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Apesar de o valor do automóvel cair, seguro é reajustado

O carro desvaloriza, mas o valor do seguro aumenta. O movimento, que já surpreende segurados com frequência, tem a ver com letras miúdas do contrato, daquelas a que os clientes raramente atentam no momento da contratação. O reajuste geralmente fica em torno de 1,5% do valor do seguro, o que pode soar inexpressivo na porcentagem mas chega, às vezes, a R$ 300. “Muitas vezes, por causa de R$ 100, os clientes decidem por planos mais baratos. Portanto, reajustes dessa ordem fazem diferença sim”, diz Luciana Santana, diretora técnica da consultoria e assessoria em seguros LifeInsurance.

As diferenças entre as tabelas das diversas seguradoras, no que diz respeito à taxação do sinistro, é o que gera variações de preços enormes em casos específicos. O trabalho do corretor de seguros Cláudio Vinícius Paiva é justamente driblar esse comportamento do mercado, trocando uma seguradora por outra, evitando que os clientes paguem a mais. “Ao orçar seguros para determinados veículos, percebemos que os preços variam entre R$ 3,5 mil e R$ 15 mil. E estamos falando do mesmo carro – o que impacta a variação é simplesmente a maneira que aquela seguradora taxa o sinistro”, diz Paiva, referindo-se a orçamentos feitos na tarde dessa quarta-feira, com seis seguradoras diferentes, para uma Ford Ranger XLP cabine dupla Turbo Diesel 2012.

Fatores diversos influenciam esse preço, segundo a Confederação Nacional das Seguradoras. A instituição lembra que a atuação das dezenas de seguradoras é livre quanto aos valores praticados junto ao consumidor – e a variação é sempre relativa ao risco. Os preços são ajustados de acordo com o veículo, o motorista, a região, entre várias outras variáveis. Quando a frequência de roubo e furto sobe em determinada região, o preço do seguro sobe, proporcionalmente.

O contrário também acontece, como destaca Luciana: “No Rio de Janeiro, nas regiões com favelas que tiveram atuação de unidades pacificadoras de policiamento (UPPs), com redução da violência e da estatística de roubos, os seguros ficaram mais baratos”. O volume de dados estatísticos considerados refletem mudanças comportamentais, que impactam, e muito, nos preços, segundo a consultora. Entre todas as variáveis, a que tem mais peso é a faixa etária do motorista – responde por 18% da variação, segundo ela.

A planilha leva em conta, contudo, outros tipos de relações – muitas vezes ocultas nas perguntas que são feitas no momento da contratação, para definição do perfil do segurado. Segundo Luciana, quando a seguradora quer saber, por exemplo, dados pessoais como números de filhos ou relações familiares, mapeia os parentes do usuário e, com isso, consegue taxar o risco e o valor que aquelas pessoas darão ao veículo: “Um jovem que acaba de ganhar um carro, com 18 anos, pode não dar a ele o mesmo valor que um outro que teve de trabalhar cinco anos para comprar um veículo”.

Por mais subjetivas que sejam, informações assim entram na planilha de cálculo, em sistemas computacionais que avaliam o risco e redefinem os valores dos seguros. Na percepção da consultora, ítens como “família”, inimagináveis há 15 anos, adquirem cada vez mais peso na avaliação final, a partir do impacto de novas estatísticas, atualizadas mensalmente. As seguradoras não admitem que o aumento da circulação de carros de luxo (que encarece as indenizações por danos a terceiros) pode impactar o reajuste.

Repasse

Quem vive o dia a dia desse mercado, contudo, sabe que o repasse pode ser prática inevitável – e não apenas para quem tem o prazer de ser o dono do carrão. “Se a empresa está indenizando mais, pagando mais caro nas indenizações, com reparos que cobram preços mais altos, é lógico que os seguros também sejam mais caros, porque o custo será claramente repassado para os clientes”, destaca Paiva, lembrando que o que as seguradoras fazem é administrar as verbas recolhidas dos clientes.

Outro item determinante para o aumento do valor de seguro mesmo com a depreciação do bem é justamente a dificuldade técnica em se encontrar peças para carros que começam a ficar antigos. “É por isso que as empresas, muitas vezes, se recusam a segurar carros com mais de 10 anos”, sustenta Luciana.

Para o gerente da Accord Administradora e Corretora de Seguros, Nilson Mendes Ferreira, o volume estatístico de clientes que tiveram os seguros reajustados mesmo com a redução do valor do carro ainda não é expressivo, e chama atenção para o contraponto, impulsionado justamente pelas tradicionais leis de oferta e procura: “São muitas as seguradoras que oferecem os seus serviços, e esse mercado inchado as leva à redução dos valores. Se aumenta, é porque realmente não havia mais onde cortar, porque hoje, com a competição, elas tentam segurar ao máximo o repasse de valores”.[2]

DPvat sem reajuste

O cogitado reajuste do seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) não se concretizou. O aumento foi considerado em agosto do ano passado, com o objetivo de aumentar a arrecadação de verbas para a saúde pública. Hoje, o valor é de R$ 101,16 para veículos pequenos e não varia entre os estados. O seguro gera fundo para o pagamento de indenizações a vítimas de acidentes de trânsito, em casos de morte e invalidez total ou parcial. Em caso de morte, o valor é de R$ 13,5 mil. Esse é o teto em caso de impossibilidade permanente, conforme o grau da invalidez. O reembolso de despesas médicas e hospitalares vai até R$ 2,7 mil.

Fonte: Segs.

Porto Seguro conta com Centro de Atendimento Rápido no Morumbi

A Porto Seguro conta com uma unidade do Centro de Atendimento Rápido (CAR) no bairro do Morumbi, na Avenida Giovanni Gronchi, 5420. No CAR, segurados de automóvel Porto Seguro, Itaú e Azul podem agilizar os procedimentos necessários para liberar o conserto de seus veículos, em caso de sinistro. Na Grande São Paulo, a Companhia também possui unidades do CAR em bairros como Interlagos, Mooca e Penha, além de Barueri (Alphaville), Diadema, Guarulhos, Osasco, Santo André e Mogi das Cruzes.

Nas unidades prestadoras do serviço, a vistoria do automóvel e a autorização para o reparo são feitas imediatamente. E o segurado ainda pode optar por carro extra ou descontos no valor da franquia, conforme condições dos produtos e cláusulas contratadas.

“Os segurados ganham tempo ao utilizar o CAR, porque tudo é feito em um único local”, explica Marcelo Sebastião, Diretor de Auto da Porto Seguro. “Após a entrega do veículo pelo cliente, todas as responsabilidades quanto ao conserto são assumidas pela seguradora, que ainda proporciona ao segurado escolher o benefício que melhor atende às suas necessidades”, completa.

Como funciona:

• Se bater o carro e ele estiver rodando, vá até o CAR mais próximo. Caso contrário, acione o guincho. Ele encaminhará o veículo até o CAR indicado para esse tipo de atendimento.

• O atendimento é realizado e o sinistro é liberado na hora.

• Você solicita o desconto na franquia e/ou o carro reserva*.

*Os benefícios variam de acordo com o produto e a cláusula contratados e são válidos desde que seja escolhida uma oficina referenciada.

Porto Seguro Auto

25% a 45% de desconto na franquia, conforme a classe de bônus; ou carro reserva por 7 dias.

Atendimento

Se o carro estiver rodando, o cliente leva até a oficina. Caso contrário, o guincho leva. Depois do reparo, o cliente paga a franquia e retira o veículo no próprio CAR.

Seguro Auto Itaú

25% de desconto na franquia para pagamento à vista**, 20% em até 3 vezes*** ou carro reserva por 7 dias. Correntista Itaú tem mais 15 dias de carro reserva.

Atendimento

Se o carro estiver rodando, o cliente leva até a oficina. Lá, o segurado irá pagar a franquia e retirar o veículo depois do reparo.

Azul Seguro Auto

Desconto 15% na franquia (em caso de indenização parcial) e carro reserva por 8 dias (benefício concedido somente em caso de indenização integral).

Atendimento

Se o carro estiver rodando, o cliente leva até a oficina. Lá, o segurado irá pagar a franquia e retirar o veículo depois do reparo.

*Benefícios disponíveis de acordo com as condições próprias de cada seguro e conforme cláusulas contratadas pelo segurado
** Limitado a R$ 400,00 para pagamento
*** Limitado a R$ 300,00 para pagamento

Ao todo, são mais de 50 unidades dos Centros de Atendimento Rápido em todo o País, além das novas unidades implantadas gradativamente. “Os CARs são um dos primeiros serviços aprimorados após a associação entre Porto Seguro e Itaú Unibanco”, comenta Sebastião. “A ideia é continuar a criar mais vantagens como essa, a partir da experiência de cada uma das empresas e sempre em benefício dos segurados”, finaliza.

Serviço:
Centro de Atendimento Rápido Morumbi – São Paulo (SP)
Endereço: Avenida Giovanni Gronchi, 5420 – Vila Andrade
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8h15 às 17h30.
Informações: (11) 3771-7000
Confira outros endereços e mais informações: www.portoseguro.com.br/car

Fonte: Segs.

Consumidor deve pedir seguro contra enchente

Nem todas as apólices se responsabilizam por danos causados aos carros submersos; clientes precisam requerer essa cobertura durante a temporada de verão, muitas cidades são atingidas pelas fortes chuvas que causam diversas catástrofes, entre elas, as enchentes. Diante disso, não são poucas as pessoas que acabam perdendo seus carros, submersos nas águas das chuvas.

Além de todo o trauma psicológico, a maioria ainda tem que enfrentar problemas com seu seguro, que muitas vezes não cobre os danos ao carro.

Desde 2004, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) determinou que todos os contratos com cobertura total também tenham responsabilidade em caso de submersão total ou parcial em água doce. No entanto, os seguros podem recorrer de diversas formas, principalmente se o cliente se colocou em uma situação de risco, como tentando atravessar um alagamento.

Segundo Renata Reis, do Procon de São Paulo, “se a seguradora constatar que houve agravamento por parte do cliente, como os que tentam atravessar alagamentos, ela não tem a obrigação de cobrir os danos ao veículo.”

Por isso, é bom ficar atento. Quando as tempestades se iniciam, vale a pena conferir se o trajeto tem pontos de alagamento. Se você for pego desprevenido, fique atento ao nível da água, como aconselha a empresa Allianz Seguros. O motorista nunca deve passar caso a água ultrapasse a altura do centro da roda, já que, nessa situação, é impossível ver se existem buracos no caminho, sendo essa a causa de graves acidentes.

De olho na apólice

O advogado securitário Kleber Zanchim, da SABZ Advogados, diz que se a apólice tiver uma cláusula específica excludente sobre enchentes ou mesmo uma de “força maior”, é provável que a seguradora não se responsabilize pelos danos.

O especialista afirma que a melhor forma de se proteger é conversar com o corretor de seguros para analisar detalhadamente se a apólice inclui esse tipo de cobertura. Zanchim ainda aconselha aos clientes, que compraram um seguro, a enviar um questionário formal à seguradora perguntando sobre essa cobertura, “recebendo uma resposta formal o consumidor tem como provar as promessas da seguradora”.

Além disso, é preciso avisar a seguradora logo após a ocorrência, para que uma vistoria imediata seja feita, comprovando que o carro foi prejudicado pela chuva. “Mesmo que o carro esteja funcionando é necessário esse tipo de avaliação, porque se o prazo do sinistro acabar e o carro começar a mostrar problemas decorrentes da enchente, não há nada que se possa fazer” aconselha Zanchim.

Já os consumidores com seguro parcial na maioria das vezes têm que arcar com os gastos de conserto e higienização sozinhos e não têm possibilidades de recorrer se na apólice constar qualquer tipo de exclusão.

A situação também é preocupante para aqueles que não têm seguro. Os órgãos públicos não se responsabilizam por nenhum dano causado pelas enchentes aos carros, sobrando para o dono todo o prejuízo.

Fonte: Band.com.br

Seguro de vida qual a importancia

O mais importante sobre seguro de vida é saber o que você realmente necessita. O mercado de seguro é bem vasto e sem saber sobre as suas necessidades fica difícil adequar uma apólice que se adeque de acordo com o seu perfil. O valor a ser pago pelo segurado também será de acordo com o seu perfil.

Com por exemplo: o quanto você opta em receber em caso de morte ou invalidez? Quanto mais velho mais caro o seguro será; o sexo do segurado já que as mulheres tendem a viver mais que os homens; e ainda se você é fumante etc. Com isso, todos os possíveis riscos serão contados no ato da apólice. Em resumo, um seguro de vida é determinado pelo capital segurado e a expectativa de vida.

Além disso, saiba que o seguro de vida tem uma vigência de 12 meses e a renovação ocorre automática, desde que não haja desistência da seguradora ou do segurado. Você também pode alterar os nomes dos beneficiários desde que você faça a solicitação por escrito e pelo próprio segurado. Outros fatores variam de acordo com a apólice de cada segurado.

Leia o contrato com bastante atenção e tira todas as dúvidas com o seu corretor ou instituição. E por cima, verifique se a empresa é de confiança e se tudo o que necessita foi estipulado nas cláusulas. E caso não esteja satisfeito com o serviço é sempre possível cancelar o contrato ou mudá-lo no ato da renovação.

Fonte: Seguro Consulte.