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Saiba escolher o seguro certo para sua casa ou seu apartamento

Muitas vezes, o seguro para a casa ou apartamento que o consumidor adquire é aquele empurrado pelo gerente do banco quando concede um empréstimo, um produto pré-formatado que não leva em conta preferências e necessidades individuais.

Mas, à medida que o brasileiro compra mais imóveis e recheia o seu lar com mobília e eletrodomésticos, cresce a vontade de proteger as suas conquistas.

As companhias seguradoras compreenderam isso e têm aprimorado as apólices, oferecendo produtos mais personalizados, adequados à realidade de cada cliente, e com maior número de serviços agregados.

Para escolher o seguro mais adequado, é preciso:

1 – Pensar em quais coberturas são necessárias
As mais básicas pagam indenização somente para avarias do imóvel em caso de incêndio, explosão e raio. Em regiões que sofrem com enchentes, por exemplo, também é interessante contratar uma proteção contra os alagamentos. Além de segurar a estrutura, o consumidor pode solicitar a cobertura dos bens guardados na residência em caso de roubo ou dano elétrico. Serviços extras prevêem o pagamento de um aluguel de outra casa e apartamento enquanto o imóvel original é restaurado após um sinistro e danos causados a terceiros. “O consumidor deve listar com cuidado os riscos a que está sujeito e o que deseja resguardar”, explica Guilherme Olivetti, gerente de produtos patrimoniais da Chubb Seguros. É possível, ainda, cobrir itens específicos, como obras de arte e jardins que tenham sido projetados por paisagistas.

2 – Estabelecer os valores das coberturas
Geralmente, não se segura o valor total do imóvel e dos bens. Para fazer uma boa estimativa, o melhor é realizar uma pesquisa para saber o valor de mercado da residência, o preço de móveis e eletrodomésticos, e contratar uma apólice que preveja indenização de entre 50% e 60% do montante. Essa é a referência utilizada no mercado para a cobertura básica (da estrutura do imóvel). As adicionais –como para os equipamentos e na eventualidade de fenômenos da natureza– devem ser estimadas entre 5% e 20% da principal.

3 – Analisar quais serviços extras se quer
Da mesma maneira que os seguros para automóveis começaram a brindar os motoristas com guincho e desconto em estacionamentos, as apólices residenciais proporcionam diversas comodidades para os usuários, como chaveiro e encanador para emergências, e instalação de lâmpadas, cortinas e outros serviços que não sejam emergenciais. “Porém, é essencial selecionar os benefícios que podem ser úteis de fato. O proprietário de um apartamento jamais vai precisar de limpeza de caixa d’água ou substituição de telhas. O cliente tem que pegar somente o que lhe serve”, frisa Andrea Oliveira, superintendente de inovação e processos da seguradora Mapfre. Obviamente, essas vantagens só valem a pena se forem usadas. O que acontece freqüentemente é que o consumidor acaba esquecendo que tem o plano quando precisa acionar o chaveiro. Então, uma boa ideia é afixar o folder da seguradora em algum lugar à vista da família para que sirva de lembrete.

Fonte :  Denise Godoy, IG

Seguros Redidenciais: Seguradoras miram serviços agregados

O boom atual de comprar um imóvel vem em geral acompanhado de uma fase de planos. Reforma, consertos, revisão elétrica e, claro, providências para a segurança da residência. É nesse momento que as seguradoras entram em cena com sua especialidade para atrair novos clientes, sobretudo agora, com o mercado imobiliário aquecido.

Neste cenário, não conta apenas o valor do prêmio, mas também uma série de serviços e “vantagens” oferecidos nas apólices, que vão desde limpeza de caixa d’água até banho e tosa de animais de estimação. “Mais do que o seguro, as pessoas querem comprar tranquilidade no dia a dia. Elas não pensam somente na possibilidade de ocorrer um acidente em casa”, afirma Gilberto Abreu, diretor de seguros, previdência e capitalização do Grupo Santander Brasil.

“A assistência prevista nos planos de seguro residencial está cada vez mais abrangente e sofisticada, dada a competitividade entre as empresas”, completa o diretor-gerente do Bradesco Auto/RE, Marco Antonio Gonçalves.”É uma forma de atrair clientes. Não captamos apenas consumidores preocupados com incêndio ou furto.”

Fonte: JRS Comunicação  Data: 07.07.2010 -

Fácil e acessível, novo seguro residencial cria condições favoráveis para a proteção de imóveis

Pacote pronto de soluções da Allianz Seguros oferece segurança, assistência 24 horas e custos reduzidos ao consumidor

Estimativas revelam que, no país, 40 milhões de lares não possuem seguro residencial. Dessa forma, o número de domicílios segurados não chega a 10%, conforme cálculos do setor. Ao mapear os motivos que afastam o brasileiro desta proteção, a Allianz Seguros desenvolveu pacotes fáceis de entender e acessíveis ao bolso do público. Trata-se do Residência Essencial, que cobre os principais riscos a que os imóveis estão expostos. Os corretores de seguros também encontrarão facilidades no ato da venda. “Posicionamos o produto de uma forma objetiva. É como se ele retirasse da prateleria e colocasse à disposição do seu cliente”, comenta Rafael Rodrigues, superintendente de seguros patrimoniais da Allianz.

Coberturas de primeira necessidade – Com a ideia de promover uma adesão gradativa daqueles consumidores que nunca tiveram o hábito de contratar a apólice para casas e apartamentos, a Allianz formatou seis diferentes tipos de pacotes de coberturas e assistência. O Residência Essencial é uma apólice de um ano de vigência que, como o próprio nome diz, traz coberturas de primeira necessidade do segurado, a um custo reduzido e com um bom pacote de assistência 24 horas. “Nossa intenção foi entregar um produto autoexplicativo ao mercado e desmistificar a ideia que o brasileiro faz do custo deste produto”, destaca Rodrigues.

Segundo ele, a importância de proteger o patrimônio ganha aos poucos mais atenção da população por conta dos vendavais e tremores, embora não reflita em um crescimento substancial na procura pelo produto. “Mas o ideal é que um maior número de pessoas faça a opção pela proteção ao bem de forma preventiva, entendendo a boa relação de custo e benefício apresentada”, acrescenta.

Um seguro para cada perfil – Com seis tipos de plano, variando apenas o preço, o seguro sai a partir de R$ 138 por ano, pagos em até quatro vezes sem juros. O produto, desenhado após pesquisa feita no mercado e dentro da própria carteira, oferece coberturas essenciais, tais como: despesa com aluguel, dano elétrico, vendaval, roubo e furto, responsabilidade civil familiar e quebra de vidros. O segurado conta também como uma gama de serviços oferecidos na Assistência 24 horas, com destaque para o check-up domiciliar, chaveiro, eletricista, hidráulico, entre outros.

Fonte: Joseph Dana  29 de Junho de 2010 15:43

Cresce a demanda de seguro residencial

Acostumado a proteger seu carro contratando um seguro auto, o brasileiro está lentamente reconhecendo a importância de investir para garantir a sua casa também. Os prêmios diretos de seguro residencial – o montante total pago pelos consumidores – chegaram a R$ 378,4 milhões nos primeiros quatro meses de 2010, um aumento de 20,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento económico, uma maior variedade de produtos oferecidos pelo mercado e a expansão do crédito imobiliário estão entre as causas desse fenômeno.
Apesar do aumento, a demanda ainda é muito menor do que no caso de seguro de veículos. Estimativa da Bradesco Seguros aponta que apenas cerca de 10% das 51 milhões de residências brasileiras tenham algum tipo de proteção. No caso de veículos, a percentagem de unidades seguradas chega a 30% da frota segurável (ou seja, carros que ainda podem ser segurados).
- O custo é mais acessível do que as pessoas imaginam, porque, em proporção, o preço do seguro residencial é bem mais baixo que o do automóvel – afirma o diretor de Ramos Elementares da SulAmérica, Alexandre Vilardi.
Para o executivo, a crescente popularidade do seguro residencial se deve à maior sofisticação dos produtos, ao aumento de eventos meteorológicos extremos, como chuvas fortes e tempestades, além da expansão do crédito imobiliário.
- A estabilidade da economia ajuda o setor de seguros. E o crescimento do crédito imobiliário está aumentando a quantidade de pessoas interessadas em proteger a sua propriedade – diz Paulo dos Santos, à frente da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Da tradicional cobertura básica contra incêndio, explosão e raios, o seguro residencial passou a incluir coberturas adicionais tais como serviços de emergência 24 horas de chaveiro, bombeiro hidráulico e eletricista, guarda de móveis, responsabilidade civil familiar e assistência funeral.

Fonte :Info Seguros