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Apólices mais caras

A catástrofe que atingiu o Japão no último dia 11 poderá elevar os preços das apólices de seguros que cobrem os grandes riscos, como obras de aeroportos, rodovias, ferrovias e propriedades industriais. Essa é a avaliação de alguns analistas de mercados que atuam nesse segmento. Segundo eles, o aumento teria por objetivo recompor as perdas que as grandes seguradoras e resseguradoras terão no Japão e, também, precificar eventos semelhantes no futuro. Estima-se que os aumentos nos preços de seguros em nível mundial poderão ficar, em média, entre 8% e 10%. Porém, quem está renovando as apólices neste início de ano já sentiu que o plano ficou mais caro, pelo menos para alguns modelos e marcas.


E a recomposição de receita das companhias, todas ligadas às multinacionais, irá atingir até o mato-grossense que tem como hábito fazer o seguro do seu automóvel. Outro fator negativo, que o segmento utiliza para justificar a alta, são as seguidas enchentes registradas no Sul e Sudeste do Brasil. Todos vão pagar essa conta.

O gerente do Sindicato dos Corretores de Seguro de Mato Grosso (Sincor), Edson Trombini, diz que ainda é cedo para falar em aumento nos preços das apólices. “Por enquanto, o que há neste momento são especulações em torno de um possível aumento devido à tragédia no Japão. Vamos esperar para ver como o mercado se comportará nos próximos dias”. Apesar da cautela de Trombini, pelos menos as perdas geradas com as enchentes já encarecem as apólices para cobertura dos automóveis. Alguns planos ficaram entre R$ 150 a R$ 200 mais caros em relação aos valores calculados no ano passado.

Em Mato Grosso, são 15 empresas atuando no mercado de seguros e cerca de 650 corretores, entre pessoas físicas e jurídicas. “O que poderá ocorrer é a inclusão de novos itens de sinistros nas apólices. Neste caso, o aumento teria que ser compatível com as novas coberturas e o pagamento de um prêmio maior”, afirmou Trombini. O seguro de automóvel é o mais vendido no Estado.

Trombini lembrou que se vier a ocorrer um aumento nos preços do seguro será para cobrir as indenizações às usinas, refinarias, estradas, casas e carros destruídos pelo terremoto, seguido do tsunami. As estimativas iniciais apontam que os prejuízos às segurados e resseguradoras podem ter chegado a US$ 35 bilhões.

“Com os prejuízos, grandes seguradoras e resseguradoras terão impacto negativo nos resultados, e o preço das apólices vai subir para as empresas recuperarem essas perdas”, diz Antônio Trindade, diretor executivo de seguros pessoas jurídicas da Itaú Seguros. O aumento dos preços, segundo ele, ficará mais claro dentro de três meses, quando os prejuízos no Japão estiverem melhor calculados pelas seguradoras.

O repasse para os preços terá influência também nas coberturas de grandes riscos no Brasil. Em geral, são as mesmas resseguradoras que garantem os riscos em todo o mundo. E são elas que terão perdas com a catástrofe japonesa. Quando uma seguradora faz uma apólice de grande risco e alto valor, a maior parte do risco é repassado às resseguradoras. As maiores resseguradoras do mundo já sentiram os efeitos da catástrofe.

SUSEP – A Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, não vê, em princípio, impacto imediato da tragédia ocorrida no Japão sobre os mercados segurador e ressegurador brasileiros. O diretor técnico da superintendência, Alexandre Penner, disse que, do mesmo modo, não vislumbra em curto prazo um movimento de recálculo dos riscos pelas seguradoras em todo o mundo.

“Eles vão avaliar o risco e ver se o prêmio que se cobra hoje é suficiente para fazer frente, por exemplo, a um risco nuclear”. Ele explicou que cada sinistro de grandes proporções leva seguradoras e resseguradoras a verificar quais são os efeitos do evento e se existe alguma consequência que não tenha sido levada em conta anteriormente. De uma forma geral, a maioria dos contratos de seguros exclui eventos catastróficos ou desastres naturais. Mas existe atualmente uma demanda dos segurados, em termos mundiais, para que se inclua esse tipo de cobertura nas apólices.

Fonte: Diário de Caiba.

Previdência aberta cresceu 21,6% em janeiro

O destaque ficou com os planos VBGL, que arrecadaram R$ 3,2 bilhões, alta de 22,73% na comparação com janeiro de 2010. O produto é indicado ao investidor que não declara imposto de renda pessoa física pelo modelo completo de declaração anual de ajustes.
A arrecadação dos planos PGBL’s cresceu 22,50% em janeiro e movimentou R$ 506,9 milhões. Estes planos são voltados para quem utiliza o modelo completo da declaração anual de ajustes do imposto de renda pessoa física. Já os planos tradicionais totalizaram aportes no valor R$ 257,6 milhões no período. Outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) arrecadaram R$ 1,1 milhão.
Os dados da Fenaprevi mostram que em janeiro de 2011 nos planos individuais foram efetuados aportes no valor de R$ 3,3 bilhões, apresentando um crescimento de 22,26% na comparação aos R$ 2,7 bilhões arrecadados em janeiro de 2010. Os planos empresariais, por sua vez, tiveram alta de 17,72% e arrecadação de R$ 518,4 milhões. Já os aportes para os planos para menores registraram R$ 131,8 milhões, alta de 20,82%.
As seguradoras administram atualmente 11,9 milhões de contratos ativos. Segundo o balanço do setor, o número de titulares de planos que já usufruem de aposentadoria privada chegou a 76,5 mil.
Em relação à carteira de investimentos – diversas modalidades de ativos que garantem as obrigações corporificadas nas provisões – o segmento de planos de caráter previdenciário cresceu 21,47% em relação ao ano anterior. Com isso, a carteira do setor totalizou R$ 225,2 bilhões, em comparação aos R$ 185,4 bilhões de janeiro de 2010.
De acordo com o balanço da Fenaprevi, a carteira relacionada aos VGBL’s obteve alta de 28,77%, passando de R$ 97,8 bilhões para R$ 126 bilhões do total do valor dos investimentos. Já aquela referente aos PGBL’s cresceu 16,18% no período, elevando-se de R$ 48,7 bilhões para R$ 56,6 bilhões entre janeiro de 2010 e 2011. Por fim, a carteira atrelada aos planos tradicionais evoluiu de R$ 38,3 bilhões para R$ 42,1 bilhões, alta de 9,84%. Nos demais produtos, FAPI, PRGP, VRGP, a alta de 0,62%.
As provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos de caráter previdenciário abertos – apresentaram saldo de R$ 218,8 bilhões em janeiro de 2011, com alta de 22,63% em comparação ao saldo registrado no mês mesmo em 2010, quando somaram R$ 178,4 bilhões.
As provisões de VGBL’s tiveram o crescimento mais expressivo. Saltaram 29,45% passando de R$ 98,1 bilhões para R$ 127 bilhões. As provisões do PGBL’s cresceram 25,71% em janeiro de 2011 passando de R$ 48,5 bilhões para R$ 56,2 bilhões. Nos planos tradicionais as provisões passaram de R$ 31,2 bilhões para R$ 34,9 bilhões no período, com alta de 11,82%.
Com relação a market share, os planos VGBL’s mantiveram a liderança no volume de provisões, com 58,07% do total, seguidos pelos PGBL’s, com 25,71%, enquanto os planos tradicionais contaram com 15,99%. Outros produtos – incluindo os Fapi – completam a equação, com 0,23%.[7]
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking de arrecadação em janeiro de 2011 com 29,33% do total dos aportes, seguida pela BrasilPrev (27,70%), Itaú Vida e Previdência (20,29%), Santander Seguros (7,14%), Caixa Vida & Previdência (6,32%), HSBC Vida e Prev. (3,73%), Icatu Seguros (0,93%), Sul America Seg. e Prev. (0,74%), Safra Vida e Prev. (0,71%), Porto Seguro (0,55%). As demais operadoras somam, no total, 2,57% da arrecadação de aportes.

O destaque ficou com os planos VBGL, que arrecadaram R$ 3,2 bilhões, alta de 22,73% na comparação com janeiro de 2010. O produto é indicado ao investidor que não declara imposto de renda pessoa física pelo modelo completo de declaração anual de ajustes.
A arrecadação dos planos PGBL’s cresceu 22,50% em janeiro e movimentou R$ 506,9 milhões. Estes planos são voltados para quem utiliza o modelo completo da declaração anual de ajustes do imposto de renda pessoa física. Já os planos tradicionais totalizaram aportes no valor R$ 257,6 milhões no período. Outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) arrecadaram R$ 1,1 milhão.
Os dados da Fenaprevi mostram que em janeiro de 2011 nos planos individuais foram efetuados aportes no valor de R$ 3,3 bilhões, apresentando um crescimento de 22,26% na comparação aos R$ 2,7 bilhões arrecadados em janeiro de 2010. Os planos empresariais, por sua vez, tiveram alta de 17,72% e arrecadação de R$ 518,4 milhões. Já os aportes para os planos para menores registraram R$ 131,8 milhões, alta de 20,82%.
As seguradoras administram atualmente 11,9 milhões de contratos ativos. Segundo o balanço do setor, o número de titulares de planos que já usufruem de aposentadoria privada chegou a 76,5 mil.
Em relação à carteira de investimentos – diversas modalidades de ativos que garantem as obrigações corporificadas nas provisões – o segmento de planos de caráter previdenciário cresceu 21,47% em relação ao ano anterior. Com isso, a carteira do setor totalizou R$ 225,2 bilhões, em comparação aos R$ 185,4 bilhões de janeiro de 2010.
De acordo com o balanço da Fenaprevi, a carteira relacionada aos VGBL’s obteve alta de 28,77%, passando de R$ 97,8 bilhões para R$ 126 bilhões do total do valor dos investimentos. Já aquela referente aos PGBL’s cresceu 16,18% no período, elevando-se de R$ 48,7 bilhões para R$ 56,6 bilhões entre janeiro de 2010 e 2011. Por fim, a carteira atrelada aos planos tradicionais evoluiu de R$ 38,3 bilhões para R$ 42,1 bilhões, alta de 9,84%. Nos demais produtos, FAPI, PRGP, VRGP, a alta de 0,62%.
As provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos de caráter previdenciário abertos – apresentaram saldo de R$ 218,8 bilhões em janeiro de 2011, com alta de 22,63% em comparação ao saldo registrado no mês mesmo em 2010, quando somaram R$ 178,4 bilhões.
As provisões de VGBL’s tiveram o crescimento mais expressivo. Saltaram 29,45% passando de R$ 98,1 bilhões para R$ 127 bilhões. As provisões do PGBL’s cresceram 25,71% em janeiro de 2011 passando de R$ 48,5 bilhões para R$ 56,2 bilhões. Nos planos tradicionais as provisões passaram de R$ 31,2 bilhões para R$ 34,9 bilhões no período, com alta de 11,82%.
Com relação a market share, os planos VGBL’s mantiveram a liderança no volume de provisões, com 58,07% do total, seguidos pelos PGBL’s, com 25,71%, enquanto os planos tradicionais contaram com 15,99%. Outros produtos – incluindo os Fapi – completam a equação, com 0,23%.[7]
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking de arrecadação em janeiro de 2011 com 29,33% do total dos aportes, seguida pela BrasilPrev (27,70%), Itaú Vida e Previdência (20,29%), Santander Seguros (7,14%), Caixa Vida & Previdência (6,32%), HSBC Vida e Prev. (3,73%), Icatu Seguros (0,93%), Sul America Seg. e Prev. (0,74%), Safra Vida e Prev. (0,71%), Porto Seguro (0,55%). As demais operadoras somam, no total, 2,57% da arrecadação de aportes.

Fonte: FINAPREVI

Insurance Summit 2011 discute oportunidades de negócio geradas pela Copa do Mundo e Olimpíadas

As principais tendências para o mercado de seguros serão discutidas no Insurance Summit 2011, evento inédito que a IBC promoverá nos dias 13 e 14 de abril, em São Paulo. O congresso reunirá presidentes e diretores das principais companhias de seguro, associações e corretoras para discutir assuntos como ascensão da classe C, microsseguros e oportunidades de negócio geradas pela Copa do Mundo e Olimpíadas. Corretoras têm 50% de desconto nas inscrições.
De acordo com o gerente de projetos da IBC e responsável pelo encontro, Murilo Durigan, a área de seguros está em franco crescimento. “O crescimento econômico tem impulsionado diversas áreas e o mercado de seguros é favorecido por este cenário”, analisa. “Mas é necessário discutir o futuro e identificar as áreas mais promissoras. O Insurance Summit nasce com a proposta de reunir os principais players e debater os rumos do mercado de seguros no país, além de ser o ambiente ideal para novos negócios”, afirma Durigan.
O evento terá início com um painel sobre as condições atuais do mercado de seguros no Brasil. Participarão dos debates o diretor executivo de grandes riscos da Allianz Seguros, Ângelo Colombo, o diretor geral da Catlin Brasil, Cid Abdrade, e o CEO da Miller do Brasil, Márcio Corrêa. Na sequência, um talk show com especialistas da Ace Seguradora e JLT RE mostrará como a copa do mundo e as olimpíadas podem influenciar os negócios.
Outro destaque do programa é a presença do presidente da Liberty Seguros, Luis Maurette. O executivo analisará os impactos da internet, mídias sociais e redes de mobilidade para a indústria do seguro e o perfil da nova geração de segurados. Em nova apresentação, o presidente da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), Luis López Vasquez, e o sócio diretor da Xelcon Consultoria, Marcelo Azevedo, falarão sobre modelos de negócio para o segmento de microsseguros.
O Insurance Summit debaterá ainda a ascensão da classe C e a gestão da previdência privada. O superintendente técnico da Mapfre Seguros, Roberto Carlos do Lago, analisará as exigências de uma classe média emergente e as soluções baseadas nas peculiaridades desse público. Completam o programa palestras sobre riscos ambientais, redução de sinistros e prevenção de fraudes. Os temas serão abordados por especialistas da PWC, Cunningham Lindsey International e Chubb do Brasil.
Após a sessão principal, dois workshops simultâneos encerrarão os trabalhos. O primeiro enfocará o setor de resseguros e será ministrado pelo sócio fundador do escritório Pellon & Associados, Sergio Ruy Barroso de Mello. Já o segundo workshop analisará o mercado de microsseguros e será ministrado pelos sócios da Demarest e Almeida Advogados, João Marcelos dos Santos e Juliane dos Santos.
O Insurance Summit 2011 é promovido pelo Informa Group com a marca IBC. A programação completa está disponível no site www.informagroup.com.br/seguros ou pode ser solicitada na Central de Atendimento da IBC pelo telefone 11-3017-6808 e pelo e-mail imprensa@informagroup.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Corretoras têm 50% de desconto nas inscrições.
AGENDA:
Insurance Summit 2011
Organização: Informa Group – IBC
Data: 13 e 14 abril de 2011
Local: Hotel Paulista Plaza – Alameda Santos, 85 – São Paulo – SP
Horário: das 08h30 às 18h30
Informações: 11-3017-6808 ou imprensa@informagroup.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Website: www.informagroup.com.br/seguros
SOBRE A IBC
A IBC – International Business Communications – está no Brasil há 12 anos, atuando como catalisadora de conhecimentos para o mercado empresarial, por meio de conferências, seminários e workshops para executivos em todos os setores da economia. Fundada em Londres em 1964, hoje a IBC integra o Informa Group (FTSE-250: INF), líder mundial em informação empresarial. www.informagroup.com.br

As principais tendências para o mercado de seguros serão discutidas no Insurance Summit 2011, evento inédito que a IBC promoverá nos dias 13 e 14 de abril, em São Paulo. O congresso reunirá presidentes e diretores das principais companhias de seguro, associações e corretoras para discutir assuntos como ascensão da classe C, microsseguros e oportunidades de negócio geradas pela Copa do Mundo e Olimpíadas. Corretoras têm 50% de desconto nas inscrições.
De acordo com o gerente de projetos da IBC e responsável pelo encontro, Murilo Durigan, a área de seguros está em franco crescimento. “O crescimento econômico tem impulsionado diversas áreas e o mercado de seguros é favorecido por este cenário”, analisa. “Mas é necessário discutir o futuro e identificar as áreas mais promissoras. O Insurance Summit nasce com a proposta de reunir os principais players e debater os rumos do mercado de seguros no país, além de ser o ambiente ideal para novos negócios”, afirma Durigan.
O evento terá início com um painel sobre as condições atuais do mercado de seguros no Brasil. Participarão dos debates o diretor executivo de grandes riscos da Allianz Seguros, Ângelo Colombo, o diretor geral da Catlin Brasil, Cid Abdrade, e o CEO da Miller do Brasil, Márcio Corrêa. Na sequência, um talk show com especialistas da Ace Seguradora e JLT RE mostrará como a copa do mundo e as olimpíadas podem influenciar os negócios.
Outro destaque do programa é a presença do presidente da Liberty Seguros, Luis Maurette. O executivo analisará os impactos da internet, mídias sociais e redes de mobilidade para a indústria do seguro e o perfil da nova geração de segurados. Em nova apresentação, o presidente da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), Luis López Vasquez, e o sócio diretor da Xelcon Consultoria, Marcelo Azevedo, falarão sobre modelos de negócio para o segmento de microsseguros.
O Insurance Summit debaterá ainda a ascensão da classe C e a gestão da previdência privada. O superintendente técnico da Mapfre Seguros, Roberto Carlos do Lago, analisará as exigências de uma classe média emergente e as soluções baseadas nas peculiaridades desse público. Completam o programa palestras sobre riscos ambientais, redução de sinistros e prevenção de fraudes. Os temas serão abordados por especialistas da PWC, Cunningham Lindsey International e Chubb do Brasil.
Após a sessão principal, dois workshops simultâneos encerrarão os trabalhos. O primeiro enfocará o setor de resseguros e será ministrado pelo sócio fundador do escritório Pellon & Associados, Sergio Ruy Barroso de Mello. Já o segundo workshop analisará o mercado de microsseguros e será ministrado pelos sócios da Demarest e Almeida Advogados, João Marcelos dos Santos e Juliane dos Santos.
O Insurance Summit 2011 é promovido pelo Informa Group com a marca IBC. A programação completa está disponível no site www.informagroup.com.br/seguros ou pode ser solicitada na Central de Atendimento da IBC pelo telefone 11-3017-6808 e pelo e-mail imprensa@informagroup.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Corretoras têm 50% de desconto nas inscrições.
AGENDA:
Insurance Summit 2011
Organização: Informa Group – IBC
Data: 13 e 14 abril de 2011
Local: Hotel Paulista Plaza – Alameda Santos, 85 – São Paulo – SP
Horário: das 08h30 às 18h30
Informações: 11-3017-6808 ou imprensa@informagroup.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Website: www.informagroup.com.br/seguros
SOBRE A IBC
A IBC – International Business Communications – está no Brasil há 12 anos, atuando como catalisadora de conhecimentos para o mercado empresarial, por meio de conferências, seminários e workshops para executivos em todos os setores da economia. Fundada em Londres em 1964, hoje a IBC integra o Informa Group (FTSE-250: INF), líder mundial em informação empresarial. www.informagroup.com.br

Fonte: Group Latin America

Mercado de seguros cresce com aperto da CVM

O mercado de seguros para responsabilidade civil de administradores e conselheiros de companhias abertas, conhecido como D&O, cresceu de R$ 93 milhões em seguros arrecadados em 2009 para R$ 151 milhões em 2010. No outro lado, os gastos das seguradoras com sinistros também subiram de R$ 11 milhões com sinistros em 2009, contra R$ 63 milhões em 2010, de acordo com levantamento da Zurich no sistema da Susep.

A Zurich, vice-líder no setor, arrecadou R$ 36,7 milhões em 2010, contra R$ 19 milhões em 2009. Perdeu somente para o Itaú que continuou no topo com R$ 42,8 milhões arrecadados nesse tipo de seguro. “Preferimos desembolso em termo de acordo.

É mais vantajoso encerrar no início. Se o segurado aceitar fazer acordo com a CVM, temos de consentir”, destaca o diretor de linhas financeiras da Zurich, Eduardo Pitombeira

Fonte: Negocio Online