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Nosso produto é um objeto de desejo

Há cinco anos à frente da Chubb Seguros, o curitibano Acacio Queiroz não esconde seu entusiasmo com as perspectivas do setor, que deve crescer 20% este ano. A empresa que preside faturou mais de R$ 780 milhões em 2009 e é uma das líderes em proteção de patrimônio pessoal para os consumidores de alto poder aquisitivo – com coberturas de joias, obras de arte, embarcações, mansões e aviões particulares, entre outros. “O produto Chubb é objeto de desejo”, afirma Queiroz, em entrevista à repórter Letícia Bragaglia, do site Economia & Negócios do Estado.(Veja a íntegra da entrevista que vai ao ar hoje no endereço http://economia.estadao.com.br/)

Apesar da crise recente que abalou a economia mundial, o mercado de seguros continua crescendo no País. O que está dando impulso ao setor?

Nos últimos dez anos, o setor de seguros tem sustentado um crescimento três vezes maior do que o do PIB. Mesmo em 2009, ainda estremecido pela crise, o setor cresceu em torno de 8%. Para 2010, nossa previsão é de que cresçamos 20%.

Qual é a sua expectativa para os próximos anos?

Neste ano, vamos bater mais um recorde no setor automobilístico. Além disso, a percepção do consumidor da necessidade do seguro melhorou, acompanhando o aumento de sua renda. Mas ainda existe um espaço muito grande a ser explorado, como o segmento de previdência. Hoje, os seguros representam 3,5% do PIB, com uma receita de cerca de R$ 100 bilhões em 2009. O objetivo é de que, em cinco anos, atinjamos uma fatia de 6% do PIB. Além disso, a área de infraestrutura vai crescer muito com os projetos do PAC, Pré-Sal, Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada do Rio de 2016.

A Chubb é uma seguradora que tem tradição no mercado sofisticado. Esse nicho vai crescer no País?

Vai crescer e muito. O consumo do mercado de luxo está crescendo no mundo e o mais interessante é que agora puxado pelos países emergentes. Na China, o consumo de produtos de luxo já é uma loucura e no Brasil não é diferente. Acredito nesse segmento.

Como a Chubb pretende ampliar a sua participação no mercado brasileiro?

Nossa estratégia está bem definida. O mercado de luxo está crescendo e não é somente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Ele cresce em Porto Alegre, Curitiba e em muitas outras cidades. Implementamos uma expansão geográfica: hoje, nossos produtos já estão em todas as regiões.

Há cinco anos, estávamos concentrados no Sudeste. Nosso produto Chubb é objeto de desejo: as pessoas gostam de dizer que são segurados da Chubb porque recebem um atendimento muito diferenciado.

DEMISSÃO
Por que Fábio Barbosa pediu o boné na Vale
O executivo Fábio Barbosa, que acaba de deixar a diretoria de Finanças e Relações com Investidores da Vale, estava querendo sair da mineradora desde o final do ano passado. Estava aborrecido com o silêncio dos acionistas da empresa diante da pressão de setores do governo contra ele e contra a diretora de Recursos Humanos, Carla Grasso, que continua na Vale. Em outubro, fontes do governo teriam vazado na mídia a informação de que o próprio presidente Lula queria ver fora da Vale a dupla, que trabalhou no governo Fernando Henrique Cardoso e havia sido contratada antes da posse governo petista. O presidente da companhia, Roger Agnelli, defendeu seus diretores, mas Barbosa achou que os acionistas poderiam ter se posicionado no episódio. Desde então, ele vem falando em sair. Uma reformulação administrativa em curso na mineradora, que acabou tirando funções de sua área, foi a deixa para pedir o boné. Mas não a razão principal.

AGÊNCIA DE INVESTIMENTOS
Holandeses batem bolinha antes do jogo com o Brasil
Enquanto o Brasil se prepara para enfrentar a Holanda no gramado, na próxima sexta-feira, representantes do governo holandês estarão em São Paulo, na quinta-feira, tentando vender os chamados Países Baixos como base para as empresas brasileiras interessadas em atuar no mercado europeu. Nesse dia, eles lançarão a representação local da Agência Neerlandesa de Investimentos Estrangeiros (NFIA, na sigla em inglês) em evento no Hotel Tivoli São Paulo Mofarrej.

AVIAÇÃO
Passageiros internacionais voltam a Viracopos
A partir da próximo sábado, o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, terá seu primeiro voo internacional regular desde o final de década de 80, quando Cumbica começou a operar. A portuguesa TAP passará a operar três voos por semana para Lisboa. “Queremos atender o público do interior de São Paulo. Além disso, Guarulhos já perto do estrangulamento”, diz Mário Carvalho, diretor-geral da empresa no Brasil e Argentina. Viracopos está passando por um renascimento desde que a companhia aérea Azul passou a operar no aeroporto, no final de 2008. No ano passado, o número de passageiros no aeroporto cresceu 210%.

SEGMENTAÇÃO
Casa Claudia lidera revistas de decoração
A Casa Claudia, da Editora Abril, continua líder absoluta entre as revistas de decoração, com uma circulação paga total de 195 mil exemplares. Em seguida, vem a Casa & Jardim, da Globo, que vende 111 mil. Correndo por fora, a Casa & Decoração, da editora On Line, apresenta uma vendagem de 56 mil exemplares. Detalhe: na venda em banca, a Casa & Decoração, com 54, 8 mil exemplares, bate folgadamente a Casa & Jardim, cuja venda avulsa de 30 mil exemplares equivale a pouco mais da metade da sua.

Fonte:- O Estado de S.Paulo Clayton Netz

Fácil e acessível, novo seguro residencial cria condições favoráveis para a proteção de imóveis

Pacote pronto de soluções da Allianz Seguros oferece segurança, assistência 24 horas e custos reduzidos ao consumidor

Estimativas revelam que, no país, 40 milhões de lares não possuem seguro residencial. Dessa forma, o número de domicílios segurados não chega a 10%, conforme cálculos do setor. Ao mapear os motivos que afastam o brasileiro desta proteção, a Allianz Seguros desenvolveu pacotes fáceis de entender e acessíveis ao bolso do público. Trata-se do Residência Essencial, que cobre os principais riscos a que os imóveis estão expostos. Os corretores de seguros também encontrarão facilidades no ato da venda. “Posicionamos o produto de uma forma objetiva. É como se ele retirasse da prateleria e colocasse à disposição do seu cliente”, comenta Rafael Rodrigues, superintendente de seguros patrimoniais da Allianz.

Coberturas de primeira necessidade – Com a ideia de promover uma adesão gradativa daqueles consumidores que nunca tiveram o hábito de contratar a apólice para casas e apartamentos, a Allianz formatou seis diferentes tipos de pacotes de coberturas e assistência. O Residência Essencial é uma apólice de um ano de vigência que, como o próprio nome diz, traz coberturas de primeira necessidade do segurado, a um custo reduzido e com um bom pacote de assistência 24 horas. “Nossa intenção foi entregar um produto autoexplicativo ao mercado e desmistificar a ideia que o brasileiro faz do custo deste produto”, destaca Rodrigues.

Segundo ele, a importância de proteger o patrimônio ganha aos poucos mais atenção da população por conta dos vendavais e tremores, embora não reflita em um crescimento substancial na procura pelo produto. “Mas o ideal é que um maior número de pessoas faça a opção pela proteção ao bem de forma preventiva, entendendo a boa relação de custo e benefício apresentada”, acrescenta.

Um seguro para cada perfil – Com seis tipos de plano, variando apenas o preço, o seguro sai a partir de R$ 138 por ano, pagos em até quatro vezes sem juros. O produto, desenhado após pesquisa feita no mercado e dentro da própria carteira, oferece coberturas essenciais, tais como: despesa com aluguel, dano elétrico, vendaval, roubo e furto, responsabilidade civil familiar e quebra de vidros. O segurado conta também como uma gama de serviços oferecidos na Assistência 24 horas, com destaque para o check-up domiciliar, chaveiro, eletricista, hidráulico, entre outros.

Fonte: Joseph Dana  29 de Junho de 2010 15:43

Bradesco é única empresa da AL em evento mundial sobre microsseguros

A  Bradesco Seguros e Previdência é a única empresa/instituição da América Latina a participar do Global Microinsurance Summitt, evento que será aberto nesta quarta-feira (30) em Paris – no Crowne Plaza Hotel – e prosseguirá até sexta-feira.

Tido como o mais importante evento sobre microsseguros deste primeiro semestre, o Global Microinsurance Summitt terá como palestrantes especialistas tais como Graig Churcill (Suiça), maior referência no mundo sobre o assunto, que é também presidente da Microinsurance Network e membro da Organização Mundial do Trabalho; David Dror (India), fundador e presidente da Microinsurance Academy; Fracois Xavier Albouy (França), presidente executivo da Planet Garantee; e Richard Leftkley (Inglaterra), presidente da MicroEnsure.

O Brasil será representado por Eugênio Velasques, diretor executivo da Bradesco Seguros e Previdência.

O encontro reunirá mais de 200 especialistas do segmento de microsseguiros. A participação da seguradora brasileira se dará em dois momentos. O primeiro, já nesta quarta-feira, durante o painel “Inovadoras Formas de Distribuição e Praticas de Marketing Viáveis a Custos Mais Baixos Que Permitam a Penetração no Mercado de Microsseguros”. O segundo será na sexta-feira, durante uma mesa redonda com a presença dos principais palestrantes.[2]

O programa completo e demais informações estão disponíveis no site: http://www.c5-online.com/microinsurance.htm.

Fonte:  Jorge Clapp/cqcs

29 de Junho de 2010 17:19

Mercado de seguros movimenta 3,4% do PIB brasileiro em 2009

Composto por 115 seguradoras, o mercado nacional de seguros movimentou mais de R$ 107 bilhões em 2009, número que corresponde a 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Cerca de 50% deste total retornou à sociedade em indenizações de seguros gerais, cifra que coloca o Brasil na 17ª posição mundial deste segmento. No caso dos seguros relacionados à saúde humana, 83% do valor arrecadado voltou para a sociedade.

“Esses números são reflexos da retomada da economia mundial, mas também mostram claramente que a sociedade está cada vez mais consciente do papel positivo que os seguros têm. Eles são o que nós chamamos de bem necessário”, analisa o presidente do Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg SP), Mauro Batista.

As modalidades de seguros são cada vez mais compreendidas como instrumentos de proteção e reparação indispensáveis. A implantação do seguro na sociedade está relacionada com o mutualismo (interação que traz benefício para ambas as partes envolvidas) e previdência (capacidade de manter reserva).

“As carteiras estão se diversificando para atender as novas necessidades das pessoas, e neste aspecto os seguros praticados em outros mercados servem de modelo”, comenta Mauro Batista.

Fonte : (Redação – Agência IN)