa e Itaú também avançam no segmento

Após conquistar novos clientes em comunidades, com produtos tradicionais como conta corente e cartão, o Bradesco quer agora elevar a venda de seguros para esse público. Para isso, fez uma flexibilização em relação à exigência de documentos, criou novos produtos e iniciou o treinamento de corretores para atuar nessas áreas. “Já fizemos o treinamento de quatro profissionais na comunidade Dona Marta e iremos expandir para outras comunidades”, afirmou o presidente da Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi.

Com o aumento de renda e, consequentemente, do poder de compra, o executivo acredita que esse público está mais disposto a pagar para proteger as novas aquisições. Para isso, o banco desenvolveu uma série de produtos com pagamento mensal inferior a R$ 10, isso mesmo antes da regulação da lei do microsseguro. O interessado pode contratar um seguro contra incêndio ou vendaval mesmo que o imóvel não esteja regular (sem escritura), por exemplo.

Além do treinamento dos corretores, a instituição planeja fazer a venda de seguros por meio de “POS”, que são as maquininhas utilizadas para o pagamento com cartões de débito e crédito.

O objetivo é facilitar a venda de seguros. “Os corretores terão um POS e incluirão alguns dados, como CPF e a cobertura, e o cliente terá o resumo da apólice na hora”, explica.

O Bradesco estima que 31% de seus clientes integrem as classes D e E. Em 2010, foram concedidos para esse público R$ 1,87 bilhão em operações de crédito, uma expansão anual de 20,45%.

A primeira experiência do banco em comunidades carentes foi em 2007, com a inaguração de uma agência na Rocinha, no Rio. Depois, em 2009, passou a operar em Heliópolis, em São Paulo. Mais recentemente, abriu as agências de Paraisópolis, também na capital paulista, e, depois das pacificações, na Cidade de Deus, Rio das Pedras, Complexo do Alemão, Santo Cristo, Cantagalo, Turano e Dona Marta.

Outra instituição que aproveitou a pacificação de comunidades carentes no Rio para a abertura de novas agências foi a Caixa Econômica Federal. No ano passado, abriu uma agência e uma casa lotérica no Complexo do Alemão, logo após a retomada pela polícia da área antes com presença armada de traficantes.

Pacificação estimula negócios O banco público vai ter agências também no Vidigal e Rocinha.

Além dos serviços bancários tradicionais, a Caixa irá concentrar nessas agências o pagamento de benefícios sociais (abono salarial, seguro desemprego e Bolsa Família), crédito a empreendedores e acesso aos financiamentos do prómoradia.

Mesmo caminho seguiu o Itaú, que em setembro do ano passado inaugurou a agência no Complexo do Alemão. Segundo o banco, desde o início do ano, cinco quiosques com caixas eletrônicos foram instalados em comunidades com as unidades de pacificação.

A avaliação do Itaú é que o movimento comprova demanda da população por serviços bancários. Como exemplo, afirma que a média mensal de transações nos terminais da Cidade de Deus superou em 25% a média dos equipamentos que estão no Conjunto Nacional, na avenida Paulista. ¦ A.P.R.[2]

A média mensal de transações nos terminais do Itaú na Cidade de Deus, no Rio, supera em 25% a média dos equipamentos que estão no Conjunto Nacional, na avenida Paulista

Fonte: Brasil Econômico.

Ágora reduz preço-alvo de Sul América e Porto Seguro, prevendo menor competição

SÃO PAULO – A Ágora Corretora revisou o preço-alvo para as ações de duas empresas do setor de seguros: a SulAmérica (SULA11), que passou de R$ 20,50 para R$ 19,00, e a Porto Seguro (PSSA3), que foi de R$ 27,00 para R$ 25,00 por ação. Estas mudanças representam um upisde de 36,49% e 25%, respectivamente, frente ao fechamento da véspera.

“Estamos atualizando nossas estimativas para as duas seguradoras visualizando um cenário competitivo mais suavizado no curto prazo, sobretudo no segmento de veículos”, diz Aloísio Villeth Lemos, analista da corretora.

Segundo Lemos, os investidores poderão observar um aumento nos preços praticados pelas empresas, que estariam buscando a compensação das perdas apuradas via sinistralidade e pela redução, ainda em curso, na taxa básica de juros, a Selic.

“Acreditamos que os investidores têm agora um melhor entendimento do cilco de negócios do setor, limitando surpresas. O segmento de veículos é altamente cíclico, com períodos de elevado retorno seguidos de outros com grande competição, com impactos frequentes nas ações do setor”, avalia o analista.

Para o especialista, serão ainda necessários alguns trimestres para que seja confirmada a tendência de menor ímpeto competitivo entre as empresas. “Nos parece que os investidores logo perceberão a possibilidade de uma quadro melhor neste aspecto. Porém também entendemos que tal quadro já esteja precificado, limitando espaço para valorizações no curto prazo”, diz.

Expectativas
No que se refere à Sul América, a Ágora Corretora destacou o crescimento de 18,6% da empresa na área de saúde. “Temos expectativa que esta taxa desacelere em 2012, as ainda poderá registrar taxa expressiva, de +11,9%”.

Por sua vez, o segmento de veículos também deverá apresentar resultados positivos, bem como o recebimento de taxas pagas pelo Banco do Brasil, pelo uso da estrutura de back-office também da área de veículos, que poderá dar um reforço nos resultados da empresa.

Em relação à Porto Seguro, o analista ressaltou a deterioração sofrida na sinistralidade da marca Azul, possivelmente por critérios de avaliação mais flexíveis e descontos indevidos.

“Acreditamos em ajustes nestes critérios, acompanhados de uma melhora geral nos prêmios, que poderá levar a melhores margens em 2012, ainda com menor crescimento. Também está sendo revisto o posicionamento estratégico da marca Itaú, com uma posição intermediária entre Porto Seguro e Azul”, conclui Lemos.

Fonte: Graziele Oliveira Informoney.