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Planos de saúde terão limite de tempo para atendimento

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está de olho nas “filas de espera”, que chegam a dois meses, para atendimento de profissionais como ginecologistas e neurologistas, via convênios médicos.

A ANS iniciou uma pesquisa, que vai até o próximo dia 5, em que as operadoras de planos de saúde compulsoriamente deverão enviar dados sobre o tempo que levam para autorizar procedimentos demandados pelos consumidores. O próximo passo será criar um grupo técnico para discutir uma regra definindo o tempo máximo para essa espera. No Brasil, são 43,1 milhões de usuários de planos de saúde. Em Pernambuco, há 1,1 milhão.

Em março passado, às vésperas de deixar a presidência da agência reguladora, o ex-titular da ANS, Fausto Santos, adiantou que o órgão já estudava uma norma para amenizar a demora, que virou recorrente no mercado. Ele admitiu distorções na saúde privada, em especial o fato de os médicos e profissionais da área darem preferência a atendimentos particulares, em detrimento de consumidores de planos.

Na ocasião, o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge Nordeste), Flávio Wanderley, afirmou que a demora nos atendimentos seria fruto de decisões dos próprios médicos, que preferem estabelecer cotas para os clientes de planos, com remuneração mais baixa, justamente para deixar mais espaço na agenda para pacientes particulares, que pagam o valor integral da consulta.

Para a presidente da Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), Renê Patriota, o maior problema é o modo como os planos estruturam suas redes de atendimento, que em geral passaram a dar preferência à chamada rede preferencial. Ou seja, criaram consultórios próprios para atender a seus clientes, com uma rede auxiliar de profissionais bastante enxuta.[2]

Através da pesquisa com as operadoras, a agência reguladora vai mapear o passo a passo das liberações de coberturas, desde o momento em que as empresas autorizam os procedimentos solicitados pelos consumidores até a realização efetiva da prestação dos serviços.

Fonte: Jornal do Commercio-PE 29 de Junho de 2010 17:22

Bradesco é única empresa da AL em evento mundial sobre microsseguros

A  Bradesco Seguros e Previdência é a única empresa/instituição da América Latina a participar do Global Microinsurance Summitt, evento que será aberto nesta quarta-feira (30) em Paris – no Crowne Plaza Hotel – e prosseguirá até sexta-feira.

Tido como o mais importante evento sobre microsseguros deste primeiro semestre, o Global Microinsurance Summitt terá como palestrantes especialistas tais como Graig Churcill (Suiça), maior referência no mundo sobre o assunto, que é também presidente da Microinsurance Network e membro da Organização Mundial do Trabalho; David Dror (India), fundador e presidente da Microinsurance Academy; Fracois Xavier Albouy (França), presidente executivo da Planet Garantee; e Richard Leftkley (Inglaterra), presidente da MicroEnsure.

O Brasil será representado por Eugênio Velasques, diretor executivo da Bradesco Seguros e Previdência.

O encontro reunirá mais de 200 especialistas do segmento de microsseguiros. A participação da seguradora brasileira se dará em dois momentos. O primeiro, já nesta quarta-feira, durante o painel “Inovadoras Formas de Distribuição e Praticas de Marketing Viáveis a Custos Mais Baixos Que Permitam a Penetração no Mercado de Microsseguros”. O segundo será na sexta-feira, durante uma mesa redonda com a presença dos principais palestrantes.[2]

O programa completo e demais informações estão disponíveis no site: http://www.c5-online.com/microinsurance.htm.

Fonte:  Jorge Clapp/cqcs

29 de Junho de 2010 17:19

Mercado de seguros movimenta 3,4% do PIB brasileiro em 2009

Composto por 115 seguradoras, o mercado nacional de seguros movimentou mais de R$ 107 bilhões em 2009, número que corresponde a 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Cerca de 50% deste total retornou à sociedade em indenizações de seguros gerais, cifra que coloca o Brasil na 17ª posição mundial deste segmento. No caso dos seguros relacionados à saúde humana, 83% do valor arrecadado voltou para a sociedade.

“Esses números são reflexos da retomada da economia mundial, mas também mostram claramente que a sociedade está cada vez mais consciente do papel positivo que os seguros têm. Eles são o que nós chamamos de bem necessário”, analisa o presidente do Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg SP), Mauro Batista.

As modalidades de seguros são cada vez mais compreendidas como instrumentos de proteção e reparação indispensáveis. A implantação do seguro na sociedade está relacionada com o mutualismo (interação que traz benefício para ambas as partes envolvidas) e previdência (capacidade de manter reserva).

“As carteiras estão se diversificando para atender as novas necessidades das pessoas, e neste aspecto os seguros praticados em outros mercados servem de modelo”, comenta Mauro Batista.

Fonte : (Redação – Agência IN)

RSA Seguros entra no jogo da Copa de 2014

Companhia será responsável pelo seguro das obras do estádio Verdão, de Cuiabá, maior apólice relacionada ao evento negociada até agora.

A RSA Seguros acaba de firmar o maior contrato de seguro para a Copa do Mundo de 2014 até o momento. A Companhia será responsável pela apólice das obras do novo Estádio Governador José Fragelli, o Verdão, que sediará em Cuiabá (MT) os jogos do Mundial, avaliadas em R$ 342 milhões.

Em parceria com a corretora Mondial de Belo Horizonte, a RSA será a líder nas apólices de Riscos de Engenharia e seguro de Responsabilidade Civil para a obra, que tem a duração prevista de 26 meses.O projeto do Verdão contempla uma nova arena com 107 mil metros quadrados de área construída, capacidade para 42 mil torcedores e estacionamento para 15 mil veículos.

“A conquista deste negócio reforça a nossa estratégia de crescimento acelerado na carteira de Riscos de Engenharia, tanto nas obras relacionadas ao segmento imobiliário, quanto nos projetos mais complexos, sobretudo obras de infraestrutura”, revela o diretor Comercial da Companhia, Ariel Couto.

O setor espera um forte crescimento nos próximos anos diante dos investimentos previstos para infraestrutura em eventos como Copa do Mundo e Olimpíada, projetos para exploração do pré-sal e Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

“A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 trarão inúmeras oportunidades para o mercado de seguros no Brasil e estamos atentos para aproveitá-las”, afirma Ariel. “Montamos um time internacional para investigar a nossa atuação em eventos similares ocorridos em outros países e buscaremos replicar esta experiência aqui no Brasil”, completa.

A RSA Seguros tem know-how global nesse tipo de projeto, já que foi a seguradora líder nos segmentos de Riscos de Engenharia, Property e Casualty nos projetos relacionados à Olimpíada de Londres, em 2012.

Perfil

A RSA Seguros, conhecida anteriormente como Royal & SunAlliance, é um dos maiores grupos seguradores do mundo, com um legado de 300 anos, negócios em mais de 130 localidades e operações em 28 países. A Companhia tem cerca de 22 mil funcionários e, em 2009, registrou prêmios de £6,7 bilhões.

A RSA Seguros atua, no Brasil, com foco em seguros corporativos e de afinidade, é a terceira maior em seguros para embarcadores (Transporte Internacional + Transporte Nacional) e oferece produtos diversificados também nos segmentos Transporte, Bens Patrimoniais, Frotas de Automóveis, Engenharia, Responsabilidade Civil, Vida, Acidentes Pessoais.[2]

Em 2009, a RSA Seguros recebeu o prêmio de Melhor Desempenho Econômico-Financeira na carteira de Transportes Internacional, pelo oitavo ano consecutivo e foi premiada também pelo Programa de Relacionamento com o Corretor. [www.rsaseguros.com.br]

Fonte:    Revista Fator 29/06/2010