Todos os post de Garra Seguros

Especialista em seguros (31)4103-4652

Seguros para pessoas registram alto crescimento

O crescimento e o fortalecimento da economia trouxe, além do aumento do consumo das famílias, uma outra tendência de mercado: o planejamento familiar. Para isso, são inúmeros os produtos disponíveis no mercado. Porém, não há um produto que tenha registrado tanto crescimento quanto os seguros para pessoas.

Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), somente no primeiro semestre deste ano, a venda de seguros cresceu 13,3% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando R$ 7,4 bilhões.

A região Sudeste é a maior responsável pela receita, 65,6%, seguida pela região Sul, com 17,3%, Centro-Oeste (8,5%), Nordeste (6,6%) e Norte (1,7%). Por modalidade, o seguro de vida individual bateu a marca de R$ 514 milhões, alta de 32,3% na comparação com os R$ 388,3 milhões registrados no mesmo período de 2009. “Foi o melhor resultado dos últimos seis anos”, disse o presidente da Fenaprevi, Marco Antonio Rossi. O levantamento não inclui o plano de caráter previdenciário, por possuir cobertura por sobrevivência.

“O maior volume de vendas de seguros de vida individual deve-se ao aumento de renda e oferta de crédito, principalmente para as classes C e D, que ascenderam e estão tendo mais acesso ao consumo”, disse Rossi. Um exemplo é da funcionária pública Beatriz de Lourdes do Nascimento, 31. Após conquistar a estabilidade no trabalho, ela adquiriu um seguro de vida para o pai, tendo como beneficiários toda a família. “Pago pouco por mês e, na falta do meu pai, não vou precisar me preocupar com dinheiro ou custos com velório”, disse.

A securitária Eliane Peluci, 43, convive com o mercado de seguros e há cinco anos paga seguro de vida para não deixar os filhos, atualmente com 20 e 18 anos, sem qualquer recurso para planejamento familiar pós-morte.

PROFISSIONAL. O consultor de seguros Guilherme Ciarrochi Ferreira, da Mongeral Aegon, disse que as pessoas entre 30 e 45 anos são as que mais contratam seguro de vida. Segundo ele, são pais de família que pensam em deixar recursos quando faltar, ou casais onde ambos trabalham e têm vida ativa, e os profissionais liberais que, aplicam recursos na iniciativa privada para garantir aposentadoria ou uma renda mensal.

No Brasil, a regulação dos seguros de vida é feita pela União. A idade mínima para aderir ao processo é 14 anos. Não há limite máximo, porém, de acordo com a operadora, há um tempo de carência que pode variar de meses há até dois anos. Entre os mais tradicionais tipos de seguro, há o comum e o resgatável. No comum, o pagamento mensal é menor e não há possibilidade de resgate. Já no resgatável, as contribuições são maiores e, indicado para quem pode pagar mais.

Para o economista Antonio Carlos de Azevedo Lobão, o mais importante na hora de contratar um seguro de vida é saber o perfil da seguradora, se tem liquidez e há quanto tempo atua no mercado. (AAN)

Mercado vai atingir a massa

As transformações no mercado de seguros de vida são constantes. Porém, nenhuma delas mexe tanto quanto à possibilidade de regulamentação dos microsseguros que, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), têm potencial para atingir um público estimado em 100 milhões de pessoas. Já existem algumas iniciativas pioneiras em seguros massificados. No caso da ACE Seguradora, foi criado seguros de baixos valores para moradores do Morro Santa Marta, em Botafogo, no Rio de Janeiro, que foram vítimas das chuvas. A Bradesco Vida e Previdência lançou também neste ano o “Primeira Proteção Bradesco”, que custa R$ 3,5 mensais e garante indenização de R$ 20 mil para cobertura de morte e invalidez. Segundo a assessoria de imprensa do banco, o produto já vendeu mais de 300 mil apólices no país. (AAN)

Fonte :Gazeta Ribeirao

TJ instaura processo administrativo de juízes envolvidos no caso DPVAT

Os desembargadores integrantes do Pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), durante sessão administrativa realizada na manhã desta terça-feira (05), decidiram, à unanimidade de votos, instaurar processo administrativo disciplinar contra juízes envolvidos na suposta fraude do seguro DPVAT.

Uma operação desencadeada pela Polícia Civil de Alagoas, em janeiro deste ano, cumprindo mandados de prisão da 17ª Vara Criminal da Capital – Crime Organizado, prendeu pessoas acusadas de fraudar o seguro obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores (DPVAT). Pelas investigações, advogados, juízes e servidores públicos estariam envolvidos no esquema.

Um dos desembargadores integrantes do Pleno do TJ/AL, ressalvando-se o corregedor-geral e a presidente, será sorteado para presidir o inquérito, apresentando as conclusões que serão levadas posteriormente à análise dos demais membros do TJ.

Os juízes processados são: Almi Hilário da Silva (aposentado), John Silas da Silva, Orlando Rocha Filho, George Leão Omena, Rômulo Vasconcelos de Albuquerque, Jandir de Barros Carvalho e Aderbal Mariano da Silva.

Fonte :GAZETA WEB

Menos de 10% dos lares do País possuem seguro residencial

Menos de 10% dos lares do País possuem seguro residencial, segundo cálculos do setor. A falsa sensação de que o produto custa caro ou por considerar que não é importante proteger a casa ou apartamento – na maioria das vezes o principal patrimônio da família -, embora faça isso com o veículo, são um dos maiores entraves para contratação dessa modalidade de seguro pelos brasileiros.
A Allianz Seguros oferece para esse público o seguro Residência Essencial, que cobre os principais riscos a que os imóveis estão expostos. O produto vem com a proposta de ser acessível ao bolso do público e facilitar o entendimento das coberturas – excluindo o “segurês”. A venda também deverá ser facilitada para o corretor. “Posicionamos o produto de uma forma objetiva. É como se ele retirasse da prateleira e colocasse à disposição do seu cliente”, comenta Rafael Rodrigues, superintendente de seguros patrimoniais da Allianz.
O Residência Essencial é uma apólice de um ano de vigência que traz coberturas de primeira necessidade do segurado, a um custo reduzido e com um pacote de assistência 24 horas. “Nossa intenção foi entregar um produto autoexplicativo ao mercado e desmistificar a ideia que o brasileiro faz do custo deste produto”, destaca Rodrigues.

Preço
Com seis tipos de planos, variando apenas o preço, o seguro sai a partir de R$ 76,70 ou quatro parcelas de R$ 19,18 por ano, pagos em até quatro vezes sem juros. O produto, desenhado após pesquisa feita no mercado e dentro da própria carteira, oferece coberturas como despesa com aluguel, dano elétrico, vendaval, roubo e furto, responsabilidade civil familiar e quebra de vidros. O segurado conta também como uma gama de serviços oferecidos na Assistência 24 horas, com destaque para o check-up domiciliar, chaveiro, eletricista, hidráulico, entre outros. Mais informações sobre o produto podem ser obtidas no site www.allianz.com.br/residenciaessencial.

Fonte: Revista Apólice

MTE paga mais de R$ 160 milhões a vítimas de chuvas do Nordeste

O Ministério do Trabalho e Emprego pagou R$ 162.155.140,28 a 192.521 cidadãos vítimas das chuvas que atingiram suas cidades nos estados de Alagoas e Pernambuco no último mês de junho. Os valores se referem a saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), parcelas extras do Seguro Desemprego e a antecipação do Abono Salarial.

Entre os saques dos FGTS, foram pagos R$ 34.452.406,63 a 30.946 moradores de 19 cidades de Alagoas atingidas pela calamidade. Em Pernambuco, 42.124 moradores de 28 municípios sacaram R$ 65.940.966,45 das contas vinculadas.

Também foram pagos R$ 2.755.277,20 em parcelas extras do Seguro Desemprego a 3.752 cidadãos que moravam nas áreas devastadas pelas chuvas. Eles já vinham recebendo as parcelas do benefício, mas devido a catástrofe, foram contemplados com mais duas. Outra medida adotada pelo Governo Federal foi a antecipação do Abono Salarial a 115.699 trabalhadores dos dois estados, que receberam, no total, R$ 59.006.490,00.

A prorrogação do pagamento do Seguro Desemprego foi uma decisão do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), publicada no Diário Oficial do dia 8 de julho. Quanto ao saque do FGTS, este já é garantido pelo decreto 5.113/2004, que permite a liberação do fundo para moradores de regiões que estejam sob decreto de calamidade pública ou situação de emergência. A medida de antecipar o calendário de recebimento do Abono Salarial, no valor de um salário mínimo, também foi anunciada pelo MTE, como forma de auxiliar a população afetada pela tragédia no Nordeste.

“Essa é a prova concreta da importância dos dois maiores fundos do país. Medidas como essas só dão ao trabalhador a certeza de que ele será amparado principalmente nas horas mais difíceis”, disse o ministro Carlos Lupi.

Fonte: Gazeta Web