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5 dicas para Seguro de vida

Embora muitas vezes negligenciado, o seguro de vida deveria obrigatoriamente fazer parte de qualquer planejamento financeiro. Afinal, como pode haver um plano que daqui a dez minutos pode ir por água abaixo? Para desmistificar as principais dúvidas que rondam o tema, a VOCÊ S/A convocou dois especialistas Fabiano Calil, planejador financeiro familiar, de São Paulo, e Augusto Sabóia, consultor financeiro da Sabóia Advisors, em São Paulo para explicar, afinal, como e quando contratar o tipo de proteção mais adequado às suas necessidades.
1. Quando vale a pena fazer um seguro de vida?

O seguro serve para repor uma perda para as pessoas que dependem financeiramente de você. Para quem é jovem, solteiro, não tem filhos e os pais não dependem do seu sustento, o maior risco é acontecer um acidente que impeça de continuar trabalhando e manter as contas em dia. Neste caso, vale contratar apenas um seguro contra invalidez parcial e total, o que sai mais barato do que um seguro por morte, diz Fabiano Calil. A partir do momento em que há cônjuge e filhos principalmente enquanto eles ainda não terminaram a faculdade , um seguro mais completo passa a fazer sentido, afinal, você não quer que eles passem necessidade na sua ausência, certo? A dica é ir atualizando as apólices de acordo com o momento de vida. Conforme seu patrimônio aumenta e os filhos trabalham, a família deixa de ficar totalmente desamparada em caso de alguma fatalidade. Assim, com o passar dos anos, dá para diminuir o valor de cobertura ou mesmo dividi-lo melhor entre os dependentes, diz Fabiano.
2. Vale a pena ter uma apólice diferente para cada situação?

Os seguros tradicionais oferecem cobertura por morte (natural e por acidente) ou invalidez permanente (total ou parcial) causada por acidente. Atualmente, há modalidades extras que resguardam contra a impossibilidade temporária de exercer a profissão e até indenizações em caso de doenças graves. Todas as proteções podem ser combinadas em uma mesma apólice, mas algumas seguradoras limitam as coberturas entre 1 e 2 milhões de reais, diz Augusto. Se puder pagar, uma pessoa pode ter quantas apólices quiser e receber o valor de todas elas. É o único caso de seguro acumulativo, acrescenta Augusto. Ele diz que os profissionais que se contentam apenas com o seguro de vida bancado pela empresa, que costuma se restringir a apenas 12 ou 24 salários, devem ficar alertas. Seguro atrelado ao cartão de crédito, à capitalização ou à previdência privada por si só também não costuma ser suficiente.
3. Como se calcula o valor ideal da cobertura?

Somando as despesas dos seus dependentes (e projetando futuras despesas, no caso de filhos pequenos) e instituindo um prazo que seria necessário para cobrir esses gastos na sua ausência. Normalmente, o seguro não serve para afiançar uma renda perpétua, mas dar condições para que a família se restabeleça, diz Augusto. Para quem já formou um patrimônio suficiente para garantir o padrão da família em caso de imprevistos, o seguro de vida não é tão necessário. A exceção se dá quando o seguro vira um instrumento de herança. É uma forma inteligente de deixar determinado valor para alguém e especificar como ele será distribuído sem dar margem para contestação. A indenização não entra em inventário é liberada em poucos dias , não responde por dívidas e é isenta de impostos, diz Augusto.
4. Se não acontecer nada comigo eu perco o dinheiro investido?

Na maioria dos casos, sim. Inclusive se desistir do contrato no meio do caminho, ou o contrário, se tiver pago por muitos anos. Seguro de vida não é investimento. Funciona como um seguro de carro, ou seja, você só paga para estar garantido caso aconteça o sinistro, diz Fabiano. Uma alternativa é contratar um seguro resgatável, quando o segurado pode obter uma parte ou o total do que pagou, com atualização monetária, com ou sem juros, se sobreviver até o final do prazo estipulado. Essa proteção ainda é muito cara no país e normalmente não compensa. Melhor pegar essa grana e aplicar em fundos de previdência complementar ou em outros investimentos, diz Fabiano.
5. Em quais casos a seguradora não é obrigada a pagar o prêmio?

No Procon há várias reclamações contra seguradoras que se negam a fazer o pagamento em casos de acidentes, alegando doença preexistente e omitida no momento da assinatura do contrato. Em alguns casos, a seguradora também pode alegar que o cliente agravou por conta própria o risco do acidente. Cabe à seguradora provar que as suas alegações estão corretas e cabe ao segurado avisar a seguradora sempre que seu estilo de vida mudar, diz Augusto. Se você colocar no questionário que é uma pessoa tranquila, que não faz esporte radical, mas se na semana seguinte comprar uma moto e sair praticando motobike, ficará claro que agiu de má-fé ou, no mínimo, colaborou para aumentar seu risco de vida. E atenção: em caso de inadimplência, ainda que o atraso seja por poucos dias e todas as prestações anteriores tenham sido pagas nas datas previstas, a lei possibilita à seguradora suspender o prêmio ou mesmo cancelar o seguro.

Fonte: Você S/A

Deputado Fernando Capez, sugere a Presidência, projeto para seguro de vida obrigatório

Deputado Fernando Capez, sugere ao Presidente da República projeto de lei no qual as pessoas jurídicas sejam obrigadas a disponibilizar seguro de vida e acidentes pessoais aos seus empregados.

MOÇÃO Nº 71, DE 2010

O ordenamento jurídico brasileiro preconiza a proteção dos trabalhadores tanto em âmbito constitucional quanto legal. A Constituição Federal de 1988, chamada “Constituição Cidadã”, elencou rol de direitos trabalhistas, sem prejuízo da legislação infraconstitucional.

A maior expressão da legislação trabalhista é a Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT, norma editada em 1.943 e objeto de várias atualizações, cujos preceitos se coadunam com os dispositivos previstos no artigo 7º, da Carta Magna.

Em que pese os direitos existentes, é possível afirmar que ainda há espaço para a inclusão de novos benefícios visando à máxima proteção social dos trabalhadores. Como se sabe, durante a execução do contrato, o empregado está sujeito a inúmeros infortúnios que podem causar diminuição significativa de sua renda, afetando o padrão de vida dele e de sua família. Vale lembrar que existem acidentes do trabalho que devem ser suportados apenas pela Previdência Social, através do seguro de acidente do trabalho e dos benefícios legais que os empregados registrados têm, mas isso não é suficiente.

Desta forma, a instituição de um seguro de vida e acidentes pessoais para o empregado seria um benefício extra concedido pela empresa com o objetivo de diminuir a lacuna existente no que concerne à proteção do trabalho.

Muitas empresas já adotam esse procedimento, até mesmo como atrativo de mão-de-obra. Ademais, é importante ressaltar que nem sempre o preço é integralmente suportado pelo empregador, sendo normal que o empregado pague parte dos custos.

Da mesma forma que um plano de saúde ou previdência, o seguro de vida e acidentes pessoais se encaixa entre as vantagens indiretas oferecidas aos empregados. Por outro lado tem o objetivo de minimizar os custos sociais, tanto para a iniciativa privada quanto para o Poder Público.

Assim, estando evidenciados a relevância e o interesse público de que a matéria se reveste, A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO apela para o Excelentíssimo Senhor Presidente da República a fim de que encaminhe ao Congresso Nacional projeto de lei no qual as pessoas jurídicas sejam obrigadas a disponibilizar seguro de vida e acidentes pessoais aos seus empregados.

Sala das Sessões, em 24/6/2010

Fernando Capez

Fonte :  Delmíndia Costa  29 de Junho de 2010 19:55

Presidente da Tokio Marine, Akira Harashima, faz reunião com a Aconseg-RJ

Demonstrando otimismo quanto ao bom relacionamento e a performance das assessorias do Rio de Janeiro, que segundo dados da empresa, respondem por 55% da produção de Auto em nosso Estado, o presidente da Tokio Marine, Akira Harashima, saudou os presentes em português e agradeceu às assessorias, afirmando que elas se tornaram um canal de distribuição muito importante dos produtos da companhia:

“Estamos trabalhando com afinco para construir uma seguradora renovada em produtos e serviços para atingir o crescimento que desejamos. Estamos sempre dispostos a ouvir todos vocês, porque o apoio que nos prestam é de grande valia. Estamos simplificando os nossos processos, visando chegar ao erro zero. O nosso objetivo é oferecer às assessorias, corretores e clientes um atendimento de excelência, através de processos ágeis e simplificados. Este é o comprometimento de toda Companhia neste momento. Estaremos sempre dispostos a escutar a voz das assessorias”, afirmou.

Executivos do alto escalão da Tokio Marine estiveram presentes ao encontro, entre os quais destacamos: Valmir Rodrigues, diretor comercial; João Melo, diretor comercial RJ/Sul; Bruno Miranda Vaz, superintendente de estratégia de vendas; Sergio Brito, superintendente comercial RJ/ES; Paola Mercadante, gerente sucursal assessorias RJ.

Entre as novidades anunciadas está a campanha de incentivo moldada exclusivamente para as assessorias que começa em julho. “É uma forma de reforçar a ênfase que a Tokio Marine está dando às empresas filiadas à Aconseg-RJ”, afirmou Bruno Vaz, responsável pelo marketing.

O presidente da Aconseg-RJ, Renato Rocha, agradeceu a “honra de receber o presidente da Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do mundo. Todos os diretores da Aconseg-RJ, bem como de suas assessorias afiliadas estão juntos nesta caminhada rumo ao sucesso da companhia e da nossa parceria e vamos comemorar, em breve, esta frente vitoriosa de trabalho”, finalizou agradecendo, o presidente Renato Rocha.

BOX: “Assessorias são as principais parceiras da Tokio Marine”, afirmou o presidente

“As assessorias representam 40% do volume de vendas de seguro de automóvel da Tokio Marine em todo Brasil. No caso do Rio de Janeiro, são 55% desta mesma produção. Por isso, elas são muito importantes para nós”, afirmou entusiasmado o presidente da Tokio Marine, Akira Harashima, em entrevista à Revista da Aconseg-RJ.

Ele não poupou elogios às assessorias da Aconseg-RJ: “Este relacionamento direto e estreito com as assessorias é muito importante para nós, porque elas são as principais parceiras da Tokio Marine. Para manter este canal conosco estamos melhorando a eficiência de nossos produtos e serviços. Por isso, estamos fazendo esta reunião, para escutar a voz das assessorias, entender a opinião delas e todos os pontos que elas têm para levantar”, afirmou.

A companhia está apostando todas as fichas no Brasil. “Eu acho que o país tem um grande potencial e onde a Tokio Marine mantem a terceira maior operação fora do Japão. O Brasil é um país emergente e muito importante para o nosso Grupo. E uma das principais estratégias da holding é expandir os negócios fora do Japão. Em 2009 vendemos as nossas ações que eram uma joint venture com o Grupo Santander. Recebemos R$ 670 milhões e o Grupo decidiu deixar todo esse dinheiro aqui no Brasil para expandir os seus negócios no país”, afirmou. Ele diz que esta decisão estratégica demonstra o grande comprometimento que o grupo Tokio Marine tem com o Brasil.

Em contrapartida, existe por parte da gigante japonesa, uma grande expectativa das operações realizadas no Brasil. “Para conseguirmos sucesso”, analisa o presidente, “nós precisamos ser a seguradora escolhida pelas assessorias como parceiros de confiança, principalmente em relação a qualidade da operação e dos nossos produtos e serviços”.

Dentro do nicho brasileiro de mercado o ramo que mais se destaca, segundo o presidente Akira Harashima, é o seguro Auto, que responde por 40% das operações da empresa em nosso país.

Ele afirmou ainda que vê oportunidades de negócios com microsseguros no Brasil e que a Tokio Marine já vem realizando na Índia operações neste segmento. Quanto às grandes obras de infra-estrutura que estão sendo realizadas no país, Akira Harashima disse que “a Tokio Marine tem expertise e habilidades nesta área e nos últimos dois anos tem expandido bastante nesse tipo de negócio”, o que os credencia a participar das oportunidades que irão surgir no Brasil. “A Tokio Marine tem a vantagem de atuar em vários segmentos, tais como, varejo, auto consumidor, afinidades, temos capacidade para atender a todos os mercados”, concluiu o presidente.

Fonte: VTN Comunicação

Mercado de seguros deve crescer 20% no Brasil este ano

SÃO PAULO – Na sede da Chubb Seguros do Brasil, o presidente da empresa, Acacio Queiroz, mantém um sino que toca toda vez que um bom negócio é fechado. “Foi a maneira que encontrei para energizar a equipe, ” conta o executivo, que trabalha de portas abertas e uma vez por mês recebe os funcionários em seu gabinete para dar conselhos sobre a carreira.

Em entrevista ao Economia & Negócios, Queiroz conta que, quando assumiu a presidência da empresa em 2005, levou um susto com as particularidades do mercado de seguros de luxo, no qual a Chubb é focada.” Fazemos seguros de carros que custam até R$ 8 milhões. Só o retrovisor de uma Ferrari pode custar R$ 30 mil.” A seguradora faz também seguros inusitados, como o de projetos paisagísticos de mansões e até de coleções de sapatos.

Para tirar partido do bom momento vivido pelo setor e conquistar novos clientes endinheirados, Queiroz conta que a Chubb não economiza nas regalias oferecidas “Nossos seguros são feitos sob medida. Temos até serviço de baby sitter para agradar as mulheres, que impulsionam o mercado de luxo”.

Segundo o executivo, a Chubb pretende lançar 20 novos produtos até 2014. Entre eles, seguros para grandes eventos, como feiras, e seguros financeiros. Sobre os planos do governo de criar uma estatal para segurar as grandes obras que vão ocorrer no país nos próximos anos, o Queiroz é categórico: “Não acho necessário. A iniciativa privada dá conta do recado. O governo deve guardar o seu dinheiro para azer os investimentos que o país precisa.”

Fonte: Leticia Bragaglia, do Economia & Negócios