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SulAmérica leva Hair para temporada em SP

Zeca Vieira: Procuramos incentivar os clássicos, contribuindo para que verdadeiros ícones da história do teatro cantado possam ser vistos

Visto por mais de 100 mil pessoas na temporada carioca, a nova montagem do musical Hair, assinada por Charles Möeller e Claudio Botelho, estreia em São Paulo na próxima sexta-feira, 13 de janeiro, no Teatro Frei Caneca, com patrocínio da SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos.

Escrita na década de 1970 por Gerome Ragni e James Rado (texto e letras) e com música de Galt MacDermot, o espetáculo conta a história de um grupo de hippies politicamente ativos da “Era de Aquário”, que levam uma vida boêmia em Nova York e lutam contra a obrigatoriedade do alistamento militar para a guerra do Vietnã. O conservadorismo americano e a liberdade da década e todos os questionamentos gerados por essa dualidade antagônica tornam a peça um documento histórico de uma década de transformações.

“Hair é um registro histórico de um período importante, que, apesar de ter sido escrito na década de 1970, se mantém atual e renovado nessa nova montagem”, comenta o diretor de Marketing da SulAmérica, Zeca Vieira. “Assim como apostamos em novidades, procuramos incentivar os clássicos, contribuindo para que verdadeiros ícones da história do teatro cantado possam ser vistos e apreciados por novos espectadores”, completa.

Hair faz parte do Circuito SulAmérica de Música e Movimento, projeto da seguradora que tem como objetivo democratizar o acesso à cultura. Durante toda temporada segurados, corretores e funcionários SulAmérica terão 30% de desconto na compra dos ingressos.

O Circuito SulAmérica Música e Movimento democratiza o acesso à cultura, promovendo o desenvolvimento social e cultural por meio da música, dança e arte. Em 2012, além de Hair, outras cinco peças receberão incentivo do programa.

 

Marketing 2011

 

A SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos foi a vencedora do prêmio “Empresa de Marketing do Ano 2011″, realizado pela revista Marketing, no segmento Seguros. A premiação reconhece as empresas que obtiveram destaque e sucesso em suas estratégias de marketing e planejamento. Desde 2004, analisa também as principais ações de 25 segmentos da economia para eleger as companhias mais representativas.

Em 2011, a SulAmérica reforçou a campanha “Se aborrecer pra quê?”, lançada no ano anterior para apresentar o novo posicionamento da marca, , que elegeu os atributos de agilidade e transparência como compromisso com seus clientes, corretores, parceiros e funcionários.

“Os resultados financeiros positivos são reflexo das inúmeras ações que realizamos ao longo do ano para garantir mais agilidade e transparência aos nossos segurados”, afirma Zeca Vieira, diretor de Marketing da SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos.

Além das peças bem-humoradas que mostram que o seguro está na vida das pessoas para evitar os aborrecimentos e não para ser mais um, a SulAmérica desenvolveu diversas ações de relacionamento com clientes e corretores de seguros; criou a plataforma virtual “Previdência Sem Blá Blá Blá”, que tem o objetivo de esclarecer questões sobre previdência privada de forma simples; e patrocinou eventos esportivos e culturais como o Mundial de Futevôlei SulAmérica 4X4, os musicais Hair e Cabaret, a companhia de dança italiana Kataklò e o Circo Tihany.

Fonte: Monitor Mercantil.

Ágora reduz preço-alvo de Sul América e Porto Seguro, prevendo menor competição

SÃO PAULO – A Ágora Corretora revisou o preço-alvo para as ações de duas empresas do setor de seguros: a SulAmérica (SULA11), que passou de R$ 20,50 para R$ 19,00, e a Porto Seguro (PSSA3), que foi de R$ 27,00 para R$ 25,00 por ação. Estas mudanças representam um upisde de 36,49% e 25%, respectivamente, frente ao fechamento da véspera.

“Estamos atualizando nossas estimativas para as duas seguradoras visualizando um cenário competitivo mais suavizado no curto prazo, sobretudo no segmento de veículos”, diz Aloísio Villeth Lemos, analista da corretora.

Segundo Lemos, os investidores poderão observar um aumento nos preços praticados pelas empresas, que estariam buscando a compensação das perdas apuradas via sinistralidade e pela redução, ainda em curso, na taxa básica de juros, a Selic.

“Acreditamos que os investidores têm agora um melhor entendimento do cilco de negócios do setor, limitando surpresas. O segmento de veículos é altamente cíclico, com períodos de elevado retorno seguidos de outros com grande competição, com impactos frequentes nas ações do setor”, avalia o analista.

Para o especialista, serão ainda necessários alguns trimestres para que seja confirmada a tendência de menor ímpeto competitivo entre as empresas. “Nos parece que os investidores logo perceberão a possibilidade de uma quadro melhor neste aspecto. Porém também entendemos que tal quadro já esteja precificado, limitando espaço para valorizações no curto prazo”, diz.

Expectativas
No que se refere à Sul América, a Ágora Corretora destacou o crescimento de 18,6% da empresa na área de saúde. “Temos expectativa que esta taxa desacelere em 2012, as ainda poderá registrar taxa expressiva, de +11,9%”.

Por sua vez, o segmento de veículos também deverá apresentar resultados positivos, bem como o recebimento de taxas pagas pelo Banco do Brasil, pelo uso da estrutura de back-office também da área de veículos, que poderá dar um reforço nos resultados da empresa.

Em relação à Porto Seguro, o analista ressaltou a deterioração sofrida na sinistralidade da marca Azul, possivelmente por critérios de avaliação mais flexíveis e descontos indevidos.

“Acreditamos em ajustes nestes critérios, acompanhados de uma melhora geral nos prêmios, que poderá levar a melhores margens em 2012, ainda com menor crescimento. Também está sendo revisto o posicionamento estratégico da marca Itaú, com uma posição intermediária entre Porto Seguro e Azul”, conclui Lemos.

Fonte: Graziele Oliveira Informoney.

Previdência aberta cresceu 21,6% em janeiro

O destaque ficou com os planos VBGL, que arrecadaram R$ 3,2 bilhões, alta de 22,73% na comparação com janeiro de 2010. O produto é indicado ao investidor que não declara imposto de renda pessoa física pelo modelo completo de declaração anual de ajustes.
A arrecadação dos planos PGBL’s cresceu 22,50% em janeiro e movimentou R$ 506,9 milhões. Estes planos são voltados para quem utiliza o modelo completo da declaração anual de ajustes do imposto de renda pessoa física. Já os planos tradicionais totalizaram aportes no valor R$ 257,6 milhões no período. Outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) arrecadaram R$ 1,1 milhão.
Os dados da Fenaprevi mostram que em janeiro de 2011 nos planos individuais foram efetuados aportes no valor de R$ 3,3 bilhões, apresentando um crescimento de 22,26% na comparação aos R$ 2,7 bilhões arrecadados em janeiro de 2010. Os planos empresariais, por sua vez, tiveram alta de 17,72% e arrecadação de R$ 518,4 milhões. Já os aportes para os planos para menores registraram R$ 131,8 milhões, alta de 20,82%.
As seguradoras administram atualmente 11,9 milhões de contratos ativos. Segundo o balanço do setor, o número de titulares de planos que já usufruem de aposentadoria privada chegou a 76,5 mil.
Em relação à carteira de investimentos – diversas modalidades de ativos que garantem as obrigações corporificadas nas provisões – o segmento de planos de caráter previdenciário cresceu 21,47% em relação ao ano anterior. Com isso, a carteira do setor totalizou R$ 225,2 bilhões, em comparação aos R$ 185,4 bilhões de janeiro de 2010.
De acordo com o balanço da Fenaprevi, a carteira relacionada aos VGBL’s obteve alta de 28,77%, passando de R$ 97,8 bilhões para R$ 126 bilhões do total do valor dos investimentos. Já aquela referente aos PGBL’s cresceu 16,18% no período, elevando-se de R$ 48,7 bilhões para R$ 56,6 bilhões entre janeiro de 2010 e 2011. Por fim, a carteira atrelada aos planos tradicionais evoluiu de R$ 38,3 bilhões para R$ 42,1 bilhões, alta de 9,84%. Nos demais produtos, FAPI, PRGP, VRGP, a alta de 0,62%.
As provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos de caráter previdenciário abertos – apresentaram saldo de R$ 218,8 bilhões em janeiro de 2011, com alta de 22,63% em comparação ao saldo registrado no mês mesmo em 2010, quando somaram R$ 178,4 bilhões.
As provisões de VGBL’s tiveram o crescimento mais expressivo. Saltaram 29,45% passando de R$ 98,1 bilhões para R$ 127 bilhões. As provisões do PGBL’s cresceram 25,71% em janeiro de 2011 passando de R$ 48,5 bilhões para R$ 56,2 bilhões. Nos planos tradicionais as provisões passaram de R$ 31,2 bilhões para R$ 34,9 bilhões no período, com alta de 11,82%.
Com relação a market share, os planos VGBL’s mantiveram a liderança no volume de provisões, com 58,07% do total, seguidos pelos PGBL’s, com 25,71%, enquanto os planos tradicionais contaram com 15,99%. Outros produtos – incluindo os Fapi – completam a equação, com 0,23%.[7]
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking de arrecadação em janeiro de 2011 com 29,33% do total dos aportes, seguida pela BrasilPrev (27,70%), Itaú Vida e Previdência (20,29%), Santander Seguros (7,14%), Caixa Vida & Previdência (6,32%), HSBC Vida e Prev. (3,73%), Icatu Seguros (0,93%), Sul America Seg. e Prev. (0,74%), Safra Vida e Prev. (0,71%), Porto Seguro (0,55%). As demais operadoras somam, no total, 2,57% da arrecadação de aportes.

O destaque ficou com os planos VBGL, que arrecadaram R$ 3,2 bilhões, alta de 22,73% na comparação com janeiro de 2010. O produto é indicado ao investidor que não declara imposto de renda pessoa física pelo modelo completo de declaração anual de ajustes.
A arrecadação dos planos PGBL’s cresceu 22,50% em janeiro e movimentou R$ 506,9 milhões. Estes planos são voltados para quem utiliza o modelo completo da declaração anual de ajustes do imposto de renda pessoa física. Já os planos tradicionais totalizaram aportes no valor R$ 257,6 milhões no período. Outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) arrecadaram R$ 1,1 milhão.
Os dados da Fenaprevi mostram que em janeiro de 2011 nos planos individuais foram efetuados aportes no valor de R$ 3,3 bilhões, apresentando um crescimento de 22,26% na comparação aos R$ 2,7 bilhões arrecadados em janeiro de 2010. Os planos empresariais, por sua vez, tiveram alta de 17,72% e arrecadação de R$ 518,4 milhões. Já os aportes para os planos para menores registraram R$ 131,8 milhões, alta de 20,82%.
As seguradoras administram atualmente 11,9 milhões de contratos ativos. Segundo o balanço do setor, o número de titulares de planos que já usufruem de aposentadoria privada chegou a 76,5 mil.
Em relação à carteira de investimentos – diversas modalidades de ativos que garantem as obrigações corporificadas nas provisões – o segmento de planos de caráter previdenciário cresceu 21,47% em relação ao ano anterior. Com isso, a carteira do setor totalizou R$ 225,2 bilhões, em comparação aos R$ 185,4 bilhões de janeiro de 2010.
De acordo com o balanço da Fenaprevi, a carteira relacionada aos VGBL’s obteve alta de 28,77%, passando de R$ 97,8 bilhões para R$ 126 bilhões do total do valor dos investimentos. Já aquela referente aos PGBL’s cresceu 16,18% no período, elevando-se de R$ 48,7 bilhões para R$ 56,6 bilhões entre janeiro de 2010 e 2011. Por fim, a carteira atrelada aos planos tradicionais evoluiu de R$ 38,3 bilhões para R$ 42,1 bilhões, alta de 9,84%. Nos demais produtos, FAPI, PRGP, VRGP, a alta de 0,62%.
As provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos de caráter previdenciário abertos – apresentaram saldo de R$ 218,8 bilhões em janeiro de 2011, com alta de 22,63% em comparação ao saldo registrado no mês mesmo em 2010, quando somaram R$ 178,4 bilhões.
As provisões de VGBL’s tiveram o crescimento mais expressivo. Saltaram 29,45% passando de R$ 98,1 bilhões para R$ 127 bilhões. As provisões do PGBL’s cresceram 25,71% em janeiro de 2011 passando de R$ 48,5 bilhões para R$ 56,2 bilhões. Nos planos tradicionais as provisões passaram de R$ 31,2 bilhões para R$ 34,9 bilhões no período, com alta de 11,82%.
Com relação a market share, os planos VGBL’s mantiveram a liderança no volume de provisões, com 58,07% do total, seguidos pelos PGBL’s, com 25,71%, enquanto os planos tradicionais contaram com 15,99%. Outros produtos – incluindo os Fapi – completam a equação, com 0,23%.[7]
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking de arrecadação em janeiro de 2011 com 29,33% do total dos aportes, seguida pela BrasilPrev (27,70%), Itaú Vida e Previdência (20,29%), Santander Seguros (7,14%), Caixa Vida & Previdência (6,32%), HSBC Vida e Prev. (3,73%), Icatu Seguros (0,93%), Sul America Seg. e Prev. (0,74%), Safra Vida e Prev. (0,71%), Porto Seguro (0,55%). As demais operadoras somam, no total, 2,57% da arrecadação de aportes.

Fonte: FINAPREVI

Sul América Seguros

24 horas com você

Com o Seguro Auto SulAmérica, você conta com os serviços da Assistência 24 Horas em todo o Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile pelos telefones:

4004-4100 – capitais e áreas metropolitanas
0800 727 4100 – demais regiões
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Você pode contratar uma das opções de plano de Assistência 24 Horas disponíveis e ter a comodidade que precisa, contando com:

- Motorista para levar você e seu carro para casa com toda a segurança, quando tiver consumido bebida alcoólica ou quando não estiver se sentindo bem. Esse serviço é conhecido como “Motorista Amigo”
- Troca de pneus
- Mecânico emergencial para os casos de pane que possa ser resolvida no local ou reboque até a oficina
- Chaveiro
- Táxi emergencial em caso de acidente, pane, roubo ou furto

Para saber todos os serviços disponíveis na Assistência 24 Horas, assim como suas condições de uso e abrangência, acesse o manual do seguro.

Veículos de Passeio / Pickups leves e pesadas :

Plano 2 :

  • Transporte em caso de Roubo/Furto
  •  Motorista Substituto
  •  Retorno Antecipado
  •  Auxílio em caso de pane seca
  •  Auxílio em caso de pane mecânica
  •  Reboque em caso de pane
  •  Guarda do veículo
  •  Prolongamento de Estada
  •  Hospedagem do Acompanhante
  •  Remoção em caso de falecimento
  •  Acompanhante em caso de hospitalização
  •  Remoção Médica
  •  Transporte para Recuperação do veículo
  •  Hospedagem
  •  Transporte Alternativo
  •  Reboque em caso de acidente

Plano 3

  • Táxi Emergencial
  •  Motorista Amigo
  •  Chaveiro
  •  Troca de Pneumáticos
  •  Transporte em caso de Roubo/Furto
  •  Motorista Substituto
  •  Retorno Antecipado
  •  Auxílio em caso de pane seca
  •  Auxílio em caso de pane mecânica
  •  Reboque em caso de pane
  •  Guarda do veículo
  •  Prolongamento de Estada
  •  Hospedagem do Acompanhante
  •  Remoção em caso de falecimento
  •  Acompanhante em caso de hospitalização
  •  Remoção Médica
  •  Transporte para Recuperação do veículo
  •  Hospedagem
  •  Transporte Alternativo
  •  Reboque em caso de acidente

E coberturas do plano anterior

Plano 4


E coberturas do plano anterior

  •  Carro Substituto
  •  Táxi Emergencial
  •  Motorista Amigo
  •  Chaveiro
  •  Troca de Pneumáticos
  •  Transporte em caso de Roubo/Furto
  •  Motorista Substituto
  •  Retorno Antecipado
  •  Auxílio em caso de pane seca
  •  Auxílio em caso de pane mecânica
  •  Reboque em caso de pane
  •  Guarda do veículo
  •  Prolongamento de Estada
  •  Hospedagem do Acompanhante
  •  Remoção em caso de falecimento
  •  Acompanhante em caso de hospitalização
  •  Remoção Médica
  •  Transporte para Recuperação do veículo
  •  Transporte Alternativo
  •  Reboque em caso de acidente