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Mercado de seguros deve crescer 20% no Brasil este ano

SÃO PAULO – Na sede da Chubb Seguros do Brasil, o presidente da empresa, Acacio Queiroz, mantém um sino que toca toda vez que um bom negócio é fechado. “Foi a maneira que encontrei para energizar a equipe, ” conta o executivo, que trabalha de portas abertas e uma vez por mês recebe os funcionários em seu gabinete para dar conselhos sobre a carreira.

Em entrevista ao Economia & Negócios, Queiroz conta que, quando assumiu a presidência da empresa em 2005, levou um susto com as particularidades do mercado de seguros de luxo, no qual a Chubb é focada.” Fazemos seguros de carros que custam até R$ 8 milhões. Só o retrovisor de uma Ferrari pode custar R$ 30 mil.” A seguradora faz também seguros inusitados, como o de projetos paisagísticos de mansões e até de coleções de sapatos.

Para tirar partido do bom momento vivido pelo setor e conquistar novos clientes endinheirados, Queiroz conta que a Chubb não economiza nas regalias oferecidas “Nossos seguros são feitos sob medida. Temos até serviço de baby sitter para agradar as mulheres, que impulsionam o mercado de luxo”.

Segundo o executivo, a Chubb pretende lançar 20 novos produtos até 2014. Entre eles, seguros para grandes eventos, como feiras, e seguros financeiros. Sobre os planos do governo de criar uma estatal para segurar as grandes obras que vão ocorrer no país nos próximos anos, o Queiroz é categórico: “Não acho necessário. A iniciativa privada dá conta do recado. O governo deve guardar o seu dinheiro para azer os investimentos que o país precisa.”

Fonte: Leticia Bragaglia, do Economia & Negócios

Nosso produto é um objeto de desejo

Há cinco anos à frente da Chubb Seguros, o curitibano Acacio Queiroz não esconde seu entusiasmo com as perspectivas do setor, que deve crescer 20% este ano. A empresa que preside faturou mais de R$ 780 milhões em 2009 e é uma das líderes em proteção de patrimônio pessoal para os consumidores de alto poder aquisitivo – com coberturas de joias, obras de arte, embarcações, mansões e aviões particulares, entre outros. “O produto Chubb é objeto de desejo”, afirma Queiroz, em entrevista à repórter Letícia Bragaglia, do site Economia & Negócios do Estado.(Veja a íntegra da entrevista que vai ao ar hoje no endereço http://economia.estadao.com.br/)

Apesar da crise recente que abalou a economia mundial, o mercado de seguros continua crescendo no País. O que está dando impulso ao setor?

Nos últimos dez anos, o setor de seguros tem sustentado um crescimento três vezes maior do que o do PIB. Mesmo em 2009, ainda estremecido pela crise, o setor cresceu em torno de 8%. Para 2010, nossa previsão é de que cresçamos 20%.

Qual é a sua expectativa para os próximos anos?

Neste ano, vamos bater mais um recorde no setor automobilístico. Além disso, a percepção do consumidor da necessidade do seguro melhorou, acompanhando o aumento de sua renda. Mas ainda existe um espaço muito grande a ser explorado, como o segmento de previdência. Hoje, os seguros representam 3,5% do PIB, com uma receita de cerca de R$ 100 bilhões em 2009. O objetivo é de que, em cinco anos, atinjamos uma fatia de 6% do PIB. Além disso, a área de infraestrutura vai crescer muito com os projetos do PAC, Pré-Sal, Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada do Rio de 2016.

A Chubb é uma seguradora que tem tradição no mercado sofisticado. Esse nicho vai crescer no País?

Vai crescer e muito. O consumo do mercado de luxo está crescendo no mundo e o mais interessante é que agora puxado pelos países emergentes. Na China, o consumo de produtos de luxo já é uma loucura e no Brasil não é diferente. Acredito nesse segmento.

Como a Chubb pretende ampliar a sua participação no mercado brasileiro?

Nossa estratégia está bem definida. O mercado de luxo está crescendo e não é somente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Ele cresce em Porto Alegre, Curitiba e em muitas outras cidades. Implementamos uma expansão geográfica: hoje, nossos produtos já estão em todas as regiões.

Há cinco anos, estávamos concentrados no Sudeste. Nosso produto Chubb é objeto de desejo: as pessoas gostam de dizer que são segurados da Chubb porque recebem um atendimento muito diferenciado.

DEMISSÃO
Por que Fábio Barbosa pediu o boné na Vale
O executivo Fábio Barbosa, que acaba de deixar a diretoria de Finanças e Relações com Investidores da Vale, estava querendo sair da mineradora desde o final do ano passado. Estava aborrecido com o silêncio dos acionistas da empresa diante da pressão de setores do governo contra ele e contra a diretora de Recursos Humanos, Carla Grasso, que continua na Vale. Em outubro, fontes do governo teriam vazado na mídia a informação de que o próprio presidente Lula queria ver fora da Vale a dupla, que trabalhou no governo Fernando Henrique Cardoso e havia sido contratada antes da posse governo petista. O presidente da companhia, Roger Agnelli, defendeu seus diretores, mas Barbosa achou que os acionistas poderiam ter se posicionado no episódio. Desde então, ele vem falando em sair. Uma reformulação administrativa em curso na mineradora, que acabou tirando funções de sua área, foi a deixa para pedir o boné. Mas não a razão principal.

AGÊNCIA DE INVESTIMENTOS
Holandeses batem bolinha antes do jogo com o Brasil
Enquanto o Brasil se prepara para enfrentar a Holanda no gramado, na próxima sexta-feira, representantes do governo holandês estarão em São Paulo, na quinta-feira, tentando vender os chamados Países Baixos como base para as empresas brasileiras interessadas em atuar no mercado europeu. Nesse dia, eles lançarão a representação local da Agência Neerlandesa de Investimentos Estrangeiros (NFIA, na sigla em inglês) em evento no Hotel Tivoli São Paulo Mofarrej.

AVIAÇÃO
Passageiros internacionais voltam a Viracopos
A partir da próximo sábado, o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, terá seu primeiro voo internacional regular desde o final de década de 80, quando Cumbica começou a operar. A portuguesa TAP passará a operar três voos por semana para Lisboa. “Queremos atender o público do interior de São Paulo. Além disso, Guarulhos já perto do estrangulamento”, diz Mário Carvalho, diretor-geral da empresa no Brasil e Argentina. Viracopos está passando por um renascimento desde que a companhia aérea Azul passou a operar no aeroporto, no final de 2008. No ano passado, o número de passageiros no aeroporto cresceu 210%.

SEGMENTAÇÃO
Casa Claudia lidera revistas de decoração
A Casa Claudia, da Editora Abril, continua líder absoluta entre as revistas de decoração, com uma circulação paga total de 195 mil exemplares. Em seguida, vem a Casa & Jardim, da Globo, que vende 111 mil. Correndo por fora, a Casa & Decoração, da editora On Line, apresenta uma vendagem de 56 mil exemplares. Detalhe: na venda em banca, a Casa & Decoração, com 54, 8 mil exemplares, bate folgadamente a Casa & Jardim, cuja venda avulsa de 30 mil exemplares equivale a pouco mais da metade da sua.

Fonte:- O Estado de S.Paulo Clayton Netz

Fácil e acessível, novo seguro residencial cria condições favoráveis para a proteção de imóveis

Pacote pronto de soluções da Allianz Seguros oferece segurança, assistência 24 horas e custos reduzidos ao consumidor

Estimativas revelam que, no país, 40 milhões de lares não possuem seguro residencial. Dessa forma, o número de domicílios segurados não chega a 10%, conforme cálculos do setor. Ao mapear os motivos que afastam o brasileiro desta proteção, a Allianz Seguros desenvolveu pacotes fáceis de entender e acessíveis ao bolso do público. Trata-se do Residência Essencial, que cobre os principais riscos a que os imóveis estão expostos. Os corretores de seguros também encontrarão facilidades no ato da venda. “Posicionamos o produto de uma forma objetiva. É como se ele retirasse da prateleria e colocasse à disposição do seu cliente”, comenta Rafael Rodrigues, superintendente de seguros patrimoniais da Allianz.

Coberturas de primeira necessidade – Com a ideia de promover uma adesão gradativa daqueles consumidores que nunca tiveram o hábito de contratar a apólice para casas e apartamentos, a Allianz formatou seis diferentes tipos de pacotes de coberturas e assistência. O Residência Essencial é uma apólice de um ano de vigência que, como o próprio nome diz, traz coberturas de primeira necessidade do segurado, a um custo reduzido e com um bom pacote de assistência 24 horas. “Nossa intenção foi entregar um produto autoexplicativo ao mercado e desmistificar a ideia que o brasileiro faz do custo deste produto”, destaca Rodrigues.

Segundo ele, a importância de proteger o patrimônio ganha aos poucos mais atenção da população por conta dos vendavais e tremores, embora não reflita em um crescimento substancial na procura pelo produto. “Mas o ideal é que um maior número de pessoas faça a opção pela proteção ao bem de forma preventiva, entendendo a boa relação de custo e benefício apresentada”, acrescenta.

Um seguro para cada perfil – Com seis tipos de plano, variando apenas o preço, o seguro sai a partir de R$ 138 por ano, pagos em até quatro vezes sem juros. O produto, desenhado após pesquisa feita no mercado e dentro da própria carteira, oferece coberturas essenciais, tais como: despesa com aluguel, dano elétrico, vendaval, roubo e furto, responsabilidade civil familiar e quebra de vidros. O segurado conta também como uma gama de serviços oferecidos na Assistência 24 horas, com destaque para o check-up domiciliar, chaveiro, eletricista, hidráulico, entre outros.

Fonte: Joseph Dana  29 de Junho de 2010 15:43

Planos de saúde terão limite de tempo para atendimento

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está de olho nas “filas de espera”, que chegam a dois meses, para atendimento de profissionais como ginecologistas e neurologistas, via convênios médicos.

A ANS iniciou uma pesquisa, que vai até o próximo dia 5, em que as operadoras de planos de saúde compulsoriamente deverão enviar dados sobre o tempo que levam para autorizar procedimentos demandados pelos consumidores. O próximo passo será criar um grupo técnico para discutir uma regra definindo o tempo máximo para essa espera. No Brasil, são 43,1 milhões de usuários de planos de saúde. Em Pernambuco, há 1,1 milhão.

Em março passado, às vésperas de deixar a presidência da agência reguladora, o ex-titular da ANS, Fausto Santos, adiantou que o órgão já estudava uma norma para amenizar a demora, que virou recorrente no mercado. Ele admitiu distorções na saúde privada, em especial o fato de os médicos e profissionais da área darem preferência a atendimentos particulares, em detrimento de consumidores de planos.

Na ocasião, o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge Nordeste), Flávio Wanderley, afirmou que a demora nos atendimentos seria fruto de decisões dos próprios médicos, que preferem estabelecer cotas para os clientes de planos, com remuneração mais baixa, justamente para deixar mais espaço na agenda para pacientes particulares, que pagam o valor integral da consulta.

Para a presidente da Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), Renê Patriota, o maior problema é o modo como os planos estruturam suas redes de atendimento, que em geral passaram a dar preferência à chamada rede preferencial. Ou seja, criaram consultórios próprios para atender a seus clientes, com uma rede auxiliar de profissionais bastante enxuta.[2]

Através da pesquisa com as operadoras, a agência reguladora vai mapear o passo a passo das liberações de coberturas, desde o momento em que as empresas autorizam os procedimentos solicitados pelos consumidores até a realização efetiva da prestação dos serviços.

Fonte: Jornal do Commercio-PE 29 de Junho de 2010 17:22