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Bradesco Vida e Previdência aumenta sua participação em Planos Empresariais no Estado

A receita dos planos empresariais da Bradesco Vida e Previdência no Estado do Amazonas registrou nos cinco primeiros meses deste ano um crescimento de 85%, atingindo R$ 10 milhões, segundo levantamento da empresa. Para se ter uma idéia do que isso representa, a receita total do mercado brasileiro de planos empresariais teve uma evolução de 29%, no mesmo período.

O crescimento é reflexo da forte atuação da Bradesco Vida e Previdência no Estado junto às empresas de pequeno, médio e grande porte.

Adriano Martins afirma que, em termos de planos empresariais, a Bradesco Vida e Previdência contabiliza atualmente em todo o Brasil cerca de 47,5 mil empresas participantes, que representam cerca de 20% do faturamento da empresa.

No Amazonas, são cerca de 800 empresas conveniadas. “Para ter e manter profissionais de bom nível é preciso oferecer além de bons salários, proteção à suas famílias”, esclarece, ressaltando que os planos de previdência têm se tornado cada vez mais uma opção das empresas na retenção de talentos, para enfrentarem um mercado altamente competitivo.

Segundo ele, a cada concorrência de planos previdenciários, a Bradesco Vida e Previdência aloca a sua equipe de especialistas com sólida experiência na área para desenvolver uma proposta sob medida, atendendo a características e especificidades de cada um, de acordo com suas políticas de recursos humanos. “As empresas que têm planos de previdência privada e seguros de vida no Amazonas, deve crescer aceleradamente nos próximos anos”, revela. “O Amazonas tem crescido muito acima da média nacional e a tendência é que empresas de todos os setores passem a oferecer mais benefícios para seus colaboradores”, afirma.

A Bradesco Vida e Previdência -

A Bradesco Vida e Previdência é líder no mercado nacional, com carteira de investimentos em previdência privada de R$ 69,3 bilhões em Abril/2010, correspondendo a 35,7% do de participação no mercado.

De janeiro a abril de 2010, a arrecadação em planos de previdência privada em todo o Brasil superou a marca de R$ 4,37 bilhões, sendo R$ 868 milhões referentes a planos empresariais e R$ R$ 3,5 bilhões a planos individuais. Atualmente, há mais de 2 milhões de participantes nos planos de Previdência Privada da Bradesco Vida e Previdência, contingente que representa aproximadamente 27% dos participantes de todo o mercado.[2]

No segmento de Seguros de Vida a empresa detém 16,75% de participação de mercado, tendo arrecadado R$ 830 milhões de prêmios de Seguros de Vida e Acidentes Pessoais de janeiro a abril de 2010. O mercado como um todo registrou R$ 4,96 bilhões de prêmios no segmento, no mesmo período.

Fonte:Revista Fator

Aumento aos aposentados representará R$ 700 milhões a mais no País

O aumento de 7,72% concedido aos aposentados  que recebem mais de um salário mínimo representará R$ 700 milhões a mais na economia brasileira.

A afirmação é do ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, que ainda revela que o volume de recursos não deve influir na inflação nem provocar aumento do déficit da Previdência, já que a arrecadação está crescendo. “Isso vai ajudar os aposentados e aposentadas. Não vai gerar inflação. Esses R$ 700 milhões não têm poder de gerar inflação, vai ajudar os aposentados no seu dia a dia”.

Segundo informações da Agência Brasil, o ministro disse que os aposentados que têm direito ao reajuste poderão sacar o valor com o aumento em agosto.

O reajuste não será pago em junho, reiterou Gabas, uma vez que o aumento foi aprovado no Congresso Nacional quando a folha de pagamento já havia fechado.

Reajuste

O reajuste de 7,72% para as aposentadorias acima de um salário mínimo foi sancionado no 15 de junho pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a equipe do governo, a medida trará um impacto adicional de R$ 1,6 bilhão aos cofres públicos em 2010.

Entretanto, o presidente garantiu que não haverá redução em investimentos, mas em custeio e em emendas parlamentares.

Fonte:Infomoney

Deficit da Previdência Social atinge R$ 2,589 bilhões em maio

A Previdência Social  registrou um deficit de R$ 2,5 bilhões em maio deste ano, puxado pelas contas no setor rural, que fecharam em R$ 3,327 bilhões negativos. O setor urbano, por sua vez, teve um resultado positivo de R$ 1,170 bilhão (sem considerar despesas com pagamento de sentenças judiciais e comprovação judiciária – Comprev).

Na área urbana, a arrecadação  atingiu R$ 16,1 bilhões no quinto mês do ano – segundo maior valor da serie histórica – ao apresentar crescimento de 1,1% frente a abril e de 10,1% frente a maio de 2009.

Os benefícios pagos na área urbana, por sua vez, atingiram R$ 14,984  bilhões, valor 1% inferior ao de abril e 6,1% maior que o do mesmo mês do ano passado, devido ao aumento do salário mínimo de R$ 465 para R$ 510.

Área rural

A arrecadação na área rural cresceu 6,9% na comparação com abril, atingindo R$ 426,8 milhões. Frente a maio do ano passado, houve queda de 14,5%.

O pagamento de benefícios na área rural apresentou queda de 1% frente ao quarto mês do ano e ficou em R$ 3,75 bilhões. Em maio do ano passado, o valor havia sido de R$ 3,537 bilhões, o que remete a uma alta de 6,1%.

A necessidade de financiamento na área rural ficou 2% abaixo da registrada em abril deste ano, de acordo com os dados do RGPS (Regime Geral da Previdência Social).

Fonte:Infomoney

Previdência Social paga mais de 23 milhões de benefícios em maio

A Previdência Social pagou 23,797 milhões de benefícios em maio deste ano, incluindo os previdenciários e acidentários. Na comparação com o quinto mês de 2009, houve um crescimento de 3,2% no número de benefícios pagos, informou o ministério em balanço sobre o sistema divulgado nesta quarta-feira (23). Somente as aposentadorias somaram 15,271 milhões de benefícios, número 3,9% superior ao registrado em maio do ano passado. Valores O valor médio dos benefícios pagos pela Previdência nos cinco primeiros meses do ano foi de R$ 719,20, registrando crescimento de 32,9% em relação ao mesmo período de 2003. Dos benefícios pagos em maio deste ano, 69,5% tinham valor de até um salário mínimo, o que representa 19 milhões de beneficiários diretos. Na área urbana, 47,4% dos benefícios tinham valor de até um salário mínimo e foram pagos a 7,5 milhões de beneficiários diretos. Já na área rural, 99,3% dos benefícios pagos são de até um mínimo, número que corresponde a 8 milhões de beneficiários.

Fonte:Infomoney